Família vai num resort japonês e pai fode a filha na frente da mãe




Família vai num resort japonês e pai fode a filha na frente da mãe

tópicos. Pai e filha, dildo, incesto, resort de swing, dildo chair

Chegamos ao Japão no final da tarde do primeiro dia. A pousada ficava encravada nas montanhas de uma vila antiga, quase milenar, onde a tradição ainda ditava o ritmo da vida. O ar era frio e úmido, cheirava a madeira envelhecida, pinheiro e chá verde. Eu, minha esposa e nossa filha de vinte e um anos — todos brasileiros, de férias — fomos recebidos com reverências baixas e sorrisos contidos. O lugar era lindo: corredores de tatame, portas de papel, banheiras de água quente ao ar livre e, no fundo da propriedade, uma área fechada que a recepcionista mencionou apenas de passagem, com um sorriso discreto.
No segundo dia, depois do café da manhã, a curiosidade começou a apertar. Vimos várias famílias japonesas entrando por uma porta de madeira escura no final do corredor principal. Casais de meia-idade, algumas mais jovens, todas acompanhadas de filhas adultas. Algumas entravam com o rosto sereno, outras com as bochechas coradas. A regra era simples e antiga: naquela área, o amor entre pai e filha era permitido e esperado. Swing familiar. Quem quisesse entrar tinha que aceitar. Turistas podiam, desde que cumprissem.
Eu olhei para as duas. Minha esposa estava sentada no futon, a blusa leve, o cabelo preso. Nossa filha, de short e camiseta, mexia no celular, mas os olhos escapavam de vez em quando para a porta fechada.
— Vocês topariam entrar lá? — perguntei, a voz baixa, quase sem jeito. — Só pra ver. Se não gostarem, a gente sai.
Minha esposa levantou o olhar. As bochechas ficaram levemente rosadas. Ficou em silêncio por alguns segundos, mordendo o lábio inferior.
Nossa filha abaixou o celular. O rosto dela mudou. Os olhos grandes, a boca entreaberta, a vergonha subindo rápida. Ela cruzou os braços sobre o peito, como se já se sentisse exposta.
— Pai… você vai me ver nua. E vai ter outros me olhando. Eu tenho vergonha. Muita.
A voz saiu baixa, quase um sussurro. As orelhas estavam vermelhas. Ela não conseguia manter o olhar em mim.
Minha esposa passou a mão na coxa da filha, carinhosa, e falou baixo, quase só pra mim:
— Ela tem um grelo enorme, amor. Bem maior que o normal. Desde adolescente. Quando fica molhada, incha e aparece. Se a gente entrar… você vai ver.
A frase caiu pesada. Eu engoli seco. O sangue desceu na hora. A imagem mental veio forte: a filha nua, as pernas abertas, aquele grelo grande e sensível exposto. Fiquei com ainda mais vontade de ver.
— A gente tenta? — perguntei de novo, olhando as duas. — Se for demais, saímos. Eu juro.
Elas se entreolharam. Minha esposa assentiu devagar. Nossa filha ficou em silêncio por mais alguns segundos, o peito subindo e descendo rápido, e depois murmurou:
— Tá… a gente tenta.
A porta da área fechada era pesada. Do outro lado, o ambiente era quente, iluminado por lanternas baixas e luz natural que entrava pelas janelas de papel. Sofás enormes de tecido escuro, mesas baixas de madeira, almofadas espalhadas. No centro, várias cadeiras especiais: assentos com dildos fixos, grossos e longos, alguns já brilhantes de uso. As garotas sentavam neles enquanto tomavam chá ou comiam, o corpo se movendo devagar, o rosto ora contido, ora entregue.
A maioria das mulheres e das filhas estava nua. A regra de roupa era simples: saia curta e transparente, ou nada. Quase todas preferiam nada. Peitos à mostra, bundas, xoxotas. Algumas filhas japonesas sentavam no colo de homens mais velhos — não só os próprios pais —, as pernas abertas, o corpo balançando. Algumas faziam cara de nojo, os olhos apertados, a boca fechada em linha fina, o corpo rígido. Outras eram safadinhas: sorrindo, gemendo baixo, segurando os ombros dos homens, o quadril rodando com vontade.
Nossa filha parou na entrada. O rosto dela estava vermelho até o pescoço. Os olhos grandes, a boca entreaberta, a vergonha clara. Ela olhou para o lado, depois para o chão, depois para mim, como se ainda não acreditasse que estava ali. Minha esposa também corou, mas o olhar dela era mais atento, observando tudo, a respiração um pouco mais rápida.
