Num concurso de cosplay meu pai me comeu na frente de todos sem ninguém perceber



Num concurso de cosplay meu pai me comeu na frente de todos sem ninguém perceber

tópicos. pai e filha, cosplay sexy, plug, sexo escondido


Irene tinha vinte e um anos e o coração batia forte demais naquela manhã em São Paulo. Pela primeira vez iria participar de uma competição artística de cosplay. O evento era no imenso prédio da Bienal, no Parque Ibirapuera, e ela tinha escolhido o traje da guerreira lunar de um mangá que adorava: um conjunto de super-heroína ultraleve, de tecido brilhante e quase transparente, colado ao corpo como uma segunda pele.
O problema era o tamanho. A fantasia estava dois números menor. Quando ela puxou o maio fino colante pelas coxas, o tecido fino e liso subiu, subiu, e enfiou-se fundo entre os lábios da buceta. A xoxota ficou atoladinha, o tecido entrando até o final, pressionando o clitóris e afundando no meio da fenda molhada. Cada movimento fazia o material deslizar mais para dentro, esfregando a entrada com uma pressão constante e obscena.
O top era igualmente apertado, os seios esmagados, os bicos duros marcando o tecido quase transparente. As meias longas subiam até a raiz das coxas, e a capa curta quase não cobria nada.
Ela se olhou no espelho do quarto e sentiu o rosto esquentar. A bunda arredondada estava completamente marcada, o tecido sumindo entre as nádegas. A xoxota saltava pra fora do maio, o caminho da costura afundado profundamente entre os lábios inchados.
— Mãe… vem ver — chamou, a voz um pouco trêmula.
A mãe entrou e parou. Os olhos percorreram a filha de cima a baixo. O maio era tão pequeno e tão justo que dava para ver os labios e a vulva dela, o tecido branco brilhante sumindo dentro dela.
—Irene… está lindo. De verdade. Você não está com vergonha, né? No ano passado quase todas as meninas estavam assim. Algumas ainda mais apertadas.
Irene mordeu o lábio e girou de lado, mostrando o perfil. O tecido se esticou ainda mais, entrando mais fundo. Uma pequena mancha úmida já começava a aparecer.
— Será que o pai vai gostar de me ver assim vestida de heroína japonesa? Eu adoro, mãe… adoro como fica.
A mãe sorriu, um sorriso meio cúmplice.
— Vamos chamar ele.
O pai entrou no quarto e travou. Os olhos desceram imediatamente para o maio fino dela. A filha estava de pé, as pernas levemente abertas, o tecido branco afundado profundamente na xoxota, marcando cada detalhe: os lábios externos, a fenda, até o começo do clitóris. Dava para ver o volume da buceta atolada, o material sumindo dentro dela como se tivesse sido enfiaram de propósito.
— Filha… isso não dói? — perguntou ele, a voz rouca.
Irene balançou a cabeça, um leve rubor no rosto.
— Não, pai. Só aperta… e fica bem enfiado eu sei.
Ela passou a mão pela frente, pressionando o tecido ainda mais fundo. O pai engoliu em seco. A mãe observava os dois em silêncio.
— Está… impressionante — murmurou o pai. — Se é o que você quer, a gente vai. Você está linda.
Eles saíram de casa já com Irene vestida. No elevador do prédio enorme do evento, as pessoas olhavam. Algumas discretamente, outras abertamente. E a fantasia das garotas continuava enfiado até o fundo; a cada passo o tecido esfregava a entrada da buceta, molhando mais. Quando entraram no hall, o público aplaudiu. Câmeras clicaram. Outras garotas estavam igualmente apertadas, algumas com fantasias ainda mais reveladoras. Os pais de Irene trocaram um olhar: era exatamente como a mãe dissera.
