duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece e mete nela sem saber - parte 2



duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece la - parte 2

topicos. pai e filha, primas lesbicas,

O dia inteiro foi um borrão de corpos, gemidos e mãos velhas. Luísa e Marina passaram de espreguiçadeira em espreguiçadeira, de boca em boca, de pau em pau. Quando o sol começou a baixar, as duas estavam esgotadas.
As coxas doíam, a xoxota ardia, a garganta estava rouca de tanto engolir e gemer. O fio minúsculo de Luísa ainda estava atolado; o de Marina tinha sumido há horas, substituído por nada. Deise apareceu com um envelope grosso.

— Vocês se portaram bem. Aqui.Dentro havia notas. Muito mais do que qualquer uma das duas esperava. Luísa contou rápido, o coração ainda acelerado. Marina só olhou, o rosto suado, o cabelo grudado na nuca.No ônibus de volta, as duas ficaram em silêncio por um tempo. O cheiro de sexo ainda colado na pele.Marina foi a primeira a falar, voz baixa:

— Achei muito nojento… mas a grana é boa pra caralho.Luísa apertou o envelope contra a coxa.— É. Nojento pra porra. Mas… olha o tanto.Ficaram quietas de novo. O ônibus balançava. As duas pensavam na mesma coisa: o aluguel, as contas, a faculdade, a liberdade de não depender de ninguém. No final, Luísa murmurou:
— Eu volto amanhã se você voltar.Marina fechou os olhos.
— Tá. A gente volta.No dia seguinte o portão do Clube Recreio parecia ainda mais discreto. Elas chegaram cedo, o uniforme minúsculo já no corpo, o fio afundando entre as pernas assim que andavam. Deise as recebeu com o mesmo sorriso profissional.

— Hoje tem cliente especial. Não sumam.Elas ainda estavam se ajeitando na área da piscina quando viram.O homem sentado na cadeira mais afastada, de bermuda, camisa aberta, cabelo branco bem cortado. O pai de Luísa.O sangue sumiu do rosto das duas. Luísa sentiu o estômago virar. Marina puxou a prima pelo braço e as arrastou para trás de uma coluna, o coração batendo tão forte que doía.
— É ele…
— sussurrou Luísa, a voz falhando. — Meu pai tá aqui.Ficaram escondidas, o fio queimando, o corpo suado de medo. Tentaram ficar quietas, mas Deise apareceu em segundos, o olhar frio.
— O que vocês estão fazendo aí escondidas? Cliente especial pediu novatas. Vocês duas. Agora.
— A gente não pode
— Luísa quase chorou.
— É o meu pai…Deise não se abalou.

— Então usem máscara. E façam o trabalho. Ou eu devolvo o dinheiro de ontem e ainda coloco vocês na rua sem um centavo. Escolham rápido.As máscaras eram pretas, cobriam dos olhos até o nariz, deixando só a boca e o queixo livres. O cabelo preso alto. O corpo quase nu, o fio transparente marcando tudo. Deise as empurrou na direção da cadeira do homem.O pai de Luísa ergueu o olhar quando elas chegaram. Não reconheceu. Só viu duas garotas jovens, máscaras, corpos firmes, o tecido minúsculo sumindo entre as pernas.— Essas são as novas?

— perguntou, a voz familiar demais para Luísa.

— Sim, senhor — respondeu Deise.
— À disposição. Ele sorriu, ajeitou a bermuda e apontou com o queixo.
— Quero que dancem. Bem devagar. Tirem a roupa pro meu gosto. As duas se entreolharam por trás das máscaras. O medo era tão grande que quase doía. Mas o dinheiro de ontem ainda queimava na memória. Luísa engoliu seco e deu o primeiro passo.Começaram a se mexer. Os corpos balançavam no ritmo lento que ele pedia. Luísa sentia o fio se enterrar a cada movimento de quadril. Marina rodava as mãos pelo próprio corpo, o top quase caindo. O pai delas acompanhava tudo com atenção, a mão já descansando sobre a bermuda.
— Mais perto
— mandou. Elas avançaram.
O sol batia na pele suada. Luísa virou de costas, abaixou um pouco, o fio sumindo completamente entre as nádegas. Marina puxou o próprio top para cima, os seios saltando livres. O homem soltou um som baixo de aprovação.

— Agora tira tudo. Devagar. Luísa deslizou o top pelos braços. Os seios ficaram descobertos, os bicos duros de nervoso e frio. Marina fez o mesmo. Depois as duas puxaram o fio para baixo. O tecido fino escorregou pelas coxas.

A xoxota depilada de cada uma ficou completamente exposta, os lábios ainda um pouco inchados do dia anterior. O pai delas inclinou o corpo para frente, olhando sem pressa.

