A Escola de putaria classica com ensinamento sexuais para as garotas francesas do interior



A Escola de putaria classica com ensinamento sexuais para as garotas francesas do interior

Tópicos. Lesbicas, escola de putaria, professora, dildo, strapon


Fica num vale esquecido do interior da França, entre campos de lavanda e muros de pedra velha, o Pensionato Sainte-Agathe.
Ninguém de fora entende bem o que se ensina ali.
O edifício é antigo, de tijolo cor de mel, janelas altas e um pátio de cascalho onde as meninas se sentam em bancos de ferro no fim da tarde.
Dentro, porém, Sainte-Agathe é outra coisa.
A diretora, Madame Bérénice Roussel, de 44 anos, cabelo preso em coque frouxo e saia de tweed, sempre diz a mesma frase na primeira aula do ano:
— Aqui, meninas, vocês vão aprender a ler, escrever, contar e transar. A ordem é essa, mas a última é a que muda a vida.
As garotas riem. Depois ficam vermelhas. Depois, em pouco tempo, não riem mais.
O regulamento tem três regras, afixado em pergaminho na entrada:
Primeira: nada é obrigatório, mas tudo é esperado.
Segunda: nada é sério, mas tudo é levado a sério.
Terceira: nunca, jamais, reclamar de uma aula prática.
O uniforme é o que chama atenção primeiro. Camisa branca fina, quase transparente, de botões pequenos, que o vento das janelas abertas gruda no corpo.
Saia plissada azul-marinho, curta, dois palmos acima do joelho, com forro de seda leve que esquenta entre as coxas.
Meias três-quartos brancas, sempre subidas até bem acima do joelho, com a marca da liga deixada na pele.
Sapatos Mary-Jane de couro preto, fivela dourada.
E, por baixo, o que a escola chama de "equipamento base".
Calcinha de algodão fino, branca, com elástico delicado — obrigatória até a oitava série.
Depois nada de calcinha.
Só a saia plissada contra a pele.
As garotas de Villeneuve-sur-Chardon são lindas de doer. É um vale onde o ar é úmido, o leite é gordo e as famílias têm boa genética há gerações.
Éloïse tem dezoito anos e cabelo castanho ondulado que ela prende com um lápis. Manon mesma idade, é loira de raiz, olhos cinza, e a camisa sempre aberta no segundo botão.
Camille uma pele morena de sol de campo, coxas grossas de quem anda de bicicleta. Juliette tem dezoito e é linda, é a mais velha da turma, e já passou por tudo que Sainte-Agathe tem a oferecer.
Léa é a mais nova no sistema avançado — entrou cedo porque quis, não porque precisou. A primeira aula prática do ano é a de "Sexo Casual", dada por Madame Roussel em pessoa.
— Sentem-se — ela diz.
Todas sentam.
E aí começa a primeira lição.
As cadeiras de Sainte-Agathe não são cadeiras comuns.
São cadeiras de madeira escura, com o assento levemente côncavo, e no centro do assento há um encaixe de latão rosqueado.
— Cada uma de vocês recebeu na mochila o seu dildo padrão — diz a professora. — Tamanho M para a primeira turma, G para a segunda, GG para a terceira. As do curso avançado já sabem o que fazer.
As garotas tiram das mochilas os objetos embrulhados em papel de seda. São de silicone macio, cor de pele clara, com base de rosca que encaixa exatamente no assento.
— Rosqueiem. A base tem que ficar firme. Depois sentem, devagar.
Primeiro o metal girando contra o metal. Depois o silêncio, quando cada uma apoia a saia, depois o corpo, depois o peso.
Depois os primeiros suspiros.
— Não é para gozar — diz Madame Roussel. — É para estar dentro. Vocês vão passar as próximas três horas assim.
Éloïse senta primeiro, com cuidado, e sente a ponta macia empurrar para dentro dela com uma lentidão absurda.
Manon senta de uma vez, sem paciência, e solta um "ah" curto que faz duas colegas rirem.
Camille senta torto de propósito, para sentir de lado, e descobre que gosta.
Juliette senta como quem já sabe: encaixa, respira, relaxa, e fica.
Léa hesita, encara o dildo GG com desconfiança, e depois senta até o fundo.
— Bem — diz a professora. — Agora abram o livro de matemática na página doze.
E é assim que a manhã corre.
Trigonometria com as meninas sentadas em cima dos próprios brinquedos, mexendo o quadril de leve quando ninguém olha.
Física com a professora explicando alavancas enquanto Manon descobre, sozinha, o ângulo que a faz morder o lábio.
Literatura com Éloïse lendo Baudelaire em voz alta, trêmula no meio de um verso.
Nenhuma delas reclama.
Nunca.
