Uma cidade da holanda em que a semana do sexo livre vira um bacanal familiar e uma putaria gostosa

Uma cidade da holanda em que a semana do sexo livre vira um bacanal familiar e uma putaria gostosa

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Adriana morava com os pais numa casa pequena e bem cuidada num bairro calmo de Amsterdã, longe do centro barulhento. As ruas eram estreitas, as casas baixas, e quase não se via movimento depois das seis da tarde. Poucos vizinhos, poucos carros, só o vento e o farfalhar das folhas.

Ela tinha dezoito anos completos havia pouco tempo e ainda se sentia um pouco perdida no corpo que crescera rápido demais.A Semana do Sexo Livre se aproximava. Era tradição antiga da cidade, algo que todos conheciam, mas que poucos falavam abertamente até a data chegar. Todas as moças solteiras entre dezoito e vinte e cinco anos eram obrigadas a participar.

Durante sete dias, qualquer homem podia se aproximar, e elas não podiam recusar. Era lei não escrita, costume que ninguém ousava questionar.Os pais de Adriana estavam inquietos. Naquela noite, depois do jantar, sentaram-se com ela na sala. A mãe, uma mulher de voz baixa e mãos firmes, olhou para a filha com seriedade.— Adriana, você já ouviu falar da semana, não é?— Ouvi. Mas… eu achava que não ia precisar. Eu nunca…O pai interrompeu, a voz grossa:
— Todas participam. Não tem escolha. E você precisa se preparar. Os homens… muitos deles são grandes. Paus grossos, longos, que enchem a mão e mais. Você precisa se acostumar com o tamanho, com a pressão, com a forma como eles empurram até o fundo.Adriana sentiu o rosto esquentar.

Baixou o olhar, as mãos apertando o tecido da saia. A imagem de um homem bem mais velho, de pau grosso e veias saltadas, invadiu sua mente. Ou pior: alguém enorme, que mal coubesse. Seu estômago revirou de medo e de algo quente que ela não queria admitir.A mãe se aproximou e pousou uma mão no joelho dela.— Eu sei que você está com medo.

Medo de pegar alguém muito velho, ou de pau grande demais. É normal. Mas a gente vai te ajudar. Olha…Ela tirou da bolsa um frasco pequeno de gel transparente.— Isso aqui. Você passa por dentro, bem fundo, antes de qualquer coisa. Alivia a dor.
Quando várias picas grandes entram uma atrás da outra, a xoxota incha, arde, fica sensível demais. O gel acalma, lubrifica, deixa tudo mais macio. Usa generosamente. Não economiza.Adriana pegou o frasco com dedos trêmulos. O líquido era frio ao toque.

A mãe continuou, sem rodeios:— E outra coisa: você precisa se masturbar muito mais do que está acostumada. Todos os dias. Várias vezes. Usa os dedos, usa um brinquedo se tiver, mas força a entrada. Abre bem. Estica. Imagina paus grandes, grossos, entrando com força. Faz até doer um pouco, até ficar molhada e aberta. Assim, quando a semana começar, seu corpo não vai se assustar tanto.

A xoxota precisa aprender a receber. Precisa ficar acostumada com a sensação de ser preenchida até o limite.O pai balançou a cabeça em concordância.— Começa hoje. Agora. Vai pro quarto e pratica. Usa o gel. Faz direito. A gente não quer que você chegue lá sem preparo e sofra mais do que o necessário.

