Eu estava grávida do meu filho Gabriel, e meu desempregado. Entramos em desespero, com as contas atrasadas e as portas se fechando de todos os lados. Era uma manhã de terça feira, eu estava indo ao postinho fazer o pré-natal quando ouvi a buzina de um carro grande e bonito. Eu não conhecia o veículo, mas quando os vidros baixaram, ele me cumprimentou: era o seu Osvaldo, o dono do mercado. Ele disse que estávamos sumidos e, quando ele encostou, acabei confidenciando nossas dificuldades. Cheguei a ficar com os olhos lacrimejados. Seu Osvaldo, muito gente boa, falou para eu mandar meu marido procurá-lo no mercado, pois tinha uma vaga lá. Eu sorri de felicidade! Ele notou e disse que tinha um trabalho para mim também se eu quisesse! Fiquei animada e ele me avisou: "Estou indo para casa, quando você voltar do postinho, passa lá , que te explico o trabalho". Toda animada, fui ao postinho e, na volta, segui direto para lá. No caminho, avisei meu marido pelo Zap sobre a vaga, e ele ficou feliz demais também. Quando cheguei na casa de seu Osvaldo, estava ele e um funcionário que já estava de saída para um serviço de banco. Entrei e o esperei na sala, que era bem aconchegante. Ele se aproximou e o tom de voz dele mudou. Tocou meus cabelos dizendo: O trabalho é o seguinte minha querida: preciso que você me ajude uma vez ou outra aqui em casa. A Olga está viajando e preciso de alguém que organize minhas roupas e a casa. Eu vou lhe pagar o suficiente para não faltar nada para vocês e ainda vou dar o emprego ao teu marido. Meus olhos brilharam! Ele se sentou no sofá e bateu numa das pernas, me convidando a sentar ali. Fiquei confusa, mas me sentei. Ele disse: — Você é uma mulher bonita, fica mais ainda começará de assustada, e sorriu, mas eu não vou te fazer mal, então relaxa, só quero ajudar! Enquanto ele passava a mão na minha barriga, senti um calafrio na espinha. Ele continuou: - Se você cuidar de mim, eu cuido de voce.. Ele me ajeitou no sofá, mandou que eu me levantasse e tirasse as roupas, fiquei mais uma vez confusa. Ele disse; Você quer ou não quer ajuda porra!!! Eu obedeci e me despi! — "Olha só para você..." — ele sussurrou, a voz rouca enquanto explorava me admirava, Vem aqui pro sofá! Obedeci e ele começou a me alisar. Ele os apertava e me tocava com uma fome que me fazia arquear as costas. Mandou que eu me ajoelhasse, e o chupei, a rola veiuda, daquele homem experiente e bruto! Quando ele se posicionou entre minhas pernas, senti a pressão daquela rola experiente forçando a entrada. Ele entrou de uma vez, um preenchimento bruto que me fez segurar com força nas almofadas daquela sala. As estocadas eram lentas no início, mas profundas, como se ele quisesse marcar território dentro de mim. O som da carne batendo contra o tecido do sofá ecoava pelo ambiente silencioso. — "Gosta disso, não gosta? Sabe que isso aqui é o que vai encher sua geladeira" — ele dizia, enquanto acelerava o ritmo. Eu cedi totalmente. A vergonha foi sendo engolida por uma onda de prazer físico que eu não conseguia controlar. Eu gemia alto, olhando pra ele, sentindo a mão dele na minha barriga. Eu uma mulher casada, de quatro no sofá, ele, segurando meus quadris com aquelas mãos grandes de quem trabalhou a vida toda pra erguer seu mercado. Por trás, as estocadas eram ainda mais violentas, me jogando para frente enquanto o bebê chutava, como se sentisse a invasão. Eu me sentia usada, uma mercadoria barata nas mãos do dono do seu Osvaldo! Mas o tesão era inegável. Ele me fazia gozar com uma técnica que meu marido nunca teve. Quando senti que ele estava no limite, ele me puxou pelo cabelo, obrigando-me a olhar para trás para ver o rosto dele contorcido de prazer. Olha pra mim vagabunda, vai se acostumando com uma rola de verdade! — "Vou te encher, de leite... vou cuidar muito bem de você!" Ele urrou, descarregando tudo dentro de mim, um jato quente que pareceu durar uma eternidade. Eu desabei no sofá, ofegante, sentindo o latejar lá dentro. Ele se afastou, limpando o rosto, e voltou a ser o homem sério e prestativo de sempre. Levante-se! — "Pode se vestir! O pagamento está ali no envelope." Peguei o envelope na mesinha, e saí de lá com as pernas trêmulas e o corpo ainda quente daquela foda inexplicável. Olhei para a casa uma última vez antes de dobrar a esquina. O preço tinha sido alto, mas o envelope no fundo da bolsa garantia que, naquela noite, o jantar seria farto e o sono, apesar de tudo, seria tranquilo.
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