A família Oliveira chegou a Tambaba no final da tarde de um domingo quente de janeiro. O sol ainda batia forte na areia clara da praia de nudismo familiar no litoral da Paraíba. Carlos, o pai, de quarenta e cinco anos, corpo ainda firme de academia, não conseguia esconder o nervosismo. Ao lado dele caminhava Renata, a esposa, trinta e nove anos, peitos fartos, bunda redonda e uma xota já conhecida por ele — lábios grossos e um grelo generoso que sempre ficava inchado com pouco estímulo. E na frente dos dois, saltitante, ia a filha: Lara, vinte e dois anos, loira natural de cabelos longos, corpo esguio e seios firmes de tamanho médio.
Assim que entraram na área oficial de nudismo, as roupas foram ficando para trás. Renata tirou o vestido leve de uma vez só, revelando a pele morena já bronzeada, os mamilos escuros e a fenda bem depilada. Lara demorou um segundo a mais, mas logo o biquíni caiu. Carlos engoliu seco. A xota da filha era diferente da da mãe. Os lábios externos eram mais finos, a fenda mais fechada, mas o grelo… era enorme. Um botão rosado e proeminente que sobressaía mesmo com a perna fechada, maior e mais grosso que o da esposa. Carlos sentiu o pau endurecer na hora.
A praia estava cheia. Garotas de dezoito, vinte, vinte e cinco anos caminhavam nuas por todos os lados. Bundas empinadas balançavam a cada passo. Xotas de todos os formatos passavam perto: algumas com lábios carnudos que se abriam um pouco ao andar, outras quase lisinhas, só com um grelo discreto. Uma morena de cabelos cacheados parou bem na frente deles para passar protetor solar nas próprias coxas, abrindo as pernas o suficiente para mostrar a entrada rosada. Carlos quase engasgou.
— Papai, você tá olhando demais — Lara falou baixo, mas com um sorrisinho no canto da boca.
Renata olhou para o marido e depois para a filha. Notou o volume que já marcava na frente de Carlos.
— Carlos, se acalma. É só uma praia. Todo mundo tá nu.
Mas ele não conseguia. O olhar voltava sozinho para a xota da filha. O grelo enorme de Lara balançava levemente quando ela andava, e a cada movimento ele imaginava como seria tocá-lo. Lara percebeu. Em vez de se afastar, ficou mais perto. Enquanto caminhavam pela areia quente, a mão dela desceu e alisou a coxa do pai, os dedos subindo devagar pela pele até quase encostar nas bolas.
— Relaxa, pai… — murmurou só para ele. — A mãe também tá reparando em você.
Renata, ao lado, não disfarçava. Os seios pesados balançavam a cada passo, e a xota dela já mostrava sinais de excitação: os lábios um pouco mais abertos, o grelo grande começando a inchar. Ela olhava para a filha e para o marido alternadamente, como se estivesse avaliando a situação.
A praia continuava oferecendo espetáculo. Um grupo de garotas jogava vôlei nuas. Quando pulavam, as xotas se abriam por um segundo. Uma loira de peitos pequenos tinha um grelo quase tão grande quanto o de Lara; outra, morena e alta, tinha a fenda tão carnuda que os lábios se tocavam mesmo de pé. Carlos sentia o pau latejar. Já estava completamente duro, e não tinha como esconder.
Lara notou o estado do pai e deu uma risadinha baixa. A mão dela voltou a alisar a coxa dele, dessa vez mais ousada, os dedos passando bem perto do pau ereto.
— Tá doendo, né? — perguntou baixinho. — Eu também tô sentindo umas coisas… olha o meu.
Ela abriu um pouco mais as pernas enquanto andava. O grelo enorme estava visivelmente inchado, rosado e brilhante. Renata viu e passou a língua nos lábios.
— Vocês dois estão sem vergonha — falou a mãe, mas a voz saiu rouca. — Vamos achar um canto mais reservado antes que alguém note esse pau todo.
