As festa do pijama que terminou com filha e primas numa suruba com o pai




As festa do pijama que terminou com filha e primas numa suruba com o pai

tópicos. Pai e filha, pepinos, abobrinhas, primas lesbicas,


Adriana tinha vinte e um anos, cabelo castanho longo sempre solto, corpo baixo e cheio de curvas suaves. As pernas curtas e firmes, a bunda redonda, os seios medianos que marcavam sob a camiseta fina de dormir. Suas primas — Letícia, de dezenove, Camila, de vinte, e Beatriz, de dezoito — dormiam na casa dela quase toda semana. Estudavam juntas até tarde, riam baixo, falavam de rapazes e também de meninas, sem nunca esconder o quanto gostavam dos dois. Na frente de qualquer um eram só primas quietas. À noite, entre quatro paredes, viravam outra coisa.
Naquela sexta a mesa da sala estava cheia de cadernos e canetas. Já passava da meia-noite. Adriana fechou o livro de anatomia, olhou para as três e sorriu de canto.
— A gente é quatro… e se a gente fizer uma competição? Quem enfia mais fundo. Qualquer coisa. A partir de hoje.
Letícia mordeu o lábio. Camila já estava rindo. Beatriz ficou vermelha, mas os olhos brilharam. Em cinco minutos estavam na cozinha, abrindo a geladeira. Quatro pepinos grandes, firmes, daqueles de salada. Adriana escolheu o mais grosso: quase cinco centímetros de diâmetro na base, casca verde escura e lisa, ponta arredondada. Letícia pegou um um pouco mais longo. Camila e Beatriz ficaram com os outros dois, todos pesados na mão, gelados ainda.
Voltaram para o quarto. As quatro de shortinho de dormir curto, sem calcinha por baixo, só a camiseta larga. Adriana tirou o short e sentou na beira da cama de casal. O pepino ficou em pé no colchão, apoiado numa toalha dobrada para não escorregar. Ela abriu as pernas, afastou os joelhos até as coxas tremerem, e olhou para baixo. A xoxota já estava brilhando de gel natural, os lábios inchados e úmidos, o clitóris saltado. Segurou o pepino com as duas mãos, posicionou a ponta contra a entrada e desceu o quadril devagar.
O primeiro contato fez ela fechar os olhos. A casca fria e lisa abriu a carne quente. Ela desceu mais, sentindo a grossura esticar as paredes internas. O gel escorria pelas laterais do pepino, brilhando sob a luz do abajur. Adriana mordeu o lábio inferior, as sobrancelhas franzidas de concentração e prazer. Desceu outro centímetro. Depois outro. O gemido saiu baixo, arrastado. Quando o pepino já estava quase na metade, ela parou, respirou fundo, e deu uma socada curta para baixo. O objeto sumiu mais fundo. O ventre dela tremeu. As outras três olhavam sem piscar.
Letícia foi a segunda. Sentou de frente para Adriana, abriu as pernas largas, os pés plantados no colchão. O shortinho ficou jogado ao lado. A xoxota dela era mais rosada, já pingando. Encostou a ponta do pepino e desceu de uma vez só, gemendo alto quando a grossura abriu caminho. A casca sumia centímetro por centímetro. Letícia jogou a cabeça para trás, boca aberta, e começou a quicar devagar, socando o pepino para dentro. Cada descida fazia um barulho molhado. O gel escorria pela base do legume e manchava o lençol. Ela olhou para Adriana com os olhos semicerrados e sussurrou:
— Mais fundo que você.
Camila riu e se posicionou. O pepino dela era o mais grosso dos quatro. Ela abriu as coxas, afastou os lábios com os dedos e encaixou a ponta. A entrada resistiu um segundo, depois cedeu. Camila desceu devagar, gemendo entre os dentes. A grossura esticava a pele ao redor, deixando a xoxota brilhante e aberta. Ela desceu mais, depois mais, até o pepino quase desaparecer. O ventre dela tremeu. Camila deu duas socadas curtas, o corpo inteiro tremendo, e soltou um gemido longo.