Mais adiante havia um estande vendendo acessórios “para completar fantasias mais simples”: plugs e dildos de vários tamanhos, em cores que combinavam com os trajes. Várias competidoras faziam fila, comprando e se afastando para cantos mais escondidos.
Irene parou na frente do estande. Escolheu um plug pequeno, de silicone macio e brilhante, da mesma cor do traje. O coração batia forte.
— Mãe… me ajuda?
A mãe entendeu. Os dois se afastaram para um canto menos iluminado, atrás de um painel de exposição. O pai ficou a alguns metros, observando, o rosto tenso, a respiração já pesada.
Irene abaixou o maio o mínimo necessário. A xoxota apareceu vermelha e inchada, o tecido tinha marcado profundamente a pele. A mãe tirou o plug da embalagem, passou um pouco de lubrificante e se ajoelhou.
— Respira fundo, filha.
Os dedos da mãe abriram os lábios já úmidos. O plug pressionou a entrada e começou a entrar, centímetro por centímetro. Irene gemeu baixinho, as pernas tremendo. O objeto sumiu dentro dela até a base. A mãe ajeitou o maio de volta. O tecido agora tinha um volume extra; o plug empurrava a buceta para fora, fazendo o maio dela ficar ainda mais esticado e transparente.
O pai ficou parado a poucos metros, o corpo rígido, os olhos presos na cena. Quando a mãe ajoelhou e abriu os lábios já inchados e úmidos da filha, ele sentiu o sangue descer de uma vez. A calça apertou na virilha de forma quase dolorosa. Viu o plug brilhante pressionar a entrada rosada, sumindo centímetro por centímetro enquanto Irene mordia o lábio e soltava um gemido baixo. Cada empurrão da mãe fazia a buceta da filha se abrir e depois se fechar em volta do objeto, engolindo-o até a base.
Ele engoliu em seco. A respiração ficou irregular, o peito subindo e descendo rápido. A mão direita se fechou em punho ao lado do corpo, os dedos tremendo. Queria se aproximar, mas ficou imóvel, só observando. O shortinho branco ainda estava puxado para o lado, a xoxota completamente exposta, vermelha, brilhante de lubrificante e saliva. Quando o plug desapareceu por completo e a mãe ajeitou o tecido de volta, o volume ficou evidente: a buceta agora estava mais cheia, mais proeminente, o shortinho esticado ao máximo, o contorno do plug marcando por baixo.
O pai sentiu o pau latejar forte dentro da calça. Uma mancha úmida já começava a se formar no tecido. Os olhos percorriam a filha de cima a baixo — as coxas tremendo levemente, o shortinho enfiado fundo, a capa curta quase não cobrindo nada — e ele não conseguia desviar o olhar. A boca estava seca. Quando Irene se endireitou e sorriu para ele, o rosto corado, ele só conseguiu balançar a cabeça devagar, a voz presa na garganta.
— Porra… — murmurou baixinho, quase para si mesmo.
A excitação era visível demais. O volume na frente da calça se destacava sem pudor, e ele precisou ajustar a postura, tentando disfarçar sem sucesso. Continuou olhando para a filha enquanto ela caminhava em direção ao corredor, cada passo fazendo o plug se mexer lá dentro e o shortinho se aprofundar ainda mais entre os lábios. O pai ficou alguns segundos parado, o coração batendo forte, antes de seguir os dois, a mente completamente tomada pela imagem da filha sendo preenchida na sua frente.
Irene se endireitou. O maio atolado brilhava, o volume do plug bem visível, o tecido molhado colado à pele. Ela sorriu para os dois, o rosto corado, os olhos brilhando talvez ela tenha votos.
— Agora estou completa. Arde mais posso ganhar.