— Vira. Abre as pernas. Quero ver direito.Elas obedeceram. Viraram de frente, abriram as coxas. O ar quente tocou a pele molhada. Luísa sentia o olhar do próprio pai entre as pernas dela e quase desmaiou de vergonha. Marina tremia, mas mantinha a postura. Ele abriu a bermuda, tirou o pau já duro e começou a alisar devagar, olhando as duas.

— Continuem dançando. Sem a roupa. Quero ver esses corpos se mexendo enquanto eu gozo.As duas dançaram nuas. Quadris rodando, seios balançando, a xoxota aberta a cada movimento. O fio descartado no chão. O pai delas masturbava com calma, a mão pesada, o olhar fixo nos corpos das “novatas” .Luísa e Marina não ousavam olhar uma para a outra. Só dançavam, o medo e o nojo misturados com a certeza de que, se parassem, tudo desmoronava. O sol continuava quente. O dinheiro ainda era bom. E o homem na cadeira, sem saber, continuava gozando com a filha e a sobrinha dançando nuas na sua frente.


O pai de Luísa segurou o pau grosso e veado na mão, o olhar fixo nas duas garotas nuas e mascaradas à sua frente. A voz dele saiu rouca, autoritária, o mesmo tom que Luísa conhecia de casa, só que agora carregado de tesão puro:

— Vocês duas… a de cabelo mais claro. Vem cá. Quero te foder. A outra… quero ver vocês se chupando enquanto eu gozo nessa putinha. Bem devagar. Quero ver tudo.Luísa e Marina se entreolharam por trás das máscaras pretas. O coração de Luísa batia tão forte que ela sentia o pulso na garganta.

Marina chegou perto, a boca quase colada no ouvido da prima, a voz baixinha, trêmula:

— Agora fodeu… ele vai te comer, Luísa. Esse idiota nem sabe que vai foder a própria filha. Olha o tamanho dessa pica… é grande pra caralho, prima. E se ele descobrir… a gente tá fodida.

E eu tenho que chupar você e você me chupar. Que gosto tem buceta, prima? Estamos enroladas. Vamos lá… abre essa perna. Ainda bem que eu já vi sua greluda vermelha inchada de ontem.Luísa engoliu seco, o estômago revirando de nojo, medo e um calor estranho que subia entre as pernas. O fio descartado no chão, a xoxota ainda sensível, os lábios inchados e rosados.

Ela deu um passo à frente. Marina a segurou pelo pulso por um segundo, apertando.

— A gente aguenta. Pelo dinheiro. E pelas máscaras.Elas se ajoelharam no chão quente da espreguiçadeira, uma de frente para a outra, as coxas abertas. O pai delas se acomodou melhor na cadeira, a mão pesada subindo e descendo no pau grosso, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. O sol da tarde batia nos corpos suados das duas.Marina foi a primeira.

Ela empurrou suavemente Luísa para trás, até que a prima ficasse deitada de costas, pernas abertas em V. O cheiro doce e levemente ácido da xoxota de Luísa subiu logo. Marina abaixou o rosto, a máscara quase roçando a pele quente, e passou a língua bem devagar pelo meio dos lábios inchados. Luísa tremeu inteira, um gemido abafado escapando da garganta.
— Porra…
— murmurou Marina, a voz embargada, só para a prima ouvir.
— Tem gosto de sexo… meio salgado, meio doce. E tá quente pra caralho.Ela abriu os lábios de Luísa com os polegares, expondo o clitóris inchado e avermelhado. A língua larga e molhada subiu devagar, lambendo de baixo pra cima, recolhendo o líquido transparente que já escorria. Depois fechou a boca em volta do botãozinho e chupou com força suave, puxando, soltando, chupando de novo. O som molhado ecoou baixo. Luísa arqueou as costas, as mãos apertando a grama, os seios balançando.
— Mais… assim…

— sussurrou Luísa, a voz rouca, o corpo traindo o nojo.Marina chupou mais fundo, a língua entrando entre os lábios, lambendo as paredes internas, o nariz esfregando o clitóris. O gosto era intenso, o cheiro de dia anterior ainda presente, misturado com o suor novo. Ela chupou os lábios um de cada vez, puxando-os com a boca, soltando com um estalo úmido, depois voltou a lamber o clitóris em círculos lentos, apertando-o entre os lábios. Luísa gemia baixinho, as coxas tremendo, o pau do próprio pai a poucos metros, sendo masturbado enquanto ele assistia tudo.
— Agora você
— mandou o homem, a voz grossa.

