Os irmao que treparam sem querer numa briga boba

Os irmao que treparam sem querer numa briga boba

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A casa dos Yoder ficava no fim de uma estrada de terra, longe o bastante da rodovia para que ninguém passasse por ali sem querer. Lancaster County, Pensilvânia.
Hannah tinha dezenove anos e sabia exatamente qual era o seu lugar. Vestido azul-escuro até o tornozelo, avental branco por cima, o kapp de renda preso no cabelo louro com dois grampos. Nada de corte, nada de maquiagem, nada de espelho além do pequeno no banheiro. Eli, o irmão mais velho, tinha vinte e um e já trabalhava como homem feito no celeiro desde os quinze, com as mãos grossas de calo e um risco branco de sol no lugar onde o chapéu de palha parava.
A casa era pequena. Era isso que fazia as coisas acontecerem.
Naquela quinta-feira o pai tinha ido ao leilão de gado em Strasburg e a mãe tinha descido para a horta com uma cesta no braço. A casa ficou vazia. Só os dois.
Hannah subiu primeiro, com a toalha limpa dobrada no braço, e fechou a porta do banheiro. A água bateu no azulejo frio e ela ficou um tempo parada embaixo dela, com a cabeça baixa, deixando o cabelo colar na nuca. O dia tinha sido quente, o milho alto, o ar parado.
— Não vai, não! — Ela pegou o sabão rápido, como se ele pudesse ver através da madeira. — Já saio, já saio, para de bater!
Do outro lado veio o som de um corpo encostando na porta e um suspiro longo, impaciente, de quem já tinha trabalhado seis horas e estava sujo de farelo e suor até o cabelo.
— Hannah, eu tenho que tirar esse pó de mim antes de ir na serraria.
— Então espera.
— Tô esperando. Tô esperando desde as dez.
Ela desligou o chuveiro de má vontade, com um estalo seco, e ficou ali pingando, molhada dos pés à cabeça, o cabelo escorrendo água pelos ombros. Não tinha toalha para se secar — a toalha estava no braço, e agora o braço estava encostado na porta, e a porta era dele.
— Eli, sério.
— Eu não vou olhar.
— Você vai olhar.
— Fico de costas.
Ela bufou, e destrancou.
A porta abriu e ele estava ali, mais alto que ela uma cabeça inteira, com a toalha branca dobrada na cintura e o peito nu coberto de farelo de milho, o cabelo castanho ainda molhado do lado do rosto. Ele realmente virou o rosto para o lado, com um esforço teatral, e Hannah passou por ele com a toalha apertada contra o corpo, encharcando o assoalho no caminho.
— Pronto — ela disse, empurrando o ombro dele com a mão livre. — Tá liberado. Vai.
Ele entrou e, sem pensar, puxou a porta.
Só que a porta não fechava com ela do lado de fora.
— Eli, a toalha.
— Que toalha?
— A minha. Você tá com a sua, me dá a sua.
— Ué, pega outra.
— Não tem outra, a outra tá no varal, e você sabe disso, você mesmo pendurou ontem.
Ele parou com a mão no registro do chuveiro e olhou para ela pela fresta. Hannah estava no corredor, molhada, com a toalha fina grudada nas pernas, os cabelos escorrendo, os pés descalços num laguinho.
— Pega a minha depois — ele disse.
— Não, agora.
— Hannah.
— Eli.
E foi assim que começou. Ele saiu do banheiro de novo, bufando, com a toalha na cintura, e ela avançou para pegar, e ele puxou a toalha para trás, e ela deu um tapa na mão dele, e ele deu um passo para o lado, e ela empurrou o peito dele com as duas mãos, e ele tropeçou para dentro do quarto dela.

— Sai do meu quarto — ela disse, rindo sem querer.
— Saio quando você me der a toalha.
— É a MINHA toalha.
— Tá no MEU corpo. — Ele ergueu os braços, exibindo-se, e a toalha escorregou um dedo na cintura. — Vem pegar.
Ela veio. Agarrou a ponta da toalha e puxou com força.
O chão do quarto tinha ficado um espelho.
Hannah saiu do banheiro pingando e atravessou o corredor deixando um rastro de gotas no assoalho de pinho,