Adriana se levantou, o coração batendo forte no peito. Subiu as escadas com o frasco na mão, o medo misturado com uma curiosidade quente e vergonhosa. No quarto, trancou a porta, deitou na cama e, obediente, começou a se tocar exatamente como a mãe tinha mandado: devagar no começo, depois com mais força, empurrando os dedos fundo, imaginando o que viria, o gel frio escorrendo entre suas pernas enquanto a semana se aproximava, inevitável.
Adriana ainda estava no quarto, o frasco de gel frio na mão, quando a mãe voltou com mais coisas. Trazia uma sacola de pano e, dentro dela, objetos que a jovem nunca esperara ver juntos.
Primeiro, dois pepinos grandes, de casca escura e lisa, quase do tamanho de um antebraço. Um media cerca de vinte e cinco centímetros de comprimento e tinha a base bem gorda, quase da espessura de um punho fechado; o outro era um pouco mais fino, mas ainda grosso e reto, com a ponta arredondada. A mãe os lavara e descascara parcialmente, deixando só a parte lisa e úmida.
Depois, tirou da sacola um cabo de sombrinha antiga. Era de madeira escura, polida pelo tempo, comprido — quase trinta centímetros — e grosso no meio, afinando só um pouco nas extremidades. A base era arredondada e pesada, do tamanho de uma bola de tênis pequena. E, por fim, a própria cabeceira da cama: o poste de madeira torneada que subia do chão até o alto da cama, grosso, cilíndrico, com veios profundos e uma ponta arredondada no topo.
— Esses vão te treinar de verdade — disse a mãe, colocando tudo sobre a cama. — O gel primeiro. Muito gel.
Adriana, baixinha, de corpo miúdo e peitos pequenos, sentou-se na beira da cama com as pernas abertas. A inexperiência e o medinho estavam estampados no rosto: olhos arregalados, lábios apertados, bochechas vermelhas. A mãe abriu o frasco e despejou o líquido transparente e frio diretamente entre as pernas da filha. O gel escorreu pela fenda, escorreu para dentro, e a mãe enfiou dois dedos fundidos, espalhando o lubrificante até o fundo do canal, fazendo circular, massajando as paredes internas até que tudo ficasse escorregadio e brilhante.
— Agora o pepino menor. Segura a base e empurra devagar.
Adriana obedeceu. Segurou o pepino pela extremidade mais fina e aproximou a ponta da entrada. A cabeça arredondada pressionou os lábios inchados. Ela empurrou. O gel ajudou, mas ainda assim a abertura ardeu. Centímetro a centímetro o pepino foi entrando, esticando a xoxota, abrindo as paredes internas. Quando a parte mais gorda chegou, Adriana soltou um gemido baixo e apertou os olhos. O pepino estava fundo, quase até a base, e a barriga dela parecia cheia. Ela ficou sentada assim por longos segundos, respirando fundo, sentindo o peso frio e duro lá dentro.
A mãe pegou o pepino maior.
— Tira o primeiro e coloca esse. Mais grosso. Força.
Adriana retirou o primeiro com um barulho molhado. O segundo era maior. A ponta entrou com dificuldade. Ela teve que abrir mais as pernas, empurrar com as duas mãos, balançar o quadril para baixo. O pepino grosso abriu a entrada até o limite; a pele ao redor ficou branca de tensão. Quando finalmente passou o ponto mais largo, o resto deslizou de uma vez, fundo, até a base tocar o corpo dela. Adriana soluçou. As pernas tremiam. A xoxota latejava ao redor do pepino, tentando se adaptar ao volume monstruoso.
— Agora o cabo da sombrinha — ordenou a mãe. — É mais longo e tem a base gorda. Enfia até o fim.
Adriana tirou o pepino com esforço, o gel escorrendo pela coxa. O cabo de madeira era frio e liso. Ela o posicionou, empurrou. A ponta afunilada entrou fácil, mas o meio grosso abriu tudo de novo.
Quando a base arredondada chegou, teve que sentar com força, descendo o corpo sobre o cabo até a madeira sumir quase por completo dentro dela. O comprimento atingia fundo demais; ela sentiu um leve enjôo, a pressão no fundo do útero. Ficou sentada naquilo, pernas abertas, o cabo ereto saindo dela, o rosto vermelho de vergonha e esforço.
Foi então que a porta se abriu. O pai entrou, seguido da mãe. Os dois pararam na frente da cama.
