Almas Gêmeas - Parte 20

Ensinando o Ipsilone << NOITE DE SEXTA-FEIRA, dia 5 de agosto.
Passava muito das nove da noite quando saí do ateliê e também do instituto. O professor Rodrigo me esperava em uma rua próxima.
Minutos depois, estávamos na estrada a caminho de Mogi. Já dera certo uma vez a minha “fuga” do alojamento e as consequências foram mínimas. Perdi o medo de repetir a dose, mesmo porque já havia dado um foda-se para as inúmeras regras daquele lugar castrador, onde minha vida era dura e difícil demais. A gente tem que pelo menos tentar ser feliz e, para isso, precisa quebrar algumas regras, mesmo com os riscos associados. Redobraria a atenção para não ser surpreendida.

Passou cerca de meia hora; havíamos acabado de adentrar o interior do puxadinho. O homem dirigiu-se ao banheiro, enquanto eu subia a escada caracol rumo ao dormitório.

Após o banho, ele entrou no quarto somente com a toalha cobrindo suas partes baixas. Eu estava relaxada em sua cama, trajando apenas a camisa social do professor.
— Uau! Parece um gladiador romano, amei — exclamei, de modo insinuante.
— E você, minha Vênus, me encanta com sua beleza.
Paramos com a rasgação de seda e fomos logo para as carícias. Porém…
— Rodrigo!! Vem aqui, pelo amor de Deus!
Era a voz desesperada da sua irmã Neide.
Ele foi até a janela para ver o que era.

Resumo da ópera: o cunhado do Rodrigo se envolveu em um acidente de trânsito com posterior briga. Ligou dizendo que estava detido no local.

Será que o Lucas está em casa? Foi meu primeiro pensamento após o professor, já vestido, pedir-me desculpas, dar um selinho e sair no gás. Os dois irmãos foram para o local do acidente.

Passado apenas um minuto, o sobrinho deu sinal de vida.
— Gisele, você está aí?
— Estou, sobe aqui!

O safadinho chegou velozmente e com seu olhar de cachorro pidão.
— E aí, linda, o que vai me ensinar hoje?
— Primeiro, responde como você sabia que eu estava aqui.
— Senti seu cheiro!
— Palhaço! Fala a verdade, pois entramos bem de mansinho.
— Tá bom! Estava na torcida de que você viesse, então fiquei ligado e espiei da minha janela quando percebi um movimento.
— Você é mesmo danado, né, seu Lucas?
— É paixão, linda.
— Bobo! — Então, estive pensando em te ensinar o ipsilone.
— Eita! E como é isso?
— Hahaha! Eu também não sei.
— E como vai me ensinar, professora?
— Eu tenho uma teoria; acompanhe meu raciocínio: não colocaram a varinha reta do ípsilon no vão entre as duas varinhas inclinadas, como se fossem pernas abertas; colocaram atrás. — Entendeu?
— Entendi tudo, professora. — Bora então, prometo caprichar no buraquinho para tirar um 10.
— Ai, Lucas! Como você é safado.
— Só eu? — A ideia foi sua.
— Ganhou de novo, espertinho. — Vem, deita aqui pra gente desenvolver essa teoria!
— Não acha melhor irmos para o meu quarto?
— Tem razão, amor, aqui é mancada.
Levantei e abri uma gaveta na mesinha de cabeceira.
— Você não tem isso daqui, né? — falei ao pegar e mostrar o tubo de lubrificante íntimo do professor.
— Não tenho, gata.
— Vou levar este emprestado, vamos precisar. — Bora lá!
— Você vai assim, só de camisa? — E se eles chegarem?
— Vixi, é mesmo! Hoje eu estou avoada. — Vou vestir minha roupa.
Ainda estou meio sonâmbula devido aos resquícios do chá do mestre Vilânio, pensei.

