Papai Treinando Meu Cuzinho


Eu tinha acabado de completar 18 anos quando meu pai começou a treinar meu cuzinho virgem. Foi uma noite quente de verão, abafada, com o ar pesado e grudento na pele. A casa toda em silêncio, só o ventilador de teto girando devagar, fazendo um zumbido baixo que parecia acompanhar os batimentos acelerados do meu coração. Eu andava descalça pela sala, usando apenas uma camisolinha fina de algodão branco que mal cobria a metade das minhas coxas grossas e macias. O tecido estava grudado no meu corpo suado, marcando claramente os bicos rosados dos meus seios médios e empinados, e a curva generosa da minha bunda redonda, branca, que balançava a cada passo.
Pareio em frente ao sofá onde meu pai, Marcos, assistia TV. Sentei bem pertinho dele, encostando minha coxa quente e macia na perna dele. Meu rosto já estava corado antes mesmo de falar.
— Pai… posso te perguntar uma coisa bem íntima? Bem safada mesmo? — murmurei, a voz baixa e tremendo um pouco.
Ele desligou a TV imediatamente e virou o corpo pra mim, me olhando com atenção. Eu me sentia linda, vulnerável e completamente excitada.
— Claro, minha filha. Pode perguntar qualquer coisa pro papai.
Respirei fundo, apertando as coxas uma contra a outra, sentindo a boceta já molhada só de imaginar as palavras saindo da minha boca.
— Uma amiga me contou que foder o cuzinho pode dar um prazer absurdo, daqueles que faz a gente tremer inteira e gozar diferente. Mas o meu é totalmente virgem. Nunca coloquei nem a pontinha do dedo. Eu fico imaginando… será que cabe algo grosso de verdade? Dói muito no começo? Pai… será que sua rola cabe no meu cuzinho apertado?
Vi o pau dele inchar violentamente dentro da calça. O volume ficou enorme, latejando. Ele respirou fundo, tentando manter o controle, mas a voz saiu rouca de tesão.
— Daiane… você tá falando sério? Quer que o papai treine seu cuzinho virgem? Meu pau é bem grosso, filha. Grosso pra caralho, com cabeça inchada. Não vai ser fácil. Vai doer bastante, vai arder, vai parecer que tá rasgando. Mas se você quiser de verdade… o papai vai te ensinar com calma, devagarinho, até você aguentar tudo.
Mordi o lábio inferior com força e assenti, os olhos brilhando de medo misturado com um tesão que eu nunca tinha sentido.
— Quero sim, pai. Quero que você seja o primeiro e o único. Quero sentir você abrindo meu cuzinho virgem. Me treina, por favor. Quero ser sua putinha do rabo.
Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. A luz do abajur era baixa, deixando tudo ainda mais íntimo e proibido. Ele tirou minha camisolinha bem devagar, como se estivesse desembrulhando algo sagrado e ao mesmo tempo sujo. Meus seios pularam livres, bicos rosados duros de excitação. Ele admirou minha cintura fina, minha barriguinha lisinha e principalmente minha bundinha empinada, branca, macia, perfeita pra ser usada.
— Deita de bruços, filha. Coloca dois travesseiros embaixo da barriga pra empinar esse rabo gostoso pra mim.
Obedeci, tremendo inteira. Fiquei lá, com a bunda bem alta e as pernas um pouco abertas. Senti as mãos grandes e fortes dele abrindo minhas nádegas devagar. Meu cuzinho piscava de nervoso: minúsculo, um anelzinho rosado enrugadinho, completamente fechado e inocente.
— Caralho, Daiane… que cuzinho mais perfeito e apertado. Olha como ele tá piscando pra mim, todo virgem. O papai vai preparar ele direitinho pra receber essa rola grossa.
Ele cuspiu um cuspe grosso e quente bem no centro do meu furinho. Depois veio a língua larga, quente, molhada, circulando devagar, lambendo em volta, pressionando contra o anelzinho. Eu soltei um gemido longo e comecei a rebolar contra o rosto dele sem controle.
— Ai, pai… que delícia… sua língua tá lambendo meu cuzinho… tá entrando um pouquinho… aaaahh… continua, por favor… me deixa molhadinha pra você…
Ele lambeu por longos minutos, babando tudo, chupando o anelzinho, enfiando a ponta da língua o máximo que conseguia dentro de mim. Meu cuzinho relaxava aos poucos, ficando brilhante de saliva e sensível pra caralho. Eu estava pingando da boceta, sujando os travesseiros, gemendo como uma vadia no cio.
