Marcelo estava sentado na beira da cama, segurando a cabeça da Daiane enquanto ela engolia o cacete grosso dele até a garganta, babando, engasgando, com lágrimas escorrendo e cara de puta barata. Atrás, André metia com força bruta no cuzinho dela, socando fundo, fazendo as bolas pesadas baterem na bucetinha encharcada e inchada da sobrinha.
— Isso, sua putinha de merda… engole o pau do tio enquanto o outro te arromba esse cuzinho virgem — rosnava Marcelo, enfiando mais fundo na garganta dela.
Daiane só gemia, baba escorrendo pelo queixo, olhos revirados de tesão. Meu corpo inteiro queimou. A buceta pulsou tão forte que eu quase caí. Sem conseguir me controlar, abaixei a calça e a calcinha ali mesmo no corredor, abri as pernas e enfiei dois dedos na minha xota encharcada, esfregando o grelo inchado enquanto assistia meus irmãos destruírem minha filhinha.
Marcelo deitou e puxou Daiane por cima, empalando ela na rola grossa até o talo. A bucetinha da vadia engoliu tudo com um barulho molhado e obsceno. Ele segurou as coxas dela bem abertas, deixando a xotinha rosada e esticada totalmente exposta, e começou a socar por baixo como um animal.
— Ai porra… tio Marcelo… me rasga essa buceta! Me fode como uma cachorra! — Daiane gritava feito uma puta barata.
André cuspiu grosso no cacete e enfiou no cuzinho dela com tudo. Os dois tios começaram a foder minha filha no mesmo ritmo, rola na buceta e rola no cu, esticando os dois buracos ao limite. Daiane tremia, rebolava, babava e pedia mais.
Eu já estava com três dedos na buceta, metendo forte, esfregando o grelo com a palma da mão, gemendo baixinho enquanto via aquela cena depravada.
— Vou gozar, tios… me enchem de porra, por favor! Me usam como uma puta barata! — Daiane implorava.
André foi o primeiro. Grunhiu feito um animal e enterrou até o fundo no cuzinho, jorrando jatos grossos, quentes e abundantes de porra bem no intestino da sobrinha. Daiane gozou violentamente, apertando as rolas, esguichando na rola do tio Marcelo.
Marcelo acelerou como um louco e explodiu, enchendo a bucetinha da Daiane com porra quente até transbordar, escorrendo pelos ovos dele.
Eles tiraram os paus. Os buracos da minha filha estavam destruídos: vermelhos, abertos, piscando e vazando porra grossa dos tios. Daiane, ainda no cio, enfiava os dedos nos buracos, recolhia o sêmen e lambia, gemendo como uma vadia viciada.
Mas os tios ainda queriam mais.
Daiane se ajoelhou no chão como uma cachorra, um tio de cada lado. Chupava um enquanto masturava o outro, babando, engasgando, olhando pra cima com cara de puta submissa. Logo os cacetes estavam duros de novo, latejando.
André deitou e Daiane subiu, enfiando a rola melada na bucetinha cheia de porra e cavalgando feito uma vadia possuída, quicando forte, os seios balançando, gemendo alto. Marcelo segurou a cabeça dela e fodeu sua garganta sem piedade, babando na cara da sobrinha.
Depois de um tempo, Marcelo puxou ela, virou de costas e enfiou a rola grossa no cuzinho já destruído e cheio de porra. Os dois voltaram a foder ela no ar, double penetration brutal, estocando sem parar.
— Me arrombem, tios! Me encham de porra de novo! Quero sair pingando da rola de vocês! — Daiane gritava, completamente perdida no tesão.
Eu estava destruindo minha buceta com os dedos, gozando pela segunda vez, pernas tremendo, enquanto via meus irmãos transformarem minha filha numa simples buraco de porra.
Marcelo e André gozaram quase juntos, rugindo e jorrando mais porra quente e grossa bem fundo nos buracos da Daiane, enchendo ela até vazar por todos os lados. Daiane gozou mais uma vez, esguichando, corpo convulsionando.
Os três caíram na cama, suados e melados. Daiane ainda lambia os paus dos tios, limpando cada gota de porra misturada com o melado dos próprios buracos.
Eu me arrumei rápido, saí de casa em silêncio, fiquei uns vinte minutos na rua tentando me acalmar. Quando voltei, bati a porta com força e entrei normalmente:
— Cheguei, gente!
Daiane apareceu na sala com o rosto corado, cabelo bagunçado, pernas ainda tremendo um pouco e sorriu inocentemente:
— Oi mãe… tudo bem?
Marcelo e André estavam no sofá, fingindo assistir TV.
— Tudo ótimo, filha… — respondi, sentindo minha buceta ainda latejando de tesão.
Ninguém nunca soube que eu vi… e que eu gozei feito uma puta assistindo tudo.