tópicos. Pai e filha, irma e irma,
Adriana era baixinha, de 1,58 m, corpo compacto e curvilíneo, pele clara quase translúcida, cabelos loiros platinados longos e lisos que caíam pelas costas como uma sueca de comercial de shampoo.
Os olhos azul-claros, lábios carnudos e aquele jeitinho doce que escondia um tesão voraz. Sua irmã mais nova, Lara, era parecida, só um pouco mais alta, seios menores e um pouco mais tímida, ainda aprendendo a se entregar ao desejo pelas mulheres.
As duas dividiam o quarto no fundo da casa e, naquela tarde quente, a mãe estava na sala assistindo televisão, sem suspeitar de nada. Elas estavam na cama de Adriana, nuas, pernas entrelaçadas.
Adriana estava deitada de costas, coxas abertas, e Lara ajoelhada entre elas, rosto enterrado na xoxota da irmã. A língua de Lara subia e descia lentamente, lambendo a fenda molhada, chupando os lábios inchados e depois sugando o grelo inchado com força. Adriana gemia baixo, uma mão enfiada nos cabelos loiros da irmã, a outra apertando o próprio seio.
— Mais devagar… a mãe tá em casa
— sussurrou Adriana, a voz rouca de tesão. Lara não respondeu. Só abriu mais a boca e engoliu o grelo, chupando com vontade, a língua vibrando. A xoxota de Adriana já estava encharcada, o líquido escorrendo pela fenda e molhando o lençol. O cheiro doce e forte de sexo preenchia o quarto.De repente, passos no corredor.Adriana congelou.
— Merda! Ela puxou a coberta por cima das duas no mesmo segundo em que a maçaneta girou.
A porta não estava trancada. A mãe entrou.
— Adriana? Você tá aí, filha? Adriana estava sentada na cama, coberta até o peito, o rosto levemente corado.
Por baixo da coberta, Lara continuava deitada de bruços entre as pernas dela, o rosto ainda colado na xoxota molhada. Adriana abriu as pernas um pouco mais, dando espaço, e a irmã aproveitou: a língua voltou a subir e descer, agora mais devagar, só no grelo e nos lábios, chupando com cuidado para não fazer barulho.
A mãe se sentou na beira da cama, do lado de Adriana, a poucos centímetros do corpo coberto.
— Tá tudo bem? Você parece meio… quente.
— Tô… tô com calor mesmo — Adriana respondeu, a voz falhando quando Lara sugou o grelo com força. Uma onda de prazer subiu pela espinha. Ela apertou as coxas de leve em volta da cabeça da irmã, tentando se controlar. Por baixo da coberta, Lara estava rindo baixinho, o hálito quente batendo direto na xoxota.
A língua dela continuava trabalhando: subia pelo grelo, chupava, depois descia lambendo a fenda aberta, entrando um pouco e saindo, sempre molhando mais. A boca de Lara já estava cheia do gosto da irmã. Adriana sentia o líquido escorrendo, molhando o queixo e o pescoço de Lara.A mãe continuou falando, distraída:
— A sua irmã não tá em casa? Eu achei que ela tava no quarto…
— Ela… saiu — Adriana conseguiu dizer, a respiração irregular. Lara, embaixo, aumentou a pressão no grelo, chupando ritmadamente, a língua batendo de leve. Adriana sentiu o corpo tremer. O orgasmo estava chegando.
A xoxota dela latejava, inchada, pingando. Cada chupada de Lara fazia um barulhinho molhado abafado pela coberta. Adriana apertou o lençol com as mãos, unhas cravadas, tentando não gemer .A mãe passou a mão no cabelo dela, carinhosa.
— Você tá suando, filha. Quer que eu abra a janela?
