Motorista discreto.
Passageiro pode usar a garota no banco de trás durante todo o trajeto.
Garota jovem, morena, corpo natural, gostosa.
Sexo oral, vaginal, anal (se ela aceitar).
Preço da corrida normal do app. O resto é cortesia.
Vagas limitadas.”
O telefone não parou de tocar.
Em menos de duas horas já tinha mais de trinta mensagens. Homens de todas as idades querendo saber detalhes, mandando foto, perguntando se ela engolia, se fazia anal, se podia gozar dentro, se o pai realmente dirigia enquanto eles comiam a filha.
Carlos selecionou os primeiros.
Na noite seguinte a filha entrou no carro com uma saia curta e sem calcinha, como combinado. O rosto ainda vermelho de vergonha.
O primeiro cliente entrou no banco de trás. Olhou pra ela, sorriu sujo e falou:
— Então é verdade. Posso mesmo foder ela enquanto você dirige?
Carlos olhou pelo retrovisor.
— Pode. Ela já tá sem calcinha.
A filha engoliu seco, o coração batendo forte. O homem já estava abrindo a calça.
E o carro saiu andando pela avenida, com o som molhado e os gemidos baixos começando no banco de trás, enquanto o pai dirigia em silêncio, os olhos no retrovisor o tempo inteiro.
O carro andava devagar pela avenida mal iluminada. No banco de trás, o primeiro cliente já tinha puxado a saia da filha até a cintura. Ela estava sem calcinha, exatamente como o pai tinha pedido. As pernas dela tremiam um pouco quando o homem abriu os joelhos dela com as mãos grossas.
Carlos olhava pelo retrovisor a cada poucos segundos. Via tudo.
O cliente não perdeu tempo. Enfiou dois dedos de uma vez na xoxota já úmida dela e começou a masturbá-la com força, sem carinho. O som molhado encheu o carro. A filha mordeu o lábio pra não gemer alto demais. O rosto dela estava vermelho de vergonha. Estar ali, de pernas abertas, sendo dedada enquanto o próprio pai dirigia, era humilhante demais.
— Porra, tá molhadinha já — falou o homem, rindo baixo. — O pai te treinou bem, hein?
Ela não respondeu. Só virou o rosto pro lado, olhando pela janela enquanto os dedos entravam e saíam com força. Quando o homem tirou os dedos e puxou o pau pra fora, grosso e já duro, ela engoliu seco.
— Senta aqui.
Ele a puxou pelo braço. Ela subiu no colo dele de costas pro banco da frente, de frente pro pai. Carlos viu pelo retrovisor o momento exato em que o pau do estranho sumiu dentro da filha. Ela fez uma careta de dor e prazer misturados quando ele enterrou tudo de uma vez.
O homem segurou a cintura dela e começou a metê-la pra cima e pra baixo com força. A saia ficou toda amassada na cintura. Os seios balançavam dentro da blusa. Cada estocada fazia um barulho molhado e alto. A filha soltava gemidos curtos, tentando segurar, mas não conseguia. O pau grosso abria ela demais.
Carlos dirigia em silêncio, o queixo tenso. De vez em quando o olhar dele encontrava o dela no retrovisor. Ela desviava na hora, com vergonha.
O cliente não durou muito. Segurou a bunda dela com força, enterrou fundo e gozou dentro, gemendo alto. A filha sentiu o líquido quente enchendo ela. Quando ele a tirou do colo, um fio branco escorreu pela coxa dela e manchou o banco.
— Boa menina — falou o homem, arrumando a calça. — Vou chamar de novo.
Carlos só assentiu pelo retrovisor. Deixou o cliente no destino e continuou andando. A filha ficou sentada no banco de trás, as pernas juntas, a saia ainda erguida, o gozo escorrendo. O cheiro de sexo encheu o carro.
— Você aguentou bem — falou o pai, a voz rouca.
Ela não respondeu. Só limpou a coxa com um lenço que tinha na bolsa, o rosto ainda quente.
O segundo cliente entrou quinze minutos depois. Mais velho, calado. Mal sentou e já puxou a cabeça dela pro colo.
— Chupa.
Ela obedeceu. Abriu a boca e engoliu o pau ainda mole, sentindo ele endurecer rápido na língua. O gosto era diferente do primeiro. Mais amargo. Carlos olhava pelo retrovisor enquanto ela chupava, a cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo pelo queixo. O homem enfiava a mão no cabelo dela e forçava mais fundo, até ela engasgar.
