A tarde que meu pai me comeu dormindo sem querer

A tarde que meu pai me comeu dormindo sem querer

topicos. pai e filha, dormindo mesma cama

Era uma tarde daquelas que a gente não faz nada e não precisa fazer. Sol entrando pela sala de um jeito laranja, ventilador girando devagar, barulho de cachorro latindo longe, a TV ligada num canal de documentário que ninguém estava assistindo. Minha família é assim: casa simples, almoço de domingo em dia de semana, gente que se abraça na cozinha e grita "já vai o café" de um cômodo para o outro. Normal. Amorosa. Do tipo que se deita junto no sofá depois de comer e ninguém acha estranho.
Eu deitei primeiro. Sempre deito à tarde, é meu costume, meu corpo relaxa e eu cochilo meia hora. Naquele dia eu estava de short largo, daqueles de elástico que sobem sozinhos pela perna, e uma camiseta velha do pai que eu peguei emprestada e nunca devolvi. Deitei de barriga para baixo, do jeito que eu gosto, o rosto virado para o encosto, um braço debaixo do travesseiro. Meu pai chegou depois, deitou atrás de mim, e eu senti o peso dele afundar o colchão. Ele estava com sono, cansado do trabalho, a respiração já pesada antes de fechar os olhos.
Eu senti a mão dele nas minhas costas. Depois na minha cintura. Depois descendo, e parando ali, no meio da minha bunda, com o peso morno da mão aberta. E eu não estranhei. Ele faz isso com a minha mãe. Faz há vinte e cinco anos. E dormindo, sonhando, o corpo dele não sabia que era eu. Para o corpo dele, era ela.
Achei normal. Achei até gostoso, aquele carinho pesado de quem está quase dormindo. Eu já tinha visto ele de ereção matinal, de cueca na cozinha, tomando café com aquilo armado para frente, e a gente nunca teve vergonha disso em casa. Ele é homem, é meu pai, e a gente cresce vendo essas coisas e não morre. Então quando eu senti o volume dele encostar na parte de trás da minha coxa, endurecido, quente por cima do short de moletom, eu só pensei: "ah, ele tá sonhando com a mãe".
E foi assim, devagar, sem pressa de nada, que ele ajeitou o corpo. A mão fechou no meu quadril e me puxou um pouco para trás, e o volume encaixou na curva da minha bunda, e eu senti a beirada do meu short sendo empurrada para o lado, e senti a pele dele na minha pele. Só a cabecinha. Só a ponta roçando, molhada de si mesma.
Então ele empurrou até a metade.
E o meu corpo inteiro deu um pulo por dentro.
Foi um choque. Um choque elétrico, quente, que subiu pela minha barriga e me travou a respiração. Ele tem um pau enorme — minha mãe já tinha falado, rindo, num desses segredos de cozinha que a gente troca quando vira mulher e a mãe para de esconder as coisas de você. Trinta e seis centímetros. Trinta e seis. Eu nunca tinha entendido o que isso significava até aquele momento em que significou tudo, e significou doendo.
Eu fiquei dura. Olhos arregalados, encarando o encosto do sofá sem ver nada, o coração batendo na garganta.
Meu primeiro pensamento foi: ele vai acordar. Ele vai perceber, vai tirar, vai pedir desculpa, vai rir, "ai filha, desculpa, achei que era sua mãe". E eu ia rir também e a gente ia fingir que nada, e a tarde ia voltar ao normal.
Ele não acordou e não tirou.
Eu tentei afastar. Empurrei o quadril para frente, devagar, sem barulho, tentando deslizar para fora daquilo. E ele, dormindo, com aquele instinto de homem que não precisa estar acordado para saber o que quer, fechou a mão na minha cintura e me puxou de volta. Mais fundo do que antes. Um pouco mais, e mais um pouco, e eu mordi o lábio com força para não gritar.
Ele não via nada. Os olhos dele estavam fechados, o rosto enterrado no meu cabelo, a respiração quente no meu pescoço. Ele estava dormindo, e o corpo dele estava fazendo aquilo sozinho, como se soubesse o caminho de cor. E eu ali, espremida entre o sofá e o meu pai, com os olhos regalados de susto, sem saber o que fazer com as minhas mãos, sem saber se empurrava, se ficava, se chamava ele.
E se a minha mãe chegasse? Ela estava no quarto, tinha ido se deitar para ver uma série. Se ela descesse e olhasse, ia ver o marido dentro da filha. Eu não sabia explicar nem para mim o que estava acontecendo, quanto mais para ela.
E doía. Doía demais. A gente é baixa, eu e ela, as duas baixinhas, e o meu pai é um armário de homem. Eu ficava pensando, meio sem ar: como é que a mãe aguenta isso. Como é que ela aguenta esse tamanho, essa largura, esse peso todo abrindo por dentro. Trinta e seis centímetros é coisa de outro mundo, e eu estava com metade dentro e já sentia ele tocando fundo num lugar que eu nem sabia que existia.
Então ele começou a bombar.
Devagar no começo, aquele ritmo de sono, embalado. E depois forte. Estocadas secas, curtas, com o quadril batendo na minha bunda, e cada uma me empurrava um pouco para frente no colchão e ele me puxava de volta pela cintura, e o short largo já tinha virado um rolo fino de tecido, e a pica entrava pela beirada, e a beirada do short estava molhada. Molhada da minha porrinha, escorrendo, fazendo aquele barulhinho de sucção a cada investida, um som úmido que parecia muito mais alto do que era dentro daquela sala quieta.