— N-não… tô bem…Nesse momento Lara chupou o grelo com força e enfiou a língua mais fundo. Adriana sentiu o corpo explodir. O orgasmo veio em ondas fortes. Ela apertou as coxas em volta da cabeça da irmã e, sem conseguir segurar, um jato quente saiu — um squirt involuntário, direto na boca de Lara. O líquido espirrou, molhando o rosto, a língua e o queixo da irmã. Lara engoliu o que pôde, a boca se abrindo mais, bebendo o squirto enquanto a língua continuava lambendo o grelo sensível, estendendo o orgasmo.Adriana tremeu toda, o peito subindo e descendo rápido sob a coberta. A mãe notou:
— Nossa, você tá mesmo esquentada. Quer que eu traga um copo d’água?
— Sim… por favor…
— Adriana respondeu quase sem voz.A mãe se levantou e saiu do quarto.Assim que a porta se fechou, Adriana puxou a coberta. Lara levantou o rosto, boca e queixo brilhando de saliva e do squirt da irmã, sorrindo safada, os olhos brilhando.
— Você gozou na minha boca com a mãe sentada do lado
— ela sussurrou, lambendo os lábios.Adriana puxou a irmã para cima, beijou a boca molhada dela e murmurou:
— Agora é a sua vez. E dessa vez a gente tranca a porta. Lara riu baixo e se deitou de costas, abrindo as pernas. Adriana desceu o corpo e enterrou o rosto entre as coxas da irmã, chupando a xoxota já encharcada dela com fome, enquanto do lado de fora a mãe ainda andava pela casa, sem fazer ideia do que acontecia no quarto.
Depois do que aconteceu no quarto, as duas se vestiram às pressas. Adriana colocou um vestido curto e solto, sem calcinha. Lara vestiu uma saia leve e uma blusa folgada. Desceram para a sala porque a mãe já tinha chamado para o lanche da tarde. A mesa da sala era retangular.
O pai sentou na cabeceira. A mãe à esquerda dele. Adriana sentou ao lado da mãe. Lara se esgueirou e sentou logo ao lado de Adriana, quase colada. As pernas das duas ficaram juntas por baixo da mesa, escondidas pela toalha comprida.A conversa começou normal.— Vocês duas estão com a cara vermelha
— a mãe comentou, passando a mão na testa de Adriana. — Parece até febre. Tá se sentindo bem?— Tô… tô bem, mãe
— Adriana respondeu, a voz um pouco rouca.Lara, sem dizer nada, deslizou a mão esquerda pela coxa da irmã por baixo da mesa. Os dedos subiram devagar, encontrando a pele nua. Adriana abriu um pouco as pernas.
Lara enfiou dois dedos direto na xoxota ainda molhada e inchada da irmã. O líquido escorreu imediatamente pelos dedos dela.Adriana mordeu o lábio por dentro e fingiu se concentrar no prato. A mãe continuou:
— O médico disse que essa gripe está pegando fácil. Vocês beberam bastante água hoje?
— Hm… sim… — Adriana conseguiu responder, enquanto os dedos de Lara entravam e saíam devagar, fazendo barulhinho molhado abafado pela toalha.
Lara puxou a mão, olhou de relance para a mesa e pegou uma banana que estava no fruteiro no centro. Descascou só a ponta com uma mão, como se fosse comer, e com a outra passou a fruta por baixo da mesa, entre as coxas de Adriana. A ponta fria e lisa tocou a fenda molhada. Adriana tremeu.Lara empurrou a banana devagar para dentro.
A xoxota de Adriana engoliu a fruta com facilidade, ainda escorrendo. Lara começou a fazer movimentos curtos de vai e vem, a banana entrando e saindo, brilhando de lubrificação.O pai, que estava falando sobre o trabalho, parou no meio da frase.
Ele tinha ouvido um gemido abafado. Olhou de canto. Viu o braço de Lara se movendo por baixo da mesa, o ombro subindo e descendo em movimentos curtos e repetidos. Viu também o rosto corado de Adriana, o suor na testa, a respiração irregular. Ele não disse nada.
Só continuou olhando por alguns segundos e depois fingiu voltar a atenção para o prato.A mãe, alheia, se levantou para buscar mais suco.
