Adriana sempre soube que a fábrica do pai era diferente. Desde pequena, ouvia sussurros entre as funcionárias, risinhos contidos quando achavam que ela não estava prestando atenção, e aquele cheiro característico de couro e algo mais, algo que ela só mais tarde identificaria como o perfume do sexo.
Seu pai, um homem de negócios astuto e visão avantajada, havia construído um império não apenas de móveis, mas de fantasias.
Aos vinte e poucos anos, Adriana era a imagem viva da tentação. Morena de cabelos longos que caíam como cascata negra até a cintura, pele amendoada que parecia brilhar sob qualquer luz, e aquele rabo.
grande, redondo, saltitante a cada passo que dava, uma obra de arte em carne que fazia cabeças virarem por onde passava. Seu pai mesmo, em momentos de honestidade embriagada, já havia admitido que a filha tinha um corpo feito para ser olhado, embora nunca cruzassem certas linhas
No dia em que ela finalmente iria conhecer o coração verdadeiro da empresa, seu pai a chamou em seu escritório. Ele estava sentado em sua cadeira de couro preto, aquele que ela sabia ser um dos modelos especiais, e seus olhos brilhavam de expectativa.
Filha, ele começou, sua voz grave preenchendo o ambiente.
- Hoje você vai entender de verdade o que papai vende. Não são apenas sofás, não são apenas móveis. São instrumentos de poder feminino.
Adriana se sentou na frente dele, cruzando as pernas sem perceber como a saia curta subia, revelando coxas grossas e aquela pele macia que tanto a caracterizava. Seu pai notou, ele sempre notava, mas mantinha a compostura.
Poder feminino? ela perguntou, inclinando-se para frente, os seios médios mas firmes pressionando contra a blusa branca de seda.
Mulheres que gostam de aventuras, filha. Mulheres que não se contentam em gozar escondidas no quarto à noite. Mulheres que querem sentir prazer em público, em festas, enquanto assistem televisão com a família sentada do lado, sem ninguém saber.
Ele pausou, seus olhos fixos nos dela.
- Você vai ver hoje. E talvez... talvez você entenda que tem um pouco dessas mulheres em você. Você é linda e sensual, como sua mae.
Eu sempre soube que você vai gerenciar um dia essa fabrica.
Todo mundo na fábrica sabe. Você nasceu para ser uma dona, uma lider nas vendas de dildos e sofas eroticos pra serem usados por essas mulheres.
Ela sentiu um calor subir pelo pescoço, não de vergonha, mas de excitação de ver esses aparelhos. Seu pai nunca falava assim com ela, tão direto, tão sexual.
E estranhamente, ela gostou. Gostou de ser reconhecida, de ser vista como aquela coisa sexual que ela sempre reprimira em si mesma.
Eu quero ver," ela sussurrou, e seu pai sorriu, um sorriso de predador satisfeito.
A gerente da fábrica, uma mulher de quarenta anos chamada Valéria, com corpo de quem malhava diariamente e olhos que já tinham visto de tudo, a levou pelos corredores principais, passando pelas linhas de produção convencional, até chegarem a uma porta sem identificação no fundo do prédio.
Seu pai me autorizou a mostrar isso, Valéria disse, digitando um código em um painel discreto.
- Aqui é onde a mágica acontece. Onde transformamos mobília para as famílias e orgasmos paras as donas de casa.
A porta se abriu revelando um cômodo enorme, iluminado por luzes suaves e sensuais. Adriana arregalou os olhos. Parecia uma sala de estar gigantesca, cheia de sofás, poltronas, pufes, todos elegantes, sofisticados, absolutamente normais à primeira vista. Mas havia algo no ar, uma energia sexual palpável.
Parecem... normais,
Adriana comentou, aproximando-se de um sofá de três lugares em couro vermelho.
Senta, Valéria sugeriu, um brilho malicioso nos olhos.
