A mãe esperou a filha sair pra faculdade à noite e foi até o quarto. O pai estava sentado na beira da cama, de camiseta e short, mexendo no celular. Ela fechou a porta com cuidado.
— Preciso falar uma coisa séria com você.
Ele levantou o olhar, viu o rosto dela e já sabia que não era conversa leve. Guardou o celular.
— O que foi?
Ela se sentou ao lado dele, a mão no joelho dele.
— A Marina está sofrendo. As meninas da faculdade ficam falando de sexo o tempo todo. Todas já foram chupadas pelos namorados. Falam de grelo, de meia hora de língua, de gozar na boca… e ela nunca teve nada. Nunca abriu as pernas pra ninguém. Está se sentindo atrasada, frustrada, com vergonha.
O pai ficou em silêncio. A mandíbula apertou um pouco.
— E o que você quer que eu faça com isso?
A mãe respirou fundo.
— Eu falei pra ela que você podia ajudar. Que você podia chupar ela. Com calma. Sem pressa. Só pra ela sentir o que é.
Ele virou o rosto devagar, olhando a mulher nos olhos.
— Querida… eu vou ver a buceta dela. A buceta da minha filha. Ela não vai ficar sem jeito? E eu… chupar ela. Você tem certeza do que está pedindo?
— Ela tem 21 anos. É adulta. E está pedindo ajuda. Não precisa ser agora se você não quiser. Mas ela aceitou a ideia. Ficou vermelha, sem jeito, mas aceitou. Disse que quer.
O pai passou a mão no rosto. Ficou um tempo calado, olhando pro chão. Depois balançou a cabeça devagar.
— Se ela realmente quiser… eu faço. Mas tem que ser do jeito dela. Sem pressão.
A mãe beijou a boca dele, curta e firme.
— Obrigada.
Eram quase onze da noite quando Marina chegou. A chave girou na porta e ela entrou com a mochila no ombro, o cabelo preso num rabo de cavalo baixo, a blusa de manga comprida e a calça jeans justa. Os dois estavam na sala, esperando.
Ela parou no meio do caminho quando viu os rostos sérios.
— Oi…
A mãe se levantou.
— Senta um pouco, filha. A gente precisa conversar.
Marina deixou a mochila no sofá e se sentou na poltrona, as mãos entre as coxas, o coração já batendo mais forte. O pai estava no sofá, o olhar calmo, mas um pouco tenso.
Ele foi o primeiro a falar, a voz baixa e firme:
— Sua mãe me contou. Sobre as meninas da faculdade… e sobre você querer aprender. Não tem problema, filha. Se você ainda quiser, eu ajudo. Sem pressa. Sem nada que você não queira. Pode ficar à vontade.
Marina engoliu seco. As bochechas queimavam.
— Eu… ainda quero. Só… estou com vergonha.
— É normal — disse o pai. — Eu também estou. Mas a gente vai devagar.
A mãe se aproximou e passou a mão no cabelo da filha.
— Vai pro quarto. Tira a roupa com calma. Quando estiver pronta, deita na cama. Seu pai vai até lá.
Marina assentiu, sem conseguir falar mais nada. Levantou e caminhou pelo corredor, as pernas um pouco moles. Entrou no quarto, acendeu só o abajur da mesa de cabeceira e fechou a porta. O coração batia tão forte que ela quase escutava.
Começou pela blusa. Puxou a barra devagar, subindo o tecido pela barriga morena, pelas costelas, até passar pelos seios. Tirou e jogou na cadeira. Ficou só de sutiã preto, os seios firmes e redondos apertados no tecido. Depois desabotoou a calça, puxou o zíper, e deslizou o jeans pelas coxas, se virando um pouco de lado, mostrando a curva da bunda. Tirou a calça e ficou de calcinha preta, o tecido fino já um pouco úmido no meio.
Parou um segundo, respirando. Depois passou as mãos pelas costas, desprendeu o sutiã, e os seios caíram livres, os bicos escuros e duros. Por último, enfiou os dedos na lateral da calcinha e desceu devagar, se curvando um pouco, o tecido descendo pelas coxas até o chão. Ficou nua.
Morena, baixa, o corpo compacto e macio. Seios médios, cintura marcada, a buceta lisa, os lábios já um pouco inchados de nervosismo e desejo. O grelo escondido, mas o cheiro doce já no ar.
