Quando um grupo de amigas se reúne pra uma noite de pôquer, tudo pode acontecer depois de um inesperado oral. Masturbação parece uma coisa inerente a toda garota. Desde cedo, se algo nos excita, logo vem aquela vontade de se tocar. E quando um bando de garotas se junta pra conversar sobre safadeza, não raro tudo pode terminar numa brincadeira bem quente. Mais tarde, já mulheres feitas e todas namoradas, parecemos esquecer dessas curiosidades. Mas naquela noite de pôquer, a garota que ainda havia dentro de nós resolveu aparecer. Eu continuava sentada na rodinha de sempre. Minha buceta latejava enquanto via a Letícia, minha amiga de infância, com a cabeça jogada pra trás, gemendo alto. A Renata estava de joelhos, com o rosto enterrado entre as coxas dela, chupando com vontade. Aquilo era surreal e absurdamente excitante. Minha boca salivava. A Carla estava com os dedos enfiados na buceta da Bruna, observando tudo. A Luísa e eu nos tocávamos devagar, roçando os dedos nos nossos clitóris. O pornô lésbico rodava na TV. Todas nós éramos namoradas, mas ali o clima tinha virado outra coisa completamente. Eu sentia uma inveja enorme da coragem da Renata. Queria estar no lugar dela… queria chupar a Letícia de novo, como na infância. Lembrei da garagem da casa dela. Nós duas escondidas, shorts abaixados. Ela colocou a boca na minha bucetinha primeiro, lambendo desajeitada mas curiosa. Depois eu fiquei de joelhos e chupei ela. Foi molhado, quente e delicioso. Terminamos nos beijando com gosto uma da outra, línguas enroscadas, antes da mãe dela chamar pra lanchar. Aquele segredo eu guardei por anos. E agora, adultas e namoradas, estávamos ali de novo. A Letícia elogiou minha buceta molhada e inchada. Todos os olhares viraram pra mim. Meu clitóris pulsava. “Você fica tão linda assim toda molhada, Daiane”, disse a Renata, deslizando pro chão entre minhas pernas abertas. “É só falar se não quiser…” Eu não falei nada. Quando a língua quente dela tocou minha entrada e subiu devagar até o clitóris, eu segurei a cabeça dela e gemi. Era muito melhor que qualquer coisa que minha namorada já tinha feito. Enquanto isso, a Letícia se inclinou sobre a Bruna e começou a chupá-la com fome. O som molhado de línguas e bocetas enchia a sala junto com gemidos abafados. O tesão se espalhou rápido. A Carla pegou minha mão e levou até a bucetinha dela. Eu enfiei dois dedos enquanto a Renata continuava me devorando — língua fundo, depois circulando o clitóris, chupando meus lábios inchados. Eu rebolava contra o rosto dela. Nada me preparou pro orgasmo que veio. A Renata enfiou dois dedos em mim, curvando eles no ponto certo enquanto chupava meu clitóris com força. Eu gozei forte, tremendo inteira, jorrando na boca e no queixo dela. Ela não parou. Bebeu tudo que conseguiu, lambendo cada gota com um sorriso safado. “Uau… que delícia você é”, disse ela, limpando o rosto. A Letícia se levantou antes da Bruna gozar, com os lábios brilhando e o queixo molhado. Eu olhava hipnotizada. Tomei coragem. Fui até a Letícia, segurei o rosto dela e a beijei com força, sentindo o gosto da Bruna na língua dela. Depois desci, abrindo as pernas dela no sofá. Me ajoelhei e mergulhei o rosto entre suas coxas. O cheiro e o gosto dela me deixaram louca. Chupei devagar no começo, depois com mais fome — língua no clitóris, dedos entrando e saindo, sugando seus lábios. A Letícia segurava meu cabelo e gemia meu nome, rebolando na minha cara. Do lado, a Renata e a Carla já estavam em 69, devorando uma à outra. A Luísa e a Bruna se beijavam e se esfregavam, buceta contra buceta. Eu chupei a Letícia com tudo. Lambia, chupava, enfiava a língua o mais fundo que conseguia. Quando ela gozou, apertou minha cabeça entre as coxas e jorrou na minha boca. Eu engoli o que deu, o resto escorrendo pelo meu queixo. A noite virou uma bagunça deliciosa de bocetas molhadas, línguas, dedos e gemidos. Todas nós chupamos e fomos chupadas. Eu provei o gosto de cada uma — da Renata, da Letícia, da Carla, da Bruna, da Luísa. Troquei beijos molhados com todas, sentindo meu próprio gosto misturado com o delas. Quando terminamos, estávamos suadas, com marcas de chupões no pescoço e nas coxas, bocetas vermelhas e brilhando. Fomos tomar banho juntas, ainda nos tocando e rindo baixinho. Cheguei em casa tarde. Minha namorada já estava dormindo. Tomei outro banho e me masturbei no chuveiro, lembrando da boca da Renata, da buceta da Letícia na minha cara e de como adorei ser usada por todas elas. Na próxima sexta, eu já sabia: não ia mais ser só pôquer. Ia ser a noite do oral de novo. E eu mal podia esperar pra enfiar a língua na Letícia outra vez.
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