— Se dói, é porque está aprendendo — repete Madame Roussel. — Se não dói, é porque está pronto para a próxima fase.
A aula de Sexo Casual propriamente dita acontece na quinta-feira à tarde, no salão de ginástica, sobre colchonetes de lona verde.
Madame Roussel explica sem nenhum pudor, e as meninas escutam sem nenhum pudor também.
— Sexo casual é uma regra simples: ninguém deve nada a ninguém depois.
Ela anda entre os colchonetes, mãos para trás.
— Vocês não estão namorando. Vocês estão se aliviando. É como beber água quando se tem sede. Ninguém faz cerimônia por beber água.
As meninas prestam atenção.
— E o que se faz num sexo casual bem feito?
Éloïse levanta a mão. — A gente... faz o que der vontade, e para quando quiser.
— Exato. E o que mais? — A gente avisa o que gosta — diz Camille.
— Muito bem. Comunicação. Sexo casual mal feito é silêncio. Sexo casual bem feito é uma conversa.
A professora faz as garotas se levantarem e se olharem.
— Hoje vocês vão praticar o olhar. Depois o toque. Depois o resto.
A dinâmica é simples: duas a duas, elas se aproximam, se olham nos olhos por trinta segundos, e depois uma toca a outra onde quiser.
Sem beijo no começo. Beijo vem depois, explica a professora, quando o corpo já pediu.
Manon e Éloïse formam par. Manon olha nos olhos de Éloïse por trinta segundos que parecem três horas.
Depois encosta a mão na cintura da outra, por cima da camisa fina, e sente o calor da pele subindo pelo algodão.
Éloïse devolve o toque na nuca de Manon, entre o cabelo loiro.
E quando o tempo acaba, as duas se beijam sem que a professora tenha mandado.
— Ah — diz Madame Roussel, satisfeita. — É isso. É exatamente isso.
As garotas aprendem rápido porque a cidade é pequena e ninguém julga.
No sábado à tarde, na feira, duas colegas se cruzam atrás do mercado e transam contra o muro de pedra do açougue, sem problema garotas.
No domingo, cada uma vai para a casa da família como se nada tivesse acontecido.
E é aí que entra a parte mais estranha e mais gostosa do método de Sainte-Agathe.
A "chupada incestuosa".
Não é bem incesto de verdade — na maioria dos casos os parentes são primos, tios, irmãos de criação.
Mas em Villeneuve-sur-Chardon as famílias vivem juntas, dividem banheiros, dividem camas em viagens, e o contato é constante.
E a escola decidiu, há trinta anos, que isso era uma vantagem pedagógica, não um problema.
— Em casa vocês praticam sem pressão — explica Madame Roussel. — Ninguém melhor para treinar do que alguém que já te viu crescer.
A regra da casa é uma só: quando o parente da mesma faixa de idade pedir, e vocês estiverem sozinhas, não precisa de motivo.
É o "chupar sem cerimônia".
Juliette, que tem dezoito, pratica com o primo Mathis, de dezenove, tá certo.
Ela conta às colegas, sem vergonha nenhuma, na hora do intervalo, sentada no banco de ferro do pátio.
— A gente chega da escola, ele tá na cozinha comendo pão, e eu já sei. Ele olha, eu olho, ele senta na cadeira e abre a perna. Eu ajoelho no chão de ladrilho e faço mesmo, de verdade professora.
— E aí? — pergunta Léa.
— E aí ele goza na minha boca e eu volto a fazer a lição. Ninguém fala mais nada. É gostoso demais.
— Sem beijo?
— Às vezes tem beijo. Quando dá vontade. Mas o combinado é que não precisa.
Manon conta que faz com o irmão mais velho, Théo, de vinte, quando os pais viajam.
Camille faz com o tio Bertrand, de trinta e dois, um homem de mãos grossas e barba ruiva, que a levanta pela cintura e a coloca de joelhos como se ela pesasse nada.
Léa, que entrou cedo no sistema avançado, faz com o primo e com o irmão, alternando, sem confundir os dias.
— E ninguém fica com ciúme? — pergunta Éloïse.
— Não — diz Juliette. — É casual. É chupada, não namoro. Se tiver ciúme, a gente conversa e resolve em dois minutos.
A professora de Sainte-Agathe chama isso de "família como laboratório".
E as garotas praticam tanto que ficam realmente boas.
Camille, na outra turma série avançada, já sabe usar a língua na lateral e a mão na base ao mesmo tempo.
Manon aprendeu a respirar pelo nariz e não engasgar, e a manter o ritmo mesmo quando o primo puxa o cabelo dela.
Juliette sabe fazer devagar, com a boca , para deixar o primo louco.
Éloïse ainda é a mais nova e mais desajeitada, mas tem uma boca macia e um jeito de olhar para cima que desarma qualquer um.