Sinta a diferença no veludo.
Adriana hesitou. Ela estava de calça jeans apertada, aquela que marcava seu rabo gostoso, e uma blusa branca colada ao corpo. Ela olhou para Valéria, que assentiu encorajadora.
Posso... posso testar de verdade? Adriana perguntou, a voz baixa, quase rouca.
- Quero dizer, o papai autoriza?
Eu sou a filha dele
Quem você acha que escolhe as modelos de teste? Valéria riu.
- Seu pai sabe exatamente o que está fazendo. Ele quer que você entenda o produto. Intimamente.
O duplo sentido não escapou a Adriana. Ela sentiu um frio na barriga misturado com calor entre as pernas. Ela queria ver, como queria.
Tem uma área de teste ali, Valéria apontou para um canto mais privativo, com cortinas de seda pesadas. - Vamos começar pelo básico.
Tire essa calça, fica mais à vontade. Tem saias de teste lá se quiser."
Adriana não precisou de mais incentivo. Ela foi até o canto, tirou a calça jeans, revelando uma calcinha de renda linda alias minúscula que mal cobria sua xoxota já molhada de antecipação um fio socado na xota dela.
Ela pegou uma saia de treino preta curta que estava pendurada, curta o suficiente para levantar com qualquer movimento.
Quando voltou, Valéria a levou até um sofá aparentemente comum, bege, de dois lugares.
Aqui temos o modelo Clássico," Valéria explicou, tocando no estofamento.
Parece um sofá normal, certo? Mas observe.
Ela pressionou um ponto específico no braço do sofá, disfarçado como um botão de decoração, e imediatamente um mecanismo silencioso se ativou. Do centro do assento, um orifício quase imperceptível no tecido se abriu, e lentamente, majestosamente, um dildo começou a emergir. Era de cor carne, realista, com veias saltadas, de tamanho médio
- cerca de 22 centímetros
- mas com uma grossura considerável.
Adriana soltou um pequeno gemido involuntário. Ela olhou para o objeto, depois para Valéria.
Funciona com comando de voz também, Valéria explicou.
- Ou controle remoto escondido. A mulher pode estar sentada vendo TV com a família, aperta um botão no braço do sofá, e pronto.
O dildo sobe, ela desliza a micro calcinha molhada para o lado, senta por cima, e ninguém percebe. O movimento do sofá disfarça o movimento dela.
Eu quero sentir
Adriana disse, a voz firme apesar do coração acelerado.
- Quero testar. Posso?
Valéria sorriu, aquele sorriso de quem já sabia que ela iria querer.
Escolha seu tamanho. Temos pequenos, médios, grandes, e." ela apontou para um sofá preto imponente no canto.
- O Colossus. Mas vamos começar devagar, Adriana. Você é nova nisso."
Adriana olhou para os sofás expostos. Havia uma fileira deles, cada um com seus dildos em exibição agora, todos erguidos como soldados em posição de sentido. Alguns eram realistas, outros mais abstratos, alguns com texturas, outros lisos. Ela apontou para o médio de 22cm que Valéria havia demonstrado.
Esse," ela disse.
- Quero sentir esse.
Valéria ajustou o mecanismo, o dildo ficou em posição vertical, firme, apontando para o teto. Adriana aproximou-se, sua saia curta balançando, revelando suas coxas grossas e aquela pele morena sedosa.
Ela colocou as mãos no encosto do sofá, posicionando-se por cima do dildo, sentindo a cabeça tocar sua entrada na xoxotinha através da calcinha.
Tire a calcinha, Valéria sugeriu suavemente.
- Ou não, se quiser o atrito. Algumas mulheres gostam da sensação da renda sendo empurrada para dentro.
Adriana hesitou, depois puxou a calcinha de renda para o lado, expondo sua xoxota completamente. Ela era vermelhinha até ali, os lábios internos rosados e brilhantes de umidade e molhada, uma xoxotinha linda e apertada que pulsava de expectativa.
