A fazenda ficava num vale isolado de Minas Gerais, onde o tempo parecia ter parado décadas atrás. Dona Raimunda criava jumentos da raça Mammoth Jack, importados dos Estados Unidos – animais menores que cavalos, com a estatura de pôneis, mas com uma musculatura impressionante e pelagens que brilhavam como seda sob o sol.
— Vovó disse que tem um novo campeão — comentou Stefania, dirigindo o carro pelas estradas de terra. — Ganhou todos os prêmios do estado. Melhor cor, conformação perfeita.
Adriana ajustou a mini-saia jeans que marcava seu corpo como uma segunda pele. Por baixo, uma calcinha de renda branca tão pequena que mal cobria os lábios. Stefania usava shorts de ginástica que criavam um cameltoe proeminente, deixando evidente a forma de sua boceta depilada.
Ao chegarem, Dona Raimunda as recebeu com abraços apertados. A velha senhora tinha olhos vivos que perceberam tudo – as roupas provocantes, o ar de liberdade das netas.
— Fiquem à vontade, minhas flores — disse ela, sorrindo com um mistério. — Aqui é lugar de soltar o corpo.
E elas soltaram. Nos primeiros dias, nadaram nuas na represa de água cristalina, deixando que o sol bronzeasse cada curva sem marca de biquíni. Andaram pela fazenda com tops coladíssimos que deixavam os mamilos em relevo, ou simplesmente sem nada, sentindo a brisa quente entre as pernas.
Na terceira tarde, curiosas sobre os famosos títulos do campeão, Adriana e Stefania caminharam até o cercado dos jumentos. A placa dizia: "Bandido – Campeão Estadual 2024". O animal estava sozinho numa baia ampla, pastando calmamente.
— Vamos ver os troféus dele — sugeriu Stefania, entrando no galpão ao lado.
As pranchas na parede mostravam fotos do jumento em concursos, medalhas douradas, certificados de genética superior. Mas o que chamou atenção das irmãs foi uma placa de metal discreta, quase escondida: "Medida oficial: 1,90m de comprimento ereto."
— Isso não é possível — riu Adriana, sentindo um calor subitamente entre as coxas.
As duas se entreolharam com aquele brilho que irmãs têm quando compartilham um segredo proibido. Voltaram para a baia. Bandido, o jumento, ergueu a cabeça. Seu focinho se moveu, farejando o ar. O cheiro de duas bucetas excitadas de mulheres adultas impregnava o ambiente – aquela fragrância salgada e doce que nenhum macho animal ignora.
E então aconteceu.
O jumento estava pastando, tranquilo, quando seu corpo se tensou. As orelhas ergueram-se. Ele farejou o ar novamente, e seu focinho se contraiu, identificando aquela fonte de feromônios femininos. Lentamente, de baixo de seu ventre, algo começou a se mover.
— Meu Deus — sussurrou Stefania, levando a mão à boca.
O membro do animal emergia como uma serpente despertando de hibernação. Não era proporcional ao corpo do jumento – era colossal, monstruoso, uma torneira de carne rosada que crescia e crescia, desafiando a gravidade, até atingir uma dimensão que fazia as irmãs tremerem.
A placa não mentia. Um metro e noventa centímetros de puro músculo vascular, grosso como o braço de Adriana, com a glande roxa e brilhante do tamanho de uma maçã grande. As bolas pendiam pesadas, cada uma do tamanho de um melão, cheias de sêmen de campeão.
— Isso é... — Stefania não conseguia completar.
Adriana sentiu suas pernas tremerem. Sua calcinha microscópica estava encharcada, colada aos lábios inchados. Ela nunca vira algo assim nem nos vídeos mais extremos da internet. A realidade superava qualquer fantasia.
— Ele sentiu a gente — disse Adriana, a voz rouca. — Sentiu que estamos... excitadas.
O jumento relinchou baixinho, um som de demanda. Seus olhos negros fixaram-se nas duas mulheres. O membro pulsava agora, vêias grossas saltadas, batendo na barriga do animal com peso audível.
As irmãs se aproximaram hipnotizadas. O calor emanava daquela carne viva em ondas. Adriana estendeu a mão primeiro, tocando a ponta com um dedo timido. A pele era aveludada, quente, saltitante sob seus dedos.
— É real — gemeu ela.
Stefania colocou as duas mãos no eixo, não conseguindo fechar os dedos em volta da circunferência. Ela passou as palmas de baixo para cima, sentindo cada veia, cada nervo daquele monstro vivo. O jumento empurrou o quadril para frente, querendo mais.
— Vamos provar — sussurrou Adriana, caindo de joelhos na palha.
Ela começou pela ponta, passando a língua na fenda da glande, provando o líquido translúcido que escorria. Era salgado, forte, com um gosto de animalidade pura. Stefania abaixou-se ao lado da irmã, e juntas elas lambiam aquele tronco de carne, uma de cada lado, suas línguas se encontrando por cima da pica monstruosa.
Adriana conseguiu enfiar a cabeça na boca, esticando a mandíbula até o limite. Stefania lambeu o corpo do membro, descendo, descendo, passando a metade, depois as três quartas partes, até chegar às bolas imensas, lambendo cada uma com reverência.
— Isso nunca vai entrar em lugar nenhum — riu Stefania, maliciosa, lambendo as bolas. — É impossível.