Quando estava bem duro, ele a virou de quatro no banco. Levantou a saia e enfiou de uma vez, sem aviso. A filha soltou um gemido abafado contra o banco. O homem meteu com força, segurando o cabelo dela como se fosse um animal. Cada estocada fazia o corpo dela balançar. O pai ouvia o barulho da pele batendo e os gemidos engasgados da filha.
Dessa vez o cliente gozou nas costas dela. Quente, em jatos. Depois limpou o pau na saia dela e desceu do carro como se nada tivesse acontecido.
Carlos continuou dirigindo. A filha ficou ajoelhada no banco por alguns segundos, ofegante, o gozo escorrendo pelas costas e pela bunda. Quando se sentou de novo, as pernas estavam moles.
O terceiro cliente da noite foi o pior.
Entrou rindo, já de pau na mão. Olhou pra ela e falou:
— Ouvi dizer que o pai fica olhando. Isso deixa ele duro?
A filha não respondeu. O homem a puxou pro colo de frente, enfiou nela de uma vez e começou a metê-la com violência, olhando pro retrovisor o tempo inteiro.
— Olha pro pai enquanto eu te fodo — mandou.
Ela obedeceu, envergonhada. Os olhos encontraram os do pai no espelho. Carlos não desviou. Continuou dirigindo, o olhar fixo nela enquanto o estranho a usava com força. Cada estocada fazia os seios dela saltarem. O som era obsceno. Molhado. Alto.
O homem gozou dentro de novo. Quando tirou, o gozo escorreu em quantidade, manchando o banco e a saia. Ele riu, deu um tapa na bunda dela e desceu.
Carlos parou o carro em uma rua escura depois disso. Desligou o motor. O silêncio ficou pesado.
A filha estava sentada no banco de trás, as pernas abertas sem perceber, a xoxota vermelha e escorrendo leite de três homens diferentes. O cheiro era forte. Ela tremia um pouco, de cansaço e de vergonha.
O pai virou o corpo no banco e olhou pra ela.
— Ainda aguenta mais um?
Ela respirou fundo, passou a mão na xoxota molhada, sentindo o gozo alheio escorrendo entre os dedos, e assentiu devagar, a voz baixa e rouca:
— Aguento.
Carlos ligou o motor de novo. O celular já estava vibrando com a próxima corrida.
O celular vibrou de novo. Carlos olhou a tela e aceitou a corrida sem hesitar. O destino era um endereço residencial a uns vinte minutos dali. Quando parou em frente ao prédio, a porta traseira abriu e entrou uma mulher.
Alta, uns trinta e poucos anos, cabelo preto liso, corpo atlético marcado pela calça jeans justa e pela blusa preta que apertava os seios. Ela carregava uma bolsa média de ombro. Mal sentou e já olhou direto pra filha no banco ao lado.
— Então é verdade — falou, a voz grave e segura. — O anúncio não mentiu. Você é bem mais gostosa ao vivo.
A filha engoliu seco. Ainda sentia o gozo dos três homens anteriores escorrendo devagar entre as coxas. A saia curta estava úmida. A mulher sorriu de lado e abriu a bolsa. De dentro tirou um cinto de couro preto com um pau de silicone grosso, veado, de uns vinte centímetros, já engatado.
— Eu vim preparada. Quero te foder direito. Seu pai pode dirigir devagar.
Carlos olhou pelo retrovisor. A filha estava vermelha, mas não disse não. A mulher já estava tirando a calça e a calcinha ali mesmo, no banco de trás. A buceta dela era depilada, os lábios grossos e escuros. Ela passou o cinto pela cintura, apertou as fivelas e o strapon ficou ereto na frente do corpo, balançando pesado.
— Tira essa saia e deita de quatro — mandou, sem pedir.
A filha obedeceu. Ajoelhou no banco, de costas pra mulher, a bunda empinada, a xoxota ainda escorrendo leite dos clientes anteriores. A mulher passou a mão entre as pernas dela, sentindo a bagunça molhada.
— Nossa… já te usaram bastante hoje, hein? Tá cheia de porra.
Sem mais conversa, ela posicionou a cabeça grossa do strapon na entrada da filha e empurrou. Devagar no começo, sentindo a resistência. A filha mordeu o braço do banco pra não gritar. O pau de silicone era mais grosso que os dos homens. Abria ela com força. Quando a mulher enterrou até o fim, as duas soltaram um gemido.
Carlos dirigia devagar, o olhar grudado no retrovisor. Via a filha de quatro, a bunda balançando cada vez que a mulher metia. O strapon sumia e aparecia, brilhando de porra e de lubrificação. O barulho era molhado e alto. Cada estocada fazia a filha gemer abafado.