Adriana estava ali, baixinha, pernas abertas, sentada sobre o cabo grosso da sombrinha, o gel brilhando entre as coxas, a xoxota esticada ao redor da madeira. O medinho e a inexperiência estavam claros no rostinho dela: sobrancelhas franzidas, lábios trêmulos, olhos úmidos.
O pai se aproximou, inclinou a cabeça e olhou de perto.
— Está entrando fundo? — perguntou, a voz baixa. — Mostra.
Adriana, envergonhada, ergueu um pouco o quadril e desceu de novo, forçando o cabo ainda mais fundo. O pai observou a entrada esticada, a maneira como a carne se abria e se fechava ao redor da madeira.
— Está certo — disse ele, satisfeito. — Mas ainda está apertada demais. Tira isso e senta na cabeceira.
A mãe ajudou. Adriana se levantou, o cabo saindo com um barulho úmido e longo. O poste da cabeceira era ainda mais grosso, quase do diâmetro de um copo. A ponta arredondada foi posicionada. Adriana se ajoelhou de costas para a cama, abriu as pernas e desceu o corpo lentamente. A madeira fria pressionou a entrada já dolorida. Ela teve que forçar, gemendo, descendo centímetro por centímetro até que o poste grosso desaparecesse quase por completo dentro dela. Ficou sentada ali, as coxas tremendo, a barriga distendida pelo volume, o rostinho vermelho e assustado.
O pai se aproximou mais uma vez, passou a mão pela coxa dela e olhou para a mãe.
— Está indo bem.
A inexperiência ainda aparece na cara dela, mas a xoxota está aprendendo. Deixa ela subir e descer mais um pouco. Depois o pepino grande de novo. Ela precisa aguentar os monstros de verdade quando a semana começar.
A Semana do Sexo Livre começou oficialmente naquele sábado.
Às sete da manhã a porta da frente já estava destrancada, como mandava a tradição. Todas as casas de moças solteiras ficavam abertas. Adriana estava na sala, de camisola fina, quando, pontualmente às oito, bateram.
Um homem enorme preencheu a porta. Angolano, dois metros e trinta de altura, ombros largos demais para a moldura, pele escura e brilhante de suor. Parecia um monstro. E não deu outra: ele já estava com o pau de fora. Grosso, pesado, caído para o lado, e quando ele o segurou para mostrar, mediam quase quarenta e cinco centímetros de comprimento, a cabeça escura e brilhante, as veias saltadas como cordas.
O pai engoliu em seco.
— Moço… isso aí é… grande demais. Minha filha não tem experiência com homem. Posso falar com ela na outra sala primeiro?
O angolano apenas balançou a cabeça e ficou na entrada, o pau ainda exposto, esperando.
O pai puxou Adriana para a cozinha, fechou a porta e falou baixo, o rosto sério:
— Filha… desculpa, mas o cara é um monstro. Quarenta e cinco centímetros. Grosso pra caralho. Quer tentar?
Adriana ficou pensativa alguns segundos, mordendo o lábio. Depois ergueu o olhar.
— Pai, fala pra ele esperar meia hora. Depois ele pode entrar.
O pai franziu a testa, sem entender. Adriana já estava puxando a própria camisola para cima.
— Tira a roupa, pai. Vamos trepar. Pelo menos eu sei que o pau seu não vai me machucar.
Ele ficou sem jeito, olhando para o lado, a voz falhando.
— Adriana…
— Rápido, pai. Lá.
Ele obedeceu. Tirou a calça, a cueca. O pau dele, já meio duro de nervoso, era bem menor que o do angolano, mas ainda assim grosso e familiar. Adriana se deitou no sofá da cozinha, abriu as pernas e puxou o pai para cima dela. O gel que ela ainda tinha usado de manhã facilitou. Ele entrou de uma vez, fundo, e ela soltou um suspiro longo, aliviada.
A mãe apareceu na porta da cozinha e parou. Ficou olhando, sem entender direito o que estava acontecendo. O pai não olhava para ela; estava com o rosto escondido no pescoço da filha, empurrando devagar, o pau entrando e saindo com barulho molhado.
Adriana passou as pernas em volta da cintura dele e falou baixinho, quase no ouvido:
— Goza rápido, pai… senão o pessoal da prefeitura vai querer saber a demora.
Ele acelerou. As estocadas ficaram mais curtas e fortes. Adriana apertou as unhas nas costas dele e gemeu quando sentiu o pau latejar. O gozo veio quente, fundo, enchendo ela. O pai gozou com um gemido abafado, o corpo inteiro tremendo, enquanto ela também gozava em volta dele, a xoxota contraindo e sugando cada gota.
Foi um gozo gostoso, de pai e filha, silencioso e intenso.