Na terceira turma, com as garotas de Sainte-Agathe passam para a prática com dildo de verdade, sem cadeira.
A sala é um anexo do ginásio, com espelhos nas paredes e um armário de madeira cheio de tamanhos, formatos, curvas e texturas.
— Vocês vão aprender a se conhecer de verdade — diz a professora. — Um dildo bom tem que ser grosso garotas, e ele não tem pressa e não cansa. É o melhor professor que existe.
As meninas ficam nuas da cintura para baixo, só com a camisa branca e as meias três-quartos.
O chão é frio de linóleo azul.
Cada uma recebe um dildo, um frasco de óleo de amêndoas e um espelho pequeno.
— Primeiro, no espelho. Olhem. Ninguém olha o suficiente.
É constrangedor por dez minutos. Depois passa.
Éloïse descobre que gosta de pressão na parte de cima e não no meio, e fica surpresa.
Manon descobre que prefere de lado, deitada, com as pernas cruzadas.
Camille descobre que gosta de ir fundo desde o começo, sem aquecer, e que isso a deixa molhada mais rápido.
Juliette já sabe tudo isso de cor e ajuda as outras com a mão por cima da mão delas.
— Assim. Sem pressa. Deixa entrar sozinho.
Léa, que entrou cedo, é a que mais se entrega.
Ela deita de barriga para cima, dobra os joelhos, e pratica por quarenta minutos seguidos sem parar, a camisa levantada, o cabelo colado na testa de suor.
— Você tá indo bem — diz a professora.
— Eu sei — responde Léa.
É o método que ensinei, isto ai.
Depois do dildo, vem o "casual de verdade", que a escola realiza em duplas sorteadas, uma vez por semana, no fim do dia.
Duas meninas, um colchonete, quarenta minutos, sem obrigação de orgasmo.
— Se as duas gozarem, ótimo. Se só uma, ótimo tambem. Se nenhuma, continuam ate consequir. O importante é o que vocês aprenderam no caminho.
E as garotas aprendem, e o aprendizado é gostoso, e é por isso que ninguém reclama.
Mas há uma garota que não queria sentar no dildo.
Chama-se Noémie, tem poucas horas de masturbacao, entrou em Sainte-Agathe vinda de outra cidade, e achou a história toda ridícula no primeiro mês.
— Dildo na cadeira? Que ideia é essa?
Ela sentava torto. Sentava rápido demais.
Sentava e levantava toda hora, sem deixar o corpo acostumar.
E ficava irritada, e as outras ficavam olhando, e ela ficava mais irritada ainda.
Madame Roussel não forçou nada.
— Senta devagar. Não empurra. Deixa o corpo descer sozinho.
Noémie tentou. — Não entra. — Entra. Você tá segurando.
— Tá. você tá com medo de ficar molhada na frente das colegas.
Noémie ficou vermelha até a raiz do cabelo.
A sala toda riu de leve, sem maldade.
E na aula seguinte Noémie sentou e ficou.
Ficou a aula inteira, com as orelhas queimando, o corpo todo se ajustando devagar em volta do silicone, e no fim da terceira hora ela entendeu.
Entendeu que a cadeira não era um castigo.
Era um lugar quente, constante, que mantinha ela aberta e mole o dia todo, e que fazia a cabeça funcionar melhor, não pior.
— Melhorou a redação dela — comentou a professora de francês, sincera. — Não sei o que vocês fazem, mas melhorou.
Noémie passou a chegar cedo na sala.
Passou a escolher a cadeira do canto, de encaixe mais justo.
Passou a sentar sem calcinha, como as da terceira série, mesmo sendo da segunda.
E passou a ficar, de propósito, o dia inteiro.
Porque é isso que Sainte-Agathe faz.
O dildo da cadeira não serve para gozar rápido.
Serve para manter as meninas num estado de prontidão morna, o dia todo, entre as aulas.
Elas sentam às oito da manhã, e às onze estão molhadas até a saia.
Sentam na aula de história, e a professora de história fala da Revolução enquanto elas apertam as coxas por baixo da mesa.
Sentam na aula de química, e o cheiro de enxofre do laboratório se mistura com o cheiro do próprio corpo.
Almoçam sentadas nos bancos do refeitório, que também têm encaixe, e por isso o almoço é sempre silencioso e sempre feliz.
Depois voltam, e sentam, e às três da tarde já estão tão sensíveis que qualquer coisa as faz suspirar.