A mulher segurou o cabelo dela com uma mão e começou a meter com vontade. Estocadas longas e fortes. A outra mão desceu e começou a esfregar o grelo da filha em círculos rápidos.
— Gosta de apanhar de mulher também, putinha? — falou, a voz rouca. — Responde pro seu pai ouvir.
— Gosto… — a filha soltou, a voz quebrada.
A mulher riu e meteu mais fundo, quase saindo inteiro pra enfiar de uma vez de novo. O corpo da filha balançava inteiro. Os seios pendiam e balançavam dentro da blusa. A cada estocada o strapon fazia um barulho obsceno de carne molhada. A porra dos homens anteriores escorria pela base do pau de silicone e pingava no banco.
Carlos apertou o volante com força. O pau dele estava duro dentro da calça. Via tudo. Via a filha sendo fodida por uma mulher, o rosto dela contraído de prazer e vergonha, a boca aberta, saliva escorrendo.
A mulher mudou de posição. Tirou o strapon de dentro, virou a filha de barriga pra cima e abriu as pernas dela ao máximo. Enfiou de novo, agora de frente, e começou a meter com força enquanto se debruçava pra beijar a boca dela. O beijo era molhado, dominante. A língua da mulher invadia a boca da filha enquanto o strapon entrava e saía sem parar.
— Seu pai tá olhando — sussurrou a mulher contra a boca dela. — Olha pra ele enquanto eu te fodo.
A filha obedeceu. Os olhos encontraram os do pai no retrovisor. Carlos não desviou. Continuou dirigindo em primeira marcha, quase parando, só pra ver melhor. A mulher metia com força, a base do strapon batendo na buceta da filha com estalos molhados. O grelo dela estava inchado e vermelho. A cada estocada um gemido mais alto escapava.
A mulher aumentou o ritmo. Segurou as coxas da filha e fodeu sem piedade. O som encheu o carro. A filha começou a tremer. As pernas queriam fechar, mas a mulher não deixava. Continuou metendo e esfregando o grelo com o polegar até a filha gozar. O corpo dela se arqueou, um gemido longo e agudo saiu da garganta, e a xoxota apertou o strapon com força, soltando mais líquido.
A mulher não parou. Continuou metendo durante o orgasmo inteiro, prolongando, fazendo a filha se contorcer no banco. Só quando os tremores diminuíram é que ela tirou o pau de silicone devagar. Estava brilhando, coberto de porra e de gozo.
Ela limpou o strapon na coxa da filha, guardou na bolsa e se vestiu como se nada tivesse acontecido. Quando o carro parou no destino, ela abriu a porta, olhou pro pai pelo retrovisor e falou:
— Vou chamar de novo. Essa sua filha é boa demais.
Desceu e foi embora.
Carlos ficou parado alguns segundos. A filha ainda estava deitada no banco de trás, as pernas abertas, a xoxota vermelha e latejando, o strapon tinha deixado ela ainda mais aberta e molhada. O cheiro de sexo estava ainda mais forte.
Ele virou o corpo e olhou pra ela.
— Aguentou bem.
A filha respirou fundo, passou a mão entre as pernas, sentindo o quanto estava sensível, e murmurou, a voz rouca de tanto gemer:
— Ainda tem mais alguém na fila?
Carlos olhou o celular. Três mensagens novas esperando.
— Tem.
Ele ligou o motor de novo.
O próximo cliente entrou no carro com um sotaque pesado. Era um angolano alto, ombros largos, pele escura, uns trinta e cinco anos. Mal sentou no banco de trás e já olhou pra filha com um sorriso lento.
— Então é essa a menina do anúncio…
Ele abriu a calça sem pressa. O que saiu dali fez a filha abrir a boca em silêncio. O pau era absurdo. Grosso como o pulso de um homem, veias grossas saltadas, e comprido demais. Quarenta e dois centímetros medidos depois, quando o próprio pai, assustado, passou a mão pra confirmar. A cabeça era enorme, brilhante, já pingando.
Carlos engoliu seco no banco da frente.
— Isso aí… não vai caber.
O angolano riu baixo.
— Cabe. Só precisa de tempo.
Ele puxou a filha pelo braço. Ela estava sem calcinha, a saia já erguida. Quando a cabeça grossa encostou na entrada dela, a xoxota ainda inchada e molhada dos clientes anteriores, ela soltou um gemido de medo. O homem empurrou. A cabeça abriu ela com dificuldade. A filha agarrou o banco com força, os olhos marejados.