Beatriz foi a última. Mais baixa ainda que as outras, seios pequenos, bunda firme. Sentou, abriu as pernas até quase doer, e posicionou o pepino. A ponta tocou a entrada molhada. Ela desceu. O legume abriu caminho devagar. Beatriz mordeu o lábio até ficar branco, os olhos marejados de prazer. Cada centímetro a fazia tremer. Quando o pepino estava fundo, ela começou a quicar, curta e rápida, o shortinho jogado longe, as coxas batendo. O gel escorria, o barulho molhado enchendo o quarto.
As quatro ficaram ali, cada uma sentada no próprio pepino, quicando, gemendo, medindo com os olhos quem tinha enfiado mais. Adriana descia e subia com o rosto sério, a boca entreaberta, o suor brilhando no pescoço. Letícia ria entre os gemidos. Camila isolava a respiração, concentrada. Beatriz tremia toda vez que o legume sumia quase inteiro.
Quando pararam, o colchão estava manchado. Os pepinos saíram brilhantes de gel, escorrendo. Adriana olhou para as primas e falou rouca:
— Amanhã a gente troca. Abobrinhas.
No dia seguinte elas estudaram de novo até a noite cair. Depois foram à cozinha e pegaram quatro abobrinhas grandes, bem mais grossas que os pepinos. A maior tinha quase seis centímetros de diâmetro no meio, casca verde-clara e firme. Adriana colocou a dela em pé no colchão, abriu as pernas, afastou os lábios inchados com os dedos e encaixou a ponta. A grossura abriu a entrada com mais força. Ela desceu devagar, gemendo alto quando a abobrinha esticou as paredes internas. O gel já escorria em fio. Adriana socou o quadril para baixo, uma, duas, três vezes, até a abobrinha sumir quase toda. O ventre dela tremeu. A carinha dela ficou vermelha, os olhos semicerrados, a boca aberta num gemido contínuo.
Letícia sentou ao lado, abriu as coxas largas e desceu de uma vez. A abobrinha grossa abriu caminho com um barulho molhado. Ela quicou forte, as nádegas batendo no colchão, o gel espirrando. Camila fez o mesmo, a respiração ofegante, os seios balançando sob a camiseta. Beatriz, a mais baixa, precisou abrir as pernas ainda mais. A abobrinha sumiu centímetro por centímetro enquanto ela gemía baixo, os olhos fechados, o corpo inteiro tremendo a cada socada.
As quatro ficaram ali por um tempo longo, quicando, medindo, gemendo, competindo. Os shortinhos de dormir jogados no chão. As xoxotas brilhando, abertas, escorrendo gel. Os rostos vermelhos, as bocas abertas, as sobrancelhas franzidas de concentração e prazer. Cada uma tentando atolar mais fundo que a outra. O quarto cheirava a sexo e legume fresco. E nenhuma delas queria parar.
A noite seguinte caiu quente. As quatro estavam de novo no quarto de Adriana, as luzes baixas, só o abajur amarelado. As abobrinhas — grossas, pesadas, quase seis centímetros de diâmetro no meio — já estavam em pé no colchão, firmes sobre a toalha dobrada. Adriana tinha acabado de descer a dela até o fundo, o ventre tremendo, o gel escorrendo pelas laterais da casca verde-clara. Letícia e Camila estavam no mesmo ritmo, quicando devagar, as coxas abertas, os shortinhos de dormir jogados no chão. Beatriz ainda se ajeitava, a ponta da abobrinha pressionando a entrada molhada.
Foi nesse instante que a porta se abriu.
A mãe de Adriana parou no batente. Olhou. Os olhos se arregalaram.
Letícia, no susto, desceu o quadril com força. A abobrinha grossa sumiu de uma vez, quase inteira, abrindo a xoxota com um barulho molhado e alto. O gel espirrou. O rosto dela se contorceu: boca aberta num gemido agudo, sobrancelhas franzidas, olhos marejados de prazer e vergonha ao mesmo tempo. As coxas tremeram, as unhas cravaram no lençol. A grossura esticava a pele ao redor, deixando a entrada brilhante e aberta.
Camila, ao lado, puxou a abobrinha para fora num movimento rápido. O legume saiu escorrendo gel grosso, brilhando sob a luz. A xoxota dela ficou aberta por um segundo, os lábios inchados, o clitóris saltado, antes de se fechar devagar. O rosto de Camila ficou vermelho vivo, a boca entreaberta, a respiração presa no peito. Ela juntou as pernas num reflexo, mas o cheiro e o brilho molhado ainda estavam ali.