O aquecimento foi delicioso; mesmo com a sua falta de prática no oral, ele compensou fazendo com vontade e sem pressa.
Como retribuição, eu chupei seu pau e engoli-o todinho várias vezes. Na sequência, sentei com minha boceta nele, cavalguei suave e gostoso, imaginando o momento futuro: ele me pegando por trás.
Não demorei muito em cima dele, queria o seu gozo em outro orifício. Com uma porção de gel, eu lubrifiquei seu nervo exposto, que estava absurdamente rígido; depois foi a vez do meu buraquinho. Fiz isso, sorrindo safadamente para ele. Não precisamos de palavras; nossa sintonia parecia perfeita.
Fiquei de quatro com a bunda virada para a lateral da cama; o boy ficou em pé atrás e quebrou o silêncio:
— Como você é linda e perfeita, Gisele.
E deu um tapinha tímido na minha bunda.
— Pode bater sem dó, moço, eu sou uma menina má — falei, zoando..
— Safadinha — disse ele, e o tapa foi mais forte.
Rebolei o bumbum fazendo graça e senti o contato da sua glande em meu ânus. A penetração começou lenta e com pausas. Ele estava sendo cuidadoso e não causou desconforto.
Foi delicioso senti-lo dentro, e ficou melhor ainda quando as estocadas ganharam intensidade.

Em certo momento, eu peguei em sua mão e a coloquei sobre minha vagina, forçando seu dedo para dentro. Ele começou a tocar meu grelo e, instintivamente, sua outra mão massageou meus seios.
Gemendo baixinho, eu curtia cada pedacinho dele dentro de mim e o seu corpo colado no meu, balançando num ritmo frenético. E eu gozei no mesmo instante em que ele inundou minhas entranhas de sêmen. Caraca! Ganhei na loteria outra vez. O rapaz mereceria a nota máxima; essa transa valeu por duas, como ele é gostoso.

Fui tomar banho na casa do professor Rodrigo.

O que seria, a princípio, a minha terceira noite de amor com o tio, em quase um mês de relacionamento secreto, acabou sendo a segunda vez com seu sobrinho.

Mais tarde, estava cheirosinha e amorosa, esperando pelo professor, acomodada em sua cama. O sono começava a dominar-me. Sorrindo, sozinha, fiquei imaginando se o homem chegaria a tempo de desempatar esse jogo ainda naquela noite.

Na manhã seguinte, saí cedo e deixei o professor dormindo. Ele chegou depois das três da manhã e o placar não foi alterado, continuava 2x2, mas com o sobrinho vencendo pelo critério de desempate.

O Lucas estava saindo para comprar o seu pão de queijo. Conversamos a caminho do ponto de ônibus.
Ele tinha uma notícia terrível:
— Sabe a Cíntia, do passeio na cachoeira? — disse ele.
— Sim, o que tem ela?
— Foi internada; parece algo relacionado a overdose. Mas o Roberto acredita que ela tentou se matar e a mãe está escondendo isso.
— Caralho, mano! Que barra.

Dei sinal para o ônibus e fui embora convicta da necessidade de conseguir logo as provas dos crimes praticados pelo grupo mafioso. Ficar livre não era mais a preocupação principal; eu queria foder com aqueles putos. Eles não vão me vencer, não vou cair no mesmo desespero da Cíntia; sei que sou forte, acharei uma saída. Pensei confiante e comecei a queimar os neurônios para encontrar a maneira mais rápida de ter acesso ao HD do mestre e roubar as imagens sem ser descoberta. Depois precisaria da ajuda de alguém confiável para poder chegar à Polícia Federal, pois seria perigoso procurar as autoridades locais.
Caso eu consiga a atenção e proteção da PF para mim e minha família, o testemunho da Cíntia reforçaria a denúncia. Firmei meu pensamento, transmitindo forças para ela resistir a esse momento crítico.

Continua.

Foto 1 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 20

Foto 2 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 20

Foto 3 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 20

Foto 4 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 20

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Ficha do conto

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kmilinhaeseudiario

Nome do conto:
Almas Gêmeas - Parte 20

Codigo do conto:
258286

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
31/03/2026

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