Raquel tinha 48 anos e o seu corpo continuava a ser uma verdadeira obra de arte sensual. De estatura baixa (cerca de 1,55 m), tinha pernas bem torneadas e firmes, cintura estreita, seios arredondados e empinados, e sobretudo um cu redondo, empinado e sensual, com a dimensão perfeita que fazia os homens perderem a cabeça. Todos os que a tinham fodido — o N, o Dr. Rodrigues, o Dr. Paulo, o chefe Paulo, os clientes T e J, o A e outros — ficavam obcecados com aquele cu. Naquele dia, vestia uma saia curta vermelha que mal lhe cobria metade das coxas, fio dental preto de renda, ligas pretas com meias transparentes e botas altas de salto fino. Depois do almoço com o PS, entraram no carro. PS beijou-a com fome e apertou o cu perfeito. — Adoro ver-te assim… com lingerie e ligas — murmurou ele. — O teu marido não se importa de te ver vestir lingerie e ligas mesmo nos dias que vais trabalhar? Raquel gemeu, rebolando as ancas contra a piroca dura dele: — Ele gosta muito… fica excitado quando me vê assim. Sabe que me excita vestir-me provocante para ir trabalhar e isso deixa-o louco. Às vezes pede-me para lhe contar depois o que os homens olham. PS sorriu, excitado: — Isso é muito safado. E excita-te saber que outros homens te desejam? — Muito — confessou ela. — Gosto de ser desejada. No gabinete, PS avisou a L que não queria ser interrompido. L saiu, mas mais tarde encostou o ouvido à parede da sala ao lado. Dentro do gabinete, PS encostou Raquel contra a mesa e beijou-a com urgência, subindo-lhe a saia vermelha até à cintura. Viu o fio dental preto enterrado entre as nádegas empinadas e as ligas pretas a realçarem as coxas. Ajoelhou-se e lambeu a cona molhada com desejo. — Ahhh… PS… que língua deliciosa… lambe-me toda… chupa o meu clitóris… — gemeu Raquel, segurando a cabeça dele. Ele levantou-se, despiu a roupa e espalhou-a pelo chão. Raquel ajoelhou-se e chupou a piroca grossa com gula, babando toda a extensão. — Adoro a tua boca… — gemeu PS. Sentou-se no sofá de cabedal e puxou-a para cima. Raquel cavalgou-o devagar, sentindo cada centímetro a entrar na cona quente. — Aaaai… estás tão fundo… enche-me toda… — gemeu ela, rebolando as ancas com vontade. O barulho dos corpos suados no sofá de cabedal era constante e obsceno. PS segurava o cu perfeito com força, dando palmadas leves. — Este cu é perfeito… redondo, empinado, com o tamanho ideal — dizia ele. — O T e o A tinham razão. O T disse-me que adora foder-te de quatro e dar palmadas enquanto mete. O A disse que és gulosa, que gemes como ninguém e que entregas o cu todo sem reservas. Raquel gemeu ainda mais alto, excitada: — É verdade… gosto que me fodam o cu com força. O T adora bater-me no cu enquanto me fode. O A prefere-me por cima, segurando o meu cu enquanto eu rebolo. Eles ficam obcecados… e isso deixa-me ainda mais puta. PS acelerou as estocadas: — Quero sentir isso agora. Quero foder este cu perfeito. Virou-a de quatro no sofá e entrou no cu devagar, saboreando a pressão apertada. — Aaaai… devagar… ai que bom… mete tudo… — gemeu Raquel, empinando o cu. PS começou a foder o cu com estocadas cada vez mais fortes, segurando as ligas pretas como rédeas. — Porra… este cu é uma delícia… tão apertado e redondo… — rosnava ele. — Fode-me mais forte… usa o meu cu… — pedia Raquel, gemendo alto. Mudaram de posição várias vezes. Ele fodeu-a de pé contra a mesa, depois de lado, levantando-lhe uma perna. Raquel pedia mais, o corpo brilhando de suor. — Quero foder a ver a empresa… — pediu ela, ofegante. PS levou-a até à janela. Afastaram ligeiramente a lateral da cortina de blackout. Ele fodeu-a de pé, por trás, segurando o cu perfeito enquanto ela espreitava lá fora. — Ahhh… mais forte… fode-me enquanto eles trabalham… quero que me uses toda aqui… — gemia ela, empinando o cu contra ele. O barulho dos corpos no sofá de cabedal e os gemidos enchiam o gabinete. L, do outro lado da parede, ouvia tudo e tocou-se até ter vários orgasmos intensos. Foderam durante mais de uma hora, com PS a repetir várias vezes o quanto o cu dela era perfeito e o quanto o T e o A tinham razão. Quando terminaram, o gabinete cheirava a sexo. Raquel tinha o cabelo desgrenhado, a saia enrolada, o fio dental deslocado e as ligas pretas ainda no lugar. Mais tarde, L disse a PS que tinha pe
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