Naquele dia, vestia uma blusa branca elegante mas justa que realçava o decote, uma saia preta lápis ligeiramente acima do joelho, meias finas transparentes presas por ligas pretas discretas e sapatos de salto alto pretos. Por baixo, um conjunto de lingerie preta de renda fina, com fio dental que desaparecia entre as nádegas. O encontro com o Sr. M, pai do T, aconteceu no final de uma reunião tardia no escritório dele. Depois de todos saírem, o Sr. M fechou a porta e aproximou-se dela com um sorriso charmoso. — Sempre soube que eras uma mulher especial, Raquel — disse ele, passando a mão pela cintura dela. — O meu filho T não para de falar de ti… e da tua colega M. Raquel sentiu um arrepio de excitação. Sentou-se na beira da secretária, cruzando as pernas. — O que é que o T lhe contou, Sr. M? — perguntou ela, com um sorriso malicioso. O Sr. M colocou-se entre as pernas dela e subiu lentamente a saia. — Ele disse-me que te fode regularmente… e que também fode a M várias vezes por semana. Disse que vocês as duas são incríveis na cama. A M é mais habitual… fodam várias vezes por semana, às vezes no carro, às vezes no hotel, às vezes aqui mesmo no escritório depois do expediente. Raquel sentiu a cona ficar imediatamente molhada. Sempre imaginara que o T e a M tinham uma relação frequente, mas ouvir a confirmação direta deixou-a ainda mais excitada. — E o Sr. M… também já fodeu a M? — perguntou ela, mordendo o lábio. O Sr. M sorriu, charmoso, e afastou o fio dental dela com os dedos. — Várias vezes, minha querida. A M é gulosa… mas você, Raquel, tem algo diferente. O T disse-me que o seu cu é perfeito… redondo, empinado, com o tamanho ideal. Disse que quando te fode por trás quase não consegue controlar-se. Raquel gemeu baixinho quando o Sr. M enfiou dois dedos na cona molhada. — Ahhh… Sr. M… o senhor tem umas mãos tão boas… — suspirou ela. Ele tirou os dedos, abriu as calças e encostou a piroca grossa contra a entrada da cona dela. Entrou devagar. — Aaaai… Sr. M… o senhor é mais grosso que o T… — gemeu Raquel, segurando-se na secretária. — Sinto-me tão cheia… o senhor fode tão bem… O Sr. M começou a fodê-la com estocadas firmes e profundas, segurando o cu perfeito com as duas mãos. — Gosta assim, Raquel? — perguntou ele. — Sim, Sr. M… o senhor fode tão bem… melhor que muitos mais novos… — gemeu ela, rebolando as ancas. — O senhor é mais grosso que o T… sinto-o todo dentro de mim… continue, por favor… Ele acelerou o ritmo, batendo fundo na cona dela. Depois virou-a de quatro sobre a secretária, levantou a saia e admirou o cu empinado. — Este cu é uma delícia… — disse ele. — Aaaai… Sr. M… meta no meu cu… o senhor é tão grosso… fode-me melhor que o T… — gemeu Raquel, empinando-se toda. O Sr. M cuspiu e entrou devagar no cu apertado, fodendo com estocadas ritmadas e profundas. — O senhor fode tão bem… tem uma piroca tão grossa e sabe usá-la… — elogiou ela várias vezes, gemendo alto. — Continue, Sr. M… use o meu cu… o senhor é incrível… Foderam durante muito tempo. Ele alternou entre a cona e o cu, mudando de posição várias vezes. Raquel não parava de elogiar as habilidades dele. Quando o Sr. M gozou, enchendo o cu dela de esperma quente, Raquel tremia de prazer. — Obrigada, Sr. M… o senhor foi incrível — disse ela, ainda ofegante. O Sr. M sorriu, charmoso, e beijou-lhe o pescoço. — Foi um prazer, Raquel. Espero que possamos repetir. O T e a M não podem saber disto… — murmurou ele. Raquel sorriu, ainda com o cu cheio: — O segredo fica entre nós
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