Eu sempre soube que tinha um lado bem safado e submisso, mas nada me preparou pro que aconteceu naquela noite. Meu namorado, Marcio, é dominante pra caralho. Ele começou a frequentar minha casa depois que a gente começou a namorar sério. Ele já sabia da existência do meu irmão Caio pelo Instagram — Caio tem 14 anos, pele branquinha, corpo magrelo mas com uma bunda grandinha, redonda, super lisa e empinada que parecia feita pra ser comida. No começo Marcio falava que queria conhecer ele pra ser um “bom cunhado”, mas aos poucos foi revelando o fetiche dele: dominar garotos mais novos, corromper virgens, transformar em putinhas submissas. Eu ficava assustada, negava, mas meu corpo traía. Enquanto ele me masturbava devagar, me mostrava vídeos no celular de caras sendo dominados, cuspidos, tapas e fodidos sem piedade. Eu dizia que era loucura, que não era certo, mas ficava molhada pra caralho. Caio era respondão, o que irritava Marcio cada vez mais. Depois de mais uma reclamação do síndico por causa do barulho que meu irmão fazia no prédio, Marcio explodiu. Ele partiu pra cima do Caio na sala e deu dois tapas bem fortes na cara dele, estalando alto. — Seu moleque abusado! Tá achando que pode fazer o que quiser na casa da sua irmã? — rosnou Marcio, segurando o queixo do Caio com força. Depois cuspiu direto na boca dele, um cuspe grosso e quente. — Engole, porra! Caio arregalou os olhos assustado, mas engoliu. Eu deveria ter intervindo, mas fiquei paralisada na porta, com a boceta latejando e o coração acelerado. Marcio sempre cuspia na minha boca quando me fodia, e ver ele fazendo isso com meu irmão me deixou excitadíssima. Caio correu pro quarto dele. Marcio foi atrás, dizendo que tinha exagerado e pedindo desculpa. Mas assim que entrou, fechou a porta. Eu me aproximei devagar e fiquei escutando, sem coragem de entrar ainda. Pela fresta da porta eu vi tudo. Marcio jogou Caio de bruços na cama com força, puxou aquela bundona branca pra cima e abriu as nádegas lisas com as duas mãos grandes. — Hoje você vai aprender a respeitar, putinha — grunhiu. Cuspiu várias vezes direto no cuzinho rosado e apertado do meu irmão. Depois posicionou o pau grosso, veioso e babando pré-gozo, e empurrou com força. Caio soltou um gemido alto, quase um grito: — Aaaahh! Porra, Marcio… tá muito grosso… tá rasgando meu cu! Marcio deu um tapa forte na bunda branca, deixando a marca vermelha. — Cala a boca e aguenta, vadia. Esse cuzinho virgem agora é meu. Ele começou a meter selvagem, estocadas profundas e brutais. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto junto com os gemidos sofridos do Caio e os grunhidos graves do Marcio. Ele dava tapas seguidos na bunda, deixando ela vermelha. — Isso, geme pra mim… rebola essa bundona no meu pau… você é uma putinha do cunhado agora. Eu assistia tudo hipnotizada, a mão dentro da calcinha, me tocando devagar. Meu irmão, que sempre foi tão respondão, agora gemia como uma vadia, empinando o rabo pra receber mais. — Mais devagar… tá doendo… — implorava Caio entre gemidos. Marcio riu, cuspiu de novo no pau e meteu ainda mais fundo. — Dói é? Então aguenta, porque eu vou gozar bem no fundo desse cu. Ele fodeu com mais força, segurando a cintura magra do Caio, batendo as bolas pesadas. O quarto cheirava a sexo, suor e tesão. Depois de uns minutos intensos, Marcio rosnou alto e gozou, enchendo o cuzinho do meu irmão com porra quente e grossa. — Toma toda a porra do cunhado, putinha! Quando ele tirou o pau, o cuzinho do Caio ficou aberto, piscando, com sêmen branco escorrendo pelas coxas branquinhas. Marcio deu mais um tapa na bunda e mandou: — Fica de quatro e empina pra sua irmã ver. Só aí percebi que ele sabia que eu estava olhando. Entrei no quarto tremendo. Marcio sorriu pra mim, o pau ainda duro e sujo. — Vem cá, amor. Olha o que eu fiz com seu irmãozinho. Caio estava envergonhado, mas com o cu destruído e gozando. Marcio me mandou deitar no chão de boca aberta. Meu irmão, ainda com o cu cheio, se agachou por cima da minha cara e, com uma leve pressão, empurrou toda a porra do Marcio pra dentro da minha boca. Engoli tudo, humilhada, excitada, sentindo o gosto forte e quente. — Isso, Daiane… engole a porra que eu botei no cu do seu irmão — ordenou Marcio, dando tapas leves no meu rosto. Depois disso, os dois viraram ficantes. Eu participo sempre que eles querem. Ver meu namorado dominando, cuspindo, estapeando e arrombando o cuzinho do meu irmão virou meu maior prazer. Eu amo ser a corna que assiste, limpa e participa dessa depravação.
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Delicia de conto, votei; é muita tesão comer o viadinho na frente da irmã, eu queria ser fufifo na frente da minha esposa, mas a otaria não quér nem saber da idéia!
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