Pai ensinando a filha como ser chupada

Marina chegou em casa com o rosto ainda quente de vergonha. Tinha 21 anos, fazia o segundo semestre de Psicologia, e mesmo assim se sentia a única virgem sexual da turma. Na hora do almoço, as amigas não paravam de falar.
— Ele me chupou por quase meia hora — contou a Laura, rindo baixo. — Ficou só no grelo, lambendo devagar, chupando, até eu gozar duas vezes. Fiquei mole demais.
As outras riram, complementaram com detalhes safados: língua enrolando, dedos abrindo, o gosto, o jeito que o namorado pedia “abre mais”. Marina só escutava, mexendo o arroz no prato, o peito apertado. Nunca tinha tido namorado de verdade. Nunca tinha aberto as pernas pra ninguém. E quanto mais elas falavam, mais ela se sentia atrasada, frustrada, com um calor estranho entre as coxas que não sabia o que fazer.
Quando chegou em casa, a mãe estava na cozinha. Marina não aguentou. Contou tudo, a voz baixa, as bochechas vermelhas.
— Eu fico com tanta vergonha, mãe… todas já foram chupadas. Falam de grelo, de meia hora de língua, de gozar na boca do cara… e eu nada. Nem um beijo de língua direito. Parece que sou a única que ainda não sabe o que é isso.
A mãe parou de mexer no fogão, limpou as mãos no pano e se virou pra ela. Olhou a filha com calma.
— Você quer aprender, né?
Marina balançou a cabeça, sem conseguir olhar nos olhos dela.
— Então… seu pai pode te ajudar.
A frase caiu pesada. Marina levantou a cabeça de súbito, o rosto em chamas.
— Mãe… ele é meu pai. Como eu vou abrir as pernas pra ele? Não é errado?
A mãe se aproximou, passou a mão no cabelo da filha com carinho.
— Não é errado, filha. Vocês dois são adultos. Ele te ama, e se você quiser, ele pode te mostrar com calma. Sem pressão, sem julgamento. Só pra você sentir o que é ser chupada de verdade. Pra você não ficar mais com essa frustração toda vez que as meninas falarem.
Marina engoliu seco. O coração batia forte. A ideia era absurda… e ao mesmo tempo fazia um calor subir pela barriga. Ela imaginou o pai ajoelhado entre as pernas dela, a barba raspando a coxa, a língua quente no grelo… e ficou ainda mais corada, sem jeito, apertando as próprias mãos.
— Eu… não sei se consigo, mãe.
— Pensa. Se quiser, a gente conversa com ele. Ele nunca ia te forçar. Mas se você aceitar… ele vai cuidar de você. Vai te chupar devagar, do jeitinho que você precisa pra aprender.
Marina baixou o olhar, as pernas um pouco juntas. A vergonha queimava, mas por baixo dela havia uma curiosidade molhada, insistente. Ela mordeu o lábio e murmurou, quase sem voz:
— Tá… pode falar com ele.
A mãe sorriu, beijou a testa dela e saiu da cozinha. Marina ficou ali, o peito subindo e descendo rápido, já imaginando a porta do quarto se abrindo mais tarde e o pai entrando, com aquele olhar calmo, perguntando se ela ainda queria.
E, no fundo, ela sabia que a resposta seria sim.

A mãe esperou a filha sair pra faculdade à noite e foi até o quarto. O pai estava sentado na beira da cama, de camiseta e short, mexendo no celular. Ela fechou a porta com cuidado.
— Preciso falar uma coisa séria com você.
Ele levantou o olhar, viu o rosto dela e já sabia que não era conversa leve. Guardou o celular.
— O que foi?
Ela se sentou ao lado dele, a mão no joelho dele.
— A Marina está sofrendo. As meninas da faculdade ficam falando de sexo o tempo todo. Todas já foram chupadas pelos namorados. Falam de grelo, de meia hora de língua, de gozar na boca… e ela nunca teve nada. Nunca abriu as pernas pra ninguém. Está se sentindo atrasada, frustrada, com vergonha.
O pai ficou em silêncio. A mandíbula apertou um pouco.