Ela posicionou-se novamente, sentindo a cabeça do dildo pressionar contra sua entrada.
Vai com calma, Valéria orientou, sentando-se em uma poltrona próxima para observar.
- Não precisa sentar nele tudo de uma vez. Deixe seu corpo se ajustar.
Adriana começou a sentir. A cabeça entrou facilmente, ela já estava molhada demais para oferecer resistência. Ela soltou um gemido baixo, seus olhos fechando-se parcialmente, sentindo aquela invasão artificial mas deliciosa.
Ela sentiu a subir ele, centímetro por centímetro, sua xoxota se abrindo, se esticando para acomodar a grossura.
ela respirou, já com metade do dildo dentro de si.
- É tão... tão intenso.
Sente o sofá, Valéria disse.
Ele é projetado para você se mover sem esforço. As molas ajudam. Experimente se puder subir e a descer.
Adriana tentou. Ela levantou um pouco, sentindo o dildo quase sair, depois desceu novamente, mais fundo desta vez. A saia curta subiu completamente agora, revelando seu rabo redondo e perfeito, as nádegas morenas se contraindo a cada movimento.
Ela estava sentada no sofá, mas na verdade estava sendo fodida por ele, o dildo entrando e saindo de sua xoxota molhada com sons úmidos que enchiam o cômodo.
Entrou oitenta por cento, Valéria observou, analisando clinicamente mas com um brilho de excitação nos olhos.
- Vai até aí, Adriana. Não force mais que isso se não estiver confortável.
Adriana olhou por cima do ombro, seus olhos escuros brilhando de tesão. Ela queria mais. Ela queria tudo.
Quero sentir tudo, ela disse, a voz rouca.
- O cem por cento. Me mostra como atola tudo.
Valéria hesitou, depois sorriu. Ela pegou um controle remoto pequeno, ao lado no sofa.
Isso é para usuárias avançadas. ela advertiu.
- Mas você parece estar lidando bem. Prepara.
Ela apertou um botão, e o mecanismo do sofá fez o dildo subir mais alguns centímetros abruptamente, entrando completamente em Adriana, até a base. Adriana soltou um grito abafado, seus olhos arregalando, seu corpo inteiro tremendo. Ela sentiu-se cheia, completamente preenchida, o dildo pressionando contra seu colo uterino, seu ponto G sendo massageado pela curvatura perfeita do objeto.
Credo, uuuiii…aaiiiii
ela repetia, ofegante, sentada completamente no sofá agora, o dildo inteiro dentro dela, só a base visível entre seus lábios vaginais rosados e inchados.
- É... é demais que gostoso valeria.
Fica assim por um momento," Valéria instruiu.
- Deixa seu corpo se adaptar. Esse é o modelo que vendemos para mulheres que querem sentir-se possuídas enquanto fazem outras coisas. Imagine assistir um filme assim, ou ler um livro, ou conversar com amigas, e você está completamente cheia, sendo fodida silenciosamente pelo seu sofá.
Adriana tentou se mover, e descobriu que Valéria tinha razão. O sofá era projetado perfeitamente. Ela podia tremer, socar fundo, e o dildo permaneceria dentro dela, preso por sua própria pressão interna, massageando-a a cada passo.
Ela olhou num espelho perto, colocado ali para as clientes verem e olhou para si mesma, uma sensação gostosa demais e aparentemente normal, mas com 22cm de silicone dentro de sua xoxota, seus lábios envolvendo a base como se fossem uma boca. E poderia estar com visitas e aquilo atolado;
Eu preciso disso em casa, ela disse, voltando para Valéria, caminhando desajeitada, sentindo o objeto mover-se dentro dela a cada momento.
- "Preciso ter isso após o trabalho, todos os dias."
Valéria riu.
- Você ainda não viu nada. Temos o modelo Colossus. Quer ver?
