Pai ensinando a filha como ser chupada – parte 2




Tópicos. Pai e filha, mae e filha, pau grande, incesto gostoso, chupada da mae


O pai continuou lambendo o grelo inchado e sensível de Marina por mais alguns minutos, sentindo o corpo dela tremer de novo sob a boca. Quando ela soltou outro gemido longo e as coxas se apertaram contra a cabeça dele, ele se afastou devagar, o queixo brilhando, os lábios molhados do gosto doce e azedinho da filha. Subiu o corpo um pouco, ainda ajoelhado entre as pernas abertas dela, e olhou para o rosto corado.
— Filha… — a voz saiu rouca, um pouco sem jeito ainda. — Você… quer ver o meu pau?
Marina abriu os olhos. O peito subia e descia rápido. As bochechas queimavam de vergonha, mas entre as pernas o calor não tinha diminuído. Um fio transparente ainda escorria pela fenda e molhava o lençol. Ela engoliu seco, os olhos baixos, e murmurou quase sem voz:
— Eu… quero. Tá tudo bem… nessa hora… tudo pode.
O pai assentiu. Levantou-se devagar, o short ainda esticado na frente. Puxou o elástico e desceu a peça junto com a cueca. O pau saltou pesado, grosso, a cabeça já brilhante de pré-gozo. Marina arregalou os olhos. Era grande demais. Muito grande. Quando ele segurou a base e mostrou inteiro, ela viu o comprimento absurdo — quarenta e dois centímetros de carne quente, grossa, as veias saltadas, a cabeça larga e arroxeada. O tamanho assustava. Ela afastou o rosto um pouco, as pernas querendo fechar por instinto.
— Calma, filha — ele disse logo, a voz baixa e carinhosa. — Não vou enfiar tudo. Só a metade. Só o que você aguentar. A gente vai devagar. Se doer, eu paro. Prometo.
Marina ainda olhava, o peito apertado de nervosismo e tesão misturados. O pau dele era maior do que qualquer coisa que ela tinha imaginado nas conversas das amigas. Mas o cheiro dele, o calor que vinha do corpo, a forma como ele a olhava com cuidado… fazia o desejo vencer o medo. Ela assentiu, o rosto vermelho.
— Tá… pode.
Ele se ajoelhou de novo entre as coxas dela. Passou as mãos grandes pelas pernas abertas, subindo até a xoxota molhada. Os dedos separaram os lábios inchados com carinho. Marina soltou um suspiro quando ele abriu a fenda devagar, expondo o interior rosado e brilhante. O grelo ainda latejava, inchado, e um fio grosso de lubrificação escorria sem parar, descendo até o furinho apertado. Ele passou o polegar por ali, espalhando o líquido, e murmurou:
— Tá tão molhada… escorrendo pra mim.
Marina cobriu o rosto com uma das mãos por um segundo, o gesto de vergonha automática, mas não fechou as pernas. O pai inclinou o corpo, segurou o pau grosso na base e encostou a cabeça larga na entrada. O calor dela envolvendo só a ponta já fez ele gemer baixo. Empurrou devagar. A cabeça entrou com esforço, abrindo a carne apertada. Marina arquejou, as unhas cravando no lençol.
— Aí… — ela soltou, a voz falhando.
— Calma… só a metade — repetiu ele, entrando mais um pouco. Centímetro por centímetro. A grossura abrindo tudo, o interior quente e escorregadio apertando ao redor. Quando metade do comprimento estava dentro, ele parou. A barriga dele quase tocava a dela. O pau latejava forte, engolido até a metade, o resto ainda para fora, grosso e brilhante.
Marina respirava pela boca, os olhos semicerrados. A sensação de ser preenchida era nova, pesada, quente. Doía um pouco nas bordas, mas o prazer vinha logo atrás, subindo pelo ventre. Ela abriu mais as pernas, entregando. O pai começou a se mover. Lento. Saiu quase até a cabeça e voltou a enfiar a metade, sempre a mesma profundidade, sem forçar. O som molhado enchia o quarto — a xoxota dela engolindo e soltando a carne grossa, o líquido escorrendo mais a cada investida.
Ele se inclinou sobre ela, o peito encostando nos seios firmes. Beijou o pescoço, a mandíbula, a boca. Marina respondeu ao beijo com vergonha e fome, a língua tímida. As mãos dele seguravam as coxas dela abertas, os polegares acariciando a pele. A cada estocada lenta, o pau batia fundo o suficiente para fazer o grelo roçar na base, mandando choques.
— Pai… — ela gemeu contra a boca dele, e logo depois cobriu os olhos com o antebraço, o gesto de vergonha voltando. O rosto escondido, mas o corpo aberto, as pernas tremendo, a xoxota apertando o pau a cada vez que ele entrava.