Beatriz congelou com a abobrinha só na ponta, os olhos enormes, a boca formando um “o” silencioso. Adriana, no fundo da cama, ainda sentada no próprio legume, sentiu o coração disparar. A mãe olhava para as três, depois para ela.
Silêncio.
A mãe deu um passo para dentro, fechou a porta devagar atrás de si e cruzou os braços. A voz saiu baixa, firme, sem gritar:
— Isso, meninas…
Os olhos dela percorriam os corpos: as coxas abertas, as xoxotas brilhando de gel, as abobrinhas grossas — uma ainda enterrada fundo em Letícia, outra escorrendo na mão de Camila, a terceira presa entre as pernas de Beatriz. O rosto de Letícia ainda estava contorcido, o peito subindo e descendo rápido, a abobrinha pulsando dentro dela a cada respiração. Camila apertava o legume molhado contra a coxa, o gel pingando no colchão. Beatriz tremia, a ponta ainda tocando a entrada.
A mãe deu mais um passo. A voz veio de novo, mais baixa, quase um sussurro:
— Isso, meninas… continuem.
Letícia soltou um gemido baixo, o corpo ainda tremendo com a abobrinha fundo. Camila olhou para a mãe, depois para as primas, e lentamente voltou a abrir as pernas. Beatriz engoliu seco. Adriana, ainda sentada no próprio legume, sentiu o gel escorrer mais quente. A mãe ficou ali, de pé, observando cada movimento, cada gemido, cada centímetro que as abobrinhas grossas sumiam de novo dentro delas.
A mãe de Adriana ficou parada no meio do quarto, os braços ainda cruzados, o olhar percorrendo cada detalhe. A luz do abajur batia nas coxas abertas, no gel brilhante escorrendo, nas abobrinhas grossas — quase seis centímetros de diâmetro — que as meninas ainda seguravam ou mantinham enfiadas.
O olhar dela parou em Letícia.
Letícia estava sentada fundo, as pernas abertas ao máximo, o corpo magrinho tremendo. A abobrinha tinha sumido quase inteira. Só a base verde-clara ainda aparecia entre os lábios inchados e molhados da xoxota dela. O gel escorria em fio fino pelas laterais, pingando no lençol. O ventre de Letícia subia e descia rápido. O rosto dela estava vermelho, a boca entreaberta, os olhos marejados, as sobrancelhas franzidas numa mistura de prazer e vergonha.
A mãe deu um passo mais perto, a voz baixa, quase avaliando:
— Que grossura é essa… para umas adolescentes magrinhas assim.
Ela inclinou a cabeça, observando de perto a entrada esticada de Letícia.
— Olha o tamanho disso. Como é que entrou tudo, Letícia? Olha o quanto está dentro… quase não sobrou nada pra fora. Essas coxas finas, esse corpinho magro, e você engoliu o monstro inteiro.
Letícia soltou um gemido curto, o rosto queimando. As paredes internas dela ainda pulsavam ao redor da abobrinha grossa. Cada respiração fazia o legume se mexer um pouco mais fundo. O gel continuava escorrendo, brilhando sob a luz.
Camila apertava a própria abobrinha molhada contra a coxa, o rosto vermelho vivo. Beatriz ainda tinha só a ponta encostada, o corpo inteiro rígido de vergonha. Adriana, no fundo da cama, sentia o coração bater forte, a abobrinha ainda dentro dela.
Foi nesse momento que a porta, que a mãe tinha fechado, se abriu de novo.
O pai de Adriana parou no batente.
Homem mais velho, cabelo já grisalho nas laterais, camisa aberta no peito, o olhar caindo direto na cena. As quatro meninas magras, as pernas abertas, as xoxotas brilhando de gel, as abobrinhas grossas — uma ainda enterrada até o fundo em Letícia, as outras molhadas e grossas nas mãos ou entre as coxas.
O silêncio ficou pesado.
Letícia sentiu o corpo inteiro tremer de vergonha. A abobrinha ainda estava fundo dentro dela, pulsando com cada batida do coração. O rosto dela ficou ainda mais vermelho, a boca tremendo, os olhos arregalados olhando para o homem mais velho na porta. Camila juntou as pernas num reflexo, mas o legume escorregadio ainda brilhava na mão. Beatriz soltou um som abafado, quase um soluço. Adriana baixou o olhar, mas não tirou a abobrinha de dentro.