Adriana assentiu avidamente. Ela não queria tirar o dildo médio, mas queria ver o tal Colossus. Valéria a levou até o sofá preto imponente. Desta vez, quando ativou o mecanismo, o objeto que emergiu fez Adriana dar um passo atrás involuntário.
Era gigantesco. Não apenas longo - parecia ter 50cm
- mas grosso, monstruosamente grosso, com texturas em espiral que prometiam sensações intensas. E havia algo mais: um reservatório na base que, segundo Valéria, podia liberar um líquido branco, espesso, similar a porra, em quantidades controladas.
Esse é o Extra colossus Pussy Creamy," Valéria apresentou.
- Poucas conseguem. É para usuárias expertas, aquelas que querem ser esticadas ao máximo, que querem sentir-se completamente dominadas por um objeto."
Adriana olhou para aquilo, sentindo o outro dildo médio ainda que estava dentro dela. Ela queria. Ela queria tentar.
Só um pouco, ela pediu.
Só alguns centimentos adriana poucos por cento.
Quero sentir a grossura
Valéria ajustou o mecanismo para uma inserção parial. Adriana se posicionou, tirando a saia completamente agora, ficando nua da cintura para baixo, sua xoxota ainda vermelha e sensível do uso anterior. Ela colocou a cabeça na entrada no sofa e o Colossus contra sua entrada, e mesmo só a cabeça já era maior que a maioria dos homens que ela tinha conhecido.
Vai devagar, Valéria advertiu.
Esse é demais se você não estiver preparada.
Adriana começou a sentir. A cabeça entrou com um estalar audível, ela já estava molhada o suficiente, mas a grossura a fez gritar baixinho. Era como ser partida ao meio, mas de um jeito delicioso. Ela continuou, mais um pouco, sentindo as texturas em espiral massageando suas paredes internas de formas novas, intensas.
Isso é só vinte por cento, Valéria informou, observando Adriana já ofegante, suando, o cabelo grudado na testa.
- E olha que nem está na metade, como você disse.
Adriana olhou para baixo, viu ainda tanto do objeto para fora, e sentiu o que já estava dentro dela. Era impossível. Era demais. E ainda assim, ela queria mais.
Vou tentar mais, ela disse, determinada, e aquilo subiu mais um pouco.
Trinta por cento. Quarenta. Ela estava sendo esticada de formas que nunca imaginou possíveis. Sua xoxota estava vermelha, inchada, pulsando em torno daquele invasor gigantesco. Ela estava quase sentada no sofá, mas não conseguia ir mais fundo, seu corpo tinha limites físicos.
Foi quando aconteceu. Ela tentou se ajustar, buscando uma posição melhor, e seu cotovelo bateu acidentalmente no controle remoto que Valéria tinha deixado no braço do sofá.
O mecanismo zumbiu, e antes que pudesse reagir, o Colossus subiu abruptamente, entrando os cem por cento em um único movimento violento.
Adriana gritou. Assustou demais, mas de choque absoluto. Ela pulou no sofá, ou melhor, pulou no dildo, sentindo-o invadir seu colo, sua barriga, parecia que iria sair pela boca. Ela ficou suspensa, literalmente, seus pés não tocando mais o chão, completamente sentada naquele monstro de 50cm, o reservatório na base pressionando contra seus lábios externos, seu clitóris sendo esmagado pela base dura.
Tira! Tira! ela gritou, mas Valéria já estava ao seu lado, segurando suas mãos.
Respira! Respira, Adriana! Relaxa seus músculos!
Adriana tentou, ofegante, seus olhos arregalados, o mundo girando. Ela sentia cada centímetro daquele objeto dentro dela, pressionando contra todos os pontos certos ao mesmo tempo, preenchendo-a completamente, possessivamente. E então, algo aconteceu. O reservatório ativou, e ela sentiu um líquido quente, espesso, sendo injetado profundamente dentro dela, simulando uma ejaculação interna, enchendo-a de porra falsa até transbordar.
ela gemeu, seus olhos revirando de prazer absoluto.
