Era 2005, eu tinha 15 anos, um corpo bem formado com uma bunda grande, redonda e empinada que chamava atenção por onde eu passava. Estudava e tinha uma amiga super próxima que morava num bairro vizinho. Eu ia bastante na casa dela, onde vivia com o pai (um homem de uns 45 anos, forte, sério), a mãe e o irmão. A família toda me tratava como se eu fosse da casa. Um dia eu estava passando pela rua quando o pai da minha amiga me chamou no portão. Ele me pediu pra ir na padaria comprar pão. Fui rapidinho, comprei e quando voltei ele mandou eu entrar. A casa estava completamente vazia — minha amiga, a mãe e o irmão tinham viajado pra passar o fim de semana na casa da avó. Fiquei um pouco nervosa, mas entrei. Ficamos conversando na sala primeiro, depois ele me chamou pra cozinha pra fazer um lanche em agradecimento. Preparamos sanduíches, tomamos refrigerante e voltamos pro sofá da sala pra assistir TV. Depois de uns minutos ele sorriu e disse: — Daiane, posso colocar um filme adulto aqui? Mas tem que ser nosso segredo, hein? Eu nunca tinha assistido pornô com alguém, mas senti uma curiosidade e um calor subir. Ele foi pro quarto, voltou sem camisa, mostrando o peito largo, e colocou o filme. Sentou bem pertinho de mim no sofá. O filme começou cheio de cenas safadas e logo notei que ele estava com a mão dentro da bermuda, se masturbando devagar. Ele percebeu meu olhar e perguntou baixinho: — Tá gostando, Daiane? Quer ganhar um dinheiro extra hoje? Eu, sempre precisando, disse que sim. De repente ele me agarrou com firmeza, passou a mão grande na minha coxa, subiu pro meu peito e apertou minha bunda por cima da saia. — Caralho, que bunda gostosa você tem… sempre tive vontade de pegar isso aqui — murmurou ele. Fiquei excitada na hora. Ele me beijou, enfiou a mão por baixo da saia, afastou a calcinha e começou a acariciar meu cuzinho com o dedo. Cuspiu na mão, lubrificou bem e enfiou o dedo fundo enquanto apertava meus seios. — Que bundona macia… parece feita pra levar rola — dizia ele, safado. Não aguentei. Me virei no sofá, fiquei de quatro, empinei a bunda e olhei pra trás: — Me come, tio… quero sua rola agora. Ele deu dois tapas fortes na minha bunda, estalando alto e deixando marca vermelha. — Nossa, vadia… você já sabe pedir direitinho. Então fica de quatro pra mim como uma boa putinha. Ele foi no quarto e voltou com uma calcinha sexy da filha dele. — Veste isso, minha garotinha. Quero te foder de calcinha. Tirei a saia e a calcinha que eu usava, vesti a rendada dela. Ele tirou a bermuda, mostrou uma rola grossa, veiosa e dura. Veio pra trás de mim, afastou a calcinha pro lado, cuspiu bastante no meu cuzinho e na cabeça do pau, e começou a empurrar. — Ai, que grosso! — gemi alto quando a cabeça entrou esticando tudo. Ele segurou meus quadris com força e meteu devagar no começo, depois cada vez mais fundo. — Isso, geme pra mim, Daiane… que cuzinho apertado e quente… tá engolindo a rola toda do pai da sua amiga… Começou a foder forte, dando tapas seguidos na minha bunda, fazendo ela balançar. Eu virava os olhos de tesão, rebolando pra trás. — Mais forte, tio… me fode sem piedade… sou sua putinha hoje! Ele cuspiu nas minhas costas, puxou meu cabelo e meteu sem parar. O barulho molhado de pele contra pele enchia a sala. Depois de uns minutos intensos ele apertou minha cintura com força, grunhiu alto e gozou dentro de mim, enchendo meu cuzinho de porra quente e grossa. — Toma toda a porra do papai, vadia! — rosnou enquanto jorrava bastante. Ficou um tempo com o pau amolecendo dentro, acariciando minha bunda vermelha. Depois tirou e admirou o estrago: meu cuzinho aberto, piscando, com sêmen escorrendo pelas coxas. Ainda não tinha acabado. Ele me levou pro quarto da filha, me colocou de bruços na cama dela, tirou a calcinha e abriu minhas pernas. Brincou com meu clitóris e dedou meu cu cheio de porra. — Você adora dar o rabo, né? — ria ele, safado. Fiquei louca de tesão. Empurrei ele deitado, montei e sentei com força na rola grossa. Subia e descia rápido, apertando meu cuzinho em volta dele. — Isso, cavalga, putinha! Morde a rola do tio com esse cu guloso! Ele me xingava, dava tapas nos meus seios e na bunda, até gozar de novo, enchendo meu intestino pela segunda vez. Eu estava ardendo, melada, mas completamente satisfeita. Ficamos quase duas horas transando. Saí de lá com a calcinha da minha amiga toda melada por baixo da saia. Ele me deu o dinheiro e pediu segredo. — Quero te comer sempre que a casa estiver vazia, minha princesinha. Por quase dois anos, sempre que dava, eu voltava pra dar o cuzinho pro pai da minha amiga. Ele me fodia de quatro, me fazia sentar na rola, cuspia na minha boca, dava tapas e me enchia de porra. Eu continuava amiga da filha dele, que nunca soube que eu era a putinha secreta do pai. Ele me tratava com tanto carinho na frente de todo mundo que às vezes até desconfiavam… mas nunca imaginaram a verdade. Até hoje lembro dele gemendo “minha princesinha chegou” quando eu aparecia só pra levar rola. Foi uma das minhas melhores experiências proibidas.
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