Ela se deitou na cama, as pernas juntas, os braços ao lado do corpo. Fechou os olhos um instante e abriu de novo quando ouviu a porta.
O pai entrou. Estava só de short. Parou na soleira e olhou pra ela.
Nua. Completamente nua. A filha dele, deitada na cama, a pele morena brilhando na luz baixa, os seios subindo e descendo rápido, a xoxota fechada entre as coxas. Ele engoliu seco. Pensou: agora não tem volta. Olhou pro corpo dela e sentiu o sangue descer, o short ficar apertado.
Fechou a porta atrás de si e se aproximou. Sentou na beira da cama.
— Está bem? — perguntou, a voz um pouco rouca.
Marina assentiu, o rosto vermelho.
— Pode… pode começar.
Ele estendeu a mão e tocou a canela dela. A pele quente. Subiu devagar pela panturrilha, pela parte interna da coxa, sem pressa. Os dedos dele eram grandes, um pouco ásperos. Marina tremeu.
Ele acariciou a outra perna também, abrindo um pouco o espaço entre elas. Depois subiu mais, passou a mão pela barriga, contornou o umbigo, e subiu até o seio. Segurou com cuidado, o polegar roçando o bico. Marina soltou um suspiro baixo. Ele apertou de leve, sentiu o peso, e fez o mesmo com o outro seio. Os bicos estavam duros, sensíveis.
O pai estava com vergonha também. As mãos tremiam um pouco. Mas continuou. Desceu a mão pela barriga de novo, parou logo acima da xoxota, e esperou.
— Abre um pouco pra mim, filha.
Marina respirou fundo e abriu as pernas. Devagar. Os joelhos se separaram, as coxas se abriram, e a xoxota apareceu. Molhada. Os lábios brilhando, um fiozinho de ardor escorrendo. O grelo já um pouco inchado, se escondendo entre a carne.
O pai olhou. Ficou olhando um longo segundo. Depois passou o dedo indicador pelo lado de fora, só roçando. Marina tremeu inteira.
— Calma, filha… — murmurou ele.
Abaixou o corpo. Ajoelhou entre as pernas dela. O cheiro doce subiu. Ele respirou fundo e encostou o nariz primeiro, sentindo. Depois a língua saiu e tocou.
A primeira lambida foi lenta. Larga. De baixo pra cima, passando pelos lábios, subindo até o grelo. Marina soltou um gemido curto, a mão apertando o lençol. O pai lambeu de novo, mais firme, a língua quente e molhada. Separou os lábios com os dedos, expôs o grelo e chupou de leve, só a ponta da língua rodando.
Marina arquejou. Os olhos se fecharam. As pernas tremeram.
Ele continuou. Lambidas longas, lentas, chupando o grelo com cuidado, a barba roçando a coxa interna. A xoxota dela ficava cada vez mais molhada, o gosto doce e azedinho na boca dele. Ele gemeu baixo contra ela, e a vibração fez Marina levantar o quadril um pouco.
O pai segurou as coxas dela, abriu mais, e enfiou a língua devagar, lambendo por dentro, voltando pro grelo, chupando com mais vontade. A boca inteira cobrindo a xoxota, a língua trabalhando sem pressa.
Marina ofegava. Os seios subiam e desciam rápido. Uma mão dela desceu e tocou o cabelo do pai, sem empurrar, só segurando.
Ele não parou. Continuou chupando, lambendo, sentindo a filha tremer sob a boca dele. A vergonha ainda estava ali, nos dois. Mas o desejo era maior. E a língua dele não parava de se mover sobre aquela xoxota molhada, aprendendo o gosto, o cheiro, o jeito que ela reagia a cada lambida.
O pai continuou com a boca colada na xoxota da filha. A língua dele agora trabalhava com mais confiança, ainda que as mãos tremessem levemente nas coxas dela. Ele abria os lábios molhados com os polegares, expondo o grelo inchado e brilhante, e chupava com cuidado, puxando de leve, soltando, voltando a lamber em círculos lentos.
Marina gemia baixo, os olhos semicerrados, o rosto virado para o lado. O calor subia pelo ventre dela em ondas. Cada vez que a língua do pai passava bem no centro do grelo, as pernas dela estremeciam e um gemido mais alto escapava.
— Assim… continua assim… — murmurou ela, a voz embargada de vergonha e prazer.