Encontraram uma área um pouco mais afastada, perto das pedras. Carlos se sentou na areia, o pau duro apontando para cima sem nenhum pudor. Lara se sentou do lado dele, de propósito com as pernas abertas o suficiente para o pai ver tudo. O grelo proeminente latejava à vista. Renata ajoelhou na frente dos dois, peitos pesados balançando.
— Então é isso que a gente veio fazer em Tambaba? — perguntou ela, já com a mão na própria xota, esfregando o grelo grande. — Olhar a xota da nossa filha e ficar com o pau duro?
Lara riu, mas o rosto estava corado. A mão dela voltou para a perna do pai, dessa vez subindo até envolver o pau grosso.
— Ele não para de olhar o meu grelo, mãe. É maior que o seu, né?
Renata se aproximou e abriu os lábios da filha com dois dedos, examinando.
— É mesmo… bem maior. E tá inchado pra caralho.
Carlos não aguentou. A mão dele foi até a coxa de Lara e subiu devagar até tocar o grelo enorme com a ponta dos dedos. Lara soltou um gemido baixo. Renata, em vez de parar, puxou a mão do marido e guiou os dedos dele para dentro da fenda da filha.
— Já que você não consegue parar de olhar… toca direito.
A praia ao redor continuava viva. Garotas passavam, algumas olhando de canto de olho para a família. Uma loira de peitos fartos parou a poucos metros, abriu as pernas e começou a passar protetor na própria xota, sem nenhum pudor. Outra, morena e de bunda empinada, se deitou de barriga para baixo bem perto, as nádegas abertas o suficiente para mostrar o cu e a fenda.
Carlos metia dois dedos na xota da filha enquanto a esposa chupava o grelo enorme dela. Lara gemia baixinho, a mão ainda apertando o pau do pai. Renata depois se virou e sentou no colo do marido, enfiando o pau duro na própria xota molhada, de frente para a filha.
— Olha pra ela enquanto me fode — ordenou a mãe.
Lara se ajoelhou na frente dos dois, o grelo enorme a poucos centímetros do rosto do pai. Carlos chupou aquele botão grosso enquanto empurrava para dentro da esposa. Renata gemia alto, os peitos balançando. Lara esfregava o grelo no rosto do pai, molhando a barba dele com o próprio líquido.
A tarde em Tambaba continuou assim. A família Oliveira, completamente nua, chamando atenção de quem passava. O pai fodendo a esposa enquanto chupava o grelo enorme da filha. A mãe gemendo e abrindo a xota da filha com os dedos para o marido ver melhor. E Lara, aos vinte e dois anos, com as pernas abertas na areia quente, deixando qualquer um que olhasse ver exatamente o que o pai não conseguia parar de desejar.
O sol ia descendo, mas o tesão daquela família só aumentava.
O funcionário do bar de madeira, um homem de uns trinta e poucos anos, pele queimada de sol e sorriso safado, se aproximou carregando duas cervejas geladas. Viu a cena clara: Carlos com dois dedos ainda dentro da xota lisa de Lara, o grelo enorme da filha brilhando de saliva e excitação, Renata sentada no pau do marido, gemendo baixo. O cara não se assustou. Só deu uma risadinha e baixou a voz.
— Se quiserem trepar de verdade, eu trago um pano grande e coloco aqui. Ninguém vai ver direito. Tô acostumado. Pai e filha trepam nessa areia toda hora. Família mesmo. É o normal de Tambaba.
Carlos tirou os dedos devagar da xota da filha. O líquido transparente escorreu pelos lábios lisos de Lara e pingou na areia. Ele olhou para a esposa e depois para a filha, o pau ainda duro e latejando.
— A gente… nunca imaginou isso — murmurou, a voz rouca. — Deve ser o sol do Nordeste… esse calor…
Lara, de pernas ainda abertas, o grelo enorme inchado e latejando, passou a língua nos lábios.