- "Estou... estou gozando... não para... não para..."
Ela gozou. Um orgasmo violento, contínuo, que parecia não ter fim. Suas pernas tremeram no ar, suspensas, seu corpo convulsionando em cima daquele pau de silicone, sua xoxota apertando em espasmos tentando expulsar o invasor, mas ele era grande demais, estava preso, atolado dentro dela.
Valéria segurou-a, beijou sua testa, sussurrou palavras de encorajamento enquanto Adriana era consumida pelo prazer. Dez minutos se passaram, ou talvez uma hora, Adriana não sabia mais. Ela só sabia que estava sendo fodida pelo sofá mais profundamente que qualquer homem jamais conseguira, que estava cheia de porra falsa, que seu corpo inteiro era um único ponto de prazer.
Quando finalmente acalmou, quando o mecanismo foi desativado e o Colossus retirado lentamente para baixo, fazendo um som úmido obsceno ao sair, Adriana desabou no sofá, com uma carinha gostosa no ar, suada, coberta por seus próprios fluidos e o líquido branco do reservatório escorrendo de sua xoxota vermelha e aberta.
Poucas conseguem, Valéria repetiu, admirada.
- Você é especial, Adriana. Sua pai vai ficar orgulhoso.
Adriana sorriu, um sorriso de satisfação profunda, de descoberta. Ela olhou para os sofás ao redor, para todos aqueles objetos de prazer esperando para serem testados, e soube que aquele seria seu novo trabalho favorito.
Ela queria testar todos. Cada um. Várias vezes.
E seu pai, observando através das câmeras de segurança em seu escritório, sorriu sabendo que a filha finalmente tinha entendido o negócio da família. Ela era uma deles agora. Uma mulher que gostava de gozar, sem limites, sem vergonha, dominada pelo próprio sofá de sua sala de estar.
Adriana tinha se tornado a melhor vendedora da empresa em poucos meses. Não era apenas sua beleza que encantava as clientes, era a forma como ela demonstrava os produtos, com uma paixão genuína que transparecia em cada movimento. Ela conhecia cada sofá, cada poltrona, cada mecanismo, e sabia exatamente como apresentá-los para diferentes tipos de mulheres.
Um dia, uma família entrou na loja. O pai, um homem sério de óculos, a mãe, Neide, uma mulher de quarenta e poucos anos com corpo de professora, discreta mas com curvas escondidas sob vestidos modestos, e a filha, Júlia, uma jovem de vinte e um anos, baixinha, talvez um metro e cinquenta, com cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo e uma saia longa floral que escondia pernas grossas e um quadril largo.
Adriana sorriu, reconhecendo o tipo. Mulheres reprimidas, casadas jovens, que precisavam desesperadamente de liberação.
Este é o nosso modelo mais popular, Adriana apresentou, levando-os até um sofá de dois lugares em couro marrom, aparentemente convencional.
• O Conforto Supreme. Perfeito para salas de estar familiares, para assistir TV, receber visitas.
Neide olhou o sofá, depois olhou para Adriana, sentindo algo na forma como a jovem vendedora falava.
Como funciona? Neide perguntou, baixinho, quase esperando que o marido não ouvisse.
Adriana esperou até o pai se afastar para olhar outros móveis, então sussurrou:
• Deixa eu te mostrar. É melhor sentir do que explicar.
Ela se sentou no sofá, cruzando as pernas de forma elegante, sua saia curta subindo para revelar coxas morenas. Ela pressionou o botão disfarçado no braço, e com um zumbido suave, um dildo começou a emergir do centro do assento. Era de tamanho médio-grande, cerca de trinta centímetros, com uma curvatura perfeita e veias salientes.