Quando ele saiu, o sêmen escorreu pela coxa dela. Adriana se levantou, ainda ofegante, limpou o excesso com a camisola e olhou para a mãe, que continuava parada na porta, muda.
— Meia hora — murmurou ela, arrumando o cabelo. — Agora pode chamar o monstro.
Depois do gozo gostoso e paternal deles, o pai abriu a porta da sala e fez sinal para o angolano entrar.
O homem de 2,30 m atravessou a porta como se o teto fosse baixo demais para ele. O pau ainda estava de fora, agora completamente duro, apontado para o teto como uma torre escura e grossa de quase quarenta e cinco centímetros. Adriana, baixinha, ficou de pé na frente dele e a cabeça dela mal chegava na cintura do homem. O pau monstro ficava bem na altura do rosto dela.
Ele olhou para baixo e falou com voz grave, sotaque carregado:
— Vou tentar enfiar só até a metade, sei que é grande demais pra você… Quer sentar? Assim você controla o tanto que quer entrar, lindinha. Você parece uma princesinha… uma baixinha putinha minha hoje. Posso te chamar de princesa puta?
Adriana engoliu em seco, o rostinho ainda vermelho do sexo com o pai, e balançou a cabeça.
— Tá certo… pode.
O angolano sorriu, se deitou no sofá grande da sala e o pau ficou ereto como um poste. Adriana subiu nele, ajoelhou-se sobre o peito largo e encostou a xoxota molhada na cabeça escura e brilhante. O corpo inteiro dela tremia. As pernas miúdas, a barriga pequena, o rostinho de medo e excitação misturados.
— Antes… chupa um pouco — falou ele. — Senta na minha cara.
Ela obedeceu. Virou o corpo, ajoelhou-se sobre o rosto dele e desceu. A língua enorme e quente do angolano abriu os lábios dela de imediato, entrou fundo, chupou, lambuzou, penetrou até a raiz. Adriana gemeu alto, as mãos apoiadas no peito dele, o quadril tremendo enquanto aquela língua monstruosa a fodia.
Quando ele finalmente a soltou, a xoxota estava escorrendo, inchada e pronta. Adriana se virou de novo, segurou o pau grosso com as duas mãos (nem conseguia fechar os dedos em volta) e posicionou a cabeça na entrada.
— Sobe devagar… — murmurou ela, quase para si mesma.
Desceu. A cabeça escura abriu os lábios com dificuldade. O gel e o gozo do pai ainda ajudavam, mas o diâmetro era absurdo. Centímetro por centímetro ela foi descendo, a carinha franzida, a boca aberta, um gemido longo e trêmulo saindo dela. A xoxota esticava, a pele ficava branca ao redor da grossura, e o pau entrava como uma torre invadindo um buraco pequeno demais.
Quando chegou quase na metade, o angolano parou. Tirou do bolso uma argola grossa de metal e encaixou no pau, bem no meio, como um limite.
— Até aqui. Não passa disso.
Adriana continuou descendo até a argola tocar a entrada. Ficou sentada ali, ofegante, o corpo inteiro tremendo, a barriga ligeiramente marcada pelo volume. O pau latejava dentro dela, grosso demais, fundo demais mesmo pela metade.
Eles começaram a se mover. Ela subia e descia devagar, controlando. O angolano segurava a cintura miúda dela com as mãos enormes. A sala já estava cheia: quinze pessoas tinham entrado sem pedir licença, todos sabiam da pica monstro do angolano e queriam ver. Ficaram em círculo, calados, observando a baixinha sentada naquela torre.
De repente, no meio de um movimento mais forte, Adriana escorregou.
A argola não segurou. O peso do corpo dela e a lubrificação fizeram o pau inteiro sumir de uma vez. Quarenta e cinco centímetros sumiram dentro dela até as bolas baterem no corpo miúdo.
Um silêncio pesado caiu sobre a sala.
— Ninguém se mexe, pessoal — falou o angolano, a voz baixa e firme. — Deixa ela ver se está bem.
Adriana estava com os olhos arregalados, a boca aberta, o ar preso na garganta. As mãos apertavam o peito dele com força. A barriga estava visivelmente distendida, o formato do pau marcado por baixo da pele.
Ela soltou o ar num gemido rouco e assustado:
— Como saio… como saio… isso tá me rasgando…
O angolano riu baixo, as mãos enormes segurando a cintura dela para que ela não se mexesse.
— Calma, princesa puta… sua xoxota aguenta bem. Respira. Deixa ele aquecer aí dentro. Não se mexe ainda.
