Irene se levantou devagar.As pernas ainda tremiam. O shortinho de cosplay, já úmido por dentro, deslizou de volta no lugar enquanto ela se erguia. No instante em que o pau grosso do pai saiu dela, um fio grosso e quente de porra escorreu da xoxota aberta, descendo pela coxa interna em um filete branco e viscoso. Irene apertou as pernas rapidinho, disfarçando, e passou a mão por baixo como se estivesse só ajeitando a roupa.
O líquido pegajoso grudou nos dedos.Foi nesse segundo que a amiga olhou.Ela se chamava Lara. Cabelo preto liso preso em um rabo alto, franja reta, olhos grandes e escuros, maquiagem pesada de cosplay que ainda brilhava sob as luzes da convenção. O corpo era pequeno, cintura estreita, seios fartos apertados no corpete do traje. O shortinho curto de lycra marcava o volume entre as pernas
— o dildo de 25 centímetros que ela tinha colocado mais cedo ainda estava lá dentro, inteiro, e agora estava batendo direto no útero toda vez que ela se mexia.Lara estava sentada de pernas cruzadas, se remexendo o tempo todo.
Cada mudança de postura fazia a ponta grossa do dildo empurrar o fundo dela. O rosto dela já estava levemente corado, a boca entreaberta, as coxas apertadas. Ela se ajeitou de novo, o bumbum se movendo no sofá, e foi exatamente nesse momento que os olhos dela desceram.
Viu Um pedaço da pica enorme do pai de Irene ainda estava para fora do zíper, grosso, veias saltadas, brilhando de porra e do gozo da filha. A cabeça larga latejava, ainda molhada, e um fio branco escorria pela lateral. No mesmo instante, Lara viu o filete grosso descendo pela coxa interna de Irene
— a porra do pai escorrendo da xoxota aberta da amiga.Lara piscou.Uma, duas vezes. Os olhos se arregalaram. A boca se abriu um pouco. O cérebro dela tentou processar o que estava vendo: a amiga tinha acabado de se levantar do colo do próprio pai com aquela coisa monstruosa dentro dela. Tinha feito sexo ali. Perto da mãe. Perto de todo mundo. E ainda estava escorrendo.Lara engoliu em seco. O dildo de 25 centímetros dentro dela escolheu exatamente aquele segundo para pressionar o útero com mais força.
Ela se remexeu, as coxas se apertando, e sentiu um espasmo involuntário. Um fio quente saiu dela — não porra, mas o próprio gozo diluído que o dildo estava provocando há minutos. O líquido escorreu pela entrada, molhou o shortinho por dentro e começou a descer pela coxa.
Lara passou a mão por baixo, depressa, limpando o que pôde, o rosto ainda preso na imagem da pica do pai de Irene.Ela não conseguia desviar o olhar.Aquele pedaço de pau era absurdo. Grosso demais. Longo demais. Ainda latejando, coberto do que claramente tinha saído de dentro da amiga. Lara sentiu o estômago revirar de choque e, ao mesmo tempo, o dildo dentro dela latejar junto com o próprio batimento. Ela se mexeu de novo, desconfortável, o bumbum se erguendo um pouco do sofá. A ponta do dildo bateu fundo. Outro fio escorreu.
As duas se levantaram juntas.Irene ainda limpava os dedos no shortinho, o filete branco da porra do pai descendo devagar pela coxa interna. Lara se ergueu com mais dificuldade.
O dildo de 25 centímetros estava enterrado até o talo, a ponta grossa pressionando o útero a cada passo. O rosto dela estava tenso, as sobrancelhas levemente franzidas de desconforto, a boca entreaberta. Cada movimento fazia a coisa bater fundo, e ela apertava as coxas sem conseguir aliviar.Enquanto caminhavam um pouco afastadas do grupo, Lara se aproximou e falou baixo, a voz rouca de choque:— Seu pai estava te fodendo… sério isso?Irene riu de canto, o olhar ainda meio vidrado do orgasmo. As bochechas queimavam. Ela passou a língua nos lábios e respondeu no mesmo tom, quase sem vergonha:
— Sim. Sem querer… mas foi demais.Lara engoliu em seco. Os olhos dela ainda estavam arregalados, a expressão misturando incredulidade e um calor que subia pelo pescoço. O dildo dentro dela latejou junto com o batimento. Ela se remexeu de novo, um pequeno gemido preso na garganta.Foram até o carro.O pai caminhava atrás, as mãos nos bolsos.
O olhar dele ia e vinha entre as duas. Ele sabia. Sabia que a amiga da filha ainda estava com aquele dildo grosso enfiado até o fundo, e que cada passo era um martírio gostoso. A mãe ia na frente, distraída, puxando conversa sobre a apresentação.Quando entraram no carro, a mãe se virou no banco da frente e de repente lembrou:
— Credo, esqueci, Lara! Você ainda está com o dildo do concurso? Quer tirar aqui, aproveita… estamos aqui. O meu marido olha pra lá, né…Ela riu, olhando para o marido, fazendo um gesto brincalhão para ele desviar o olhar. O pai obedeceu por um segundo, virando o rosto para a janela, mas o canto do olho dele não desgrudou.
Lara estava no banco de trás, ao lado de Irene. O shortinho curto já estava manchado por dentro. Ela respirou fundo, as mãos tremendo um pouco de nervoso e excitação. Enfiou os dedos pela barra, pegou a base do dildo e começou a puxar.Devagar.O silicone grosso saiu centímetro por centímetro, brilhando de lubrificante e do gozo dela.
A entrada da xoxota se abriu, rosada, inchada, as paredes internas ainda se contraindo. Quando a cabeça finalmente saiu com um som molhado e suave, um jato generoso de líquido branco e viscoso escorreu de uma vez só.
Caiu no banco, espalhou-se na coxa dela e pingou no carpete. Era muito. Mais do que ela esperava. O cheiro doce e sexual encheu o ar-condicionado do carro.Lara soltou uma risadinha embaraçada, as bochechas em chamas:
— Desculpa… molhei aqui.Irene riu junto, ainda com o próprio filete da porra do pai escorrendo pela perna. A xoxota dela continuava aberta e molhada por baixo do shortinho, latejando.A mãe olhou pelo retrovisor, sem se escandalizar de verdade, só balançando a cabeça com um sorriso:
— Tudo bem, filha. Acontece.Foi nesse momento que o pai se virou de verdade para trás.Ele viu.A xoxota de Lara ainda aberta, rosada, brilhando, o líquido escorrendo pelo banco e pela coxa. A entrada se contraindo sozinha, como se ainda sentisse o volume que tinha acabado de sair. Ao lado, a filha com as pernas levemente abertas, o shortinho molhado, outro fio branco descendo.
As duas xoxotas à mostra, molhadas, usadas, no banco de trás do próprio carro.Lara sentiu o olhar dele. O estômago revirou. Ela não fechou as pernas. Ficou ali, ofegante, vendo o pai da amiga olhar direto para a buceta dela e para a da filha ao mesmo tempo.O pai falou baixo, a voz calma, quase casual, mas com um tom que fez Lara tremer:
— Eu não conto pra ninguém que vi sua xoxota.Lara engoliu em seco. Irene riu de novo, baixo, e passou a mão pela própria coxa, espalhando o que ainda escorria. A mãe, na frente, já tinha voltado a conversar como se nada de extraordinário tivesse acontecido.No banco de trás, as duas continuavam molhadas, as xoxotas latejando, e o pai ainda olhava.
fim