— Vocês estão suando demais. Vou pegar o termômetro.Enquanto a mãe saía, Lara aproveitou. Puxou a banana quase até a ponta e enfiou de novo até o fundo, girando um pouco. Adriana apertou a borda da mesa com força, as unhas brancas. Um fio de saliva escapou do canto da boca dela.Lara tirou a banana, agora completamente molhada e brilhante, e a passou para a mão de Adriana por baixo da mesa. Adriana, sem hesitar, enfiou a mesma banana na xoxota da irmã. A saia de Lara facilitava. A fruta entrou fácil, fazendo um som úmido. Adriana começou a foder a irmã com a banana em movimentos firmes, enquanto Lara enfiava dois dedos de novo nela, curvando-os contra o ponto sensível.As duas estavam vermelhas, suando, as coxas tremendo.
A conversa dos pais voltou quando a mãe retornou com o termômetro.
— Abre a boca, Adriana abriu a boca, o termômetro entrando. No mesmo instante Lara empurrou a banana mais fundo e girou. Adriana soltou um gemido baixo, abafado pelo termômetro.
O pai olhou de novo. Desta vez ele viu claramente o movimento de vai e vem da mão de Lara sob a toalha, o ritmo constante, e o jeito como o corpo de Adriana se contraía a cada empurrão.Ele não falou nada. Apenas observou, o olhar escuro, sem interromper.A mãe tirou o termômetro.
— Trinta e sete e oito. Está levemente elevada.
Vocês duas vão deitar depois. Sem brincadeira.Lara sorriu de lado, ainda com os dedos enterrados na irmã, e murmurou baixinho só para Adriana ouvir:— Depois a gente usa o cabo da colher de pau da cozinha…Adriana respondeu com um apertar de coxas em volta da mão da irmã, a banana ainda dentro dela, pulsando.Os pais continuavam conversando sobre coisas banais — o preço da gasolina, a novela, o vizinho que cortou a árvore — enquanto por baixo da mesa as duas se fodiam com a banana e os dedos, encharcadas, suando, vermelhas, o cheiro de sexo já começando a subir discretamente pela toalha.O pai, de vez em quando, lançava um olhar longo para o braço que se movia. E não dizia uma palavra.
A mãe se levantou da mesa, ainda preocupada com a “febre” das filhas.— Vou buscar o remédio no quarto de cima. Vocês duas ficam quietas.Ela saiu da sala e subiu a escada. O som dos passos dela sumiu no andar de cima.O silêncio ficou pesado.O pai olhou direto para as duas. O olhar dele já não era mais o de antes. Ele se levantou devagar, puxou a cadeira e se aproximou da mesa. Sem falar nada, levantou a toalha.A banana ainda estava enfiada até a metade na xoxota de Adriana, brilhando de lubrificação. Os dedos de Lara estavam dentro da irmã, molhados até a base. As duas coxas abertas, a pele vermelha, o cheiro forte de sexo subindo.Adriana engoliu seco. Lara congelou, os olhos arregalados.
— Pai… — a voz de Lara saiu baixa, trêmula.Ele não respondeu. Apenas puxou a cadeira de Lara para mais perto e se ajoelhou entre as pernas das duas. Com a mão grande e áspera, tirou a banana de dentro de Adriana. O objeto saiu com um som molhado, um fio de líquido escorrendo atrás. Depois puxou os dedos de Lara para fora.Lara recuou um pouco, a voz falhando:
— Pai… você vai… na nossa xoxota… não tá certo… a gente não pode…Ele olhou para ela, sério, e falou baixo:— Fica quieta. A sua mãe sobe daqui a pouco.Adriana, ainda ofegante, olhou para a irmã e depois para o pai. O rosto dela estava vermelho, suado, mas ela abriu um pouco mais as pernas. Lara, com medo e tesão misturados, hesitou, mas acabou abrindo também quando o pai puxou a saia dela para cima.Ele passou a língua primeiro na xoxota de Adriana. Largou, chupou o grelo inchado, engoliu o líquido que ainda escorria. Adriana soltou um gemido abafado e enfiou a mão nos cabelos dele. Depois ele virou o rosto e fez o mesmo com Lara: língua larga, lambendo a fenda toda, chupando os lábios, entrando com a língua. Lara tremeu, as coxas se fechando em volta da cabeça do pai, a voz saindo em choramingo:
— Pai… não… isso não é certo…Mas ela não empurrou a cabeça dele. Pelo contrário, abriu mais.Ele se levantou, desceu o zíper e tirou o pau já duro, grosso, veias saltadas. Empurrou Adriana para a beira da cadeira e enfiou de uma vez só.
