Na sexta à noite eu estava desesperada. Cheguei mais cedo que nunca e me escondi no corredor escuro, já com a mão dentro da buceta. Daiane estava de quatro na cama, completamente nua, enquanto André metia com força brutal no cuzinho dela, esticando o anelzinho rosa. Marcelo fodia a garganta da sobrinha, enfiando até as bolas, babando escorrendo pelo queixo dela.
Daiane virou o rosto, me viu… e sorriu como uma verdadeira puta.
— Olha só, tios… a mamãe vadia voltou. Tá se dedando toda escondida vendo a filha ser arrombada como uma cachorra.
Marcelo puxou o pau da boca dela e riu alto:
— Porra, Vanessa… a irmã mais velha é uma pervertida nojenta. Fica se masturbando enquanto os irmãos dela enchem a filha de porra. Que família de putas desgraçadas.
Eles me arrastaram pro quarto. Eu estava vermelha de vergonha, mas pingando tesão.
Daiane me empurrou pra poltrona, abriu minhas pernas com violência e cuspiu direto na minha buceta antes de enfiar a língua fundo.
— Olha como a mamãe tá encharcada… Essa buceta velha tá melada só de ver a filhinha tomando rola no cu. Que nojenta você é, hein mãe?
Enquanto Daiane me chupava como uma profissional, André enfiou o cacete sujo do cuzinho da minha filha direto na minha boca:
— Chupa, sua tia vadia. Prova o gosto do cu da sua própria filha. Lambe tudo, porra!
Marcelo pegou Daiane, colocou ela de quatro bem na minha frente e enfiou a rola grossa no cuzinho dela com tudo, socando sem pena, fazendo as bolas baterem.
— Olha aqui, Vanessa. Olha como seu irmão tá destruindo o rabo da sua filhinha. Isso, Daiane, geme pra sua mãe vadia ver como você é uma puta barata de cu!
Daiane gritava de prazer e humilhação:
— Ai tio Marcelo… rasga meu cu! Mostra pra mamãe como eu sou uma vadia melhor que ela! Enche meu intestino de porra, tio!
Eu gozei na boca da minha filha, tremendo inteira, gemendo com o pau do André na garganta.
Eles não tiveram piedade. Colocaram nós duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Marcelo enfiou o cacete no meu cu sem quase cuspir, forçando a entrada, me fazendo gritar. André meteu no cuzinho da Daiane com a mesma brutalidade.
— Duas gerações de putas tomando rola no rabo ao mesmo tempo — zombava André. — Qual das duas é a maior vadia? Fala, Daiane!
— Eu sou mais vadia, tio! Mas a mamãe também é uma puta enrustida… olha como ela empina esse cu velho pra você! Arromba ela, tio! Faz ela sentir o que eu sinto todo dia!
Eles trocaram de buraco várias vezes. Foderam nosso cu sem parar, cuspindo, estapeando as bundas, puxando cabelo. Gozaram primeiro dentro do meu rabo, depois no da Daiane, enchendo nós duas até transbordar. Depois mandaram a gente lamber os paus sujos de porra e cu uma da outra, como duas cachorras.
No final, nos jogaram de joelhos no chão, cara a cara.
— Agora as duas putas da família vão receber o que merecem — rosnou Marcelo.
Os dois gozaram bastante: no nosso rosto, cabelo, seios e boca aberta. Jatos grossos e quentes. Daiane me olhou, toda melada, sorriu e me deu um beijo bem fundo, trocando porra na língua enquanto os tios riam.
— Bem-vinda de verdade ao puteiro da família, mamãe… Agora você é nossa puta também. Toda semana vamos te usar junto com sua filha. E você vai aprender a pedir rola no cu como uma boa vadia.
Eu, destruída, humilhada, com porra escorrendo do cu e do rosto, só consegui responder gemendo:
— Sim… eu sou a puta de vocês também.