Uma atendente idosa se aproximou, falou em japonês pausado e depois em inglês simples. Explicou as regras de novo: saia curta ou nua. Nós três tiramos a roupa. Eu fiquei só de short, por enquanto. Minha esposa e a filha ficaram nuas. A saia curta e transparente que nos deram quase não cobria nada; a maioria preferia tirar de vez.
Nossa filha ficou parada, os braços tentando cobrir os seios, as pernas juntas. A pele morena, os seios firmes, a cintura marcada. Eu olhei para baixo. A xoxota dela estava lisa. E o grelo… era grande. Mesmo fechada, dava para ver o formato proeminente, grosso, rosado, um pouco mais escuro na ponta. Maior que qualquer grelo que eu já tinha visto de perto. Quando ela se mexeu, nervoso, ele se mexeu junto, inchado só de estar exposta.
Eu não conseguia tirar os olhos. O desejo bateu forte. Queria ver de perto. Queria abrir aqueles lábios e olhar direito.
Uma das filhas japonesas, sentada num dildo grosso enquanto bebia chá, olhou para a nossa. O rosto dela era de nojo contido: sobrancelhas franzidas, boca apertada. Outra, mais nova, sorriu de canto, safada, e abriu mais as pernas de propósito, mostrando tudo.
Minha esposa se aproximou de mim, a voz baixa:
— Está vendo? Ela já está um pouco molhada só de estar aqui.
Nossa filha ouviu. O rosto dela ficou ainda mais vermelho. Ela tentou fechar mais as pernas, mas o grelo grande ainda aparecia, o formato claro entre os lábios. Eu me agachei um pouco, sem tocar, só olhando. O cheiro dela já estava no ar, doce e quente. O grelo era mesmo enorme: grosso na base, a cabeça arredondada, a pele lisa e brilhante. Parecia pedir para ser tocado, chupado, esfregado.
— Pai… — ela murmurou, a voz falhando, os olhos úmidos de vergonha. — Não fica olhando assim… tem gente.
Mas eu continuei olhando. O ambiente inteiro cheirava a sexo e chá. O som de corpos se movendo, gemidos baixos, o barulho molhado de quem já estava sentada nos dildos. Minha esposa passou a mão nas costas da filha, acariciando, e falou baixo:
— Respira. A gente está junto.
Nossa filha assentiu, ainda com a cara de vergonha, as bochechas queimando, os olhos baixos. Eu levantei o olhar para o rosto dela: a boca entreaberta, a respiração rápida, o desejo misturado ao constrangimento. Depois olhei de novo para baixo. O grelo grande, proeminente, já um pouco mais inchado. A xoxota começando a brilhar de seu suco.
Ficamos ali, dentro daquela tradição antiga, o corpo da minha filha nua pela primeira vez na minha frente, e o ambiente inteiro respirando o mesmo desejo proibido que agora também era nosso.
Do nosso lado, um casal chamava atenção. O homem, de uns cinquenta anos, cabelo claro, estava sentado num sofá baixo. No colo dele, uma loira de peitos firmes subia e descia com força. Eu achei, no primeiro segundo, que fosse a esposa. Até ouvir a voz da mulher mais velha, sentada logo atrás, falando em russo com sotaque pesado e depois em inglês quebrado:
— É filha mesmo. Olha como ela está gozando… muito.
A loira gemia alto, a boca aberta, os olhos semicerrados. O pau do pai russo estava atolado até as bolas dentro dela. Cada vez que ela descia, o corpo inteiro tremia, o som molhado ecoava, e um fio transparente escorria pelas bolas dele e molhava o sofá. Ela subia quase até a cabeça e descia de novo, engolindo tudo, gemendo sem parar, a voz alta e quebrada de prazer. As mãos dela apertavam os ombros do pai, as unhas cravadas, o quadril rodando enquanto ela se empalava até o fundo.
Minha esposa olhou e murmurou baixo, quase sem acreditar:
Nossa filha estava sentada numa das cadeiras especiais. O dildo médio de vinte e cinco centímetros já estava dentro dela até a base. As coxas tremiam. O grelo enorme, agora bem inchado e brilhante, roçava no plástico a cada movimento mínimo. Um fio grosso de banho escorria pelo dildo e pingava no chão de madeira. O rosto dela estava vermelho, a boca entreaberta, os olhos úmidos de vergonha e tesão misturados.