A outra metade é saber a hora de parar de ser paciente.
No último ano, o curso avançado, Sainte-Agathe oferece a prática mais temida e mais desejada: o sexo anal.
— Não é para todas — diz a professora. — É para quem quer. Mas quem entra, não quer parar
As garotas do curso avançado são Juliette, Léa e Manon, mais duas de outra turma.
Elas usam o uniforme normal. Só que, no dia da prática anal, a saia plissada vai por cima de um preparo que ninguém vê.
Manon aprendeu e hoje tem pratica, mais ainda acha difícil.
A primeira regra do módulo anal em Sainte-Agathe é o dildo fino de treino.
Toda menina do módulo usa um na cadeira, por duas semanas, antes de qualquer outra coisa.
É curto, liso, fino, com a base arredondada.
Sentar nele é estranho por três dias e depois é viciante.
— Vocês vão usar esse durante todas as aulas, até o corpo esquecer que é um orifício novo.
Léa reclama que não sente nada depois de uma semana.
— Sente sim — diz a professora. — Você só se acostumou. Isso é o objetivo.
Depois vem a prática a dois. A primeira vez de Juliette foi com o primo Mathis, no quarto dela, e ela lembra de tudo.
— Ele me deitou de lado. Foi de lado que ele fez, e foi bom, porque é mais fácil de lado.
— Doeu? — pergunta Éloïse.
— Doeu no começo. Eu respirei e ele esperou. Depois não doeu mais, nunca mais. — Não na primeira. Bruto vem depois. Bruto é quando você já sabe relaxar.
Manon, que sempre foi a mais impaciente, foi a que sofreu mais.
Ela quis fazer de quatro logo na primeira vez, porque achou mais bonito.
— Foi dolorido mesmo. Eu pedi para ele ir fundo.
— E ele foi?
— Foi. E eu gritei num travesseiro e depois gozei de um jeito que nunca tinha gozado.
A professora chama isso de "conquista de terreno".
No módulo anal avançado, as garotas aprendem a receber sem tensão, a empurrar para fora no ritmo certo, a usar a mão para ajudar na frente enquanto são penetradas atrás.
E aprendem a gostar do bruto, quando o bruto vem na hora certa.
O bruto, em Sainte-Agathe, tem método.
É rápido, é firme, é contínuo.
Nada de vai-e-vem tímido.
Nada de parar no meio.
— Bruto não quer dizer violento — explica Madame Roussel. — Quer dizer decidido. A mão na cintura, o quadril para trás, e o corpo da frente que segura.
As garotas do avançado praticam em colchonete, uma de quatro, a outra atrás com o dildo cintado na bacia.
É isso que a escola usa: cinto de couro, dildo de encaixe, e uma menina empurrando a outra com o próprio corpo.
— Eu quero que vocês sintam o peso do outro. Mão, bacia, joelho na coxa.
Juliette fica de quatro e Léa monta atrás dela, com o cinto apertado na cintura fina.
