Raquel entrou no consultório e fechou a porta atrás de si. O Dr. Rodrigues estava de pé junto à secretária, o casaco branco aberto sobre o peito largo e peludo. Levantou o olhar quando a viu e ficou em silêncio durante alguns segundos. — Não esperava vê-la tão cedo — disse ele, a voz baixa. — A última vez foi há semanas. Raquel ficou de pé, a poucos metros dele. — Precisei de tempo. Mas não esqueci. Ele aproximou-se um pouco, os olhos a percorrerem-lhe o corpo ainda vestido. — E o Paulo? Continua a vê-lo fora do trabalho, não é? Eu suspeito. Já há algum tempo. Ela não negou. — Isso importa agora? — Importa-me a mim. Porque quando estás aqui, quero sentir que és só minha. Mesmo que seja só por uma hora. Ficaram em silêncio durante um momento. Depois ele falou de novo, a voz mais firme. — Tira a roupa de cima. Fica só com a roupa interior. E deita-te na marquesa. Raquel obedeceu. Tirou a blusa e a saia sem pressa e ficou apenas com o sutiã e as cuecas de renda preta. Depois subiu para a marquesa azul-escura e deitou-se de costas. Os seios cheios e pesados moldados pelo sutiã, os mamilos já endurecidos visíveis através do tecido fino. As cuecas eram um fio estreito que se perdia entre as nádegas e mal cobria a cona. As coxas ficaram ligeiramente abertas. O Dr. Rodrigues aproximou-se e pousou a mão no joelho dela. Os dedos subiram pela parte interna da coxa. — Vira-te — ordenou de repente. — De quatro. Quero ver o cu. Ela obedeceu sem hesitar. Virou-se na marquesa, apoiou-se nos joelhos e nos antebraços, e empinou as nádegas. O fio das cuecas afundava-se entre as duas metades redondas e firmes. O Dr. Rodrigues ficou a olhar durante alguns segundos, a respiração mais pesada. — Este cu… — murmurou. — Sempre gostei dele. Redondo, alto, feito para ser agarrado. Emperra mais. Raquel arqueou ainda mais a lombar, as nádegas a ficarem bem levantadas. Ele puxou o fio das cuecas para o lado, deixando a cona e o cu expostos. Passou a mão aberta sobre as duas nádegas, apertando-as com força, os dedos a cravarem-se na carne macia. — Quero foder-te assim — disse ele. — Com o cu empinado. Quero ver isto a bater enquanto te meto. Primeiro ajoelhou-se atrás dela. A língua desceu pela fenda da cona, subiu devagar até ao cu e deu uma lambida lenta e larga. Raquel tremeu. Ele chupou o clitóris de trás, os dedos a abrirem-lhe os lábios, enquanto a outra mão continuava a apertar uma nádega. — Diz-me o que queres — ordenou, a voz rouca. — Quero a sua boca. Depois o pau. Quero que me foda assim, com o cu empinado. Quero sentir o senhor a bater lá atrás. Ele continuou a lamber-lhe a cona e o cu durante mais algum tempo, a língua a entrar-lhe, a salivar, a deixar tudo molhado. Depois levantou-se, desapertou os calções e libertou o pénis. Grosso, veioso, completamente duro. Posicionou-se atrás dela. A cabeça do pénis esfregou-se nos lábios molhados e depois começou a entrar. Devagar. Centímetro a centímetro. Até estar completamente dentro. — Continua tão apertada… — respirou ele, as mãos a agarrarem as ancas dela com força. — E este cu… a olhar para mim. Começou a mover-se. Primeiro lento, profundo, cada estocada a fazer as nádegas dela tremerem e baterem contra a pele dele. Depois acelerou. O som de pele a bater em pele encheu o consultório. As mãos dele não largavam as nádegas, a separá-las, a apertá-las, a dar-lhes palmadas leves só para as ver abanar. — Emperra mais — ordenou. — Quero ver este cu bem alto. Raquel obedeceu, a lombar ainda mais arqueada, o cu levantado o máximo que conseguia. Ele fodeu-a com força, cada embate seco e profundo. O suor começava a brilhar no peito dele. — Diz o meu nome quando gozares — disse ele. — Só o meu. — Doutor Rodrigues… — gemeu ela, a voz já quebrada. — Vou… vou gozar… Ele meteu a mão por baixo e esfregou-lhe o clitóris enquanto continuava a foder. Raquel veio com um gemido longo, o corpo a tremer, a cona a contrair-se em volta do pénis dele. Ele segurou-se mais uns segundos, depois enterrou-se até ao fundo e gozou, o esperma quente a jorrar dentro dela. Ficaram quietos durante um momento. Ele ainda dentro dela, as mãos a acariciarem as nádegas que tanto gostava. — Volte quando quiser — murmurou. — Principalmente se vier com este cu empinado outra vez. Raquel sorriu, ainda ofegante. — Talvez. Mas hoje ainda tenho de ir outro sítio
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