Neide arregalou os olhos, cobrindo a boca com a mão. Júlia, que estava ao lado da mãe, ficou corada instantaneamente, seus olhos fixos no objeto que pulsava lentamente no ar.
É silencioso, Adriana explicou, tocando o dildo com a ponta dos dedos.
• E pode ser controlado por voz, por controle remoto, ou por este botão aqui. A mulher pode estar com a família inteira sentada ao lado, e ninguém percebe.
Ela se levantou, aproximando-se de Neide.
• Quer experimentar? Só um pouco, para sentir a qualidade?
Neide hesitou, olhando para o marido que examinava uma estante no canto oposto da loja. Ela assentiu, quase imperceptivelmente.
Adriana guiou Neide até o sofá.
• Fica de costas para mim, senta devagar. Vou te ajudar.
Neide se posicionou, vestindo uma saia longa azul que cobria as pernas completamente. Adriana se ajoelhou atrás dela, levantando a saia discretamente para posicionar a calcinha de algodão branco de lado.
Vai devagar, Adriana orientou, segurando o dildo e guiando-o até a entrada de Neide, que já estava visivelmente molhada de antecipação.
• Sente só a cabeça primeiro.
Neide desceu um pouco, soltando um gemido abafado quando a cabeça entrou. Seus olhos se arregalaram, encontrando os de Júlia, que observava fascinada.
É... é grosso, Neide sussurrou, suas mãos agarrando os braços do sofá.
Trinta centímetros de puro prazer, Adriana confirmou.
• E tem vibração opcional. Quer ver?
Neide assentiu, e Adriana ativou o controle. O dildo começou a vibrar suavemente, e Neide soltou um gemido mais alto, rapidamente disfarçado como uma tosse quando o marido olhou para trás.
Está bem? O pai perguntou.
Ótimo! Neide respondeu, a voz trêmula.
• Muito... confortável.
Adriana sorriu, ajustando o mecanismo para que o dildo subisse mais, entrando mais fundo em Neide, que estava agora sentada no sofá, aparentemente normal, mas com quinze centímetros de silicone vibrando dentro dela.
Pode ficar assim o quanto quiser, Adriana explicou, levantando a saia de Neide para cobrir tudo novamente.
• Ninguém nunca saberá. É seu segredo. Seu prazer escondido.
Neide comprou o sofá na hora. O pai achou estranho o preço elevado, mas Neide insistiu que era um investimento em qualidade. Júlia não disse nada durante toda a transação, mas seus olhos brilhavam com um novo conhecimento.
No dia seguinte, Neide estava em casa, recebendo duas colegas de trabalho para uma reunião de planejamento escolar. Elas estavam sentadas na sala de estar, cada uma em uma poltrona, enquanto Neide ocupava o sofá de dois lugares. Júlia estava sentada ao lado da mãe, estudando para uma prova da faculdade, com livros espalhados no colo.
As colegas, Dona Marta e Dona Lúcia, professoras de cinquenta e poucos anos, conversavam animadamente sobre o cronograma de provas, enquanto Neide tentava prestar atenção. Mas sua mente estava no mecanismo sob ela. Desde que o sofá chegara, ela usava todas as noites, após o marido dormir, subindo o dildo e sentando-se nele enquanto assistia TV, gozando silenciosamente sob o cobertor.
Ela estava excitada só de pensar naquilo. Seu corpo lembrava das sensações. Sem pensar, sua mão deslizou pelo braço do sofá, encontrando o botão. Ela queria sentir só um pouquinho, só a cabeça, sem ativar a vibração. Ninguém notaria.
Ela pressionou.
O mecanismo zumbiu suavemente, e Neide sentiu o dildo começar a subir, entrando nela através da calcinha que havia puxado para o lado discretamente quando sentou. Ela conteve o fôlego, sentindo a invasão lenta, constante, centímetro por centímetro.