— Vai, guerreira. O concurso está te esperando.
E Irene caminhou em direção ao palco, cada passo fazendo o plug se mexer lá dentro, o maio dela entrando ainda mais fundo, enquanto o público e os pais observavam a heroína japonesa atravessar o corredor sob aplausos.

Depois de atravessar o corredor sob aplausos, Irene subiu no palco. As luzes bateram forte no tecido branco brilhante. O shortinho estava tão enfiado que a xoxota saltava em alto-relevo, o volume do plug empurrando os lábios para fora, a costura sumindo completamente entre eles. Cada passo fazia o objeto se mexer lá dentro, pressionando as paredes sensíveis. Ela sentia arder — um ardor gostoso, quente, que se misturava com a umidade que já escorria e manchava o tecido por dentro.
Quando chegou ao centro do palco, o público esperava a pose. Irene abriu as pernas um pouco mais, rebolou devagar, os quadris girando de um lado para o outro. O plug se deslocava com o movimento, esfregando o ponto mais fundo, fazendo a buceta latejar. Ela rebolava de propósito: cada balanço valia ponto na categoria “presença de palco” e “fidelidade à personagem”. O tecido molhado colava ainda mais, transparentando a forma do plug por baixo. Uma pequena fileira de líquido brilhante escorria pela parte interna da coxa.
No meio da apresentação, o plug escorregou um milímetro. Irene, sem sair do personagem, levou a mão direita até a frente do shortinho. Com os dedos, apertou e ajeitou o objeto de volta, empurrando-o mais fundo até a base. O público viu o gesto. Algumas pessoas acharam que era só um ajuste de fantasia. Outras, mais atentas, perceberam o volume se mexendo sob o tecido.
Ao lado, outra competidora esperava sua vez. Era uma garota de cabelos pretos, fantasiada de guerreira de armadura mínima. Ela tinha colocado um dildo grosso, e a base larga ficava claramente visível sob o shortinho preto colado: um círculo rígido marcando o tecido, a forma cilíndrica empurrando a buceta para frente. Quando ela andava, dava para ver a base se mover. Duas garotas próximas, ainda de civil, olhavam sem entender:
— O que é aquilo na frente dela?
— Acho que é parte da armadura… ou um acessório.
Elas não faziam ideia de que era a base de um dildo completamente enfiado.
Mais adiante, outra competidora chamava atenção. Vestia uma fantasia de vampira inspirada em Wandinha: quase só fios pretos finos cruzando o corpo nu. Dois fios passavam entre as pernas, sumindo completamente na xoxota, enfiados até o talo. A pele ao redor estava marcada, os lábios abertos e inchados pelo tecido fino que entrava fundo. A cada passo os fios se apertavam mais, puxando a buceta para trás e para frente. O público via claramente a fenda aberta, o tecido preto desaparecendo dentro dela. Algumas meninas próximas cochichavam, sem entender direito o que estavam vendo, só que a fantasia estava “muito enfiada”.
Irene terminou sua apresentação rebolando mais uma vez, o plug latejando fundo, a xoxota molhada e latejando. Desceu do palco com as pernas um pouco trêmulas, o shortinho ainda mais transparente de tanto líquido. O pai e a mãe a esperavam na lateral. O olhar do pai estava fixo na mancha úmida e no volume que se movia sob o tecido a cada passo dela.
O pai estava com o pau tão duro que doía dentro da calça. Assim que Irene desceu do palco, ainda ofegante e com as coxas úmidas, ele a puxou com carinho pelo braço.
— Vem, filha… descansa um pouco no colo do pai. Você se esforçou demais.
Eles eram sempre muito amorosos. Irene sorriu e se deixou guiar até o sofá largo na área de espera, um pouco afastado do fluxo principal de gente. A mãe e algumas amigas de cosplay estavam sentadas bem na frente, conversando e rindo, de costas para eles. Ninguém prestava atenção nos dois.
Irene se sentou de lado no colo dele, as pernas juntas. Só então percebeu que tinha esquecido: havia tirado o plug no banheiro minutos antes e ainda estava completamente aberta e encharcada. A xoxota latejava, quente, escorrendo. Quando o peso do corpo dela desceu, ela sentiu algo rígido cutucar bem no meio dos lábios. Não falou nada. Só ajeitou a postura, fingindo que estava só se acomodando.
O pai respirou fundo contra o pescoço dela. Com a mão esquerda, abriu o zíper devagar, sem que ninguém notasse. O pau saltou para fora, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele ajeitou o shortinho dela para o lado com dois dedos e posicionou a glande bem na entrada molhada.
Irene continuava sorrindo, conversando normalmente com a mãe e as amigas:
— Achei que fui bem… o público reagiu legal, né?
Enquanto falava, sentiu a cabeça larga do pau do pai pressionar e começar a entrar. O calor, a pressão, o tamanho. Ela engoliu em seco, mas não interrompeu a conversa. Só olhou por cima do ombro, rápido, e encontrou o olhar dele. Soube exatamente o que estava acontecendo. Não podia fazer nada. Só curtir.
O pau foi entrando aos poucos. Centímetro por centímetro. Era grosso demais, e os 38 centímetros pareciam não acabar nunca. A xoxota dela, ainda aberta e escorregadia do plug, engolia tudo com dificuldade. Irene sentia as paredes se esticarem ao máximo, o ardor misturado com um prazer tão intenso que as pernas tremiam. Continuava sorrindo para a frente, respondendo as amigas, enquanto o pau do pai avançava mais fundo, mais fundo, até que as bolas bateram na bunda dela.
Ele estava completamente atolado até o final.
Irene soluçou baixinho, o som quase inaudível. Os olhos marejaram de puro excesso. O pau grosso latejava dentro dela, preenchendo cada milímetro. O pai passou o braço em volta da cintura dela, carinhoso, como se só estivesse abraçando a filha. Começou a se mexer devagar, quase imperceptível, só pequenos empurrões curtos que faziam a cabeça do pau esfregar o fundo do útero dela.
Medo e tesão se misturavam. Qualquer um que olhasse de lado veria só uma filha sentada no colo do pai, conversando. Ninguém via o pau de 38 centímetros enterrado até o talo, a xoxota dela escorrendo em volta da base, as contrações involuntárias que apertavam o pau dele a cada palavra que ela conseguia pronunciar.
— Tô bem, mãe… só um pouco cansada — disse Irene, a voz um pouco embargada, enquanto o pai dava mais um empurrão fundo e ela soluçava de novo, o corpo inteiro arrepiado.
E assim a família curtia junto com um amor gostoso e lindo

fim

Foto 1 do Conto erotico: Num concurso de cosplay meu pai me comeu na frente de todos sem ninguém perceber

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Num concurso de cosplay meu pai me comeu na frente de todos sem ninguém perceber

Codigo do conto:
275522

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/10/2026

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