Eu mal me lembro de como cheguei ao fim daquela noite. Era sábado virando domingo, a boate lotada, luzes piscando, música alta demais para o meu cérebro já derretido de bebida. Eu estava vestida pra foder ou pra ser fodida — um vestidinho branco curtíssimo, daqueles que mal cobrem a bunda, com um decote generoso que deixava meus peitos quase saltando a cada movimento. Sem calcinha nenhuma. Eu sabia que estava pedindo. Estava tão bêbada que qualquer um na rua poderia ter me arrastado pra um beco e me estuprado que eu provavelmente nem teria resistido direito. Mal conseguia andar em linha reta. Foi aí que a Rosely apareceu. Travesti alta, um metro e oitenta de pura presença, ombros largos, pele branquinha contrastando com os cabelos escuros, peitos enormes de silicone que enchiam qualquer olhar. Diretora artística da casa, ela me viu cambaleando no estacionamento, abraçou minha cintura com firmeza e me guiou até o carro. — Você não vai dirigir assim não, né, gata? — disse ela, a voz grave e calma, quase sóbria comparada ao meu estado. Eu só consegui balbuciar um “uhum” e me deixar cair no banco do passageiro. O resto da viagem é um borrão. Lembro do vento frio no rosto, da mão dela na minha coxa, e depois… nada. Acordei com o corpo molhado. Estava na banheira dela, água morna escorrendo pelos meus ombros. Rosely me segurava com cuidado, passando a esponja nas minhas costas, tirando o cheiro de cigarro, suor e álcool da boate. O vestidinho branco molhado grudado no corpo, transparente, marcando tudo. — Você tava um perigo lá fora — murmurou ela, enxaguando meu cabelo. — Qualquer um te pegava. Eu te trouxe pra casa pra te proteger. Eu ri, ainda grogue, mas o álcool ainda queimava nas veias. Virei o rosto pra ela, os olhos pesados, e soltei sem filtro: — Então me protege direito… Me estupra, Rosely. Eu tô pedindo. Me fode como se eu fosse tua putinha barata. Ela parou a esponja. Seus olhos mudaram. Ainda tinha controle, mas vi o pau dela marcando forte por baixo da roupa. — Cuidado com o que pede quando tá bêbada assim… — avisou, mas a voz já estava rouca. Eu não parei. Me apoiei na borda da banheira, empinei a bunda molhada e falei arrastado, implorando: — Por favor… Me estupra. Eu quero teu pau bruto no meu cu virgem e na minha bucetinha sem camisinha. Goza dentro, me enche toda. Me usa até eu não aguentar mais… Rosely me tirou da banheira como se eu não pesasse nada. Me carregou pro quarto, me jogou na cama ainda molhada. Tirou a roupa devagar, revelando aquele pau grosso, veioso, já babando pré-gozo. Ela era bem mais sóbria que eu, o que tornava tudo mais intenso — ela sabia exatamente o que estava fazendo. — Então é isso que você quer, sua vadiazinha bêbada? — rosnou, subindo na cama. — Pedir pra ser estuprada no meu quarto? — Sim… me estupra… por favor… — choraminguei, abrindo as pernas. Ela não foi delicada. Agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra baixo e enfiou o pau direto na minha garganta. Eu engasguei, baba escorrendo, olhos lacrimejando. — Chupa, porra. Engole tudo. Quero ver essa garganta de puta aguentar. Eu tentei. Chupei com fome, lambendo as bolas, engasgando quando ela forçava mais fundo. Meu nariz batia na barriga dela. Ela fodia minha boca sem piedade, segurando minha cabeça com as duas mãos, batendo no fundo da garganta até eu tossir e babar inteiro no pau dela. — Isso, engole minha rola, sua cachorra. Olha pra mim enquanto eu te fodo a boca. Quando ela cansou, me virou de quatro. Encontrou minha bolsa aberta no chão e revirou. Tirou o vibrador roxo e o plug anal pequeno. — Olha só… vadiazinha já tem brinquedinhos. Mas esse cuzinho aqui tá virgem, né? — Ela deu um tapa forte na minha bunda. — Hoje ele vai aprender a aguentar rola de verdade. Ela cuspiu no meu cu, pressionou o plug primeiro pra abrir, depois tirou e enfiou dois dedos brutos. Eu gemi alto. Então veio o pau. Sem aviso, ela empurrou o cabeção contra a minha portinha virgem. — Não! Tá grande demais… — reclamei, mas empinei mais. — Cala a boca e aguenta, puta. Você pediu pra ser estuprada. Ela meteu com força. A dor foi lancinante. Eu gritei, mas ela segurou minha cintura e empurrou mais fundo, abrindo meu cu virgem sem dó. Quando estava bem enterrado, começou a socar. Tapas estalando na bunda, murros leves nas costas, mordidas nos ombros. Ela me xingava sem parar: — Cuzinho virgem de puta bêbada… tomando rola bruta. Goza dentro, é isso que você quer? Vai levar porra no útero também. Ela alternava. Tirava do cu e enfiava na minha buceta molhada, sem camisinha, estocando fundo. Eu implorava entre gemidos: — Me enche… goza dentro… me engravida de porra, Rosely… sou tua puta… Ela ria, me puxava pelo cabelo, pisava na minha cabeça pressionando o rosto contra o colchão enquanto metia. Depois de me foder os dois buracos, ela me fez chupar de novo, misturando os gostos do meu cu e buceta no pau dela. Engoli até o limite, garganta ardendo, baba e lágrimas escorrendo. — Abre a boca, vadia. Ela segurou meu queixo e mijou. Primeiro no rosto, quente, escorrendo pelos meus peitos. Depois direto na boca. — Bebe. Engole minha mijo, sua cachorra nojenta. Eu engoli o que consegui, tossindo, excitada demais. Ela me virou de novo, meteu no cu com mais violência, socando como se quisesse me quebrar. Murros nas costas, tapas no rosto, mordidas nos mamilos. O plug foi enfiado junto com o pau em alguns momentos, esticando meu buraco ao limite. Eu gozei várias vezes, tremendo, gritando. Ela não parava. Me fodeu de lado, de frente, me cavalgando enquanto eu choramingava. Finalmente, quando eu já estava destruída, voz rouca de tanto gemer, ela enterrou fundo no meu cu e gozou. Jatos quentes enchendo meu intestino. Tirou, virou pra buceta e gozou mais, transbordando. — Toma toda, sua puta bêbada. Agora você é minha. Eu desabei na cama, corpo marcado de tapas, mordidas, porra escorrendo dos dois buracos, rosto molhado de mijo e baba. Rosely me puxou pra um abraço, ainda dura contra mim, e sussurrou no meu ouvido: — Da próxima vez que você sair assim, sem calcinha e bêbada, eu te pego de novo. E vai ser pior. Eu sorri fraca, ainda sentindo tudo pulsar. — Promete? Desde aquela noite, eu só penso em repetir. Fim de noite na boate virou sinônimo de ser destruída pela Rosely. E eu adoro cada segundo.
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