Minha esposa se agachou ao lado dela, passou a mão na coxa e perguntou, a voz preocupada e ao mesmo tempo excitada:
— Está doendo nesse dildo, filha?
Nossa filha balançou a cabeça devagar, a respiração ofegante.
— Um pouco… mas… tá gostoso também…
Nesse momento a garçonete apareceu. Japonesa, corpo pequeno e firme, cabelo preso num coque baixo. Ela andava entre as mesas carregando uma bandeja de chá. E entre as pernas dela, um dildo enorme — grosso, longo, quase do tamanho do meu antebraço — estava completamente atolado. A base larga ficava presa no assento interno da saia curta e transparente que ela usava. Ela andava com naturalidade, as coxas se tocando a cada passo, o volume do brinquedo marcando a barriga baixa. Sabia se mover com aquele troço dentro: passos curtos, o quadril um pouco para frente, o rosto sereno, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Nossa filha olhou e, a voz falhando de tesão e curiosidade, perguntou:
— Isso… não dói? Como você anda assim?
A garçonete sorriu de lado, parou na nossa frente e falou em inglês simples, a voz baixa:
— Dói no começo. Depois o corpo acostuma. E o cliente gosta de ver.
Enquanto isso, eu já estava com o pau na mão. Duro, latejando, a cabeça brilhante. Olhei para a filha, o dildo de vinte e cinco centímetros ainda dentro dela, o grelo enorme exposto e molhado, o banho escorrendo sem parar. A cara dela era de puro tesão: olhos semicerrados, boca aberta, as bochechas queimando.
— Filha… o que você acha? — perguntei, a voz rouca. — Quer que a gente… faça aqui? Sexo de verdade. Pai e filha.
Ela olhou para mim. O peito subia e descia rápido. O banho continuava escorrendo pelo dildo. Ficou em silêncio por alguns segundos, a vergonha ainda ali, mas o desejo ganhando. Depois assentiu devagar, quase sem voz:
— Quero… sim, não acredito que vou fazer isso
Não deu tempo de mais nada. Eu me sentei no sofá logo ao lado da cadeira dela. Tirei o dildo dela com cuidado — ele saiu brilhando, coberto do líquido dela — e puxei a filha para o meu colo. As pernas dela abriram sobre as minhas. Segurei o pau na base e encostei a cabeça na entrada já encharcada. Empurrei.
A penetração foi lenta e profunda. A xoxota dela, ainda aberta pelo dildo, engoliu a cabeça com um som molhado. Depois mais, e mais. Eu fui entrando até sentir as bolas tocando a bunda dela. Inteiro. O grelo enorme roçava na minha barriga a cada centímetro. Marina (nossa filha) soltou um gemido alto, a cabeça jogada para trás, as unhas cravando nos meus ombros.
Minha esposa, de pé ao lado, arregalou os olhos. A boca aberta, o rosto em choque e tesão ao mesmo tempo.
— Gente… isso não pode… — ela falou, a voz falhando. — Vocês são pai e filha…
Mas já era. O pau estava dentro. Eu comecei a mover o quadril devagar, subindo e descendo a filha no meu colo. Cada estocada fazia o grelo enorme esfregar, o som molhado ecoar, o banho escorrer mais. Nossa filha gemia sem parar, o rosto vermelho, os olhos semicerrados, o corpo entregue.
Do lado, a garota russa que ainda subia e descia no pau do pai dela olhou para nós e falou, a voz alta e com sotaque, sorrindo de canto enquanto se empalava até as bolas:
— Olha como ela é inexperiente, pai… Toda rígida ainda. Olha o jeito que ela segura… Novinha demais. Vai com calma neles.
O pai russo riu baixo, segurou a cintura da filha e a fez descer com mais força, gemendo junto. Minha esposa continuava olhando, a mão entre as próprias pernas sem perceber, o rosto corado, repetindo baixinho:
— Pai e filha… não acredito
Eu continuei fodendo a nossa filha ali, no meio daquele ambiente, o pau entrando e saindo molhado, o grelo enorme latejando contra mim, enquanto as outras famílias assistiam e a tradição milenar daquela vila se cumpria mais uma vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Família vai num resort japonês e pai fode a filha na frente da mãe

Codigo do conto:
275459

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/10/2026

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