O pai não falou nada no primeiro segundo. Só olhou. Os olhos passaram pela grossura verde-clara sumida entre as pernas de Letícia, pelo gel escorrendo, pelas coxas magras abertas, pelos rostos vermelhos e envergonhados.
A mãe, ainda de pé ao lado da cama, não se moveu. A voz dela saiu de novo, calma, quase ensinando:
— Olha só, seu pai chegou… e viu tudo. Viu como essa abobrinha grossa entrou inteira na Letícia. Olha o quanto está dentro dela. Umas meninas magrinhas engolindo um negócio desse tamanho…
Letícia soltou um gemido baixo, involuntário, o corpo ainda sentado fundo no legume. A vergonha queimava mais forte agora, com o homem mais velho parado na porta, vendo cada detalhe: a entrada esticada, o gel brilhante, o monstro verde quase desaparecido dentro dela.
O pai deu um passo para dentro do quarto. A porta ficou entreaberta atrás dele. O olhar dele não se desviava.
As quatro meninas sentiram o peso daquele olhar masculino, mais velho, caindo sobre os corpos abertos, sobre as abobrinhas grossas ainda dentro ou escorrendo, sobre a cena inteira que ninguém conseguia esconder.
A mãe de Adriana agarrou o braço do marido com força e puxou-o para o corredor, fechando a porta do quarto atrás de si com um estalo seco.
— Sai daí. Eles não estão vestidas.
O pai resistiu um segundo, a voz baixa e rouca:
— São verduras dentro delas, querida… abobrinhas. A nossa filha… masturbando com abobrinha. E as sobrinhas também. Eu vi.
A mãe puxou mais forte e os dois sumiram pelo corredor.
Dentro do quarto o silêncio durou só um instante. Letícia foi a primeira a se mexer. As mãos tremiam quando ela agarrou a base da abobrinha grossa ainda enterrada fundo. Puxou devagar. A casca verde-clara saiu centímetro por centímetro, brilhando de gel grosso e quente. Os lábios rosados da xoxota dela se abriram e depois se fecharam em volta do legume, soltando um som molhado e viscosa. O gel escorria em fio fino pelas laterais, pingando nas coxas magras. Quando a ponta saiu por completo, a entrada ficou aberta por um segundo, vermelha, inchada, o grelo saltado e brilhante. Letícia soltou um gemido abafado, o rosto vermelho de vergonha e residual prazer.
Camila puxou a dela de uma vez só. O legume saiu escorrendo, a ponta fazendo um estalo úmido ao deixar a carne. A xoxota dela ficou entreaberta, os lábios rosados brilhando, o gel escorrendo pela fenda até a bunda. Ela apertou as coxas, mas o cheiro e o brilho ainda estavam ali.
Beatriz tirou a ponta que ainda tocava a entrada. O gel já tinha molhado a casca. Adriana desceu o quadril e puxou a abobrinha para fora com as duas mãos. O legume saiu lento, coberto de fluido transparente e viscoso. A xoxota dela — a que o pai tinha visto por um segundo — tinha pelos loiros claros, curtos e macios, emoldurando os lábios rosados e inchados. O grelo aparecia entre eles, inchado, brilhante.
As quatro se vestiram rápido. Shortinhos de dormir de volta, sem calcinha. Camisetas largas. Os legumes ficaram jogados na toalha, ainda molhados. Em menos de um minuto estavam no corredor, descendo para a sala.
A sala estava cheia. O pai e a mãe de Adriana, mais os tios — irmão do pai e a esposa — sentados nos sofás. As meninas entraram e se sentaram juntas no sofá maior, lado a lado. Adriana no meio, Letícia e Camila de um lado, Beatriz do outro. Todas de shortinho curto, as coxas magras à mostra.
O pai não tirou os olhos delas. A cara dele era de quem queria ver mais. Ele tinha visto a xoxota da filha com aqueles pelos loiros claros, os lábios rosados abertos em volta da abobrinha. Tinha visto as sobrinhas também — as entradas esticadas, o gel escorrendo. Agora, na sala, ele olhava sem disfarçar. A mão direita desceu discretamente e alisou o volume que já marcava a calça. Uma carícia lenta, quase imperceptível, mas as meninas viram.
Elas sabiam.
