Nessa época eu e meus pais morávamos num bairro afastado da capital, quase interior. Eles tinham um ponto comercial e saíam todo sábado bem cedo para comprar mercadorias, passando o dia inteiro fora. Preocupados em me deixar sozinha, compraram um cachorro pra mim. Fã de “101 Dálmatas”, pedi um dálmata. Meu pai o chamou de Preto, homenagem a um antigo cavalo dele.
Preto era forte, brincalhão e dominador. Com quase dois anos, quando eu o levava pra passear ele me arrastava pela coleira sem esforço. Em casa eu vivia à vontade: um shortinho de pano fino e safado que marcava minha buceta e bundinha, e um top justo que mal segurava meus seios.
Num sábado acordei sozinha. Na cozinha, o bilhete: “Cuide da casa, voltamos tarde”. Fui ao banheiro, mijei gostoso e saí sem limpar, sentindo o líquido escorrer um pouco pelas coxas. A preguiça venceu. Tomei café, vesti o short já rasgadinho e fui brincar com o Preto, que dormia no meu quarto.
Ele acordou animado, pulando e lambendo meu rosto. Peguei a toalha dele, esfreguei no focinho e corri. Ele me alcançava fácil, me derrubando com o corpo pesado. Numa dessas brincadeiras, pulou empolgado e rasgou meu short com as unhas afiadas, deixando minha buceta e bunda totalmente expostas. Quando tentei levantar, ele enfiou o focinho frio e úmido bem entre minhas pernas, cheirando o cheiro forte da mijada matinal. Um arrepio elétrico subiu pela minha espinha.
Mandei ele parar, mas a sensação tinha me deixado molhada. Uma vontade safada tomou conta. Ainda nua, fui até o armário, inclinei o corpo empinando a bunda e fingi pegar uma calcinha. Preto veio rápido, meteu o focinho quente e lambeu minha buceta inchada e meu ânus com fome. A língua grossa, molhada e áspera deslizava com força, invadindo minhas dobras, girando no meu furinho. Gemi alto, tremendo inteira, sentindo um calor insano subir.
Fui até a porta da frente e me abaixei mais, abrindo bem as pernas. Ele atacou vorazmente, lambendo meu ânus e buceta com lambidas longas e fortes, empurrando meu corpo contra a madeira. O focinho pressionava, quase entrando. Eu rebolava contra ele, gozando pela primeira vez só com a língua, molhando o chão.
Quando tentei fugir, ele correu atrás. Acabei encurralada no fundo do quarto. Ele pulou, me derrubou. Tentei me levantar, mas ele rosnou alto e latiu, me paralisando de medo. Montou em mim. Senti seu pau vermelho e babado saindo da bainha, batendo quente na minha bunda, soltando fios grossos de pré-gozo escorregadio.
Escorreguei de quatro no tapete. Preto achou meu ânus e penetrou com força selvagem, de uma só estocada. Gritei alto — um grito de puro medo misturado com dor. Aquela rola grossa, quente e pulsante abriu meu cu sem dó, entrando fundo. Ele me puxava pela cintura com as patas, metendo cada vez mais forte e rápido, arranhando minhas costas e rasgando o resto do top. Sua respiração quente e ofegante batia no meu pescoço. O pau inchava dentro de mim, crescendo, esticando minhas paredes ao limite.
Relaxei o corpo e empinei a bunda pedindo mais. Ele sentiu e enfiou o nó inteiro. Uma bola enorme inflou dentro do meu ânus, travando nós dois. Jatos quentes e grossos de porra explodiram fundo em mim, enchendo meu intestino. Gozei loucamente, tremendo, gemendo e apertando o pau dele. Ele pulsava sem parar, me inundando.
Ficamos presos bunda com bunda por quase meia hora. Tentei puxar, mas doía demais. Chorei baixinho, nervosa, excitada e assustada. Depois de um tempo o nó amoleceu. Quando puxei, saiu com um barulho molhado obsceno, jorrando uma mistura branca e avermelhada que encharcou o tapete inteiro.
Olhei para trás chocada: o pau dele vermelho-vivo, veioso, com uma bola inchada na base, media uns 20 cm. Meu ânus ficou grotescamente aberto, piscando, escorrendo porra sem parar. Levantei com pernas trêmulas, quase caí, e corri pro banho.
Enquanto a água caía, meu cu latejava, dolorido e viciado. Não conseguia parar de pensar naquilo. No fundo, eu já sabia: queria repetir. E da próxima vez, seria bem gostoso na cama dos meus pais.