— E o que você quer que eu faça com isso?
A mãe respirou fundo.
— Eu falei pra ela que você podia ajudar. Que você podia chupar ela. Com calma. Sem pressa. Só pra ela sentir o que é.
Ele virou o rosto devagar, olhando a mulher nos olhos.
— Querida… eu vou ver a buceta dela. A buceta da minha filha. Ela não vai ficar sem jeito? E eu… chupar ela. Você tem certeza do que está pedindo?
— Ela tem 21 anos. É adulta. E está pedindo ajuda. Não precisa ser agora se você não quiser. Mas ela aceitou a ideia. Ficou vermelha, sem jeito, mas aceitou. Disse que quer.
O pai passou a mão no rosto. Ficou um tempo calado, olhando pro chão. Depois balançou a cabeça devagar.
— Se ela realmente quiser… eu faço. Mas tem que ser do jeito dela. Sem pressão.
A mãe beijou a boca dele, curta e firme.
— Obrigada.

Eram quase onze da noite quando Marina chegou. A chave girou na porta e ela entrou com a mochila no ombro, o cabelo preso num rabo de cavalo baixo, a blusa de manga comprida e a calça jeans justa. Os dois estavam na sala, esperando.
Ela parou no meio do caminho quando viu os rostos sérios.
— Oi…
A mãe se levantou.
— Senta um pouco, filha. A gente precisa conversar.
Marina deixou a mochila no sofá e se sentou na poltrona, as mãos entre as coxas, o coração já batendo mais forte. O pai estava no sofá, o olhar calmo, mas um pouco tenso.
Ele foi o primeiro a falar, a voz baixa e firme:
— Sua mãe me contou. Sobre as meninas da faculdade… e sobre você querer aprender. Não tem problema, filha. Se você ainda quiser, eu ajudo. Sem pressa. Sem nada que você não queira. Pode ficar à vontade.
Marina engoliu seco. As bochechas queimavam.
— Eu… ainda quero. Só… estou com vergonha.
— É normal — disse o pai. — Eu também estou. Mas a gente vai devagar.
A mãe se aproximou e passou a mão no cabelo da filha.
— Vai pro quarto. Tira a roupa com calma. Quando estiver pronta, deita na cama. Seu pai vai até lá.
Marina assentiu, sem conseguir falar mais nada. Levantou e caminhou pelo corredor, as pernas um pouco moles. Entrou no quarto, acendeu só o abajur da mesa de cabeceira e fechou a porta. O coração batia tão forte que ela quase escutava.
Começou pela blusa. Puxou a barra devagar, subindo o tecido pela barriga morena, pelas costelas, até passar pelos seios. Tirou e jogou na cadeira. Ficou só de sutiã preto, os seios firmes e redondos apertados no tecido. Depois desabotoou a calça, puxou o zíper, e deslizou o jeans pelas coxas, se virando um pouco de lado, mostrando a curva da bunda. Tirou a calça e ficou de calcinha preta, o tecido fino já um pouco úmido no meio.
Parou um segundo, respirando. Depois passou as mãos pelas costas, desprendeu o sutiã, e os seios caíram livres, os bicos escuros e duros. Por último, enfiou os dedos na lateral da calcinha e desceu devagar, se curvando um pouco, o tecido descendo pelas coxas até o chão. Ficou nua.
Morena, baixa, o corpo compacto e macio. Seios médios, cintura marcada, a buceta lisa, os lábios já um pouco inchados de nervosismo e desejo. O grelo escondido, mas o cheiro doce já no ar.
Ela se deitou na cama, as pernas juntas, os braços ao lado do corpo. Fechou os olhos um instante e abriu de novo quando ouviu a porta.
O pai entrou. Estava só de short. Parou na soleira e olhou pra ela.
Nua. Completamente nua. A filha dele, deitada na cama, a pele morena brilhando na luz baixa, os seios subindo e descendo rápido, a xoxota fechada entre as coxas. Ele engoliu seco. Pensou: agora não tem volta. Olhou pro corpo dela e sentiu o sangue descer, o short ficar apertado.