Durante a conversa — a mãe falando baixo sobre “brincadeiras perigosas”, os tios fazendo perguntas constrangidas — as quatro começaram a se mexer. Letícia foi a primeira. Abriu as pernas só um pouco, o shortinho subindo na coxa. O pai viu o começo da fenda, os pelos loiros claros de Adriana ao lado, depois os lábios rosados de Letícia aparecendo por baixo do tecido fino. O grelo dela marcava, pequeno e inchado.
Camila imitou. As coxas se afastaram centímetros. O shortinho subiu. O pai enxergou a linha rosada dos lábios, o brilho residual do gel ainda lá. Beatriz, a mais baixa, abriu também. O tecido fino colava na xoxota, mostrando o contorno do grelo e a fenda entreaberta.
Adriana sentiu o olhar do pai nela. Abriu as pernas devagar, o shortinho de dormir subindo até quase a virilha. Os pelos loiros claros ficaram visíveis na beirada. Os lábios rosados, ainda inchados da abobrinha, apareceram por um segundo quando ela se ajeitou. O grelo saltava entre eles, brilhante.
O pai alisou o pau de novo, mais firme desta vez, por baixo da calça. Os olhos iam de uma para a outra: as coxas magras abertas, os shortinhos subindo, os grelos marcando, os lábios rosados de adolescentes sapecas ainda úmidos, os pelos loiros da filha, as entradas que ele tinha visto engolindo aqueles monstros verdes minutos antes.
A conversa continuava. A mãe falava. Os tios respondiam. Mas o pai só olhava. E as meninas, sabendo exatamente o que ele via, abriam as pernas mais um pouco a cada minuto que passava.
A noite já estava alta quando a casa finalmente ficou quieta. Os tios tinham ido embora. A mãe estava no quarto do casal, a porta fechada. O pai esperou uns minutos no corredor, depois desceu a voz baixa e bateu de leve na porta do quarto de Adriana.
— Filha… posso entrar?
Adriana abriu. Letícia, Camila e Beatriz estavam sentadas na cama, ainda de shortinho de dormir, as coxas juntas. O cheiro de sexo ainda pairava no ar — gel residual, suor doce, o aroma adocicado das abobrinhas e da carne molhada de horas antes. O quarto cheirava a sexo gostoso, quente, familiar.
O pai entrou e fechou a porta atrás de si. Olhou para as quatro. A voz saiu rouca, baixa:
— Eu vi o tamanho daquelas abobrinhas… quase seis centímetros de grossura. Vi como a Letícia engoliu inteira. Vi a sua também, filha. Os pelos loiros, os lábios rosados abertos. Sua mãe é brava demais pra essas coisas. Se vocês quiserem ajuda… explicação… aula prática de alguma coisa… eu posso.
As quatro ouviram juntas. Adriana ficou vermelha até o pescoço. Letícia mordeu o lábio inferior, os olhos arregalados. Camila engoliu seco, a respiração presa. Beatriz juntou as mãos no colo, o rosto queimando. Nenhuma falou. Só olharam para ele.
O pai deu um passo mais perto. O ar de incesto familiar pesava no quarto — o cheiro de sexo ainda impregnado nos lençóis, o olhar dele caindo nas coxas magras, nos shortinhos finos. Sem dizer mais nada, ele abriu o zíper. Tirou o pau duro para fora.
Trinta e dois centímetros. Grosso, veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo. O cheiro masculino forte se misturou ao aroma doce que já estava no quarto.
As quatro arregalaram a boca. Adriana levou a mão aos lábios. Letícia soltou um som baixo, quase um gemido. Camila abriu a boca sem perceber. Beatriz ficou com os olhos fixos no tamanho, a respiração ofegante.
Ele se aproximou da beira da cama. Adriana foi a primeira a se ajoelhar. Segurou o pau grosso com as duas mãos, a boca se abrindo devagar. A língua tocou a cabeça, lambeu o pré-gozo salgado. Depois engoliu. Os lábios rosados se esticaram em volta da grossura. Ela desceu o máximo que conseguiu, a garganta se fechando, os olhos marejando. O pai gemeu baixo, a mão nos cabelos castanhos da filha.