O pé escorregou para frente. Eli jogou o braço para trás procurando a parede, não achou, e o corpo dele despencou.
Hannah estava de costas para ele, curvada, com os joelhos meio dobrados, o traseiro levantado na direção dele, alcançando a toalha no chão. Nua. Molhada. O cabelo louro pendurado para baixo, os seios balançando com o peso, as costas arqueadas e a coluna aparecendo por baixo da pele branca.
Eli caiu em cima dela.
Não foi um encaixe, foi uma queda. O peito dele bateu nas costas dela, o queixo no ombro dela, e o peso todo dos setenta e cinco quilos empurrou Hannah para frente. As mãos dela escorregaram e ela caiu de bruços na cama, com um "ai!" abafado no colchão, e ele caiu junto, por cima, sem conseguir se firmar.
A toalha dele ficou no chão do outro lado do quarto.
E o pau dele — que já estava duro desde o banheiro, duro de doer, porque ela tinha passado nua por ele — desceu junto e encostou na parte de trás da coxa dela, e escorregou pela coxa, e a coxa estava molhada, e ele escorregou de novo, mais para dentro.
E entrou na xota dela.
Sem mão. Sem guia. Sem ninguém olhando. Entrou de uma vez, meio caminho, com aquele barulho úmido de coisa sendo aberta.
Hannah gritou na hora.
Eli grunhiu como quem leva um soco.
O corpo dela inteiro deu um salto por dentro. As mãos dela cravaram na colcha de retalhos e puxaram o tecido, e a cabeça levantou de uma vez, e o rosto dela ficou virado para a parede, com a boca escancarada e os olhos arregalados no crucifixo de madeira, e nenhum som saindo.
Ele ficou imóvel por cima dela. O peito dele subia e descia contra as costas dela, ofegante. O rosto dele estava enfiado no cabelo dela, no ombro, e o corpo todo estava tenso como uma corda.
— Hannah — ele disse, com a voz esganiçada.
— Entrou.
— Eu sei que entrou.
Ela tentou se mexer. Empurrou o quadril para trás, só para ver, só para medir o tamanho do estrago, e a coisa deslizou mais fundo e ela soltou um "oh" comprido e parou.
— Tá dentro de mim— ela disse,
— Como é que tá dentro?
— Eu caí.
— Você caiu em cima de mim.
— Caiu o meu pé, Hannah, eu juro.
Ela riu. Um riso esquisito, estrangulado, e o riso apertou as coisas por dentro e ele gemeu atrás dela.
— Não consigo.
— Tá me apertando.
— Desculpa. — Ela tentou relaxar e não conseguiu, porque a coisa era grande demais para relaxar. — Tira.
Eli levantou o quadril. Foi devagar, com cuidado, e a coisa saiu um pouco, e o atrito foi tão liso, tão escorregadio, tão bom, que os dois soltaram o ar juntos como se tivessem levado um choque.
— Tira — ela repetiu, e a voz dela não soava nada convencida.
Ele tirou mais um pouco.
Ficaram os dois parados de novo, com ele quase todo para fora, e o quarto cheio do cheiro de sabão e de suor, e a água ainda escorrendo do cabelo dela para a colcha.
— Tá quase — ele disse. — É só mais um pouco.
— Então tira logo.
Ele empurrou em vez de tirar.
Foi sem querer, foi reflexo, mas a coisa entrou toda de novo e Hannah deu um pulo e um gemido de uma vez, e o quadril dela subiu sozinho para cima, procurando, e Eli ficou ali, encaixado até o fim, com as mãos na cama dos dois lados do corpo dela.
— Você fez de propósito, eu nao Fiz nada.
— Você tá dentro de mim de propósito.
Ele riu, e a risada mexeu tudo, e ela fechou os olhos e deixou a cabeça cair na colcha.
— Tá bom — ela murmurou. — Tá bom, tá bom, só... só vai devagar.
— Devagar?
— É.
Ele foi devagar. Tirou quase tudo, voltou. Tirou, voltou. Um ritmo lento, redondo, que fazia o colchão afundar e subir com ele. A cama de solteiro começou a ranger baixinho.
Hannah abriu as pernas um pouco mais, sem perceber que estava abrindo. As coxas dela se afastaram no colchão, e o ângulo mudou, e a coisa começou a passar por um lugar que fazia a barriga dela encolher.
— Assim não — ela disse. — Assim é pior.
— Pior como?
— Pior de bom, Eli. Pior de bom.
Ele não entendeu e ela não explicou. Só enterrou o rosto na colcha e mordeu o tecido, e ele continuou naquele mesmo ângulo, porque o corpo dela estava respondendo, porque a bunda dela subia de leve a cada vez que ele entrava, e porque ela tinha parado de pedir para ele tirar.
Dez minutos antes eles estavam brigando por uma toalha.
Agora o peito dele estava colado nas costas dela, a boca dele aberta contra o ombro dela, os dentes roçando a pele, e a mão dele tinha escorregado pelo colchão até encontrar a mão dela e entrelaçar os dedos, e ela deixou.
— Hannah — ele disse, num sussurro molhado.
— A mãe volta da horta.
Ela levantou a cabeça, com o pânico voltando de uma vez, e o pânico apertou tudo por dentro, e Eli gemeu e parou.
— Não faz isso a gente tem que terminar rápido.
— Rápido, Eli. Vai rápido.
Ele foi rápido. As estocadas ficaram curtas, secas, apressadas, e o baque do corpo dele no dela virou um som constante, "toc, toc, toc", junto com o ranger da cama, e Hannah enfiou a mão na boca e mordeu os próprios dedos.
O quarto inteiro parecia pequeno demais. O ar estava quente, úmido, cheirando a banho e a gente. A janela de seis caixilhos deixava entrar o sol da tarde em três faixas no assoalho, e uma mosca batia no vidro, e nenhum dos dois ouvia.
— Tô perto — ele avisou, rouco.
— Já. Não é minha culpa.
— Tá bom, tá bom, eu também tô, continua.
Ele continuou. Hannah tirou a mão da boca, porque já não conseguia mais abafar nada, e o gemido dela saiu alto e fino, e a perna dela começou a tremer no colchão, e a coisa veio nela primeiro, em três ondas apertadas, e ela choramingou e empurrou o quadril para trás, para cima, para dentro dele.
Eli aguentou mais quatro estocadas.
Na quinta ele travou, com o corpo todo duro, o quadril colado no dela, e o gemido dele saiu abafado contra o ombro dela, e Hannah sentiu o jato quente e o tremor que passou pelas pernas dele, e a mão dele apertou a dela com força até quase doer.
Depois, só a respiração.
O peso dele foi relaxando por cima dela, mole, pesado, e ele escorregou de lado para não esmagar, mas não saiu, e ficou ali, meio deitado nas costas dela, com o rosto no cabelo dela.
— Eli.
— A toalha continua no chão.
— Deixa ela lá.
— A mãe vai perguntar por que a gente tá molhado.
Ele riu, com o nariz no ombro dela.
— Fala que eu caí.

Foto 1 do Conto erotico: Os irmao que treparam sem querer numa briga boba

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os irmao que treparam sem querer numa briga boba

Codigo do conto:
275974

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/10/2026

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