Quando ele achou que estava bom, ouvi o barulho da calça caindo. Olhei por cima do ombro e arregalei os olhos de choque e tesão. A piroca dele era monstruosa: grossíssima, veias saltadas ao longo do comprimento, cabeça roxa e inchada, quase do diâmetro de uma latinha de refrigerante. Latejava no ar, pesada.
— Pai… meu Deus… isso é enorme… muito grosso… meu cuzinho pequeno nunca vai aguentar uma rola desse tamanho… — falei com a voz tremendo.
— Vamos tentar só a metade hoje, filha. Relaxa o corpo todo. Respira fundo e empina esse rabo pra mim.
Ele posicionou a cabeça grossa bem contra meu anelzinho rosado e começou a pressionar com firmeza. Eu agarrei os lençóis com toda força.
— Aaaaiii! Pai… tá queimando forte! Tá muito grosso… ai meu Deus do céu… tá forçando demais… parece que vai rasgar!
O anelzinho esticou ao máximo, ficando branco de tão aberto. Só a cabeça tinha entrado e eu já sentia uma dor ardida, latejante, profunda.
— Para um pouco, pai… tá rasgando meu cuzinho… como dói… sua rola é grossa pra caralho… aaaahh!
Ele parou, segurando meus quadris com firmeza, acariciando minhas costas suadas.
— Isso, Daiane… respira devagar. Seu cuzinho tá abraçando só a cabecinha do papai. Tá apertando tanto, pulsando quente. Você tá indo muito bem, minha putinha corajosa.
Fiquei ali, ofegante, lágrimas escorrendo pelo rosto, sentindo meu cuzinho pulsar desesperadamente ao redor daquela invasão enorme. Depois de uns bons minutos me acostumando, ele empurrou de novo, centímetro por centímetro doloroso e lento.
— Aaaahh! Tá entrando mais… sinto meu intestino sendo aberto devagar… tá doendo muito, pai… sua piroca tá me destruindo por dentro… aaaaiii! Mais devagar, por favor…
Eu choramingava sem parar, o corpo todo tenso e suado. Ele continuava empurrando com determinação, mas com cuidado.
— Abre esse cuzinho pro papai, filha… isso… tá quase metade agora… sente como tá cheio? Como tá esticando tudo?
Quando finalmente metade da piroca grossa estava enterrada no meu cuzinho virgem, eu soltei um gemido longo, rouco, sofrido. Meu anelzinho estava absurdamente esticado, vermelho, brilhando, parecendo que ia explodir a qualquer momento.
— Tá tão cheio, pai… sinto cada veia pulsando dentro de mim… meu cuzinho tá todo aberto pra você… começa a mexer devagar… por favor…
Ele começou a meter com aquela metade, devagar no início. Os barulhos molhados e obscenos ecoavam no quarto: ploc… ploc… ploc. As bolas pesadas dele batiam contra a minha boceta encharcada. A dor ardida foi lentamente dando lugar a um prazer estranho, profundo, proibido, que subia pela minha espinha.
— Ai, pai… fode meu cuzinho… me treina direitinho… quero ser sua putinha do rabo… continua… pode acelerar um pouco…
Ele aumentou o ritmo aos poucos. Eu rebolava pra trás, pedindo mais, gemendo alto, misturando dor e tesão.
— Mais fundo, pai… enfia mais um pouquinho… quero sentir essa rola grossa me arrombando… aaaahh! Tá tão bom… meu cuzinho tá pulsando todo em volta de você…
Ele meteu por longos minutos, suando, segurando minha cintura, me usando. Eu gozei pela primeira vez só com o cuzinho sendo fodido – um orgasmo intenso, profundo, que me fez tremer inteira e apertar a rola dele com força.
— Pai! Tô gozando com o cuzinho… aaaahhh! Não para!
Ele não aguentou mais. Enterrou o máximo que conseguiu (ainda um pouco mais da metade) e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo meu intestino virgem.
— Toma toda a porra do papai, Daiane! Tá enchendo seu cuzinho!
Quando ele tirou o pau bem devagar, meu cuzinho ficou aberto por vários segundos — um buraco vermelho, inchado, destruído, com as bordas sensíveis e irritadas. Um filete grosso de porra branca escorria devagar do interior rosado brilhante. Toquei com os dedos tremendo, sentindo o latejar.
— Tá tão aberto, pai… latejando… consigo sentir o ar entrando… você destruiu meu cuzinho virgem… mas eu adorei…
Ele me beijou nas costas suadas e sussurrou:
— Amanhã vamos treinar de novo, filha. Vamos até conseguir enfiar tudo.
Eu respondi fracamente, ainda sentindo a ardência deliciosa:
— Tá bom, pai… mas vai com calma. Sua piroca é realmente muito grossa.