— Aceita, pai. Eu quero.
Renata só assentiu, os olhos escuros brilhando de tesão. O funcionário sumiu rápido e voltou com um pano grande, grosso, de cor clara. Estendeu o tecido entre duas estacas improvisadas de madeira e algumas pedras, criando uma parede baixa que escondia a família da vista direta da praia. Ainda dava para ouvir as vozes e o barulho do mar, mas ninguém enxergava o que acontecia ali dentro.
Assim que o pano foi armado, Carlos se virou para Lara. O rosto dele estava vermelho, misturando vergonha e desejo.
— Filha… desculpa. Desculpa por olhar tanto… desculpa por ficar duro… eu não aguento mais.
Lara puxou o pai pela nuca e beijou a boca dele com língua. O beijo foi molhado, demorado, cheio de vontade. Enquanto se beijavam, Carlos a deitou de costas na areia quente. Renata se ajoelhou ao lado, uma mão nos seios da filha, a outra abrindo os lábios da xota lisa para o marido.
— Enfia nela, Carlos — sussurrou a mãe. — Eu quero ver.
Carlos posicionou a cabeça grossa do pau na entrada molhada de Lara. O grelo enorme da filha latejava contra a pele dele. Ele empurrou devagar. A xota apertada e quente engoliu o pau centímetro por centímetro. Lara arquejou, as unhas cravadas nas costas do pai.
— Ai, pai… é grande…
Carlos começou a socar. Primeiro devagar, sentindo cada centímetro da filha se abrir para ele. Depois mais fundo, mais forte. A areia grudava nas costas de Lara, nos joelhos dele. O pau entrava e saía molhado, fazendo barulho obsceno. Renata assistia de perto, os dedos esfregando o próprio grelo grande, gemendo junto.
— Isso… fode nossa filha gostoso — falou a mãe, a voz embargada. — Olha como a xota dela engole.
Carlos beijava o rosto de Lara enquanto metia. Beijava a boca, o pescoço, os seios firmes. Falava baixinho entre uma estocada e outra:
— Te amo, filha… desculpa… mas eu te quero tanto… sua xota é tão gostosa…
Lara gemia alto, as pernas abertas envolvidas na cintura do pai. O grelo enorme esfregava na barriga dele a cada investida. Ela puxava o cabelo de Carlos, beijava a boca dele com fome.
— Eu também te amo, pai… mete mais fundo… não para…
O funcionário do bar ficou do lado de fora do pano, só a cabeça aparecendo por cima.
— Ele tava com vontade, né? — comentou, sorrindo. — Todo pai que traz a filha aqui acaba socando. É o clima.
Carlos não respondeu. Só fodeu mais forte. As estocadas agora eram profundas e ritmadas. A xota de Lara fazia barulho molhado cada vez que o pau entrava até o fundo. Renata se abaixou e chupou o grelo enorme da filha enquanto o marido metia. A língua da mãe no botão inchado fez Lara gozar primeiro. O corpo da menina tremeu, a xota se apertando em volta do pau do pai, fluidos escorrendo pela areia.
Carlos não aguentou muito depois. Com um gemido rouco, enterrou até o saco e gozou dentro da filha. Jatos quentes e grossos encheram a xota de Lara. Ele ficou parado fundo, pulsando, enquanto a porra subia e começava a vazar pelas bordas dos lábios lisos.
Os três ficaram ali, ofegantes. Carlos ainda dentro da filha, a testa apoiada no ombro dela. Renata acariciava o cabelo dos dois. Devagar, Carlos tirou o pau. A porra branca e cremosa escorreu logo em seguida, saindo da xota aberta de Lara em filetes espessos que desciam pela bunda e se misturavam com a areia. O grelo enorme continuava latejando, brilhando de saliva e gozo.
