Tomei 3 Vezes De Saia Num Ônibus




Olá, o meu nome é Daiane, tenho 19 anos, sou branca, tenho cabelos loiros e lisos, tenho uma bunda grande, seios fartos e pernas grossas. Todo dia que eu ia para a faculdade, pegava o mesmo ônibus, LOTADO, e sempre tinha uns engraçadinhos que se aproveitavam da situação e pegavam na minha bunda de propósito quando o ônibus balançava. E tem outros que, quando eu vou de saia, ficam filmando minha calcinha.
Até que certo dia, quando eu ia para a faculdade, eu vesti uma saia azul com poucas listras vermelhas e uma camisa branca. Quando cheguei no ônibus, procurei lugar para sentar, mas não encontrei, então fiquei em pé. Depois de alguns minutos, senti alguém pegando na minha bunda por debaixo da saia.
Olhei para trás e vi um homem bem gato, com o rosto angelical, uns 20 anos, todo musculoso, rindo baixinho. Eu não fiz nada. Ele levantou minha saia, afastou minha calcinha rosa com bordas brancas e enfiou um dedo no meu cuzinho. Eu dei um gritinho de leve, mas não queria fazer escândalo, pois não queria ficar com fama de “Olhem a garota que foi assediada no ônibus”. Até que enfim chegou o meu ponto, tirei a mão dele, ajeitei minha calcinha e desci do ônibus. Na faculdade fiquei pensando nele e me deu muito tesão. Na saída da faculdade fui de carona com minha miga (como sempre).
No outro dia, vesti uma saia azul marinho com listra verde e uma calcinha verde de renda. Eu odiava essa calcinha, pois ela se perdia na minha bunda, entrava todinha. Eu tinha que ficar tirando ela do meu cu o tempo todo, e os tarados adoravam ver eu tirando a calcinha do cu. Mas era a única que não estava secando no meu banheiro, pois a daquele dia ficou toda molhadinha. Vesti e fui para a faculdade.
Quando cheguei no ônibus, avistei ele. Ele se aproximou e já foi levantando minha saia e pegando no meu bumbum. Eu deixei, pois adorava uma massagem no bumbum. Depois ele enfiou a calcinha junto com o dedo dele no meu cu. Eu estava quase gozando, e ele continuou até que meu ponto chegou. Eu estava com muita vontade de dar pra ele, por isso dei o número do meu celular pra ele. Quando terminou a aula na faculdade, o meu celular tocou. Pensei que fosse minha mãe querendo falar alguma coisa, pois ela estava viajando com meu pai. Quando atendi, ouvi uma voz de macho falando: “Oi, gostosa do ônibus”. Eu ri e falei oi. Ele perguntou se eu queria encontrar ele na casa dele. Eu aceitei, mas falei que hoje não daria, só amanhã depois da faculdade. Ele disse “tá bom”. Eu contava os minutos para chegar esse dia.
Quando eu acordei, vesti uma calça jeans e fui pegar o ônibus. Entrei no ônibus e avistei ele. Ele se aproximou (como sempre) e viu que eu estava de calça, então enfiou a mão dele dentro da minha calça e da minha calcinha verde e enfiou um papel no meu cuzinho junto com 2 dedos. Depois puxou minha calcinha verde pra cima para que o papel não caísse, entrando no meu cu. Depois falou no meu ouvido: “Não vá se esquecer”. Quando eu saí do ônibus, fui no banheiro, abaixei minhas calças junto com a calcinha, tirei o papel do meu cu. Quando li, percebi que era o endereço da casa dele. Fui para a faculdade. Quando acabou a aula, pedi pra minha amiga me deixar na “Casa da minha avó” (na casa dele). Quando cheguei lá, toquei a campainha, ele abriu a porta e já foi me agarrando e me beijando. Quando a gente subia as escadas pro quarto dele, ele apertava meu bumbum. Deitei na cama dele de bruços e ele montou em cima de mim, encostando aquele cacete sobre a calça no meu cu. Ele abaixou suas calças. Na hora de abrir o zíper da minha, ele puxou com tanta força que quebrou. Nem tirou minha calcinha, enfiou o pau dentro do meu cu junto com a calcinha, até que rasgou. Era enorme, tava doendo demais, tinha uns 25cm. Eu gemia muito e também gozava muito. Depois ele meteu na minha buceta e ficou indo e voltando. Enquanto isso, ele enfiava quase a mão toda dele no meu cu para eu parar de gemer, pois eu gritava bem alto. Depois ele meteu na minha boca. Aí a gente parou.
Tomei banho com ele lá. Eu tomei no cu de novo. Meu cu já estava doendo quando eu ia vestindo minhas roupas. Não consegui fechar o zíper, lembrei que ele tinha rasgado, e pensei: “E agora? Como vou voltar para casa com zíper aberto?”. Perguntei pra ele se ele tinha alguma calça para mim, mas minha cintura é fina, não cabia nem uma. Mas vesti a folgada assim mesmo e fui pegar o ônibus de volta para casa.