— Ai… dói…
Carlos olhou pelo retrovisor e viu o pau enorme tentando entrar. A xoxota dela esticava ao máximo, a pele clareando ao redor. Ele freou o carro na primeira rua escura que apareceu e desligou o motor.
— Para. Vai rasgar ela.
O angolano não tirou. Continuou empurrando devagar, centímetro por centímetro. A filha choramingava, a respiração curta, as unhas cravadas no banco. Quando metade já estava dentro, ela soltou um gemido agudo. O pau continuava entrando. O volume era demais. A barriga dela chegava a marcar por fora.
Carlos virou o corpo no banco, o rosto tenso.
— Devagar, caralho. Ela não aguenta isso tudo de uma vez.
O angolano assenti u, mas não parou. Empurrou mais. A filha estava tremendo, a xoxota esticada ao limite, quase rasgando. Lágrimas escorriam pelo rosto dela. Quando ele finalmente enterrou tudo, os quarenta e dois centímetros sumiram dentro dela. A base grossa batia na pele. Ela estava completamente aberta, o ventre distendido.
— Pronto… agora senta.
Ele a puxou pro colo de frente. A filha desceu devagar, gemendo alto a cada centímetro que voltava a entrar. Quando sentou até o fim, o pau inteiro dentro, ela soltou um choro baixo. Estava cheia demais. Qualquer movimento mínimo fazia doer e arder ao mesmo tempo.
O angolano segurou a cintura dela e começou a subir e descer o corpo dela no pau. Estocadas curtas no começo. A xoxota fazia um barulho molhado e estalado a cada vez que ela descia. Carlos ficava olhando, o coração batendo forte, com medo de ela se machucar de verdade. A cada descida mais profunda a filha gemia, a voz quebrada.
— Tá… tá rasgando… pai…
— Respira, filha. Devagar.
O angolano aumentou o ritmo aos poucos. Logo estava metendo com mais força, a bunda dela batendo na virilha dele com estalos altos. O pau enorme entrava e saía brilhando, coberto de lubrificação e de porra antiga. A xoxota dela estava vermelha, inchada, aberta demais. Cada vez que ele puxava até quase sair, a entrada dela ficava aberta, redonda, antes de engolir tudo de novo.
Depois de vários minutos ele tirou o pau de dentro. A filha caiu pro lado, ofegante, a xoxota latejando e aberta. O angolano não terminou. Virou ela de quatro no banco, separou as nádegas e encostou a cabeça grossa no cuzinho apertado.
Carlos viu pelo retrovisor.
— Não. Isso aí é grande demais pro cu dela.
O angolano só cospiu na mão, passou no pau e começou a empurrar. A filha gritou. O cuzinho abriu com dificuldade extrema. A cabeça entrou aos poucos, esticando a pele ao máximo. Ela chorava de verdade agora, o rosto afundado no banco. Carlos apertou o volante, mas não mandou parar. Só ficou olhando.
Centímetro por centímetro o pau enorme foi sumindo no cu dela. Quando chegou na metade ela já estava soluçando. Quando enterrou tudo, a filha soltou um gemido longo e rouco, o corpo inteiro tremendo. Estava completamente atravessada. O volume era absurdo. A barriga marcava por fora de novo.
O angolano começou a meter. Estocadas longas e profundas. O pau saía quase inteiro e entrava de uma vez, abrindo o cu dela sem piedade. O barulho era obsceno. A filha gemia e chorava ao mesmo tempo, a saliva escorrendo pelo queixo. Cada estocada fazia o corpo dela balançar inteiro.
Ele durou bastante. Quando gozou, enterrou até o fundo e jorrou lá dentro, enchendo o cu dela com jatos quentes e pesados. A filha sentiu o líquido quente invadindo fundo demais. Quando ele tirou o pau, o cuzinho dela ficou aberto, redondo, e o gozo branco começou a escorrer em quantidade, descendo pela xoxota e pelas coxas.
O angolano arrumou a calça, satisfeito.
— Essa menina aguenta pau de verdade. Vou voltar.
Desceu do carro.
Carlos ficou em silêncio por longos segundos. A filha ainda estava de quatro no banco, o cu aberto e escorrendo, a xoxota vermelha e batendo, as pernas tremendo sem controle. Ele estendeu a mão e tocou a coxa dela com cuidado.
— Ainda tá inteira?
Ela virou o rosto, os olhos vermelhos, a voz rouca e baixa:
— Tá… doendo tudo… mas ainda aguenta mais se precisar.
Carlos olhou o celular. Já tinha outra mensagem esperando. Ligou o motor devagar e saiu andando de novo pela noite.