Ele obedeceu. Colou a boca inteira, sugando o grelo com mais firmeza enquanto a língua vibrava por baixo. O som molhado enchia o quarto — chupadas úmidas, lambidas longas, o respirar ofegante dos dois. A xoxota de Marina escorria sem parar. Um fio transparente descia pela fenda e molhava o lençol sob a bunda dela.
O pai desceu a língua e enfiou devagar, penetrou só a ponta, sentindo o aperto quente e o gosto mais forte lá dentro. Depois puxou para fora e subiu de novo pro grelo, chupando como se quisesse tirar tudo dela. Marina arqueou as costas. Uma das mãos dela desceu e agarrou o cabelo dele com mais força, sem empurrar, só segurando.
Ele soltou um gemido rouco contra a carne dela. O short estava tão apertado que doía. A ereção latejava, pesada, mas ele não tocava em si mesmo. Só se concentrava na filha. Nas reações dela. No jeito que a xoxota se contraía a cada lambida mais forte.
A mãe tinha ficado na porta entreaberta. Observava em silêncio, o peito subindo e descendo. Via o marido ajoelhado entre as pernas da filha, a cabeça balançando devagar, a boca trabalhando sem pressa. Via Marina com as pernas abertas, os seios tremendo a cada gemido, o rosto corado, os olhos úmidos.
— Está gostando, filha? — perguntou a mãe, a voz baixa.
Marina só conseguiu balançar a cabeça, ofegante.
— Responde pra ele…
— Tá… tá gostoso, pai… — soltou ela, a voz falhando. — Não para…
O pai gemeu de novo ao ouvir aquilo. Abriu mais as coxas dela com as mãos, enfiou a língua fundo outra vez e depois voltou a se concentrar no grelo. Agora chupava com ritmo constante, a língua batendo rapidinho por baixo enquanto os lábios puxavam. Marina começou a tremer de verdade. As coxas queriam fechar, mas ele segurava firme.
— Calma… deixa sair… — murmurou ele contra a xoxota molhada. — Goza na minha boca, filha.
As palavras fizeram Marina soltar um gemido mais alto, quase um choro. O prazer subia rápido demais. O grelo latejava sob a língua do pai. Cada chupada mandava um choque direto pro ventre. Ela sentia o orgasmo chegando, pesado, inevitável.
As pernas dela começaram a tremer sem controle. Os pés se encolheram. Uma das mãos apertou o lençol com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. O pai não diminuiu o ritmo. Continuou chupando, lambendo, sugando aquele grelo inchado como se a vida dele dependesse disso.
— Pai… eu vou… — ela quase gritou.
Ele só respondeu com a boca, chupando mais forte, a língua esmagando o ponto certo. Marina gozou. O corpo inteiro se arqueou. A xoxota latejou forte contra a boca dele, soltando mais líquido quente. Ela gemeu alto, a voz quebrada, as pernas tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava em ondas longas.
O pai não parou. Continuou lambendo devagar, bebendo tudo, suavizando as chupadas enquanto ela ainda tremia. Só quando os gemidos dela viraram suspiros ofegantes é que ele se afastou um pouco, o queixo brilhando, os lábios molhados.
Marina estava deitada de olhos semicerrados, o peito subindo e descendo rápido, as pernas ainda abertas e trêmulas. A xoxota continuava latejando, vermelha e encharcada.
O pai subiu um pouco o corpo, ainda ajoelhado, e passou a mão pela coxa dela com carinho.
— Foi bom? — perguntou, a voz rouca, um pouco sem jeito ainda.
Ela abriu os olhos, olhou pra ele e assentiu, o rosto vermelho de prazer e vergonha misturados.
— Foi… muito bom.
A mãe entrou no quarto devagar. Sentou na beira da cama e passou a mão no cabelo suado da filha.
— Viu? Não tinha por que ter vergonha.
Marina ainda ofegava. Olhou pro pai, depois pra mãe, e murmurou, quase sem voz:
— Dá pra… continuar um pouco mais?
O pai olhou pra ela. A boca ainda molhada do gosto da filha. A ereção dolorida dentro do short. Ele assentiu devagar.
— Se você quiser… a gente continua.
E abaixou a cabeça de novo, prontamente, a língua já procurando o grelo inchado e sensível mais uma vez.


