O silêncio na porta estava pesado demais. Eu dei dois passos na direção dos três homens ainda nua e falei com naturalidade: — Podem entrar. Ninguém vai obrigar ninguém a tirar roupa. A carne está no fogo e a cerveja gelada. Fiquem à vontade do jeito que preferirem. Carlos respirou fundo e atravessou o portão. Pedro e Márcio vieram atrás. Os olhares deles iam e vinham sem conseguir se fixar: nos meus seios, na buceta de Maria que estava deitada de bruços no sofá, nos seios de Cláudia que cortava cebola nua na cozinha, no matinho escuro de Bruna que tentava se fazer pequena perto de Ronaldo. O constrangimento era visível nos ombros tensos, nas mãos que não sabiam onde pousar, nas risadas forçadas quando Antônio ofereceu a primeira cerveja. Sentamos no quintal para almoçar. A mesa estava posta, a carne assando, o cheiro de alho e carvão no ar. Eu servi os pratos nua, os seios balançando cada vez que me inclinava. Maria se levantou para pegar mais farofa e passou bem perto de Carlos, a bunda quase roçando o braço dele. Cláudia riu de alguma piada de Pedro e jogou o cabelo para trás, deixando os seios à mostra sem nenhum esforço de disfarce. Bruna comia em silêncio, as coxas apertadas, o rosto ainda vermelho, mas os olhos não conseguiam evitar o pau de Ronaldo que já estava semi-duro só de tê-la nua ao lado. Os três visitantes conversavam sobre trabalho, futebol, o trânsito de Coari, qualquer coisa que desviasse o assunto do óbvio, enquanto os olhares traíam a conversa a cada segundo. Depois do almoço fomos para a piscina. A água estava morna. Eu entrei primeiro, depois Maria e Cláudia. As duas nadaram devagar, os corpos glissando na superfície, seios e bundas aparecendo e sumindo. Cláudia se apoiou na borda bem na frente de Márcio e ficou conversando com ele sobre a faculdade, a voz mansa, o corpo inteiro à mostra a menos de meio metro dele. Maria ficou de costas na água rasa, as pernas abertas o suficiente para que Pedro, ainda de bermuda, visse tudo. Bruna hesitou na beira, depois entrou também, o matinho escuro flutuando de leve quando a água a cobriu até a cintura. Ronaldo ficou ao lado dela, o pau já visivelmente duro debaixo da superfície. Os homens ainda vestidos tentavam manter a conversa, mas a sensualidade das meninas era constante e sem esforço: um gesto para tirar o cabelo do rosto, uma risada que fazia os seios tremerem, um olhar demorado demais. O sol ia baixando quando Antônio pegou a garrafa de protetor solar. Veio até mim, despejou o creme na mão e começou a passar nas minhas costas, depois nos seios, na barriga, até chegar entre as pernas. Os dedos dele abriram minha buceta e entraram devagar, na frente de todos. Eu gemi baixo. Ronaldo fez o mesmo com Bruna segundos depois. Os três visitantes não resistiram. Tiraram a roupa ali mesmo, os paus duros como pedra, e começaram a se masturbar olhando para nós, as mãos rápidas, a respiração pesada, enquanto o cheiro de sexo finalmente se misturava ao cheiro da tarde.
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