Minha prima tarada me estuprou e virou minha “namorada”

Fui estuprada pela minha prima patricinha tarada e acabei viciada no corpo dela.
Eu tinha só 18 anos na época. Bonita de rosto, corpo definido de quem malhava escondido, pele morena clara e cabelos cacheados que caíam até o meio das costas. Não namorava sério por opção — gostava de ficar com várias garotas diferentes nas festas. Tinha um corpo que chamava atenção: cintura fina, seios firmes e uma bunda empinada que eu mesma me orgulhava.
Tudo aconteceu por volta das 2h da madrugada. Eu voltava de uma festa, bêbada e exausta. A noite estava quente, 30 graus fácil. Cheguei em casa sem blusa, só de shortinho e sutiã, o suor escorrendo. Destranquei o portão e entrei. Na sala, minha prima Julia estava assistindo filme, comendo pizza e tomando refrigerante. Não tínhamos muita intimidade, mas ela puxou assunto mesmo assim.
— Oi, Daiane. Sua mãe foi ver a vó com a minha. Vou passar a noite aqui — disse ela, com aquele sorrisinho metido.
— Tá bom. Valeu por avisar. Boa noite — respondi seca.
— Ué, já vai dormir? Por que você tá sem blusa? Onde você estava? — prolongou ela.
— Festa. Tô indo tomar banho — falei e segui pro quarto.
Tirei a roupa toda, joguei no chão e entrei no banho. O banheiro do meu quarto não tinha porta de verdade, só aquela sanfonada de PVC. Eu estava tão bêbada e cansada que nem tranquei o quarto. Foi então que Julia, sem avisar, entrou no meu quarto, abriu a porta do banheiro e me viu. Eu estava de frente, com a mão entre as pernas, me tocando pra aliviar o tesão da festa — beijos, pegação, tudo sem parar.
Ela me encarou por um segundo e, sem hesitar, começou a tirar a roupa.
— Que porra é essa, Julia? Tá ficando maluca? — gritei.
— Sai do meu banheiro! Você é minha prima, doente! — continuei.
Já pelada, ela grudou o corpo no meu debaixo da água. Pele quente, seios pequenos e firmes roçando nos meus.
— Vai, Daiane… vamos aproveitar. Ninguém vai saber — sussurrou ela, voz rouca.
Eu peguei ela pelo braço com força e arrastei pra fora do quarto, molhando o chão todo.
— Me soltaaa, tá doendo! — gritou ela.
— Sai do meu quarto, estranha! — empurrei ela pra fora e tranquei a porta.
Fiquei revoltada. Nunca curti ideia de incesto. Jamais imaginaria fazer algo com minha prima. O pico de adrenalina me deixou tonta. Só deu tempo de me enxugar e cair na cama pelada. Acordei 1h da tarde. Minha mãe tinha mandado mensagem dizendo que ia demorar. Quando saí do quarto, dei de cara com Julia.
— Oi, Daiane… me desculpa por ontem. Ver você daquele jeito me deixou doida. Me perdoa, finge que nada aconteceu, tá? — pediu ela.
— Doente — respondi seca.
Ela fez uma cara de ódio mortal. Eu não liguei. Ela era mesmo uma patricinha metida, magrinha, bunda empinada, 1,55m e uns 40kg. Parecia intocável. O ódio dela por mim era até um alívio.
À noite me arrumei de novo pra outra festa. Deixei ela sozinha em casa. Voltei no mesmo horário, passei reto por ela na sala (estava tomando açaí) e fui tomar banho. Deitei pelada, liguei o ar-condicionado e apaguei.
Acordei no susto. Uma sensação quente e molhada entre as pernas. O abajur estava aceso. Julia estava com a cara enterrada na minha buceta, me chupando como se fosse um banquete. Tentei me mexer — meus dois braços estavam algemados na cabeceira da cama.
— Gostou, Daiane? Peguei as algemas do meu pai só pra te fazer essa surpresa — disse ela, lambendo os lábios brilhantes.
— Me solta, Julia! Que merda você tá fazendo?
— Você vai aceitar tudo caladinha.
Ela pegou o celular e começou a gravar. Filmou meu rosto de tesão, ela me devorando. Eu xinguei baixo, mas meu corpo traía. Ela subiu, beijou minha boca com gosto de mim, apertou meus seios, deu tapas na minha cara, arranhou minha barriga com as unhas. Eu gemia contra a vontade. Quando ela começou a se esfregar em mim, buceta molhada contra a minha, eu embarquei num tesão absurdo.
De repente ela parou, pegou um comprimido, enfiou na minha boca e apertou minha mandíbula. Engoli sem querer. Era um excitante forte, ela confessou depois. Meu corpo inteiro esquentou. Comecei a reparar de verdade no corpo dela: pele clara, bunda redonda, peitinhos durinhos. Quanto mais olhava, mais molhava. Ela já tinha marcado meu corpo todo — arranhões vermelhos, chupões no pescoço, mordidas nos lábios.
Não gozava de jeito nenhum, o que só aumentava o desespero e o tesão dela. Quando vi, ela tinha me soltado das algemas. Estávamos rolando na cama como animais. Passamos a madrugada inteira: ela sentando na minha cara, eu enfiando os dedos e a língua nela, tribando forte, chupando uma à outra sem parar. Gozei na boca dela, ela gozou na minha, depois de novo e de novo. Tomamos banho juntas, mal conseguindo ficar de pé, e dormimos abraçadas.
Acordei com a boca dela de novo na minha buceta. Segunda rodada o dia todo. Nem comemos. Só sexo. O cu dela ficou tão usado que senti ele mais macio quando enfiei os dedos e a língua. O resto da semana que nossos pais ficaram fora foi só foda. Gravamos tantos vídeos que daria pra abrir um canal só nosso. Julia viciou em sentar na minha cara e esfregar a bucetinha molhada em mim. Eu viciei em comer cada buraquinho daquela magrinha de 40kg.
No fim de semana teve almoço em família. Sentamos na mesma mesa, ninguém imaginando que horas antes eu tinha gozado com a língua enfiada no cu dela. Desenvolvemos uma relação quase de namoradas. Ficamos transando escondido por quase meio ano, até ela arrumar um namorado “de verdade”.
Só escrevendo isso agora parei pra pensar: como ela conseguiu entrar no meu quarto trancado? Perguntei. Ela riu e respondeu com o celular do namorado ainda na mão: “Passei o dia todo procurando a chave do seu quarto só pra sentar na sua boca gostosa”.
Sinto saudade daquela bucetinha apertada e daquele corpo pequeno que me dominou. Se eu pudesse voltar no tempo… com certeza deixaria ela me estuprar de novo.

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Minha prima tarada me estuprou e virou minha “namorada”

Codigo do conto:
267265

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/07/2026

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