Então aconteceu o inesperado. Júlia, ajustando-se no sofá, pressionou o outro braço, onde havia um segundo controle. Ela não sabia o que era, apenas tocou acidentalmente enquanto se movia para pegar um livro.
O dildo do lado dela também começou a subir.
Júlia sentiu algo pressionar contra sua calcinha, entre suas pernas. Ela olhou para baixo, para a saia longa que usava, e viu uma protuberância se formando. Seus olhos se arregalaram quando reconheceu o formato. Era o mesmo mecanismo que ela vira na loja, o mesmo que a mãe havia testado.
Ela olhou para Neide, que já tinha os olhos fechados, mordendo o lábio inferior, com vinte centímetros já dentro dela. Júlia queria gritar, queria avisar, mas as colegas estavam ali, conversando, olhando para elas ocasionalmente.
O dildo continuou a subir, lento, inexorável. Júlia sentiu a cabeça entrar, e ela estava tão molhada, tão curiosa desde o dia anterior, que seu corpo recebeu o objeto sem resistência. Ela sentiu-se sendo preenchida, esticada, enquanto tentava manter a expressão normal, folheando um livro que não conseguia ler.
Mãe, ela sussurrou, quase sem voz.
Neide abriu os olhos, vendo a filha corada, ofegante. Ela entendeu imediatamente. Seus olhos encontraram os de Júlia, e houve um momento de pânico compartilhado, mas também de excitação. As duas estavam sendo fodidas pelo mesmo sofá, sentadas lado a lado, separadas por apenas alguns centímetros, enquanto Dona Marta discutia orçamento escolar.
Não diga nada, Neide sussurrou, tão baixo que mal se ouvia.
• Deixa subir. Ninguém vai saber.
Júlia assentiu, tremendo, sentindo o dildo entrar mais, mais, atingindo quinze centímetros, vinte, vinte e cinco. Ela estava cheia, tão cheia, e o pior era que estava gostoso demais. Ela olhou para a mãe, vendo o mesmo prazer refletido no rosto de Neide.
As duas mulheres, mãe e filha, sentadas elegantemente em suas saias longas, com trinta centímetros de silicone grosso enterrados em suas xoxotas, tentavam manter uma conversa normal.
E o orçamento para material escolar? Dona Lúcia perguntou.
Neide respirou fundo, sentindo o dildo pressionar seu ponto G.
• Aumentou... cinco por cento, ela conseguiu dizer, a voz estranhamente aguda.
Júlia estava vermelha, suando levemente na testa, as pernas cruzadas de forma que aumentava a pressão do objeto dentro dela. Ela não conseguia parar. O mecanismo tinha parado de subir, mas ela estava completamente sentada nele, cheia, e cada movimento que fazia massageava seu interior.
Você está bem, querida? Dona Marta perguntou a Júlia.
• Você parece... aquecida.
É o... o clima, Júlia respondeu, tentando sorrir.
• Está abafado hoje.
Neide concordou, usando um folheto para abanar o rosto.
• Muito abafado. Vou abrir a janela depois.
Na verdade, elas precisavam abanar outra coisa. As duas estavam perto do orgasmo, sentadas naquele sofá aparentemente inocente, sendo fodidas silenciosamente enquanto bebiam café e discutiam planejamento escolar.
Neide sentiu a onda chegando. Ela não conseguia evitar. Contraiu os músculos internos, apertando o dildo, e o prazer a atingiu como um raio. Ela gozou, silenciosamente, seus olhos revirando, a boca aberta em um "O" silencioso, enquanto Dona Lúcia explicava algo sobre livros didáticos.
Júlia viu a mãe gozar, viu o rosto contorcido de prazer, e isso a empurrou para o abismo. Ela também gozou, suas unhas cravando no couro do sofá, seu corpo inteiro tremendo, o dildo vibrando sutilmente com suas contrações internas. Ela mordeu o lábio para não gritar, sentindo o orgasmo durar, durar, enquanto o objeto permanecia enterrado nela.