Ele beijou o braço dela, depois a orelha.
— Não precisa esconder… tá gostoso demais te sentir assim.
Marina baixou o braço devagar, os olhos úmidos de prazer e constrangimento. Olhou para o pai por cima dela, o corpo dele cobrindo o dela, o pau grosso entrando e saindo só até a metade, o resto brilhando de tanto líquido. A visão a fez gemer mais alto. Ele acelerou um pouco o ritmo, ainda cuidadoso, mas mais fundo nas estocadas. A carne molhada batia, o som úmido e sujo. Marina arqueava as costas, os seios tremendo, os bicos duros roçando o peito dele.
O pai passava a mão entre os corpos e esfregava o grelo dela com o polegar enquanto fodia. Marina soltou um gemido quebrado, as pernas se fechando contra os quadris dele. Outra vez ela tampou os olhos com a mão, o gesto de vergonha, o rosto vermelho, mas o quadril subia ao encontro das estocadas. Ele beijava a mão dela, a testa, a boca, sussurrando:
— Goza de novo pra mim… quero sentir você apertando.
Ela gozou poucos segundos depois. O corpo se contraiu forte, a xoxota latejando em ondas ao redor do pau grosso, o líquido escorrendo mais, molhando a base e as bolas dele. Marina gemeu alto, a voz embargada, o braço ainda cobrindo parte do rosto enquanto o orgasmo a atravessava. O pai segurou firme, continuando os movimentos lentos e profundos, sentindo cada contração.
Quando ela afrouxou, ofegante, ele ainda estava duro, latejando dentro dela. Continuou se movendo com carinho, as estocadas longas e controladas, a metade do pau entrando e saindo, a outra metade brilhando fora. Marina olhava de vez em quando, depois escondia o rosto de novo, o gesto de vergonha misturado ao prazer. O pai beijava o pescoço dela, o ombro, falava baixo:
— Tá tudo bem… eu te amo… deixa eu cuidar de você.
E ela abria mais as pernas, entregando, a xoxota molhada e escorrendo, os lábios inchados abertos ao redor da grossura, o grelo latejando a cada investida. O quarto cheirava a sexo e a pele quente. O som das estocadas molhadas e dos gemidos baixos preenchia o silêncio. O pai continuava, paciente, carinhoso, enfíando só a metade do pau enorme enquanto a filha, às vezes escondendo o rosto de vergonha, gemia e se entregava ao prazer novo e proibido que os dois compartilhavam.
O pai sentiu a xoxota de Marina ainda latejando ao redor da metade do pau. Olhou para o rosto dela, o braço ainda parcialmente cobrindo os olhos, o peito subindo e descendo rápido, e perguntou baixo, a voz rouca de desejo e cuidado:
— Filha… quer a outra metade? Quer tudo?
Marina baixou o braço devagar. Os olhos estavam úmidos, a boca entreaberta. A vergonha ainda queimava nas bochechas, mas o tesão era maior. Ela assentiu, a voz falhando:
— Quero… enfia tudo, pai. Devagar.
Ele respirou fundo. Segurou as coxas dela com firmeza, abriu mais um pouco, e começou a empurrar. Centímetro por centímetro a outra metade foi entrando. A grossura abrindo tudo, a cabeça larga forçando fundo, passando o ponto onde antes parava. Marina arquejou alto, as unhas cravando nos ombros dele. O pau enorme ia sumindo dentro dela, a pele esticada, a xoxota engolindo cada veia, cada centímetro até que a base encostou na pele molhada e as bolas pesadas bateram contra a bunda.
Quarenta e dois centímetros inteiros dentro da filha.
Marina soltou um gemido longo, quase um choro. Os olhos se arregalaram. A dor vinha do fundo, uma pressão profunda no útero, quente e pesada, como se ele tivesse chegado num lugar que nunca tinha sido tocado.
— Dói… no fundo… no útero… — ela murmurou, a voz embargada, o rosto contorcido entre dor e prazer.
A mãe, que estava sentada na beira da cama, se inclinou. O olhar dela estava fixo no ventre da filha. Via o volume. O pau grosso do marido formava um inchaço claro na barriga de Marina, um relevo alongado que subia até acima do umbigo. Cada vez que ele puxava para trás, o volume diminuía um pouco; quando enfiaava de novo até o fundo, o inchaço voltava, marcando a pele macia, subindo e descendo com as estocadas.
A mãe passou a mão devagar sobre a barriga da filha, sentindo o pau do marido se mover por baixo da pele. O rosto dela estava sério, os olhos escuros, a boca entreaberta. Não havia nojo. Havia fascínio e um desejo antigo, calmo.