Era gostoso de ver. A xota lisa da filha, ainda aberta, pulsando, a porra do pai escorrendo lenta e suja. Renata passou dois dedos ali, recolheu um pouco do líquido e levou à boca, depois ofereceu os dedos para Lara chupar. Carlos observava tudo com o peito subindo e descendo, o pau ainda semi-duro e molhado.
— Desculpa de novo, filha — murmurou ele, beijando a boca de Lara com carinho. — Mas foi tão gostoso…
Lara sorriu, cansada e satisfeita, as pernas ainda abertas.
— Não pede desculpa, pai. Eu queria. A mãe também queria. Olha como ficou…
Renata se deitou do outro lado e abriu a própria xota, mostrando o grelo grande ainda inchado.
— Agora é minha vez de novo. Mas deixa a porra escorrer mais um pouco… quero ver.
O funcionário do bar riu baixo do lado de fora do pano.
— Podem ficar à vontade. Eu trago mais cerveja daqui a pouco. Aqui em Tambaba família que trepa é família feliz.
Carlos, Lara e Renata ficaram deitados na areia quente, o sol do Nordeste queimando a pele nua. A porra continuava escorrendo devagar da xota da filha, branca e viscosa, enquanto os três se beijavam sem pressa, com amor e tesão misturados. O pano balançava leve com o vento, escondendo o suficiente, e o barulho do mar cobria os gemidos baixos que ainda escapavam.
odos ali tinham vinte e dois anos. Ninguém era mais velho. Carlos, Renata e Lara, os três com a mesma idade. Do outro lado do pano, a outra família também: o japonês Hiroshi, a esposa Yuki e a filha Aiko, todos com vinte e dois anos completos. Corpos jovens, peles lisas, zero diferença de idade.
Depois que Carlos gozou dentro de Lara e a porra ainda escorria lenta pela xota lisa da filha, os três olharam para o lado. O pano do funcionário não cobria tudo. A poucos metros, outra família fazia amor na areia. Hiroshi estava por cima de Aiko, a filha de rosto delicado e corpo pequeno, peitos miúdos, pele clara. A xota dela era estreita, lábios finos e rosados, o grelo pequenininho quase escondido. Yuki, a mãe, ajoelhava ao lado, segurando a mão da filha e passando gel.
Lara abriu mais as pernas, a porra do pai ainda vazando, e sussurrou:
— Olha… eles também.
Carlos e Renata viram. Hiroshi empurrava com dificuldade. O pau dele era enorme: trinta e oito centímetros, grosso, veioso, a cabeça larga. Aiko gemia agudo, o rosto vermelho de vergonha e esforço. Só a metade tinha entrado. A xota inexperiente dela se esticava ao máximo, os lábios finos brancos de tensão.
Yuki falou alto o suficiente para os Oliveira ouvirem:
— Devagar, amor… ela só conhece dedo e cenoura em casa. Nunca foi assim.
Carlos se sentou, o pau ainda molhado de porra e do líquido de Lara. Renata se aproximou da outra família, sem vergonha.
— Vocês também… nunca tinha acontecido antes?
Hiroshi parou no meio do caminho, o pau grosso pela metade dentro da filha, e olhou para os três.
— Nunca. A gente só veio conhecer Tambaba. Deve ser a água desse lugar… ou o sol. A gente chegou nu e de repente… eu não aguentei. A xota dela tava ali, tão pertinho.
Lara se levantou, a porra escorrendo pela coxa interna, e foi até Aiko. As duas filhas se encararam. Lara abriu os próprios lábios com os dedos, mostrando o grelo enorme, inchado e ainda brilhante de gozo.
— O meu é bem maior que o dela — falou sem rodeios. — Olha o da Aiko… pequenininho. O meu sobressai até de perna fechada.
Yuki se aproximou e abriu a xota da filha com cuidado. Os lábios finos se separaram, revelando a entrada rosada e o grelo discreto.
— É… o da Lara é bem mais grosso e comprido. O da Aiko quase não aparece.
Carlos e Hiroshi ficaram lado a lado, os dois paus duros de novo só de olhar. Renata riu baixo.