As duas terminaram juntas, ofegantes, suando discretamente, as saias escondendo seus segredos. Dona Marta e Dona Lúcia não notaram nada, apenas acharam que estava calor na sala.
Preciso... preciso ir ao banheiro, Neide disse finalmente, quando conseguiu falar.
• Júlia, vem me ajudar com algo?
As duas se levantaram, cuidadosamente, sentindo os dildos deslizarem para fora de seus corpos, deixando-as vazias, molhadas, com os fluidos escorrendo pelas pernas. Elas mantiveram as saias baixas, escondendo tudo, e caminharam normalmente até o corredor, apesar das pernas bambas.
No banheiro, Júlia trancou a porta e olhou para a mãe.
• O que... o que foi aquilo?
Neide sorriu, ainda corada, ajustando a calcinha.
• Aquilo, minha filha, é o melhor segredo que uma mulher pode ter.
Por que você escondeu isso de mim? Júlia perguntou, não de raiva, mas de curiosidade.
• Por que não me contou?
Porque é... é estranho, Neide admitiu.
• Mas agora você sabe. E quer saber mais?
Júlia assentiu, seus olhos brilhando.
• Eu quero. Eu quero muito.
Nas semanas seguintes, o sofá tornou-se o centro da vida delas. Todas as noites, após o pai dormir, elas se sentavam juntas, cada uma em seu lugar, subindo os dildos, conversando em sussurros sobre o dia enquanto eram fodidas silenciosamente. Às vezes gozavam juntas, outras vezes apenas ficavam cheias, sentindo a pressão constante enquanto assistiam novela.
Júlia descobriu que podia trocar os dildos. Havia um compartimento secreto na base do sofá onde diferentes modelos eram guardos. Ela experimentou um de vinte centímetros mais fino, depois um de trinta e cinco mais grosso, e finalmente, em uma noite em que estava sozinha, ela viu o que estava escondido no fundo do compartimento.
O Colossus.
Era o modelo que Adriana havia mencionado, cinquenta centímetros de puro terror e prazer, com texturas em espiral e um reservatório de líquido branco. Júlia olhou para ele, sentindo-se molhar só de imaginar. Ela queria. Ela precisava.
Ela o instalou no mecanismo, posicionou-se, e pressionou o botão. O monstro começou a subir, e Júlia sorriu, sabendo que sua vida nunca mais seria a mesma.
Enquanto isso, na faculdade, ela havia contado para duas amigas próximas, Mariana e Carla, sobre o sofá "especial" de sua mãe. As amigas não acreditaram até Júlia mostrar fotos do mecanismo. Agora, toda sexta-feira, elas vinham estudar na casa de Júlia, e havia uma competição silenciosa sobre quem sentaria no sofá.
Mariana, uma loira alta de vinte e dois anos, já conseguia sentar no modelo de trinta e cinco centímetros completamente. Carla, uma morena magra, ainda se contentava com o de vinte. Mas todas queriam tentar o Colossus.
Uma noite, enquanto estudavam para provas finais, as três estavam sentadas no sofá, cada uma em seu lugar. Júlia no meio, controlando os mecanismos com um controle remoto escondido. Elas respondiam perguntas de múltipla escolha enquanto os dildos subiam lentamente, entrando em seus corpos, fazendo-as gemer baixinho entre discussões sobre matemática.
Quem acertar a próxima pergunta, Júlia propôs, ofegante já com vinte centímetros dentro dela,
• pode usar o Colossus por cinco minutos.
Mariana e Carla se olharam, competitivas, enquanto tentavam concentrar-se na lógica, sentindo-se sendo fodidas pelo sofá de estudante mais caro e excitante do mundo.
E Neide, espiando pela porta, sorria, sabendo que havia criado uma nova geração de mulheres que entendiam o verdadeiro significado de conforto doméstico.