Na escola (nós duas fazíamos um curso técnico noturno no mesmo prédio), ela me arrastou pro banheiro do fundo no intervalo. Tinha levado escondido um marcador de quadro branco bem grosso, daqueles de ponta larga e corpo cilíndrico. O diâmetro era quase o de dois dedos juntos. Ela puxou a calcinha pro lado, apoiou uma perna no vaso e tentou enfiar.
— Porra… é grosso pra caralho — gemeu, franzindo a testa.
A cabeça do marcador abriu os lábios dela com dificuldade. Ela empurrou, empurrou de novo, a xota esticando, vermelha, molhada. Só conseguiu meter uns três centímetros. Mesmo assim insistiu, rebolando contra o objeto, tentando engolir mais. Os músculos dela apertavam e soltavam, tentando puxar o marcador pra dentro. Suava, gemia baixo, as unhas cravadas na parede do box.
— Não entra… mas eu quero — sussurrou, olhos marejados de tesão. Continuou forçando, o corpo trepidando a cada tentativa. Quando finalmente conseguiu engolir quase a metade da ponta, ficou parada, respirando pesado, sentindo o volume dentro dela. Depois tirou devagar, o marcador saindo brilhante de lubrificação, e me mostrou:
— Olha o tanto que abriu…
Eu estava molhada só de ver.
No mesmo dia, depois da aula, o pai dela nos pegou de carona. O carro era um sedã antigo, câmbio manual no meio. Assim que ele desceu pra comprar algo no mercado e deixou a gente esperando, Lara já estava se mexendo no banco do passageiro.
— Olha isso — ela apontou pro câmbio, o manete grosso e arredondado na ponta.
Sem hesitar, levantou a saia, puxou a calcinha pro lado e se ajoelhou no banco, de costas pro volante. Alinhou a xota com o câmbio e começou a descer. O volume era considerável. A cabeça do manete abriu ela com esforço. Ela mordeu o lábio, empurrou o quadril pra baixo, os músculos do cu e da buceta contraídos de esforço.
— Ai… porra… não entra tudo…
Mesmo assim insistiu. Rebolava em círculos curtos, tentando forçar mais. O câmbio sumia aos poucos, a pele dela esticada ao redor. Conseguiu enfiar quase a metade antes de tremer e ter que parar, ofegante. Ficou sentada ali, o manete engolido até onde dava, se masturbando com dois dedos no clitóris enquanto eu olhava, excitada. Quando o pai voltou, ela se levantou rápido, a calcinha já encharcada, e fingiu que nada tinha acontecido. O cheiro dela ficou no carro o resto do caminho.
Mas a cena mais pesada foi no porão da casa dela, uns dias depois.
Tinha uma banqueta de madeira antiga, daquelas de quatro pernas grossas e arredondadas nas pontas. Lara virou a banqueta de cabeça pra baixo, as pernas pra cima. As pontas eram grossas, quase do tamanho de um punho fechado na base, afinando um pouco na extremidade.
— Vamos tentar — ela disse, já tirando a calça.
Nós duas ajoelhamos. Ela se posicionou sobre uma das pernas, abriu os lábios com os dedos e começou a descer. A ponta arredondada abriu a entrada dela com dificuldade visível. A xota esticou, rosada, quase branca nas bordas de tanto forçar. Ela gemeu alto, as coxas tremendo.
— Não dá… é grosso demais…
Mesmo assim continuou empurrando o quadril pra baixo. Centímetro por centímetro. A madeira sumia dentro dela. Eu segurei a banqueta pra não balançar enquanto ela insistia. Quando quase a metade da perna já tinha entrado, ela parou, ofegante, olhos revirando.
— Porra… tá me abrindo toda…
Ficou ali, sentada naquilo, rebolando devagar, tentando engolir mais um pouco. A cada movimento a madeira sumia e reaparecia, coberta de lubrificação. Eu não aguentei: tirei a calcinha e sentei na outra perna da banqueta, do outro lado. A ponta também era grossa demais pra mim. Empurrei, empurrei, a buceta ardia de tanto esticar. Consegui enfiar quase o mesmo tanto que ela. As duas ali, pernas abertas, sentadas nas pernas da banqueta virada, rebolando juntas, tentando meter mais fundo mesmo quando o corpo já não dava conta.
Lara olhou pra mim, o rosto vermelho, suor escorrendo entre os peitos:
— Mais… força mais…
Empurramos juntas. O volume era absurdo. As xotas abertas ao máximo, os músculos tremendo de esforço. Quando ela gozou, apertou tanto que a banqueta quase tombou. Eu gozei logo depois, ainda forçando o quadril pra baixo, sentindo a madeira grossa latindo dentro de mim.
