Episódio 15 – Parte 1 (contado por Cíntia)


Naquela mesma noite, depois que Bruna foi embora e a casa voltou ao silêncio nu de sempre, eu me deitei ao lado de Antônio na cama. A pele dele ainda estava quente. Passei a mão pelo peito peludo, desci até a barriga e falei baixo, quase contra o ouvido dele:
— Eu adorei ter visita hoje. Ver a Bruna nua, corada, tentando se acostumar… me deixou molhada o tempo inteiro. E se a gente fizesse um churrasco amanhã? Convida alguns amigos seus. Sem avisar nada. Nem para eles, nem para as meninas, nem para o Ronaldo. Só deixa acontecer. Eu quero ver o que rola. Quero uma tarde inteira de sexo na frente de todo mundo, se o clima permitir. Sem forçar. Só… abrir a porta e deixar o desejo decidir.
Antônio ficou quieto por alguns segundos. Depois puxou minha coxa para cima do quadril dele e eu senti o pau começar a endurecer contra a minha barriga.
— Você tem certeza?
— Tenho. Quero ver o constrangimento virar tesão. Quero ver os corpos reagindo sem ensaiar.
Ele beijou meu pescoço e murmurou que sim.
No dia seguinte a casa amanheceu no ritmo de sempre. Eu nua, Antônio nu, Maria nua, Cláudia nua. Ronaldo ainda dormia. Por volta das dez da manhã Antônio mandou algumas mensagens. Três amigos dele confirmaram: Carlos, de trinta e dois, casado; Pedro, de vinte e oito, solteiro; e Márcio, de trinta e cinco, divorciado. Nenhum deles sabia o que ia encontrar.
Eu preparei a carne, temperos, gelo, refrigerante. O cheiro de carvão começou a subir no quintal por volta do meio-dia. Maria estava deitada de bruços no sofá da sala, o cu e a buceta à mostra para quem entrasse. Cláudia cortava tomate nua na cozinha, os seios balançando a cada movimento da faca. Eu circulava entre a cozinha e o quintal, a pele já suada, a buceta latejando só de imaginar a porta abrindo.
Ronaldo acordou por volta de uma hora. Saiu do quarto nu, viu a movimentação e perguntou:
— Vai ter gente?
— Uns amigos do seu pai — respondi só.
Ele franziu a testa, mas não argumentou. Foi para o banheiro. Quando voltou, ainda estava nu.
Bruna chegou pouco depois, já sabendo do nudismo. Entrou, tirou a roupa no quarto de Ronaldo como da vez anterior, e apareceu na sala com os braços cruzados, a buceta peluda escondida entre as coxas apertadas. O rosto dela estava vermelho antes mesmo de qualquer visitante aparecer. Ela olhou para mim e perguntou baixo:
— Vai ter mais gente hoje?
Eu apenas sorri e acenei.
Às duas da tarde o interfone tocou. Antônio foi abrir o portão ainda nu. Eu fiquei na porta da sala, o coração batendo tão forte que eu sentia no pescoço. Carlos foi o primeiro a entrar. Parou no meio do caminho quando viu Antônio pelado. A boca abriu. Os olhos desceram rapidinho e subiram de novo, constrangidos. Pedro veio logo atrás e quase esbarrou no amigo. Márcio chegou por último, já rindo de alguma conversa, e o riso morreu na garganta.
Os três homens pararam no corredor de entrada. Eu caminhei até eles nua, os seios livres, a buceta à mostra, e falei com a voz mais natural que consegui:
— Entram. Fiquem à vontade.
Carlos desviou o olhar na hora. Pedro engoliu seco. Márcio ficou vermelho até a raiz do cabelo. Nenhum deles se mexeu por longos segundos. O silêncio era tão denso que eu ouvia o ventilador da sala e o barulho distante do carvão queimando.
Maria se levantou do sofá. Completamente nua, parou a alguns metros deles, os braços ao lado do corpo, sem tentar se cobrir. Cláudia saiu da cozinha com uma tábua de queijo, também nua, e passou perto dos três homens como se fosse a coisa mais comum do mundo. Bruna estava atrás de mim, os braços ainda cruzados, o corpo inteiro tenso, a respiração curta. Ronaldo apareceu no corredor, nu, e cumprimentou os amigos do pai com a cabeça, sem dizer palavra.
Carlos foi o primeiro a conseguir falar, a voz rouca:
— Antônio… que porra é essa, cara?
Antônio apenas deu de ombros, o pau já começando a reagir só com a tensão no ar.
— Nudismo em casa. Quem quiser tira a roupa. Quem não quiser, fica vestido. A carne está no fogo.
Os três homens se entreolharam. O constrangimento era visível em cada movimento: o jeito de não saber onde colocar as mãos, o esforço para não olhar demais para os seios, para as bucetas, para os paus que já começavam a ficar semi-duros. Pedro passou a mão no cabelo. Márcio coçou a nuca. Carlos abriu a boca e fechou de novo.
Bruna, atrás de mim, tremia leve. Eu sentia o calor do corpo dela. O matinho escuro entre as coxas dela estava escondido pela posição das pernas, mas eu sabia que ela estava molhada. Eu também estava. A buceta latejava só de sentir o olhar dos três homens tentando não olhar.
Ninguém se mexeu ainda para tirar a roupa.
O ar estava carregado demais.E eu sabia que o próximo minuto ia decidir o tom da tarde inteira.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Episódio 15 – Parte 1 (contado por Cíntia)

Codigo do conto:
269561

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
10/08/2026

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