Eu ainda estava debruçada na mesa, o sêmen do Jairo escorrendo quente pela parte de dentro da minha coxa, quando levantei o tronco. Me virei de frente para os gêmeos de 18 anos que continuavam parados na porta da sala. Os dois olhavam fixo, o rosto vermelho, a respiração alterada. Eu passei a mão pela buceta molhada, recolhendo um pouco da porra que escorria, e perguntei com a voz rouca, sem nenhum constrangimento: — Vocês querem também? Os dois se entreolharam. Um deles engoliu seco. O outro acenou com a cabeça, quase imperceptível. Não precisaram falar. Eu vi o volume crescer rápido dentro das bermudas dos dois. Jairo já tinha saído de dentro de mim. Ele olhou para Livranice, que ainda estava de quatro na rede, o pau de Seu Francisco amolecendo dentro dela, e foi até o quarto. Puxou Seu Francisco para o lado com naturalidade, posicionou o próprio pau na entrada da mulher e enfiou de uma vez. Livranice gemeu alto, surpresa, mas não se afastou. Jairo começou a metê-la com força, segurando a cintura dela, o pau sumindo e aparecendo brilhando de porra alheia. Seu Francisco ficou ao lado, recuperando o fôlego, o pau ainda semi-duro, assistindo o meu marido comer a esposa dele. Eu me sentei na beira da mesa, abri bem as pernas e chamei os gêmeos com o dedo. Os dois se aproximaram. Tirei a bermuda do primeiro, depois a do segundo. Os paus saíram duros, jovens, latejando. Um era um pouco mais grosso, o outro um pouco mais longo. Eu peguei os dois ao mesmo tempo, um em cada mão, e masturbei devagar enquanto olhava para Seu Francisco. — Vem também — falei para ele. Seu Francisco se aproximou. Agora éramos três homens em volta de mim. Eu chupei primeiro o pau do gêmeo mais próximo, engolindo até a garganta, depois troquei para o do irmão, depois para o de Seu Francisco, que já estava duro de novo. A saliva escorria pelo queixo. Enquanto eu chupava um, masturbava os outros dois. Jairo continuava fodendo Livranice no quarto, o barulho da rede batendo contra a madeira misturado com os gemidos dela. Eu ouvia cada estocada. Me deitei de costas na mesa. O primeiro gêmeo encaixou o pau na minha buceta e empurrou. Entrou fácil, eu estava encharcada. Ele meteu com vontade de menino de 18 anos, rápido e fundo. O segundo gêmeo subiu na mesa e enfiou o pau na minha boca. Seu Francisco ficou ao lado, esperando a vez, passando a mão pelos meus seios. Quando o primeiro gêmeo gozou dentro de mim, gemendo alto, o irmão trocou de lugar na hora. Entrou ainda com a porra do outro escorrendo e começou a me foder com a mesma fome. Seu Francisco não esperou muito: quando o segundo gêmeo saiu para eu respirar, ele enfiou o pau grosso de uma vez só. O volume dele era outro. Esticou tudo, meteu devagar no começo e depois com força, as bolas batendo contra mim. Jairo, no quarto, gozou dentro de Livranice. Ouvi o gemido dele e o dela logo em seguida. Depois ele apareceu na porta, o pau ainda pingando, e veio até a mesa. Enquanto Seu Francisco me comia, Jairo enfiou o pau na minha boca. Eu chupava o marido ao mesmo tempo em que era fodida pelo Seu Francisco. Os gêmeos não ficaram parados. Um se ajoelhou e chupou meus peitos, o outro passou a mão pela minha buceta cada vez que o pau de Seu Francisco saía. Quando Seu Francisco gozou fundo, enchendo mais a buceta já cheia, o primeiro gêmeo voltou e meteu de novo, gozando pela segunda vez. O irmão veio depois e também gozou dentro. Eu perdi a conta de quantas vezes gozei. O corpo inteiro tremia. A mesa estava molhada de porra, saliva e lubrificação. Quando finalmente pararam, eu estava deitada de costas, as pernas abertas, o sêmen de quatro homens escorrendo pela bunda e pela coxa, pingando no chão de madeira. Livranice apareceu na porta do quarto, ainda nua, a buceta vermelha e cheia da porra do Jairo. Olhou a cena e não falou nada. Só se apoiou no batente, respirando fundo. Os gêmeos de 18 anos estavam ofegantes, os paus ainda semi-duros, o peito subindo e descendo. Seu Francisco se sentou numa cadeira, o pau grosso descansando na perna. Jairo ficou ao meu lado, passando a mão pelo meu cabelo molhado de suor. Ninguém se vestiu. A casa no meio da mata estava quieta de novo, só o som distante do rio e a respiração de seis adultos nus que tinham acabado de se usar sem nenhum limite. Eu fechei os olhos por um segundo, sentindo a porra escorrer, e sorri. A noite ainda estava só começando.
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