O sol ainda estava alto quando o primeiro gozo aconteceu. Carlos veio na própria mão olhando para mim enquanto Antônio me dedilhava. A porra dele caiu na grama. Isso foi o estopim. Antônio me virou de frente para a mesa, me inclinou e enfiou o pau de uma vez. Eu gemi alto, as mãos apoiadas na madeira. Pedro não aguentou: puxou Cláudia pela cintura, sentou numa cadeira e a fez cavalgar nele ali mesmo. Márcio foi até Maria, ajoelhou na beira da piscina e começou a chupar a buceta dela enquanto ela gemia olhando para o pai me fodendo. Ronaldo deitou Bruna na espreguiçadeira. Ela ainda tremia de vergonha, mas abriu as pernas. Ele enfiou devagar, o pau sumindo no meio do matinho escuro. Bruna choramingou, as unhas nas costas dele, o corpo crente reagindo com gemidos presos na garganta. A troca começou natural. Antônio saiu de dentro de mim e foi até Bruna. Ronaldo veio para mim. Em segundos eu estava sendo comida pelo meu filho enquanto o pai dele metia na namorada dele. Carlos puxou Maria para o colo e a fodeu de frente, segurando a bunda dela. Pedro e Cláudia já tinham trocado de posição: ela de quatro na grama, ele metendo forte por trás. Márcio se juntou a mim e a Ronaldo; enquanto meu filho me comia, Márcio enfiou o pau na minha boca. O quintal virou uma confusão de corpos. Eu chupava um, era comida por outro, depois me virava e montava em quem estivesse perto. Vi Antônio foder Cláudia enquanto Maria chupava o saco dele. Vi Ronaldo gozar dentro de Bruna e, segundos depois, Carlos entrar nela ainda molhada. Vi Pedro deitar Maria de costas e meter fundo enquanto ela gemia o nome dele. Eu mesma fui fodida por todos os três visitantes e pelo meu filho, uma, duas, três vezes, a buceta esticada, a porra escorrendo pelas coxas. O sol foi baixando. A luz dourada batia nos corpos suados, nos seios balançando, nos paus entrando e saindo. Bruna, que no começo mal conseguia olhar, agora gemia alto, de quatro, sendo comida por Antônio enquanto chupava Ronaldo. Cláudia e Maria se beijavam entre uma estocada e outra. Eu gozei tantas vezes que as pernas tremeram e eu precisei me apoiar na mesa. Quando a noite caiu de vez, ainda tinha gente transando. O último a gozar foi Márcio, dentro de mim, enquanto eu estava deitada de costas na espreguiçadeira, as pernas abertas, olhando o céu já escuro. O quintal cheirava a sexo, a carvão apagado e a protetor solar. Corpos nus se amontoavam em toalhas e cadeiras, ofegantes, suados, satisfeitos. Ninguém se vestiu. A casa continuava aberta. E a noite ainda era longa.
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