Amor entre irmas sendo descoberta pelo padrasto



No quarto das irmãs, iluminando dois corpos entrelaçados em uma dança sensual de prazer. Marina e Letícia, duas loiras de pele de porcelana e curvas que faziam qualquer um perder o fôlego, moviam-se em sincronia perfeita sobre a cama de dossel.
O dildo duplo, uma peça de silicone negro de vinte centímetros em cada extremidade, desaparecia e reaparecia entre suas dobras mais íntimas, criando uma simetria obscena de desejo.
— Mais fundo, irmã
— gemia Letícia, seus dedos finos apertando os seios rosados de Marina.
— Estou quase... gozando…vai vai.
— a outra respondia, o rosto contorcido em uma máscara de êxtase.
Elas não notaram quando a porta, mal fechada horas antes, cedeu alguns centímetros. Na fresta, uma sombra imponente paralisou-se. Samuel, o padrastro havia oito anos, sentiu o sangue abandonar o cérebro e correr em massa para baixo.
A visão era surreal: suas duas enteadas, aquelas princesas que ele ajudara a criar desde a adolescência, unidas pelo mais primitivo dos prazeres. O dildo deslizava molhado entre elas, desaparecendo completamente para fora, depois sumindo novamente em carne feminina macia.
Samuel era filho de imigrantes angolanos, sua pica monstro era problema e ele nem podia usar a piscina de tao grande era a sua pica e isso acontecia durante toda a sua vida. Quarenta centímetros de virilidade repousavam agora presos contra sua coxa, pulsando em desacordo com sua mente racional que gritava para ele sair dali. Mas seus pés não obedeciam.
As garotas gozaram juntas, uma sequência de espasmos que fez seus corpos se arquearem como arcos tensos. O dildo ainda estava cravado profundamente quando elas desabaram, ofegantes, em um abraço de exaustão. Samuel notou que elas não o retiraram; simplesmente adormeceram ali, nuas, abraçadas, com aquela ponte de silicone unindo seus sexos inchados de prazer. A cena era tão perversa quanto bela.
Na manhã seguinte, o café da família transcorreu normalmente. Marina e Letícia desceram usando shorts jeans tão curtos que pareciam pintados em suas nádegas e era lindo, os lábios da xoxota delineados contra o tecido desgastado bem socadinhos e tava pra ver os labios da xoxota delas.
Samuel mal conseguia olhar para elas sem sentir o peso de sua excitação retornar.
— Preciso conversar com você — ele puxou a mãe delas para a cozinha.
— Sobre?
— Sobre as meninas. Eu as vi ontem à noite. Juntas.
A mulher suspirou, sem o choque que ele esperava.
— Eu sei, Samuel. Sei há anos. Elas se amam muito amor. Prefiro que seja assim, entre elas, seguras, do que com garotos por aí que não as valorizem.
— Mas elas usam... brinquedos. É... intenso.
— Deixe-as, meu amor.
Eu sofro com sua pica tambem.
Elas são felizes. E felicidade assim é rara.
Samuel concordou em silêncio, embora sua mente traçasse caminhos perigosos. Nos dias seguintes, tornou-se uma rotina: ele as observava.
No jardim, quando elas se bronzeavam de biquíni, se tocando "acidentalmente". Na piscina, quando suas mãos desapareciam debaixo da água turquesa. Ele as via saírem para a rua naquelas roupas indecentes, provocando olhares de todos os homens, sabendo que nenhum daqueles pobres coitados imaginava que as loirinhas de bikini socadinhos só se entregavam uma à outra.
E então veio a noite fatídica.
Samuel subia as escadas quando sons abafados o paralisaram. A porta do quarto das irmãs estava aberta alguns palmos. Ele deveria ter passado. Deveria ter feito barulho. Em vez disso, aproximou-se como um predador.
Marina estava deitada na beirada da cama, pernas abertas, enquanto Letícia ajoelhada entre suas coxas devorava-a com uma predadora animal. A língua rosada deslizava pelo sexo vermelho e inchado de Marina, que mordia o próprio punho para não gritar demais.
— Vem, irmã... me come com essa língua de puta...
— Tão gostosa... tão molhada...
Samuel tosse discretamente.
As duas se ergueram como se tivessem levado choque. Letícia caiu para trás, expondo completamente sua vulva brilhante de excitação. Marina tentou cruzar as pernas, mas apenas conseguiu esfregar sua própria umidade nas coxas.
— P-pai... — gaguejou Marina, o rosto ruborizado de vergonha e desejo não saciado.
— Não se preocupem — Samuel levantou as mãos, entrando e fechando a porta atrás de si. — Eu sei. Há tempo. Sua mãe me contou.
— Você vai contar para alguém? — Letícia perguntou, tentando cobrir os seios com os braços, mas deixando o sexo exposto, hipnoticamente visível.
— Não filhas.
Mas precisam ter mais cuidado. Não se machuquem... na suas xoxotas.
— ele gesticulou vagamente na direção de suas intimidades. — E pensem na mãe. Ela não precisa ver isso.
As garotas assentiram, mas seus olhos não estavam em seu rosto. O volume na calça jeans de Samuel era obsceno, uma tenda que se estendia quase até seu joelho. Marina foi a primeira a ousar:
— Você... está com tesão de nos ver, pai?
— Marina! — Letícia exclamou, embora seus próprios olhos brilhassem.
— É que... é enorme
— a irmã mais ousada continuou, sentando-se e deixando as pernas ligeiramente abertas, oferecendo a visão de seus lábios entreabertos. — Nunca vimos um de verdade tão... grande.
Samuel sentiu a última barreira de sanidade ruir.
— Vocês querem ver?
A pergunta pairou no ar como fumaça. Então, as duas assentiram em uníssono, curiosidade e luxúria misturadas em seus rostos de anjos corrompidos.
Ele desabotoou a calça lentamente. Quando libertou seu membro, as duas soltaram sons de espanto. Era uma torre negra e venosa, grossa como o pulso de um homem adulto, a glande do tamanho de uma maçã, já perlada de pré-ejaculado.
Quarenta centímetros de carne pulsante que faziam o dildo delas parecer um brinquedo de criança.
— que isso pai…
— Letícia sussurrou.
— podemos tocar? — Marina perguntou, já se aproximando.
Samuel assentiu, sentando-se na cama entre elas. O que se seguiu foi uma adoração. As duas loiras, de um lado cada, lambiam aquela coluna de carne como se fosse um santuário. Suas línguas rosadas deslizavam pela veia dorsal, circulavam a glande, uma chupava a cabeça enquanto a outra lambia as bolas pesadas que repousavam em sua coxa. Elas viam estrelas, não pela técnica, mas pela pura magnitude daquilo que consumiam.
— Querem sentir dentro? — ele perguntou, a voz rouca.
Marina foi a primeira. Deitou-se de lado, uma perna erguida, expondo completamente sua entrada molhada. Samuel posicionou-se atrás dela, guiando aquela monstruosidade contra seus lábios menores. Letícia deitou-se por baixo, em uma posição que lhe permitia chupar as bolas dele e o clitóris da irmã simultaneamente.
A penetração foi lenta, quase ritualística. Marina gemia baixinho, seu rosto contorcido entre dor e prazer celestial.
— Está... está entrando... aiiii... está me partindo ao meio...
— Relaxa, princesa — Samuel sussurrava, empurrando centímetro por centímetro. — Deixa entrar.
Quando finalmente estiveram completamente unidos, Letícia podia ver a barriga da irmã se projetar levemente pela pressão interna e o volume aparecendo da barriga com aquele monstro dentro.
Ela lambeu freneticamente o ponto onde o pau grosso penetrava a buceta esticada, saboreando o fluido de ambos.
A outra cena era de puro erotismo: Marina sendo possuída por aquela lança negra, seus seios balançando, o rosto angelical transformado em máscara de puta satisfeita. Ela gozou três vezes antes que Samuel começasse a mover-se com mais força.
Então foi a vez de Letícia. Ela quis sentar de lado, de costas para ele, olhando para a irmã enquanto era penetrada. Samuel a tomou por trás, empurrando com cuidado aquela imensidão em sua carne apertada. Letícia gritou, não de dor, mas de plenitude absoluta.
— Estou... preenchida... não cabe mais nada...
Marina, vendo a irmã ser tomada, aproximou-se e enfiou a língua na boca de Letícia, beijando-a profundamente enquanto o padrastro as unia de outra forma. Uma mão de Letícia encontrou o clitóris de Marina, e assim permaneceram: três corpos em uma corrente de prazer, Samuel movendo-se com precisão cirúrgica entre as coxas da mais nova, Marina ofegante contra seus lábios, todas as barreiras dissolvidas em suor e fluidos.
Quando ele finalmente gozou, foi dentro de Letícia, um volume tal de sêmen que escorreu imediatamente, pingando sobre as coxas de Marina que esperava ansiosa sob elas
— porque agora eram três nesse pacto de carne — desabaram juntas, o amor familiar entre eles e era sexo e desejo gostoso, substituído por algo muito mais vivo, muito mais proibido, e infinitamente mais satisfatório.
A casa permaneceu em silêncio por horas, apenas o som de três respirações pesadas e o cheiro inconfundível de sexo sem limites. Fora, o mundo continuava girando, ignorante da transformação que ocorrera naquele quarto.
Duas irmãs lésbicas haviam descoberto novas dimensões de prazer, e um padrastro angolano finalmente encontrara o lar para sua magnificência reprimida.
Na manhã seguinte, quando desceram para o café, nada havia mudado. E tudo era diferente. Os olhares trocados, os toques "acidentais" sob a mesa, a promessa silenciosa de que aquela seria apenas a primeira de muitas noites.
A mãe sorria, talvez sabendo, talvez apenas feliz por ver sua família em harmonia. E naquele sorriso, havia uma benção não dita: gozem, minhas filhas. Gozem enquanto podem.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amor entre irmas sendo descoberta pelo padrasto

Codigo do conto:
273083

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/09/2026

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