Estava eu em um clube com amigos e esbarrei em uma moça. Ela olhou para mim e disse "oi". Respondi e começamos a conversar. Encostamos em um canto e ficamos ali a noite toda nos beijinhos e nas mãos bobas. Elaine era de Limeira, cidade vizinha de onde eu morava. Trocamos números de telefone — naquela época não existia WhatsApp e nem redes sociais. No outro dia ela me ligou e conversamos bastante. Ficamos assim a semana toda. Combinamos de eu ir na sexta-feira até a casa dela. Quando chegou sexta-feira, me lembro de que estava uma chuva muito forte. E lá estava eu, no meu Fusca, seguindo em direção a Limeira. Cheguei na casa dela, ela me apresentou à sua mãe e seguimos para uma lanchonete que havia perto de lá. Era um lugar bem legal chamado Montanha, tinha show de rock e tudo mais. Ficamos ali namorando, naquele clima gostoso, até que o negócio começou a ficar mais quente. Ela me olhou e falou: — Minha mãe tem uma área de lazer aqui perto. Vamos pra lá? — Mas não tem perigo de ninguém aparecer? — perguntei. — Não, tinha apenas uma chave e essa chave está comigo. Tomamos mais uma cerveja e fomos para a área de lazer, que era bem próxima. Chegamos lá e já entramos nos agarrando. Que tesão era estar ali com ela! Ela era muito simpática e alegre. Um tesãozinho de menina. Fomos para um quarto que tinha lá e começamos a nos beijar, naquela loucura e tesão acumulado. Logo ela desceu para chupar meu pau. Em seguida, eu estava mamando em seus peitos, que eram médios e bem durinhos. Fui descendo para a sua xoxotinha, que estava bem lisinha, só com aquele fiozinho de pelos mostrando o caminho da perdição. A sua bucetinha estava toda babadinha de tesão. Fiquei ali chupando ela por um tempo, quando ela me olhou e falou: — Me come gostoso, Carlos. Tô morrendo de tesão! Encaixei minha pica naquela bucetinha babada e empurrei tudo até encontrar lá no fundo. Essa menina era muito fogosa. Logo ela me virou deitado no colchão, sentou em cima de mim e começou a cavalgar bem gostoso. Que delícia aquela visão dela cavalgando e os peitos balançando! Ela era branquinha, de cabelos encaracolados e olhos verdes. Parecia um anjinho (risos). E eu ali, todo safado, torando ela bem gostoso. Coloquei ela de quatro e metia forte; ela, toda safadinha, rebolava e gemia na minha rola. Logo me falou que iria gozar. Acelerei os movimentos e sentia a bucetinha dela apertando meu pau. Não aguentei e enchi a pepeca dela de leitinho. Ficamos ali deitados, namorando gostoso, até que já era de madrugada e eu precisava ir embora. Ela falou para eu dormir na casa dela, mas preferi ir embora naquele dia. Deixei-a em casa, nos despedimos e fui embora pensando naquela menina com cara de anjinho. Ela fazia faculdade de Assistência Social. Na sexta-feira seguinte, decidi fazer uma surpresa para ela. Mas quem acabou tendo uma surpresa fui eu (kkkkk). Cheguei na frente da casa dela e fiquei esperando a van dela chegar. Quando a van encostou e ela me viu, percebi sua cara de assustada. Ela estava bêbada. Quando a questionei sobre onde estava, me falou que tinha saído mais cedo da faculdade e parado em um barzinho com amigos. Fiquei meio desconfiado com a história, mas já que estava ali mesmo, decidi curtir a noite com ela. Cumprimentei a mãe dela e saímos. Passamos para pegar umas bebidas e fomos para a área de lazer. A noite estava muito quente, então entramos na piscina — ela só de calcinha e sutiã, e eu só de cueca. Ficamos ali, bebendo e conversando. Ela já estava bem alterada por conta de ter bebido com os amigos. Começamos a nos pegar e terminamos na cama novamente. Coloquei ela para mamar e logo estava bombando na sua bucetinha de quatro. Olhando aquele cuzinho lindo, não aguentei e falei: — Hoje eu vou comer seu cu. E ela, bêbada e falando mole, respondeu: — Pode comer, Carlos. Hoje você pode fazer tudo o que você quiser. Deste modo, dei uma cuspida na cabeça do pau, posicionei na porta do seu cu e fui empurrando. Ela chorava de dor, mas em nenhum momento deixou eu tirar o pau dali. Que tesão meter naquela menina ali choramingando, com o meu pau atolado inteirinho no cu dela. Não demorou para eu encher o cu dela com meu leitinho. Ficamos ali e pegamos no sono. Acordamos já de madrugada, quase para amanhecer. Ela, bêbada ainda, falando que não lembrava de nada (risos). Demos mais uma trepada gostosa e, dessa vez, gozei na boquinha dela e fiz ela tomar todo o leitinho. Deixei-a em casa e fui terminar a noite no Montanha, onde conheci uma mina muito gata. Mas isso eu conto em outra oportunidade (hehehehehe).
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