Mas Adriana estava além da razão. Ela se levantou, tirou a saia e a calcinha encharcada. Sua boceta estava vermelha, inchada, depilada recentemente, brilhando de tesão. Ela se virou de quatro na palha, oferecendo-se, passando a glande monstruosa entre seus lábios, na entrada.
— Só a cabeça — disse ela, ofegante. — Só vou sentir a cabeça.
— Adriana, não! — gritou Stefania. — Você vai se rasgar!
Mas era tarde. O jumento sentiu a umidade, o calor, o convite. Ele empurrou. A glande enorme abriu Adriana, esticando-a além do que qualquer homem jamais fizera. Ela gritou, uma mistura de dor e êxtase, mas o animal não parou.
— Tira! Tira ele! — gritou Adriana, tentando rastejar para frente.
Mas o jumento era pesado, forte, um campeão de duzentos quilos de músculo. Stefania tentou puxar o animal pela coleira, mas ele não se moveu. Ele bombeou uma vez, forte, e trinta centímetros desapareceram dentro de Adriana.
— Ahhhhh! — o grito ecoou pelo galpão.
A barriga de Adriana se deformava, mostrando o contorno daquele pau impossível por dentro. Ela chorava, as lágrimas escorrendo, mas seu corpo traía-a – ela estava molhada, escorrendo, recebendo aquilo. O jumento bombeou novamente, e mais vinte centímetros entraram.
— Está na metade! — gritou Stefania, chocada, vendo o membro desaparecer no corpo da irmã.
Adriana gemia, gemia, sua boca aberta sem som. O jumento estabeleceu um ritmo, bombadas curtas e profundas, cada uma empurrando mais, mais, mais. A barriga de Adriana estava distendida, parecendo grávida de gêmeos, mostrando o formato daquela pica monstruosa através da pele.
E então, o impossível aconteceu.
Com uma estocada final, o jumento enterrou-se completamente. A glande atravessou o útero, o diafragma, empurrou-se pelo esôfago, e emergiu na boca de Adriana. Ela tinha trinta centímetros de pica saindo pela boca, a glande roxa e pulsante entre seus dentes.
— Stefania caiu de joelhos, tocando-se freneticamente.
O jumento começou a bombear sério agora. Cada movimento fazia Adriana balançar, seu corpo pequeno sendo usado como um brinquedo. Ela tentava falar, mas só saíam sons abafados ao redor da carne que saía por sua garganta. Seus olhos rolaram para trás, mostrando apenas o branco.
Mas então, algo mudou.
Adriana começou a empurrar o quadril para trás, encontrando o ritmo do animal. Seus dedos cavaram a palha. Ela gemia ao redor da pica em sua boca, gemidos de prazer, não de dor. Seu corpo se rendera completamente, aceitando a possessão total.
— Deixa... — ela conseguiu murmurar quando o jumento recuou um pouco, dando-lhe ar. — Deixa ele... me foder... eu aguento... eu amo...
Stefania não acreditava. Sua irmã estava sendo atravessada de ponta a ponta por uma pica de quase dois metros, e estava pedindo mais. O jumento acelerou, as bolas batendo no clitóris de Adriana a cada estocada. O som de carne batendo em carne encharcada ecoava no galpão.
— Vou gozar — gaguejou Adriana, com a glande saindo e entrando de sua boca. — Estou gozando... não para... nunca para...
Ela teve um orgasmo contínuo, uma onda depois da outra, seu corpo convulsionando ao redor daquela invasão impossível. O jumento relinchou, profundo e gutural, e começou a jorrar. O sêmen subiu pelo tubo, inundando Adriana por dentro, saindo pela boca em jatos grossos, brancos, quentes, escorrendo pelo seu queixo, seus seios, formando uma poça na palha.
Era demais, uma quantidade impossível, litros de porra de campeão enchendo cada centímetro de Adriana, saindo por todos os orifícios, fazendo-a parecer uma fonte de creme branco.
Quando o jumento finalmente recuou, saindo com um som de vácuo, Adriana desabou, coberta de sêmen, seus olhos vidrados de êxtase. Sua barriga ainda mostrava a forma do membro que a atravessara, e de sua boca escorria o excesso do gozo animal.
Stefania correu para a irmã, beijando-a, provando o sêmen que saía de seus lábios, lambendo seu rosto, seus seios, sua barriga distendida.
— Eu quero — sussurrou Stefania. — Eu quero também.
Adriana sorriu, uma expressão de satisfação absoluta.
— Ele é... perfeito — ela conseguiu dizer. — O campeão...
Adriana acordou suada, ofegante, sentindo as próprias mãos entre as pernas. Estava em sua cama, em São Paulo, Stefania dormindo no beliche acima. O som do trânsito entrava pela janela.
— Que sonho doido — murmurou Stefania, virando-se, também acordada. — Eu sonhei... com a fazenda...
As duas se entreolharam na escuridão.
— Você também? — perguntaram ao mesmo tempo.
E riram, percebendo que compartilharam o mesmo sonho erótico, a mesma fantasia impossível. Mas quando Adriana foi ao banheiro, sentiu uma dor estranha, e ao olhar na garganta, viu marcas vermelhas circulares, como se algo grosso tivesse passado por ali.
Na janela do banheiro, refletido no vidro escuro, por um segundo, ela jurou ter visto o rosto de um jumento, sorrindo.