Episódio 20 – A massagem do velho (contado por Anita)
Meu pai já estava há quatro dias em Coari quando Cíntia convidou a gente para passar a tarde na casa dela. Eu avisei que ele ia junto. Cíntia só sorriu do outro lado do telefone e disse: — Traz o velho. A casa está aberta. Quando chegamos, a casa de Cíntia já estava no ritmo que eu conhecia bem. Antônio andava nu pela sala. Maria e Cláudia, as filhas de 18 e 19 anos, estavam só de short curto, os seios à mostra. Ronaldo, de 25, vinha da cozinha completamente pelado, o pau balançando. E no meio de todos estava Bruna. Bruna era amiga próxima de Cíntia, 28 anos, corpo cheio, seios pesados, bunda redonda e uma boca sempre semicerada de safadeza. Desde que o nudismo tinha se instalado naquela casa, ela tinha se soltado mais que todo mundo. Naquele dia estava completamente nua, deitada de bruços numa cadeira longa no meio da sala, o cu e a buceta à mostra enquanto conversava como se estivesse de roupa. Meu pai entrou e parou. Os olhos dele rodaram a sala: corpos nus, seios, paus, pelos. Ficou vermelho até o pescoço. Eu segurei o braço dele e falei baixo: — Pai, aqui a gente vive assim. Pode ficar à vontade. Cíntia se aproximou nua, beijou meu pai no rosto e o apresentou a todo mundo. Quando chegou a vez de Bruna, ela se levantou devagar, os seios balançando, e estendeu a mão sorrindo: — Prazer, sou a Bruna. Pode me chamar de Bruninha se quiser. Meu pai apertou a mão dela sem conseguir descolar os olhos do corpo. Bruna percebeu. Sorriu mais safada ainda. A tarde foi passando. Café, conversa, o velho tentando se acostumar com tanta pele à mostra. Eu e Jairo já estávamos nus. Antônio também. As filhas tiraram o resto da roupa. Ronaldo não se cobria. Meu pai continuava de camisa e calça, suando. Foi então que Bruna se levantou, pegou um vidro de óleo que estava em cima da mesa e falou, olhando direto para meu pai: — O senhor está duro de tanto calor e tensão. Deita aqui. Eu faço uma massagem. Na frente de todo mundo mesmo. Aqui ninguém se importa. Meu pai hesitou. Olhou para mim. Eu só acenei com a cabeça. Ele acabou se deitando de bruços na cadeira longa, ainda vestido. Bruna não perdeu tempo. Abriu a camisa dele por trás, puxou para cima e tirou. Depois desceu as mãos pela calça, desabotoou, e com a ajuda dele tirou tudo. Em menos de um minuto meu pai estava completamente nu no meio da sala, de bruços, a bunda à mostra, o pau escondido contra o tecido da cadeira. Bruna despejou óleo nas mãos e começou. Primeiro as costas, os ombros, a nuca. Os dedos fortes amassavam a carne velha com calma. Depois desceu para a lombar, para a bunda. Abriu as nádegas dele sem nenhum pudor e passou o polegar no meio, bem devagar. Meu pai soltou um gemido baixo, surpreso. Bruna riu. — Relaxa, seu moço. Aqui a gente se toca sem vergonha. Ela pediu para ele virar. Meu pai obedeceu. Quando ficou de barriga para cima, o pau dele já estava semi-duro, grosso, veioso, de homem mais velho. Bruna não desviou o olhar. Despejou mais óleo na barriga, no peito, e foi descendo. As mãos passaram pelas coxas, subiram de novo e, sem perguntar, envolveram o pau dele. Todo mundo estava assistindo. Cíntia sentada no sofá, as pernas abertas, se tocando devagar. Antônio com o pau já duro. Maria e Cláudia encostadas uma na outra, olhando. Ronaldo masturbando sem pressa. Eu e Jairo parados, nus, vendo a cena. Bruna masturbava meu pai com as duas mãos ensaboadas de óleo, subindo e descendo a pele, apertando a cabeça, descendo até as bolas. Ele gemia sem conseguir se controlar, as mãos agarradas nas laterais da cadeira. Bruna se inclinava, os seios quase tocando o pau dele, e falava baixo, safada: — O senhor nunca imaginou que ia ganhar massagem assim, né? Aqui na casa da Cíntia a gente não esconde nada. Sexo, nudez, prazer… tudo junto. Ela acelerou. O pau do meu pai ficou completamente duro, latejando. Bruna abaixou a cabeça e lambeu a cabeça uma vez, só para provar, depois voltou a masturbar com força. Meu pai gozou gemendo alto, jatos brancos subindo e caindo sobre a própria barriga e sobre as mãos de Bruna. Ela continuou apertando até sair a última gota, depois levou o dedo à boca e chupou o sêmen na frente de todo mundo. O silêncio que se seguiu foi pesado e quente. Meu pai estava ofegante, nu, coberto de óleo e porra, no meio da sala da minha irmã. Bruna se levantou, lambeu os dedos de novo e falou, sorrindo: — Agora o senhor já conhece os últimos segredos da família. Cíntia riu baixo. Antônio se aproximou e passou a mão no ombro do meu pai, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu olhei para Jairo e vi que ele estava duro. Eu também estava encharcada. O velho tinha acabado de ser iniciado. E a tarde ainda não tinha acabado.
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