Fechou a porta atrás de si e se aproximou. Sentou na beira da cama.
— Está bem? — perguntou, a voz um pouco rouca.
Marina assentiu, o rosto vermelho.
— Pode… pode começar.
Ele estendeu a mão e tocou a canela dela. A pele quente. Subiu devagar pela panturrilha, pela parte interna da coxa, sem pressa. Os dedos dele eram grandes, um pouco ásperos. Marina tremeu.
Ele acariciou a outra perna também, abrindo um pouco o espaço entre elas. Depois subiu mais, passou a mão pela barriga, contornou o umbigo, e subiu até o seio. Segurou com cuidado, o polegar roçando o bico. Marina soltou um suspiro baixo. Ele apertou de leve, sentiu o peso, e fez o mesmo com o outro seio. Os bicos estavam duros, sensíveis.
O pai estava com vergonha também. As mãos tremiam um pouco. Mas continuou. Desceu a mão pela barriga de novo, parou logo acima da xoxota, e esperou.
— Abre um pouco pra mim, filha.
Marina respirou fundo e abriu as pernas. Devagar. Os joelhos se separaram, as coxas se abriram, e a xoxota apareceu. Molhada. Os lábios brilhando, um fiozinho de ardor escorrendo. O grelo já um pouco inchado, se escondendo entre a carne.
O pai olhou. Ficou olhando um longo segundo. Depois passou o dedo indicador pelo lado de fora, só roçando. Marina tremeu inteira.
— Calma, filha… — murmurou ele.
Abaixou o corpo. Ajoelhou entre as pernas dela. O cheiro doce subiu. Ele respirou fundo e encostou o nariz primeiro, sentindo. Depois a língua saiu e tocou.
A primeira lambida foi lenta. Larga. De baixo pra cima, passando pelos lábios, subindo até o grelo. Marina soltou um gemido curto, a mão apertando o lençol. O pai lambeu de novo, mais firme, a língua quente e molhada. Separou os lábios com os dedos, expôs o grelo e chupou de leve, só a ponta da língua rodando.
Marina arquejou. Os olhos se fecharam. As pernas tremeram.
Ele continuou. Lambidas longas, lentas, chupando o grelo com cuidado, a barba roçando a coxa interna. A xoxota dela ficava cada vez mais molhada, o gosto doce e azedinho na boca dele. Ele gemeu baixo contra ela, e a vibração fez Marina levantar o quadril um pouco.
O pai segurou as coxas dela, abriu mais, e enfiou a língua devagar, lambendo por dentro, voltando pro grelo, chupando com mais vontade. A boca inteira cobrindo a xoxota, a língua trabalhando sem pressa.
Marina ofegava. Os seios subiam e desciam rápido. Uma mão dela desceu e tocou o cabelo do pai, sem empurrar, só segurando.
Ele não parou. Continuou chupando, lambendo, sentindo a filha tremer sob a boca dele. A vergonha ainda estava ali, nos dois. Mas o desejo era maior. E a língua dele não parava de se mover sobre aquela xoxota molhada, aprendendo o gosto, o cheiro, o jeito que ela reagia a cada lambida.
O pai continuou com a boca colada na xoxota da filha. A língua dele agora trabalhava com mais confiança, ainda que as mãos tremessem levemente nas coxas dela. Ele abria os lábios molhados com os polegares, expondo o grelo inchado e brilhante, e chupava com cuidado, puxando de leve, soltando, voltando a lamber em círculos lentos.
Marina gemia baixo, os olhos semicerrados, o rosto virado para o lado. O calor subia pelo ventre dela em ondas. Cada vez que a língua do pai passava bem no centro do grelo, as pernas dela estremeciam e um gemido mais alto escapava.
— Assim… continua assim… — murmurou ela, a voz embargada de vergonha e prazer.
Ele obedeceu. Colou a boca inteira, sugando o grelo com mais firmeza enquanto a língua vibrava por baixo. O som molhado enchia o quarto — chupadas úmidas, lambidas longas, o respirar ofegante dos dois. A xoxota de Marina escorria sem parar. Um fio transparente descia pela fenda e molhava o lençol sob a bunda dela.