Letícia se ajoelhou ao lado. Quando Adriana tirou a boca, escorrendo saliva, Letícia engoliu o pau. A língua rodou a cabeça, depois desceu profundamente, engasgando, a saliva escorrendo pelo queixo. Camila esperou a vez e chupou com força, as bochechas fundas, o olhar para cima. Beatriz, a mais baixa, precisou abrir bem a boca. O pau grosso esticou os lábios dela, a saliva pingando nos seios pequenos sob a camiseta.
Elas se revezavam. Uma chupava enquanto as outras olhavam, as carinhas vermelhas, a boca aberta, os olhos brilhando. O pau de trinta e dois centímetros sumia e aparecia, coberto de saliva, brilhando. O cheiro de sexo no quarto ficou mais forte, masculino e doce misturados.
O pai deitou Adriana de costas primeiro. Puxou o shortinho dela para o lado. A xoxota com pelos loiros claros estava molhada de novo, os lábios rosados inchados, o grelo saltado. Ele esfregou a cabeça grossa na fenda, subindo e descendo, molhando o pau no gel dela. Adriana gemeu, as pernas abertas. Letícia e Camila seguravam as coxas da prima, abrindo mais. Beatriz olhava de perto, a boca entreaberta.
Ele empurrou. A cabeça abriu a entrada. Adriana arquejou, os olhos fechando. O pau grosso deslizou para dentro, centímetro por centímetro, esticando as paredes quentes. Quando estava fundo, ele parou, deixando ela sentir o tamanho. Depois começou a meter — devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. O barulho molhado enchia o quarto. Adriana gemia alto, as unhas nas costas do pai, as primas segurando as pernas dela abertas.
Depois foi a vez de Letícia. Ele a virou de quatro. A abobrinha tinha deixado a xoxota dela ainda sensível, os lábios rosados abertos. O pau de trinta e dois centímetros entrou de uma vez, fundo. Letícia gritou baixo no travesseiro, o corpo magro tremendo. Camila e Beatriz estavam de cada lado, acariciando as costas dela, sussurrando. O pai metia gostoso, as bolas batendo, o pau sumindo inteiro a cada estocada.
Camila veio em seguida. Deitada de costas, as pernas no ombro dele. O pau grosso abriu caminho, o gel escorrendo. Ela gemia sem parar, o rosto contorcido de prazer. Beatriz foi a última das primas — de quatro também, a entrada apertada, o corpo baixo tremendo a cada investida profunda.
Quando as três primas já estavam ofegantes, molhadas, o gel e a porra misturados nas coxas, o pai voltou para a filha.
Adriana estava deitada, as pernas abertas, a xoxota com pelos loiros ainda latejando. Ele se posicionou entre as coxas dela. As primas se aproximaram, uma de cada lado, segurando as mãos de Adriana, olhando. Nenhuma acreditava de verdade no que estava vendo: o pai e a filha.
Ele entrou devagar, com amor. A cabeça grossa abriu os lábios rosados. O pau deslizou fundo, preenchendo. Adriana soltou um gemido longo, os olhos nos olhos do pai. Ele meteu com carinho no começo — fundo, lento, sentindo cada centímetro. Depois o ritmo aumentou. As estocadas ficaram mais fortes, o pau sumindo inteiro, as bolas batendo na bunda dela. O barulho molhado ecoava. Adriana gemia o nome dele, as pernas tremendo.
Letícia e Camila acariciavam o cabelo de Adriana, beijavam o rosto dela, sussurravam. Beatriz segurava uma das mãos. As quatro olhavam o pau grosso do pai entrando e saindo da filha, os pelos loiros molhados, os lábios rosados esticados em volta da grossura de trinta e dois centímetros.
Ele meteu até o fim. Quando gozou, foi fundo, o porra quente enchendo a filha. Adriana tremeu inteira, o orgasmo batendo junto. As primas gemiam só de ver. O cheiro de sexo ficou ainda mais forte no quarto — porra, gel, suor, o aroma familiar e proibido de pai e filha.
O pai ficou dentro dela mais um momento, respirando. As primas continuavam ao lado, olhos arregalados, ainda sem acreditar de verdade no que tinham acabado de ver e sentir.

Foto 1 do Conto erotico: As festa do pijama que terminou com filha e primas numa suruba com o pai

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Ficha do conto

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Nome do conto:
As festa do pijama que terminou com filha e primas numa suruba com o pai

Codigo do conto:
275471

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/10/2026

Quant.de Votos:
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