Depois ficamos ali, paradas, ofegantes, as duas ainda enfiadas quase até a metade daquelas pernas grossas, incapazes de tirar logo de uma vez porque o corpo estava aberto demais e o prazer ainda vinha em ondas.
Lara sorriu, a voz rouca:
— Amanhã a gente tenta a outra perna… a mais grossa.
E eu já sabia que ia topar.
Continuação:
No quarto da Lara a coisa ficou mais pesada.
Ela tinha escondido no fundo do armário um cabo de vassoura novo, ainda com o plástico, bem grosso na ponta e mais grosso ainda no meio. O diâmetro era absurdo: quase o tamanho do punho dela. Também pegou um rolo de massagem de madeira que a mãe usava nas costas, daqueles cilíndricos e pesados, e um cabo de guarda-chuva grosso e arredondado.
Trancamos a porta. Lara já estava nua da cintura pra baixo, a xota inchada e brilhante de tanto se tocar o dia inteiro.
— Hoje a gente vai conseguir — ela disse, a voz já trêmula.
Começamos pelo cabo do guarda-chuva. Ela se deitou de costas na cama, pernas abertas o máximo que dava, e eu segurei o objeto. A ponta arredondada pressionou a entrada. A buceta dela abriu devagar, os lábios esticando, quase transparentes nas bordas. Ela gemeu fundo, as unhas cravadas no lençol.
— Empurra… devagar…
Empurrei. O volume era cruel. A cabeça do cabo sumiu com esforço, a xota engolindo centímetro por centímetro. Lara tremia inteira, o ventre contraindo, tentando relaxar e ao mesmo tempo apertar. Suava. Os músculos dela lutavam contra o objeto grosso. Quando quase a metade já tinha entrado, ela gritou baixinho:
— Para… não, continua… porra, continua!
Empurramos juntas. O cabo sumiu mais. A pele ao redor estava branca de tanto esticar. Ela rebolava, forçando o quadril pra baixo, insistindo mesmo quando doía gostoso. De repente o resto deslizou. O cabo entrou quase inteiro. Lara arquejou, os olhos revirando, a boca aberta num gemido longo e rouco. A barriga dela marcava o volume por dentro.
— Entrou… caralho, entrou tudo…
Ficou assim por um tempo, só sentindo, contraíndo e soltando ao redor daquilo. Depois eu puxei devagar e enfiei de novo, mais fundo ainda. Ela gozou na hora, o corpo inteiro tremendo, a xota espasmodando ao redor do cabo grosso.
Não paramos.
Pegamos o rolo de madeira. Era ainda mais grosso no meio. Lara se ajoelhou de quatro na cama e eu alinhei. A ponta pressionou. A entrada já estava aberta e molhada, mas ainda assim custou. Os lábios se abriram com esforço visível, a pele esticando até quase rasgar de prazer. Ela empurrava o quadril pra trás com força, gemendo alto, insistindo.
— Mais… força mais… eu quero sentir ele inteiro…
Empurramos. O rolo foi entrando aos poucos, a madeira sumindo dentro dela. Quando passou da metade, Lara soltou um gemido quase de choro. O corpo dela tremia sem parar. Continuamos. Centímetro por centímetro. Até que o rolo inteiro desapareceu. Só a ponta fina ainda ficava pra fora. Ela estava completamente cheia, a barriga levemente marcada, a xota aberta ao máximo ao redor da madeira.
— Mexe… mexe devagar…
Eu puxava e empurrava. O barulho molhado era obsceno. Lara gozou de novo, mais forte, o corpo colapsando na cama, ainda com o rolo engolido até o fundo.
Foi aí que a porta se abriu.
A mãe dela.
Ficou parada no batente, olhos arregalados. Viu a filha de quatro, a xota aberta e vermelha, o rolo de madeira quase inteiro dentro dela, brilhando de lubrificação. Viu eu ajoelhada atrás, a mão ainda no objeto. O cheiro de sexo no quarto era forte.
Lara não tirou. Só olhou por cima do ombro, ofegante, e empurrou o quadril pra trás de novo, engolindo o resto que faltava.
A mãe ficou abismada. A boca abriu, mas nenhum som saiu no começo. Depois, num tom baixo, quase sem acreditar:
— Meu Deus… quanto que isso… quanto que isso entra em vocês?
Lara, ainda com o rolo fundo, rebolou devagar, mostrando.
