Raquel estava ajoelhada no banco inclinado, as mãos a agarrarem as pegas pretas, o corpo inclinado para a frente. O top desportivo preto apertava os seios, as calções curtas subiam pelas nádegas quando ela empinava. O cabelo preso num coque alto deixava o pescoço e as costas à mostra. Suava ligeiramente. Leão, o personal trainer, estava ajoelhado no chão à sua frente, sem camisola. O peito largo, os ombros definidos, os abdominais marcados, a barba curta. Um pouco mais novo do que ela, brasileiro, o olhar fixo no corpo dela. — Continua assim — disse ele, a voz baixa. — Empina mais. Quero ver. Raquel obedeceu. Arqueou a lombar e empinou o cu, as nádegas redondas e firmes a ficarem bem levantadas sob o tecido preto. Leão passou as mãos pelas coxas dela, subindo devagar até às calções. Puxou o tecido para o lado, expondo a cona já húmida. — Estás molhada só de estares nesta posição — murmurou. — Sabias o que eu ia fazer quando te pedi para subires ao banco, não era? — Sabia — respondeu ela, a respiração já mais pesada. — Queria a tua boca. Depois o pau. Leão aproximou o rosto. A língua passou de baixo para cima, lenta, largando saliva pela fenda da cona. Depois fechou a boca no clitóris e chupou com ritmo, os dedos a abrirem-lhe os lábios. Raquel apertou as pegas do banco e empinou ainda mais. — Assim… — gemeu ela. — Não pares. Ele continuou. A língua entrava-lhe, depois voltava ao clitóris, enquanto uma mão apertava uma nádega com força. O som molhado misturava-se com a respiração dela. Quando sentiu o corpo de Raquel a tremer, Leão parou e levantou-se. Puxou as calções e as cuecas dela para baixo até aos joelhos. Depois desceu o próprio fato de treino e libertou o pénis. Grosso, veioso, já completamente duro. — Fica exactamente assim — ordenou. — Cu empinado. Não te mexas. Posicionou-se atrás dela. A cabeça do pénis esfregou-se nos lábios molhados durante alguns segundos antes de entrar. Devagar no início, depois de uma só vez até ao fundo. Raquel soltou um gemido longo, os dedos a cravarem-se nas pegas. Leão agarrou-lhe as ancas e começou a foder. Cada estocada fazia as nádegas dela baterem contra o corpo dele. O som de pele a bater em pele encheu o espaço. Ele separava-lhe as nádegas com as mãos para ver melhor a cona a engolir o pénis. — Este cu… — respirou ele. — Sempre me distrai quando estás a treinar. Redondo, alto, feito para isto. — Mais forte — pediu ela, a voz já quebrada. — Quero sentir-te a bater. Ele obedeceu. O ritmo ficou mais seco, mais fundo. Uma das mãos desceu e começou a esfregar-lhe o clitóris com o polegar, sem abrandar. — Vais gozar assim — disse ele. — Com o cu empinado e o meu pau dentro. Diz o meu nome. — Leão… — gemeu Raquel. — Vou… vou gozar… O corpo dela contraiu-se. A cona apertou-o em ondas fortes enquanto ela gozava, os braços a tremerem no banco. Leão segurou-se mais uns segundos, depois enterrou-se até ao fundo e gozou dentro dela, o esperma quente a jorrar em jactos longos. Ficaram quietos durante um momento. Ele ainda dentro dela, as mãos a acariciarem as nádegas que tanto gostava. — Da próxima vez — murmurou, ainda ofegante — não precisas de aquecer. Vem já preparada. Raquel sorriu, a testa apoiada no banco, o corpo ainda a tremer. — Vou lembrar-me disso. Ele retirou-se devagar. O esperma escorreu-lhe pela coxa. Raquel puxou as calções e as cuecas para cima, ainda húmidas, e desceu do banco com as pernas um pouco trémulas. O corpo continuava quente do que tinham acabado de fazer.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.