Adriana ficou parada, o corpo inteiro tremendo, a xoxota latejando e se adaptando à invasão completa, enquanto as quinze pessoas ao redor observavam em silêncio absoluto o momento em que a baixinha tinha engolido o monstro inteiro.
Adriana subiu devagar, o corpo todo tremendo, até a cabeça escura do pau monstro sair com um barulho molhado e pesado. A argola de metal ainda estava no meio do tronco. O angolano a segurou com uma mão enorme e, com a outra, tirou o anel. O metal fez um clique seco. Agora não havia mais limite.
As garotas vizinhas, que tinham entrado junto com o resto da plateia, arregalaram os olhos. Uma delas cobriu a boca.
— isso não é pau de gente. Parece um monstro de cavalo. Como é que cabe numa mulher?
Adriana estava de joelhos sobre ele, a xoxota aberta e vermelha, ainda no formato da tora. O angolano segurou a cintura miúda dela e falou baixo:
— Desce de novo, princesa puta. Sem pressa. Devagar.
Ela obedeceu. A cabeça enorme abriu os lábios outra vez. Centímetro por centímetro o pau voltou a sumir. Dessa vez sem a argola, ele foi até o fundo. Quando as bolas bateram no corpo dela, Adriana soltou um gemido longo e trêmulo. A barriga estava claramente marcada pelo volume. O angolano não se mexeu rápido. Segurou-a ali, deixando a xoxota se acostumar, latejar, aquecer ao redor da grossura absurda. Depois começou a mover o quadril com lentidão quase cruel: subia um pouco, descia até o fundo, girava, empurrava de lado. Cada estocada era profunda, pesada, sem pressa nenhuma. Adriana gemia sem parar, as unhas cravadas no peito largo dele, o rostinho vermelho e molhado de suor.
O sexo durou minutos longos. Só o barulho molhado da tora entrando e saindo, os gemidos dela e o silêncio atento das quinze pessoas.
Quando o angolano finalmente acelerou, foi só o suficiente. Ele tirou o pau quase inteiro, deixou só a cabeça dentro, e gozou. O jato veio forte, grosso, quente. Encheu a barriga dela por dentro e ainda sobrou, escorrendo para fora enquanto ele continuava bombeando. Quando retirou de vez, um litro de porra branca e densa escorreu da xoxota aberta de Adriana, descendo pelas coxas, pingando no sofá.
A sala inteira bateu palmas.
Adriana, envergonhada, tentou cobrir a entrada dilatada com as mãos. A xoxota estava aberta demais, o buraco ainda no formato do pau monstro, a porra saindo sem parar. Foi quando as garotas vizinhas se aproximaram.
— Desculpa, amiga… — disse uma delas, ajoelhando-se entre as pernas de Adriana. — A gente tem essa tradição. Beber porra à vontade. Vamos ter que chupar sua buceta pela primeira vez.
Duas meninas se debruçaram. Uma abriu os lábios dilatados com os dedos e chupou a porra que escorria, a língua entrando fundo para sugar tudo. A outra lambia as coxas e subia até o grelo inchado, chupando com força, puxando o botãozinho entre os lábios. Adriana gemeu, as pernas tremendo, enquanto as amigas e vizinhas se revezavam: língua no grelo, língua dentro, dedos abrindo mais, chupando cada gota.
O pai estava parado no canto, olhando a filha ser chupada por aquelas meninas. O rostinho de Adriana misturava vergonha e prazer. Uma das vizinhas abriu mais as pernas dela e, sem ninguém perceber direito quem foi, um dedo escorregou para trás e penetrou o cu apertado. Adriana deu um solavanco e gemeu mais alto. O dedo mexeu devagar, enquanto as bocas continuavam lambendo e sugando a xoxota cheia de porra.
A mãe também se aproximou. Ajoelhou-se junto com as outras, afastou uma das meninas e chupou um pouco também: a língua da mãe lambia o grelo da filha, subia e descia, engolia a mistura de gozo e lubrificante. O pai continuava observando em silêncio, o olhar fixo na cena da filha sendo devorada por amigas, vizinhas e pela própria mãe.
Adriana estava de pernas abertas, a xoxota ainda aberta e latejando, a porra sendo limpa por várias bocas, um dedo anônimo mexendo no cu, enquanto o angolano, de pé ao lado, sorria e acariciava o pau ainda semi-duro, pronto para a próxima rodada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma cidade da holanda em que a semana do sexo livre vira um bacanal familiar e uma putaria gostosa

Codigo do conto:
275942

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/10/2026

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