— Quero ver as duas se chupando ao mesmo tempo.Marina se virou, deitando de lado. Luísa, ainda ofegante, se posicionou entre as pernas da prima. A xoxota de Marina estava mais escura, os lábios grossos e úmidos, o clitóris protuberante. Luísa abaixou o rosto, o coração na boca, e passou a língua. O gosto era diferente: mais forte, mais almiscarado, com um fundo quase metálico. Ela abriu os lábios com os dedos e chupou o clitóris com força, a língua batendo rápido, molhada. Marina gemeu alto, as mãos apertando a cabeça da prima contra a buceta.As duas se chupavam em 69, corpos colados, bocas ocupadas, saliva e líquidos escorrendo pelas coxas. O pai delas gemia baixo, a mão acelerando no pau grosso.
— Chega
— ele rosnou de repente. — Você, a clarinha. Vem cá. Senta nessa pica agora.Luísa se levantou, as pernas bambas, a xoxota latejando. Marina ficou ajoelhada ao lado, a mão na boca, os olhos arregalados atrás da máscara. O homem puxou Luísa pela cintura, posicionando-a de costas para ele, de quatro sobre a espreguiçadeira. O pau grosso e quente escorregou entre os lábios inchados dela. Luísa mordeu o lábio por baixo da máscara, o coração disparado.Ele empurrou.
A cabeça grossa abriu caminho, esticando a entrada ainda sensível. Luísa soltou um gemido abafado, o corpo inteiro tensionado. O pau do próprio pai entrou devagar, centímetro por centímetro, quente, duro, preenchendo tudo. Quando chegou ao fundo, as bolas batendo na pele, Luísa sentiu o estômago revirar de novo — nojo, vergonha, e um prazer sujo que ela odiava admitir.

— Porra… que buceta apertada.

- ela pensa na hora, sou sua filha idiota.

— ele resmungou, as mãos grandes apertando a cintura dela.
— Mexe essa bunda, putinha. Luísa começou a rebolar, o pau entrando e saindo com sons molhados. Cada estocada fazia os seios balançarem. Marina assistia de perto, a mão na boca, os olhos brilhando de horror e tesão confuso. O homem acelerou, as estocadas mais fortes, a pele batendo na pele com estalos úmidos. Luísa gemia sem conseguir segurar, o clitóris esfregando na espreguiçadeira a cada movimento. Ele puxou o pau para fora de repente, brilhando de lubrificação. Com o polegar, espalhou o líquido na entrada apertada do cu de Luísa.
— Agora aqui. Quero esse cuzinho também.Luísa gelou. Marina cobriu a boca com as duas mãos. O homem posicionou a cabeça grossa contra o anel apertado e empurrou devagar. Luísa soltou um grito abafado, o corpo inteiro travando. A dor queimou, misturada com a sensação de ser aberta, invadida.

Ele avançou aos poucos, até que metade do pau sumisse dentro do cu apertado da própria filha. Luísa tremia, lágrimas escorrendo por baixo da máscara, o prazer sujo e o nojo se misturando de forma nauseante.Ele começou a foder o cu dela com movimentos lentos e profundos, as mãos segurando firmes as nádegas. Cada estocada fazia Luísa gemer alto, a voz falhando. Marina, ainda ajoelhada, observava tudo com a mão na boca, o corpo suado.O homem olhou para a prima e sorriu, suado, o pau sumindo e reaparecendo no cu de Luísa.
— Você… vem cá. Quero você participando. Chupa os ovos dela enquanto eu fodo esse cuzinho. Ou melhor… sobe aqui e senta na cara dela. Quero ver as duas juntas de novo. Marina hesitou só um segundo. Depois se aproximou, a máscara ainda no rosto, e se posicionou sobre o rosto de Luísa, de costas para o homem. Luísa, ofegante, a língua ainda trêmula, começou a lamber a xoxota da prima enquanto o próprio pai fodia seu cu com força crescente. O som era obsceno: pele batendo, gemidos abafados, líquidos escorrendo.O homem acelerou, as estocadas no cu de Luísa ficando mais profundas, mais brutais. Ele gemeu alto, o corpo tensionado.

— Porra… vou gozar… dentro…Ele enterrou o pau até o fundo no cu apertado da filha e gozou com força, jatos quentes e espessos preenchendo o interior dela. Luísa sentiu cada pulsar, o calor se espalhando, o nojo e o prazer se misturando até quase desmaiar. Marina, ainda sentada no rosto dela, gozou segundos depois, o líquido escorrendo pela boca e pelo queixo de Luísa. O homem tirou o pau vagarosamente, o sêmen branco escorrendo pelo cu aberto e avermelhado de Luísa. Ele se recostou na cadeira, ofegante, satisfeito, sem a menor ideia de que acabara de foder a própria filha e assistir a sobrinha se esfregando nela. Luísa e Marina se entreolharam por trás das máscaras, o corpo suado, o cheiro de sexo e gozo colado na pele. O silêncio entre elas era pesado. O dinheiro ainda estava na mesa. E o portão do Clube Recreio continuava discreto, esperando o próximo dia.


Foto 1 do Conto erotico: duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece e mete nela sem saber - parte 2

Foto 2 do Conto erotico: duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece e mete nela sem saber - parte 2

Foto 3 do Conto erotico: duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece e mete nela sem saber - parte 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
duas primas se tao mal num clube de swing - o pai da luiza aparece e mete nela sem saber - parte 2

Codigo do conto:
276575

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/11/2026

Quant.de Votos:
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