Quando cheguei no ônibus era umas 11 horas da noite. Só havia duas pessoas: uma velhinha e um moço bem bonito também. Quando eu me virei para sentar, a minha calça caiu sem querer. Olhei para trás e vi o moço olhando para mim. Ele viu minha calcinha com o furo bem no local do meu cu. Eu subi as calças, ele se aproximou de mim, sentou do meu lado e disse: “Eu dou 200 reais por esse seu cuzinho gostoso”. Eu disse não. Ele disse: “300”. Eu olhei pra ele, percebi que eu estava precisando de um dinheirinho e aceitei a sua proposta. Fiquei de quatro no ônibus. Minha calça abaixou sozinha de tão folgada. Ele falou: “Posso terminar de rasgar sua calcinha?”. Eu olhei pra ela e pensei: “Ela já tá rasgada mesmo. Pode!”. Ele fez o mesmo que o cara do ônibus, mas só que dessa vez foi na buceta. Ele enfiou com calcinha e tudo, também rasgou, e depois meteu no meu cu. Fiz de tudo para não gemer, mas já estava doendo, pro motorista do ônibus não desconfiar, pois a velhinha não escutava nada. Depois ele meteu na minha boca. Eu sabia que o nosso combinado era só no cu, mas eu tava gostando. Chupei o pau dele todinho. Quando o ônibus chegou em minha casa, eu vesti minha calcinha verde furada super encharcada e falei: “Cadê o meu dinheiro?”. Ele pegou da carteira três notas de 100 reais e enfiou no buraco do cu da minha calcinha junto com o pau dele, e falou: “Se sentir falta é só me ligar”. E enfiou um papel com o número na minha xaninha. Vesti a calça e fui pra casa.
Quando cheguei em casa, só estava meu irmão em casa (meus pais tinham viajado), sentado no sofá. Ele tem 25 anos. Ele falou: “Daiane, venha cá”. Eu falei: “Não” (pois eu tava toda gozada com a calcinha furada e segurando minha calça para não cair). Ele falou: “Venha cá que eu tô mandando”. Eu teria que obedecer ele, pois enquanto meus pais não estavam em casa, ele é quem manda (segundo eles). Então eu me aproximei dele e falei: “O que foi?”. Ele falou: “Por que você está segurando sua calça? Ela não é sua”. Eu percebi que eu estava lascada. Eu disse: “Ela é minha sim!”. Ele falou: “Tá bom então”. Quando eu me virei pra ir pro meu quarto, ele veio por trás de mim e com suas duas mãos abaixou minha calça e começou a rir. Quando ele viu minha calcinha com dois furos toda encharcada, falou: “Você tá lascada!” e começou a rir. Eu falei: “Por favor, por favor, não conte ao papai”. Ele falou: “Eu só não conto por duas condições”. Eu falei: “Tá bom, qualquer coisa menos contar pro papai”. Ele falou: “Primeiro, você tem que deixar eu terminar de rasgar essa calcinha, e segundo, você tem que dar esse cu pra mim”. Eu falei: “Não!!!!” (meu cu já estava doendo de tanto pau que entrou ali). Então ele disse: “Tá bom então, se você prefere que eu conte pro papai”. Eu tive que dar pra ele.
Ele puxou minha calcinha pra cima com força, rasgando o que restava dela num instante. Soltei minhas calças no chão e fiquei só de blusa, com a bunda toda exposta e o cuzinho já vermelho e arrombado. Meu irmão agarrou minha cintura com as duas mãos, abriu bem minha bunda e cuspiu direto no buraco. “Caralho, Daiane… olha o estado desse cu. Tá todo dilatado, parece que já levou rola pra caralho hoje”, disse ele com a voz rouca de tesão. Sem piedade, ele encaixou a cabeça grossa do pau e meteu tudo de uma vez. Eu soltei um grito abafado de dor. Meu cuzinho ardia, latejava, estava sensível demais depois de tanto abuso. Cada estocada dele parecia rasgar mais fundo.
Ele não ligava. Pelo contrário. Quanto mais eu gemia de dor, mais ele ficava excitado. “Porra, que cu apertado mesmo arrombado… tá piscando no meu pau, mana. Isso é gostoso pra caralho”, grunhia ele enquanto metia com força, batendo as bolas contra minha buceta molhada. Ele segurava meus quadris com firmeza, puxando meu corpo contra ele a cada investida, aproveitando cada centímetro do meu cu destruído. “Tá doendo, né? Mas você merece, sua putinha. Chegar em casa com o cu assim… agora é meu turno de usar.”
Ele metia cada vez mais fundo e mais rápido, abrindo minha bunda com as mãos para ver o pau entrando e saindo. Eu choramingava, as lágrimas escorrendo, o cuzinho queimando de tanta fricção, mas ele só gemia de prazer, cada vez mais louco. “Isso, aperta esse cu na rola do irmão… caralho, que delícia. Vou gozar bem fundo nesse rabinho arrombado.” Depois de um tempo socando sem parar, ele gozou com força, enchendo meu cu de porra quente enquanto ainda metia devagar, aproveitando as últimas contrações.
Nos outros dias não fui para a faculdade pois meu cu já estava muito arrombado, mal conseguia andar. Depois de uma semana de repouso para o meu cu, enfim voltei a ir à faculdade, e sempre deixei o cara do ônibus massagear minha bunda, e de vez em quando a gente transava.
Foto 1 do Conto erotico: Tomei 3 Vezes De Saia Num Ônibus


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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Tomei 3 Vezes De Saia Num Ônibus

Codigo do conto:
267048

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/07/2026

Quant.de Votos:
7

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1