— Está bem, filha? — perguntou a mãe, a voz baixa, quase rouca. Os olhos dela não saíam do volume que ia e vinha acima do umbigo. — Respira… ele está todo dentro.
Marina balançou a cabeça, ofegante, uma lágrima escorrendo do canto do olho de tanto esforço.
— Tá… tá fundo demais… dói no útero… mas… não para…
A mãe sorriu de lado, o olhar ainda colado na barriga marcada. Passou o polegar sobre o relevo que o pau fazia e falou, a voz cheia de experiência e carinho sujo:
— Viu, filha? Eu aguento isso tudo toda vez. Toda vez que seu pai me come, eu sinto essa mesma pressão no fundo. O útero dói um pouco no começo… depois vira um prazer que a gente não esquece. Olha como ele marca você… sobe até acima do umbigo. É lindo.
O pai gemeu ao ouvir as palavras da mulher. Segurou firme as coxas da filha e começou a foder de verdade. Estocadas longas e profundas. O pau inteiro saindo quase até a cabeça e voltando até o fundo, o volume na barriga de Marina subindo e descendo ritmadamente. O som era molhado, pesado, a xoxota escorrendo sem parar, o líquido branco e transparente escorrendo pelas bolas dele e molhando o lençol.
Marina gemia alto agora, o rosto virado para o lado, as mãos apertando os ombros do pai. Às vezes cobria os olhos com o antebraço de vergonha, o gesto tímido contrastando com as pernas abertas e o corpo recebendo a tora inteira. O pai beijava o pescoço dela, o peito, falava baixo:
— Tá me engolindo inteiro… a buceta da minha filha… tão apertada… tão molhada…
A mãe continuava acariciando o volume na barriga, sentindo cada estocada. O rosto dela estava corado, os olhos brilhando, a respiração pesada. Via o pau do marido desaparecer e reaparecer dentro da filha, via a pele esticada, via o grelo inchado sendo esmagado a cada investida.
O pai acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas. Marina começou a tremer de novo. O orgasmo veio pesado, o útero contraído ao redor da cabeça do pau, a xoxota apertando em ondas violentas. Ela gozou gritando, o corpo arqueado, o volume na barriga latejando junto com as contrações.
O pai não aguentou. Com um gemido rouco, enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos começaram a sair dentro dela. A porra era muita. Marina sentiu o útero sendo preenchido, o calor se espalhando, o líquido sobrando e escorrendo pelas laterais do pau ainda enterrado. O pai continuou bombeando devagar, esvaziando tudo, cada jato mais forte que o anterior, até que a xoxota dela não aguentou mais e a porra branca começou a vazar em fios grossos, descendo pela fenda, molhando as bolas e o lençol.
Quando ele finalmente parou, ainda dentro, ofegante, Marina estava mole, o peito subindo e descendo rápido, a barriga ainda marcada pelo volume do pau. A porra escorria sem parar, branca e espessa.
Ela abriu os olhos, olhou para a mãe, o rosto vermelho de vergonha e prazer, e pediu, a voz baixa e rouca:
— Mãe… chupa a porra dele de dentro de mim… por favor…
A mãe não hesitou. O pai se retirou devagar, o pau ainda semi-duro saindo coberto de porra e do líquido da filha. Assim que ele saiu, um jato branco escorreu forte da xoxota aberta. A mãe se posicionou entre as pernas de Marina, segurou as coxas abertas e colou a boca na fenda encharcada. Chupou com vontade, a língua entrando, sugando a porra quente que ainda vazava do interior da filha. O gosto era salgado e forte. Marina gemeu alto de novo, as mãos no cabelo da mãe, enquanto a mulher limpava tudo com a boca, lambendo os lábios inchados, chupando o grelo ainda sensível, bebendo cada gota que o pai tinha deixado dentro dela.
O pai observava, o peito subindo e descendo, o pau ainda pingando. A mãe continuava chupando, o rosto colado na xoxota da filha, os olhos semicerrados de prazer, engolindo a mistura dos dois com devoção.

Foto 1 do Conto erotico: Pai ensinando a filha como ser chupada – parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Pai ensinando a filha como ser chupada – parte 2

Foto 3 do Conto erotico: Pai ensinando a filha como ser chupada – parte 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pai ensinando a filha como ser chupada – parte 2

Codigo do conto:
275458

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/10/2026

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