— E se a gente trocar? Só dessa vez. Vocês topam?
Aiko, ainda com o pau do pai pela metade, corou até as orelhas, mas assentiu. Lara também.
— Quero sentir esse de trinta e oito — falou Lara, olhando o pau de Hiroshi com curiosidade.
Hiroshi tirou devagar de dentro da filha. A xota de Aiko ficou aberta e vazia, pulsando. Carlos se ajoelhou na frente dela. O rosto da japonesa era lindo, olhos puxados, boca pequena, vergonha estampada. Ele beijou a boca dela com carinho antes de posicionar o pau na entrada estreita.
— Vou devagar, tá? Com carinho.
Aiko só balançou a cabeça. Carlos empurrou. A xota inexperiente apertou logo na cabeça. Ele entrou centímetro por centímetro, beijando o pescoço dela, falando baixinho:
— Relaxa… isso… você é tão apertada… gostosa pra caralho.
Enquanto isso, Hiroshi deitou Lara na areia. O pau de trinta e oito centímetros parecia impossível. Renata e Yuki se ajoelharam dos dois lados, abrindo os lábios da xota de Lara e passando mais gel. Hiroshi encaixou a cabeça grossa e empurrou. Lara gritou, as unhas cravadas na areia.
— Ai… é grosso demais…
Só a metade entrou. Aiko, do outro lado, já tinha o pau de Carlos quase inteiro, gemendo baixinho, o rosto escondido no ombro dele. Yuki ficou preocupada, passando a mão no cabelo da filha.
— Devagar, Carlos… ela nunca levou nada tão grande.
Mas Aiko puxou o quadril dele, pedindo mais. Carlos fodeu com carinho, estocadas longas e profundas, beijando a boca dela o tempo todo. A xota estreita fazia barulho molhado, os lábios finos esticados em volta do pau.
Do lado de Lara, Hiroshi empurrava com paciência. Cada centímetro a mais fazia a loira gemer alto. Renata chupava o grelo enorme da filha enquanto o japonês metia. Yuki fazia o mesmo com Aiko, língua no grelo pequenininho.
Outras pessoas na praia perceberam. Filhas de outras famílias, também de vinte e dois anos, pararam com a mão na boca.
— Coitadas… estão sofrendo — uma loira murmurou, mas não tirou os olhos.
— Olha o tamanho… a loira tá quase chorando — outra falou, já com a mão na própria xota.
O swing familiar continuou sob os olhares. Carlos gozou dentro de Aiko com um gemido baixo, enchendo a xota inexperiente dela. A porra branca vazou logo, escorrendo pelos lábios finos. Hiroshi, depois de vários minutos só com a metade, conseguiu enfiar mais um pouco e gozou fundo em Lara. A loira tremeu, o grelo enorme latejando, a porra do japonês se misturando com a do pai que ainda escorria.
Os quatro se beijaram depois. Carlos beijou Aiko com carinho, limpou a porra que descia pela bunda dela. Hiroshi beijou Lara, passando a mão no grelo enorme que ainda pulsav a. Renata e Yuki se beijaram também, comparando os grelos das filhas com os dedos.
— O da Lara é grande
— Yuki comentou. — O da Aiko é quase escondido.
— E a xota dela apertou tanto…
— Carlos falou, ainda ofegante. — Nunca tinha sentido uma tão apertada assim.
Aiko escondeu o rosto, mas sorriu. Lara, de pernas abertas, a porra dos dois homens escorrendo, só suspirou:
— Deve ser mesmo a água desse lugar…
O funcionário do bar passou de novo, viu a troca e só deu de ombros, sorrindo. Outras filhas continuavam olhando de longe, algumas com a mão na boca, outras já se tocando. Em Tambaba, naquela tarde, o swing familiar de quatro jovens de vinte e dois anos virrou o centro das atenções, corpos suados, xotas abertas e porra escorrendo na areia quente do Nordeste.