Léa hesita.
— Vai — diz Juliette. — Não tem cerimônia.
Léa vai.
Devagar no começo, depois firme, depois bruto, com a bacia batendo na bacia da outra.
Juliette encosta a testa no colchonete e deixa.
Ninguém fala nada durante.
No fim, Léa sai, e Juliette cai de lado, rindo, com as meias três-quartos tortas e o cabelo por cima do rosto.
— Assim mesmo — diz a professora. — Viu como não tem mistério?
Tem treino, tem confiança, tem corpo acostumado.
Porque em Sainte-Agathe reclamar de uma aula prática é como reclamar de respirar.
No fim do ano, na festa da lavanda, Villeneuve-sur-Chardon inteira se reúne no pátio da escola.
As garotas usam o uniforme, mas com a saia mais curta que o normal, e as meias mais subidas, e os sapatos de fivela polidos.
Os parentes chegam de bicicleta e de carro velho.
Os primos, os irmãos, os tios.
Mathis, Théo, Bertrand.
Todos sabem onde as garotas sentam, todos já sentaram com elas nos bancos de encaixe do pátio, e ninguém comenta nada.
As garotas dançam entre si primeiro, depois com os rapazes, depois entre si de novo. Madame Roussel fica de lado, com um copo de vinho branco, olhando as meninas com orgulho.
Éloïse se aproxima dela, com a camisa fina grudada no corpo de suor da dança.
Depois olha para o pátio, para as colegas dançando com os parentes, para as cadeiras de encaixe empilhadas contra a parede, para a porta aberta da sala de espelhos.
E entende, de uma vez, a frase da primeira aula do ano.
Aqui, garotas, vocês vão aprender a ler, escrever, contar e transar.
Em Villeneuve-sur-Chardon, no interior da França, entre a lavanda e a pedra velha, Sainte-Agathe segue ensinando assim.
As garotas entram de um jeito e saem de outro.
Saem inteiras, saem tranquilas, saem sabendo o que gostam e sabendo dizer.
E saem, todas, com aquele jeito de quem passou três anos sentada em cima de algo que ninguém de fora entenderia.
Na última aula do ano, a professora faz uma pergunta só.
— Alguma de vocês quer mudar alguma coisa na escola?
Noémie, que não queria sentar no dildo e agora escolhe a cadeira do canto, pensa mais tempo que todas.
Depois Noémie levanta a mão.
— Madame... a gente podia ter mais aulas de sábado.
A sala toda ri.
Madame Roussel sorri, do jeito de quem sabia.
— É isso — ela diz. — É exatamente isso.
fim

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Nome do conto:
A Escola de putaria classica com ensinamento sexuais para as garotas francesas do interior

Codigo do conto:
275524

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
25/10/2026

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