O pau grosso abriu a xoxota molhada dela com força. Adriana soltou um grito curto, abafado, e agarrou a borda da mesa. Ele meteu fundo, as bolas batendo, o som molhado enchendo a cozinha. Cada estocada fazia a cadeira ranger.
Enquanto fodia a filha mais velha, ele enfiou dois dedos grossos na xoxota de Lara. Os dedos entraram fácil, o líquido escorrendo pela mão. Lara gemendo baixinho, a cabeça jogada para trás, ainda murmurando:
— Pai… a gente não deveria… ah…Ele tirou o pau de Adriana, o membro brilhando de lubrificação, e enfiou na boca dela.
Adriana chupou sem hesitar, a língua rodando na cabeça, engolindo até a base. Enquanto isso, ele puxou Lara para perto, ajoelhou de novo e chupou a xoxota dela com fome, a língua entrando, o nariz esfregando no grelo. Lara se contorcia na cadeira, as mãos no cabelo do pai, gemendo mais alto agora.
Ele se levantou de novo, virou Adriana de costas na mesa da cozinha, ergueu o vestido e meteu de uma vez. As estocadas eram fortes, profundas, o pau sumindo inteiro. A mesa tremeu. Os utensílios chacoalharam. Adriana mordia o braço para não gritar. Ao lado, Lara estava de pé, as pernas abertas, e o pai enfiava os dedos nela no mesmo ritmo das estocadas, o polegar esfregando o grelo.Lara, com a voz quebrada, ainda tentava falar:
— Pai… isso é errado… a gente não pode… mas… não para…Ele tirou o pau de Adriana, o líquido escorrendo pela coxa dela, e empurrou Lara contra a pia. Levantou a saia, abriu as pernas dela e enfiou.
O pau grosso abriu a xoxota apertada da filha mais nova. Lara soltou um gemido alto, quase um choro, as unhas cravadas na beira da pia. Ele meteu fundo, devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia o corpo dela bater na pia. A mão dele desceu e esfregou o grelo dela enquanto fodia.
Adriana, ainda ofegante, se ajoelhou ao lado e chupou as bolas do pai enquanto ele metia na irmã.
A língua dela subia e descia, molhando tudo. O pai puxou o pau para fora, agora brilhando do líquido das duas, e empurrou as duas para se ajoelharem juntas na frente dele. As duas bocas se abriram. Ele enfiou o pau primeiro na boca de Adriana, depois na de Lara, alternando, fodendo a garganta de cada uma. Lara ainda tremia, os olhos marejados, mas chupava com vontade, a saliva escorrendo pelo queixo.
Ele as virou de novo, Adriana de quatro no chão da cozinha, Lara ajoelhada na frente da irmã. Enfiou o pau na xoxota de Adriana e, ao mesmo tempo, empurrou a cabeça de Lara para baixo para ela chupar o grelo da irmã enquanto ele metia. O som molhado das estocadas, o gemido abafado de Adriana e o barulho da língua de Lara se misturavam. A qualquer momento a mãe podia descer.
O pai metia mais forte, a mão apertando a bunda de Adriana, os dedos da outra mão enfiados na xoxota de Lara, que gemia com a boca cheia do gosto da irmã.
A cozinha cheirava a sexo, suor e saliva. As duas estavam vermelhas, suadas, as xoxotas inchadas e escorrendo. E o pai continuava, sem pressa, usando as duas.
E assim gozaram os tres e alguns momento depois a mae chegou e ai todos estavam suados, e ela falou deve ser uma gripe, agora ate você esta vermelho.