O pai desceu a língua e enfiou devagar, penetrou só a ponta, sentindo o aperto quente e o gosto mais forte lá dentro. Depois puxou para fora e subiu de novo pro grelo, chupando como se quisesse tirar tudo dela. Marina arqueou as costas. Uma das mãos dela desceu e agarrou o cabelo dele com mais força, sem empurrar, só segurando.
Ele soltou um gemido rouco contra a carne dela. O short estava tão apertado que doía. A ereção latejava, pesada, mas ele não tocava em si mesmo. Só se concentrava na filha. Nas reações dela. No jeito que a xoxota se contraía a cada lambida mais forte.
A mãe tinha ficado na porta entreaberta. Observava em silêncio, o peito subindo e descendo. Via o marido ajoelhado entre as pernas da filha, a cabeça balançando devagar, a boca trabalhando sem pressa. Via Marina com as pernas abertas, os seios tremendo a cada gemido, o rosto corado, os olhos úmidos.
— Está gostando, filha? — perguntou a mãe, a voz baixa.
Marina só conseguiu balançar a cabeça, ofegante.
— Responde pra ele…
— Tá… tá gostoso, pai… — soltou ela, a voz falhando. — Não para…
O pai gemeu de novo ao ouvir aquilo. Abriu mais as coxas dela com as mãos, enfiou a língua fundo outra vez e depois voltou a se concentrar no grelo. Agora chupava com ritmo constante, a língua batendo rapidinho por baixo enquanto os lábios puxavam. Marina começou a tremer de verdade. As coxas queriam fechar, mas ele segurava firme.
— Calma… deixa sair… — murmurou ele contra a xoxota molhada. — Goza na minha boca, filha.
As palavras fizeram Marina soltar um gemido mais alto, quase um choro. O prazer subia rápido demais. O grelo latejava sob a língua do pai. Cada chupada mandava um choque direto pro ventre. Ela sentia o orgasmo chegando, pesado, inevitável.
As pernas dela começaram a tremer sem controle. Os pés se encolheram. Uma das mãos apertou o lençol com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. O pai não diminuiu o ritmo. Continuou chupando, lambendo, sugando aquele grelo inchado como se a vida dele dependesse disso.
— Pai… eu vou… — ela quase gritou.
Ele só respondeu com a boca, chupando mais forte, a língua esmagando o ponto certo. Marina gozou. O corpo inteiro se arqueou. A xoxota latejou forte contra a boca dele, soltando mais líquido quente. Ela gemeu alto, a voz quebrada, as pernas tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava em ondas longas.
O pai não parou. Continuou lambendo devagar, bebendo tudo, suavizando as chupadas enquanto ela ainda tremia. Só quando os gemidos dela viraram suspiros ofegantes é que ele se afastou um pouco, o queixo brilhando, os lábios molhados.
Marina estava deitada de olhos semicerrados, o peito subindo e descendo rápido, as pernas ainda abertas e trêmulas. A xoxota continuava latejando, vermelha e encharcada.
O pai subiu um pouco o corpo, ainda ajoelhado, e passou a mão pela coxa dela com carinho.
— Foi bom? — perguntou, a voz rouca, um pouco sem jeito ainda.
Ela abriu os olhos, olhou pra ele e assentiu, o rosto vermelho de prazer e vergonha misturados.
— Foi… muito bom.
A mãe entrou no quarto devagar. Sentou na beira da cama e passou a mão no cabelo suado da filha.
— Viu? Não tinha por que ter vergonha.
Marina ainda ofegava. Olhou pro pai, depois pra mãe, e murmurou, quase sem voz:
— Dá pra… continuar um pouco mais?
O pai olhou pra ela. A boca ainda molhada do gosto da filha. A ereção dolorida dentro do short. Ele assentiu devagar.
— Se você quiser… a gente continua.
E abaixou a cabeça de novo, prontamente, a língua já procurando o grelo inchado e sensível mais uma vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pai ensinando a filha como ser chupada

Codigo do conto:
275361

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/10/2026

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