— Entra quase tudo, mãe… olha…
Puxei um pouco o objeto e empurrei de novo até o fundo. A xota dela engoliu sem resistência agora, aberta e usada. A mãe deu um passo pra dentro, os olhos fixos naquilo, o rosto vermelho de choque e algo mais. Ficou olhando o volume desaparecer dentro da filha, a pele esticada, o jeito que a buceta da Lara se fechava e abria ao redor da madeira grossa.
— Isso… isso não era pra caber…
Lara sorriu, suada, ainda gemendo baixinho:
— Cabe. A gente conseguiu.
E empurrou mais uma vez, mostrando pra mãe exatamente o quanto aquele objeto grosso sumia dentro dela.
A mãe não saiu. Ficou ali, abismada, sem conseguir tirar os olhos do quanto aquilo realmente entrava.
A mãe ficou parada no meio do quarto, o olhar preso na xota da Lara. O rolo de madeira ainda estava quase inteiro dentro dela. A cada contração lenta dos músculos da filha, a madeira sumia e reaparecia um pouco, coberta de lubrificação espessa. A entrada estava aberta demais, os lábios inchados e esticados ao redor do cilindro grosso.
Lara, ainda de quatro, empurrou o quadril pra trás de propósito, engolindo o resto que faltava. O rolo desapareceu por completo. Só a ponta fina ficou pra fora. Ela gemeu fundo, a barriga marcando o volume por dentro.
— Viu, mãe?… entrou tudo.
A mãe engoliu em seco. A voz saiu rouca:
— Isso… isso é grosso demais… como é que cabe?
Eu puxei o rolo devagar. A xota da Lara fez um som molhado e obsceno ao soltá-lo. A entrada ficou aberta, redonda, pulsando, incapaz de fechar de imediato. Depois eu alinhei de novo e empurrei. Desta vez o objeto deslizou mais fácil, mas ainda com resistência. A pele esticou, branqueou nas bordas. Lara gritou baixinho, os dedos cravados no colchão, e empurrou o corpo pra trás com força. O rolo sumiu outra vez até o fim.
A mãe deu mais um passo. Os olhos não piscavam.
— Meu Deus… olha o tanto que abre…
Lara se virou de costas, ainda com o rolo dentro, e se sentou devagar sobre ele, engolindo ainda mais fundo. O peso do corpo dela fez o objeto sumir completamente. Ela rebolou em círculos curtos, gemendo, mostrando pra mãe exatamente o quanto a xota conseguia engolir.
— Agora o outro — ela disse, ofegante.
Peguei o cabo de vassoura. Era mais grosso no meio, quase do diâmetro de um punho. A ponta arredondada pressionou a entrada já usada. Mesmo assim custou. Os lábios se abriram com esforço visível, a pele esticando até o limite. Lara mordeu o lábio inferior com força, as coxas tremendo.
— Empurra… não para…
Empurramos juntas. Centímetro por centímetro. A xota protestava, apertando, tentando rejeitar o volume absurdo, mas Lara insistia. Suava. Gemia alto. Quando passou da metade, ela soltou um gemido quase de choro e empurrou o quadril pra baixo com tudo. O cabo sumiu. Quase inteiro. Só uns poucos centímetros ficaram pra fora.
A mãe levou a mão à boca.
— Isso não era pra caber… olha o tanto que entrou…
Lara ficou parada, respirando pesado, o corpo inteiro tremendo ao redor daquilo. Depois começou a se mexer. Subia e descia devagar, o cabo aparecendo e desaparecendo. A cada descida ela forçava mais, tentando engolir os últimos centímetros. A barriga dela marcava o volume por dentro. A entrada estava aberta de um jeito obsceno, vermelha, brilhante, esticada ao máximo.
Eu me ajoelhei do lado e enfiei dois dedos ao lado do cabo, abrindo ainda mais. Lara gritou e gozou na hora, o corpo colapsando pra frente, ainda sentada no objeto grosso. A xota dela gozava com força, apertando e soltando ao redor da madeira.
A mãe não saiu. Ficou olhando, abismada, o rosto vermelho, a respiração alterada. Os olhos iam da xota aberta da filha pro volume que ainda estava dentro dela.
Lara, ainda ofegante, olhou pra mãe e sorriu de lado:
— Quer ver eu enfiar o mais grosso agora?
A mãe não respondeu. Só ficou ali, sem conseguir desviar o olhar, enquanto eu já pegava o próximo objeto — ainda mais grosso — e alinhava na entrada já destruída de prazer da Lara.
E desta vez, com a mãe assistindo de perto, elas iam conseguir en




