Há muito anos atrás, morei em um sítio, situado na região Vale do Ribeira, que liga São Paulo a Curitiba, às margens da Rod. Régis Bittencourt, próximo a Região de Miracatu. Na época, meus pais trabalhavam com vendas de banana-ouro na beira desta rodovia.
Eu, Daiane, com 14 anos, sempre ficava no período da tarde para que meu pai fosse tomar café. Certa vez, cheguei na barraquinha de banana para meu pai ir tomar café.
Vi o caminhão do Carlos parado. Carlos era amigo antigo do meu pai. Ele mexia no motor. Eu sempre levava livros para ler, sentada no braço de um carrinho-de-mão virado. Habitualmente sempre usei saia curta.
Muito concentrada, estava lendo quando vi Carlos parado à minha frente olhando direto para minha calcinha. Fiquei envergonhada, mas um tesão forte me invadiu. Ele era alto, magro, com pelos no peito e axilas.
— Porra, Daiane… eu sempre quis comer essa bucetinha virgem desde que você começou a ficar gostosa — disse ele com voz baixa e safada. — Ficava de olho em você toda vez que passava aqui. Imaginava te arrombando atrás da barraca. Cheguei até a oferecer uma boa grana pro seu pai pra ele me deixar te foder. Aquele corno recusou, mas hoje eu vou te usar do mesmo jeito, sua putinha no cio.
Fiquei molhada na hora. Abri as pernas devagar, mostrando minha calcinha. Ele sorriu.
— Olha só como a filhinha do meu amigo abre as pernas pra mim… que vadia.
Ele comprou um cacho de banana, mas parou o caminhão em frente à barraca novamente. Abriu a porta e me chamou. Subi excitada, com a bucetinha piscando. Dentro da carreta, ele fechou a cortina e a porta.
Começou passando a mão nos meus seios e apertando com força.
— Ai, tá doendo! — reclamei.
De repente o tesão virou medo. Pedi pra descer.
— Carlos, quero descer… tá doendo, para!
Ele mudou completamente. Agarrou meus cabelos com força e deu um tapa forte no meu rosto.
— Agora quer descer, sua puta imunda?! Tarde demais, sua cachorra! Você abriu as pernas e subiu no meu caminhão, agora vai aguentar ser arrombada como a vadia que você é! — rosnou ele, rasgando minha calcinha.
— Por favor… — implorei chorando.
— Cala a boca, sua puta virgem de merda! — ele segurou minha cabeça e enfiou o pauzão grosso na minha boca até eu engasgar. — Chupa direito, sua nojenta! Engole o pau que vai destruir sua vida!
Depois cuspiu na minha buceta e meteu com brutalidade, arrebentando minha virgindade.
— Aaaaaaiiii!!! Tá rasgando tudo!!! Para, Carlos!!! — gritei desesperada, chorando alto.
— Aguenta, sua vadia! Olha como essa bucetinha virgem tá sangrando no meu pau grosso! Eu sempre soube que você ia chorar assim enquanto eu te fodia! — ele socava com fúria, batendo os ovos com força na minha bunda. — Sua puta barata… filha do meu amigo e tá levando rola como uma cadela no cio!
A dor era insuportável. Ele me virou de bruços, cuspiu no meu cuzinho e forçou o pau com toda violência.
— Nãããooo!!! No cu não!!! Vai me matar!!! — berrei histericamente.
— Vai tomar no cu sim, sua puta nojenta! Esse cu virgem vai ser destruído hoje! — ele arrombou meu cuzinho com estocadas brutais, sem piedade nenhuma. — Aperta esse cu apertado, sua cachorra! Eu sempre quis te ouvir gritando enquanto eu te arrombava inteira!
Ele alternava sem parar: metia com força na buceta, depois voltava pro cu, me destruindo nos dois buracos. Me dava tapas na cara, apertava meus peitos com crueldade e cuspia em mim enquanto me xingava:
— Sua vadia imunda… olha como você tá toda melada de porra e sangue. Isso é o que você merece por ficar mostrando essa xoxota pra mim! Puta barata, filha do meu amigo virando minha puta particular!
Depois de me violentar por um longo tempo, ele meteu fundo na buceta:
— Vou encher essa bucetinha virgem de porra, sua puta!
Gozou jorrando forte dentro de mim. Em seguida, enfiou novamente no meu cu arrombado e gozou pela segunda vez, enchendo meu intestino de esperma quente e grosso.
Satisfeito, ele segurou meu queixo com força, apertando meu rosto inchado:
— Escuta bem, sua putinha nojenta… isso aqui não vai ser só hoje. Daqui uns dias eu volto e vou te comer de novo. Vou arrombar essa buceta e esse cu sangrando quantas vezes eu quiser. E você vai abrir tudo pra mim sorrindo, entendeu? Senão eu conto pro seu pai que a filhinha dele é uma vadia que adora levar rola grossa e levar porrada. Vou falar que você subiu no meu caminhão molhada e pediu pra ser arrombada. Vou destruir a reputação de vocês dois, sua cachorra!
Ele riu, me deu vários tapas no rosto e na bunda, cuspiu na minha cara e me empurrou para fora do caminhão.
Pulei desesperada, soluçando, pernas tremendo, buceta e cu latejando de dor, escorrendo porra misturada com sangue pelas coxas. Estava completamente humilhada e destruída.
Carlos ligou o caminhão e foi embora, ainda rindo.
Hoje apenas sinto um tesão doentio e confuso por tudo que aquele homem fez comigo.
