Eu dei tanto esse fim de semana que até agora, deitada na cama, sinto porra vazando de mim como se tivesse estoque dentro do meu corpo. Meu cu e minha buceta estão destruídos, inchados, latejando. Certeza que essa semana vou ficar com a garganta inflamada de tanto engasgar em rola. Na sexta saí com uns 4 amigos pro baile funk. O som estava pesado, o chão tremendo, eu de shortinho jeans minúsculo e cropped que mal cobria os peitos. Bebi pra caralho. Dancei rebolando, roçando na galera, e acabei dando um beijo bem safado na Bianca, uma morena gostosa que não parava de apertar minha bunda. Depois disso… PT total. Não lembro da metade das coisas. Acordei com um choque: estava sendo estuprada. Eu estava de quatro numa cama grande, completamente pelada, com uma rola grossa metendo fundo no meu cuzinho e outra socando minha bucetinha sem piedade. Eram 7 caras. Meus 4 amigos (David, João, Gabriel e Gael) e mais 3 desconhecidos que deviam ter conhecido na festa. — Acorda, vadia! Tá na hora de pagar o rolé — riu o David, enfiando aqueles 24cm bem grossos no meu cu. Eu gemi alto, meio grogue, mas já molhada. Mal sabia eles que eu amo acordar sendo estuprada por um monte de macho. Eles me usaram sem dó. Dois paus ao mesmo tempo na buceta, esticando minha entradinha até eu gritar. Depois DP anal: dois cacetes enormes tentando entrar no meu cuzinho apertado. A dor era absurda, mas o prazer maior ainda. David metia aqueles 24cm até bater no fundo, enquanto o Gael, com aquele pepino de 20cm super grosso, forçava junto. Meu cu virava uma bagunça aberta. Me colocaram de bruços, uma rola na boca, duas nas mãos batendo punheta, e os outros dois revezando nos buracos. Eu babava, engasgava, lágrimas escorrendo enquanto eles me xingavam: — Engole tudo, sua puta do baile! Olha como ela gosta de ser arrombada… Apanhei bastante — tapas na cara, na bunda, puxões de cabelo. Eles me viravam de todos os jeitos, me faziam quicar no colo enquanto dois metiam ao mesmo tempo. Meu útero levava porrada, meu cu dilacerado. Gozei várias vezes, tremendo, esguichando, enquanto eles riam. Depois de horas, todos gozaram dentro de mim. Buceta cheia, boca transbordando, rosto e peitos melados. Quando o último terminou, eu estava destruída, mas sorrindo.
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