Me chamo Daiane e tive minha primeira experiência lésbica aos 15 anos. Eu era bem safadinha: adorava mandar vídeos provocantes e marcar encontros com homens, mas nunca tinha ficado com uma garota. Tinha seios médios com bicos rosados e sensíveis, bunda redondinha, bucetinha rosa clarinha e cabelo loiro claro bem longo. A típica ninfetinha.
Convidei Paula, minha amiga morena de olhos verdes, para fazer um trabalho de geografia e dormir em casa. Ela era gostosa pra caralho: seios enormes, pernas definidas. Eu fantasiava muito com ela — chupando sua buceta ou nós duas fodendo com um cara. Aquele dia era minha chance.
Ela chegou às 18h. Depois do lanche e do trabalho, ficamos entediadas na frente da TV. Peguei uma garrafa de vodka escondida e fiz batidas fortes. Logo estávamos tontas e safadas, de pijama: eu de calcinha preta e blusinha roxa fina, ela de camisola azul de renda que mal cobria os seios.
Propus Verdade ou Consequência. As perguntas foram ficando cada vez mais safadas. Até que ela me olhou com aqueles olhos verdes e perguntou: — Daianinha… você ficaria com outra mulher? — Ficaria sim — respondi safada. — Por quê?
Ela me puxou e me deu um beijo molhado e faminto. Retribuí com a mesma fome, apertando aqueles seios enormes. Tirei sua camisola e quase gozei ao ver o piercing no mamilo. Caí de boca, chupando, lambendo e mordendo aqueles peitos perfeitos enquanto ela gemia baixinho. Paula arrancou minha blusinha e devorou meus bicos, chupando forte e mordiscando.
Minha buceta pingava. Ela arrancou minha calcinha e enfiou a língua no meu clitóris, lambendo tudo, sugando e enfiando a língua fundo. Eu urrava de prazer. De repente ela se levantou, foi até a cozinha e voltou com um pepino médio e uma cenoura grossa.
— Quero te comer de verdade — disse ela, safada.
Deitou-me na cama, abriu minhas pernas e enfiou o pepino devagar na minha bucetinha molhada. Gemi alto enquanto ela metia fundo, girando e fodendo com vontade. Depois trocou pela cenoura, mais grossa, esticando minhas paredes. Eu rebolava, louca de tesão. Ela chupava meu clitóris ao mesmo tempo. Gozei forte, mas foi quando ela enfiou dois dedos no meu cuzinho que eu explodi no primeiro squirt da minha vida — jorrando na boca e no peito dela.
Eu queria retribuir. Peguei o cabo de escova de cabelo (de madeira, liso) e o pepino. Coloquei Paula de quatro e enfiei o pepino na buceta dela, metendo forte enquanto lambia seu cuzinho. Ela gemia alto, empinando. Troquei pelo cabo da escova na buceta e enfiei a cenoura no cuzinho dela devagar. Paula gritava de prazer, empurrando contra os objetos.
— Mais fundo, Daiane! Me fode!
Ela gozou forte, soltando seu primeiro squirt, molhando minha mão e o lençol.
Agora queríamos mais. Fizemos DP em mim primeiro: Paula enfiou o pepino na minha buceta e o cabo da escova no cuzinho, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. A sensação de estar cheia nos dois buracos era insana. Eu rebolava, gemendo como uma puta. Ela chupava meu clitóris enquanto metia os objetos. Gozei novamente, jorrando squirt pra todo lado, tremendo inteira.
Depois foi a vez dela. Coloquei-a de quatro, enfiei o pepino grosso na bucetinha dela e a cenoura no cuzinho. Metia os dois com força, alternando o ritmo. Paula gritava, o piercing nos seios balançando. Ela gozou tão forte que squirtou alto, molhando minha barriga e a cama.
Ainda não tínhamos terminado. Nos beijamos molhadas de suor e gozo, sentindo nosso gosto na boca uma da outra. Voltamos pros objetos: eu de quatro, Paula metendo o pepino na minha buceta e o cabo no cu. Depois invertemos. Por fim, fizemos uma DP dupla — eu com pepino na buceta e cenoura no cu, enquanto chupava o clitóris dela, e ela fazendo o mesmo comigo. Gozamos juntas mais uma vez, squirtando ao mesmo tempo, gemendo alto e melando tudo.
Passamos a noite nos comendo de todas as formas, usando os objetos da casa, chupando, lambendo e gozando sem parar. Gozamos umas cinco ou seis vezes no total, sendo que os squirts foram as melhores sensações da nossa vida.
No dia seguinte, no café da manhã, trocamos olhares cúmplices e rimos. Meus pais chegaram para o almoço e ela foi embora. Na escola agimos normalmente, mas nunca repetimos. Até hoje me masturbo lembrando da Paula, daquela noite safada e de como nós duas éramos putinhas sem limites. Foi a melhor iniciação lésbica possível. Hoje sou majoritariamente hétero, mas de vez em quando ainda sinto vontade de ficar com uma mulher.