Na cidade de Lyon, a família Cherrypussy era conhecida por duas coisas: a mansão antiga no bairro de Croix-Rousse e a completa ausência de tabus sexuais dentro de casa. Pai, mãe e filha falavam de sexo como quem fala do tempo. Era uma tradição.
A filha, Camille, 22 anos, tocava flauta transversal. Corpo esguio, seios pequenos e firmes, e uma xoxota grande, carnuda, de testa alta
o risco subia bem acima do clitóris, exatamente do jeito que o pai gostava.
A filha andava pela casa desfilando aquela xoxota enorme,
Ele, Jean-Pierre Cherrypussy, 58 anos, ex-ator pornô dos anos 80, ainda mantinha o gosto por xoxotas assim: abertas, volumosas, “bottomless”, como ele chamava.
Naquela tarde, Camille saiu da aula de flauta da professora Élise. Élise tocava com uma delicadeza quase obscena. Cada nota longa e vibrante fazia a buceta de Camille latejar. Ela saía das aulas sempre molhada.
No banheiro da escola de música, Camille trancou a porta. Tirou a calcinha e esfregou a flauta fria no grelo inchado. O metal deslizava com facilidade por causa do tanto de gozo que já escorria. Ela abria as pernas, encostava a embocadura no clitóris e esfregava em círculos lentos, olhando pela fresta se alguma colega passava. O risco era parte do tesão.
Deisy, 23 anos, morena baixa, uma aluna, corpo compacto e sempre de legging de lycra colado, entrou no banheiro sem bater. Viu tudo. Em vez de sair, trancou a porta por dentro, abaixou a lycra até as coxas e começou a se masturbar olhando Camille.
— Continua — murmurou Deisy. — Quero ver você enfiar.
Camille não hesitou. Empurrou a flauta devagar pela entrada estreita. A xoxota avermelhada engoliu o instrumento com um som molhado. Ela enfiava e tirava, gemendo baixo, enquanto Deisy esfregava o próprio grelo com os dedos.
Quando as duas gozaram, Camille limpou a flauta com papel higiênico, guardou no estojo e foi embora.
Chegou em casa ainda latejando. O pai estava na sala, de roupão aberto. Assim que viu a filha, me conte tudo da aula hoje.
— disse ele, direto.
Camille se sentou na poltrona em frente a ele, abriu as pernas e puxou a saia. A xoxota ainda brilhava.
— A professora tocou tão gostoso hoje… fiquei molhada a aula inteira. Depois enfiei a flauta até o fundo no banheiro. A minha colega Deisy entrou e me pegou de novo e gozou me vendo.
Jean-Pierre passou a mão no pau grosso, já duro.
— Mostra como ficou.
Camille abriu os lábios grossos com os dedos. da xoxota, a entrada ainda um pouco aberta do instrumento. O pai se aproximou, ajoelhou e cheirou.
— Essa xoxota me deixa doido filha… do jeito que eu gosto. Continua falando.
E Camille contou cada detalhe enquanto o pai chupava devagar, lambendo o grelo inchado e enfiando a língua fundo, como se quisesse provar o gosto da flauta ainda impregnado nela.
Na casa dos Cherrypussy, ninguém escondia nada. Sexo era assunto comum de família.
Camille ainda estava com as pernas abertas na poltrona quando o pai se afastou um pouco, puxou o roupão completamente para os lados e tirou o pau para fora. Grosso, veia marcada, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele segurou a base e mostrou para ela, balançando levemente.
— Olha o que você fez, filha. Olha o estado que deixou o pau do seu pai só de contar essa história.
Camille lambeu os lábios, os olhos vidrados de tesão.
— Você quer hoje, pai?
Da cozinha, a mãe, Isabelle, 49 anos, apoiada na soleira da porta com um copo de vinho na mão, sorriu devagar. Amava ver os dois. Não interferia. Só assistia, as coxas apertadas uma contra a outra.
Jean-Pierre ajoelhou de novo entre as pernas da filha. Não teve pressa. Primeiro aproximou o rosto e cheirou fundo a xoxota grande e ainda molhada. O aroma forte, levemente ácido, misturado com o gosto residual da flauta. Ele respirou várias vezes, o nariz quase colado no grelo inchado.
Com os polegares, abriu os lábios grossos, esticando aquela testa alta da buceta até o risco ficar bem exposto. A entrada ainda um pouco aberta, brilhando. Ele ficou um segundo só olhando, apreciando.
Depois baixou a boca e deu um beijo lento, molhado, bem no grelo. Sugou o botão com os lábios, puxando com leveza, e soltou com um estalo úmido. Camille soltou um gemido alto, a cabeça jogada para trás, os olhos virando quase para dentro. As coxas tremeram.
Um fio grosso de gozo escorreu pela fenda e desceu em direção ao cu. Jean-Pierre acompanhou com a língua, lambeu de baixo para cima e engoliu tudo. Continuou chupando, a língua larga passando pela entrada, entrando um pouco, voltando para o grelo, sugando cada gota que escorria. Não deixou nada. Chupou até a última gotinha, fazendo barulho molhado, enquanto Camille tremia e revirava os olhos, a boca aberta, sem conseguir formar palavras.
Quando ele se levantou, o pau estava ainda mais duro, latejando.
Camille desceu da poltrona, ajoelhou na frente dele e pegou o pau com as duas mãos. Envolveu a cabeça com a boca quente e começou a aquecer a vara do pai, chupando devagar, a língua girando na glande, saliva escorrendo pelo comprimento. Subia e descia a boca, molhando tudo, preparando.
— Pronto — murmurou ela, a voz rouca.
Jean-Pierre a puxou para cima de uma vez. A “Torre Eiffel”. Ele segurou Camille pelo traseiro, ergueu o corpo leve dela no colo, de pé, face a face. As pernas dela envolveram a cintura dele. Com uma das mãos, guiou o pau grosso até a entrada da xoxota grande e empurrou de uma vez só, enfiaando tudo até o fundo.
Camille gritou, os olhos virando de novo, o corpo inteiro tremendo com a penetração profunda. Ele a segurou firme pelas nádegas e começou a foder rápido e feroz, de pé, levantando e baixando o corpo dela no pau como se ela não pesasse nada. Cada estocada fazia a xoxota carnuda engolir o pau inteiro, o som molhado ecoando na sala. A testa alta da buceta se esfregava na base dele a cada embalo.
Da cozinha, Isabelle assistia sem piscar, uma mão já dentro da calcinha.
Jean-Pierre fodia a filha com força, o pau sumindo e aparecendo, a xoxota esticada ao redor dele. Camille gemía alto, os braços agarrados no pescoço do pai, os olhos revirados, a boca aberta, babando um pouco no ombro dele.
— Mais fundo… porra, pai… enfia tudo…
Ele obedeceu. Estocadas curtas e brutais, o pau inteiro enterrado, o saco batendo contra ela. Em poucos minutos os dois estavam suados, a respiração ofegante. Camille gozou primeiro, o corpo engessando, a xoxota apertando o pau dele em espasmos fortes, gozo escorrendo pela base e molhando as mãos dele. Jean-Pierre seguiu fudendo através do orgasmo dela e gozou logo depois, enterrado até o fundo, jorrando grosso dentro da filha, gemendo baixo contra o pescoço dela.
Ficaram assim por alguns segundos, ainda encaixados, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro da xoxota grande e molhada.
Na cozinha, a mãe terminou de gozar em silêncio, o copo de vinho quase caindo da mão.
Na casa dos Cherrypussy, era só mais uma tarde de família.
fim