Os dias seguintes foram de treino intenso e cada vez mais safado. No dia seguinte meu cuzinho ainda estava sensível e inchadinho, mas eu não conseguia pensar em outra coisa. À noite eu voltei pro quarto dele já molhada, empinando o rabo.
— Pai… quero mais. Quero que você treine meu cuzinho de novo. Usa lubrificante dessa vez.
Ele passou bastante lubrificante gelado, abriu meu anelzinho com os dedos primeiro, esticando devagar enquanto eu gemia alto:
— Enfia mais dedos, pai… estica meu cuzinho pra sua rola grossa… me prepara pra ser arrombada de verdade…
Quando a cabeça entrou de novo, eu gritei, mas pedi mais:
— Mete metade logo, pai… fode seu cuzinho… me faz sua vadia…
Dessa vez ele conseguiu meter com mais facilidade. Eu gozei várias vezes, o prazer tomando conta.
— Ai, pai… tá tão bom… meu cuzinho tá viciando na sua grossura…
Dia após dia o treino evoluiu. No terceiro dia ele conseguiu enfiar quase três quartos. Eu chorava de dor no começo, mas depois rebolava pedindo mais:
— Enfia mais, pai… quero quase tudo… arromba esse cuzinho da sua filha…
No quinto dia finalmente rolou o momento completo. Depois de muito lubrificante, paciência, gemidos e putaria, ele enterrou toda a piroca grossa dentro de mim. Eu gritei alto, sentindo meu intestino completamente preenchido por aquela brutalidade.
— Tá tudo dentro, pai! Você arrombou meu cuzinho todo… tá tão fundo… me fode forte agora! Quero sentir cada centímetro!
Ele me fodeu com força, segurando meus cabelos, batendo fundo, as bolas estalando contra mim. Eu gozava sem parar, falando safadezas sem vergonha:
— Mais forte, pai… destrói meu cuzinho… enche ele de porra quente… sou sua filha putinha… só quero tomar rola grossa no rabo todo dia…
Ele gozou fundo, me enchendo tanto que quando tirou, meu cuzinho ficou escancarado, porra escorrendo em cascata pelas minhas coxas. Eu enfiei dois dedos e mostrei pra ele, gemendo:
— Olha o estrago que você fez… agora ele não fecha mais direito… tá todo seu, pai.
A partir daí virou nossa rotina proibida. Quase toda noite eu empinava o rabo e pedia pra ele treinar. Às vezes eu sentava devagar na rola dele, sentindo cada centímetro abrindo meu cuzinho enquanto ele segurava meus quadris e elogiava:
— Isso, Daiane… senta tudo… que cuzinho guloso… tá engolindo a rola inteira do papai como uma boa putinha…
Outras vezes ele me fodia de quatro, de lado, ou de frente com minhas pernas no ombro, olhando nos meus olhos enquanto metia fundo e me chamava de filha vadia. Eu virava uma puta completa, viciada na dor inicial, na sensação de ser completamente aberta e na porra quente enchendo meu intestino.
— Vem, pai… treina seu cuzinho… ele tá com saudade da sua piroca grossa… me usa quando quiser…
E ele sempre usava. Meu cuzinho, que era tão pequeno e inocente, virou um buraco bem treinado, guloso e viciado na rola grossa do meu pai. E eu não trocaria essa putaria por nada.


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Comentários


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petrus64 Comentou em 15/07/2026

Que delícia de treinamento... Se quiser eu tenho uma pica bem grossa também! Obrigado por compartilhar!




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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Papai Treinando Meu Cuzinho

Codigo do conto:
267275

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/07/2026

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3

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