Eu escondi o rosto no travesseiro. Estava ardendo, estava latejando, estava escorrendo, e eu já não sabia mais se era só o meu pai que estava dormindo ou se eu também tinha entrado num sonho. O ventilador continuava girando. A TV continuava falando de baleias. E ali, no meio da tarde mais calma da minha vida, o meu pai me estocava forte pensando que era a minha mãe, e eu deixava, e gostava, e morria de medo de alguém chegar.
A mão dele subiu pelas minhas costas por baixo da camiseta. A respiração ficou mais curta, mais quente. E ele começou a ir mais fundo, e cada centímetro a mais era um gemido que eu engolia, e eu apertava o travesseiro com os dedos, e o mundo todo se resumia àquele ponto onde a gente estava ligado.
Lá em cima, no quarto, a porta da minha mãe se abriu.
A porta do quarto rangeu.
Um rangido curto, fino, daquelas dobradiças que a gente nunca lembra de passar óleo. E para mim foi como se alguém tivesse batido um tambor.
Eu levantei a cabeça do travesseiro de um jeito brusco, o cabelo grudado no rosto, o coração subindo para a boca. Passos. Descalços. No corredor. Ela estava vindo.
— Pai — eu sussurrei. — Pai. Acorda. Acorda, pai.
Nada. Ele resmungou alguma coisa que não era palavra, afundou o rosto mais no meu cabelo e continuou. Estocou mais forte, como se o meu sussurro fosse parte do sonho. E eu ali, com a boca aberta, sem saber se gritava ou se ficava quieta, e o barulho úmido daquilo enchendo a sala agora parecia ensurdecedor.
Os passos chegaram no fim do corredor. Pararam.
— Amor? — a voz da minha mãe veio baixa, de quem também estava com sono. — Você tá aí?
O meu pai respondeu com um grunhido de dormir. E empurrou fundo. Eu apertei os olhos com força e segurei o gemido na garganta, e saiu um som abafado, um "mmh" que eu disfarcei virando o rosto para o encosto.
— Oi, mãe — eu consegui dizer.
A voz saiu fina. Saiu esquisita. Saiu de um jeito que qualquer pessoa que me conhecesse ia achar estranho.
Ela desceu os três últimos degraus.
— Que é isso, filha, tá com dor?
Eu senti o meu rosto queimar. Ela estava ali, a três metros do sofá, com a blusa amassada de quem tinha acabado de levantar, o cabelo preso de qualquer jeito. Três metros. E o pai continuava, alheio, o quadril dele batendo na minha bunda num ritmo agora constante, seguro, de quem está quase acordando e ainda não sabe bem de quê.
— Tô — eu menti. — Cãibra. Na perna.
— Ah, minha filha.
E ela veio mais perto.
Eu não sei explicar o que passou na minha cabeça. Mas levantar significava descolar, e descolar significava aquele barulhinho, e o meu pai, dormindo, não ia deixar. Eu sabia que ele não ia deixar.
Ele segurou o meu quadril com as duas mãos.
E me puxou de volta com uma força que me arrancou um gemido de verdade. Alto. Claro.
— Ih — fez a minha mãe. E riu. — Ih, ih. Olha o que eu vim achar.
Eu virei o rosto para ela, vermelha até o pescoço, sem conseguir fechar a boca direito.
— Mãe, ele tá dormindo, ele não acorda, eu falei, ele não acorda...
— Ele não acorda mesmo — ela disse, e veio sentar na ponta da cama, ao lado da minha cabeça, como quem vai contar uma história. — Deixa ele. Ele tá morto de cansado essa semana. Já já ele para.
— Já já ele para? — repeti, incrédula.
— Filha, ele faz isso comigo quase toda noite. Ele nem sabe que tá fazendo. Ele sonha e vai. Se você tirar, ele acorda, e aí ele fica de mau humor o resto do dia porque ficou "incomodado". Deixa.
Eu olhei para ela. Ela estava calma. Sorrindo até, com aquele sorriso de canto, meio divertido, de mãe que está vendo a filha passar por uma coisa que ela já passou. E o meu pai, atrás de mim, continuava a bombar.
— Mãe, tá doendo.
— Eu sei, meu bem.
— Como é que você aguenta?
Ela riu de novo, baixinho, e passou a mão no meu cabelo, ajeitando os fios molhados de suor atrás da minha orelha. Um carinho lento, morno, quase hipnótico.
— A gente aguenta o que a gente gosta — ela disse. — E você tá aguentando, né? com a bunda pra cima, sem tirar.
E eu percebi, naquele instante, que era verdade. Eu tinha parado de tentar sair. O meu quadril tinha se encaixado sozinho, ajustando o ângulo, subindo um pouco, procurando a posição em que doía menos e entrava mais. E a dor estava virando outra coisa. Estava virando um calor que subia, que se espalhava, que me fazia apertar as coxas.
— Você tá apertando ele — ela observou, com aquela voz de professora que ela faz às vezes. — Relaxa o bumbum, filha. Se você aperta, fica mais difícil.
Eu obedeci. Soltei. E foi como se ele tivesse entrado mais dois dedos, e um arrepio subiu pela minha coluna e morreu no meu couro cabeludo.
— Aí — eu gemi. Sem querer. Na frente dela.
— Aí mesmo — ela disse.
A mão dela escorregou do meu cabelo para a minha nuca. E ficou ali, segurando, firme, me mantendo no lugar. O pai estocava, e ela segurava, e eu estava prensada entre os dois, e de repente eu entendi que a minha mãe não era mais uma ameaça. Era cúmplice.
— Se ele acordar — eu sussurrei — o que é que eu falo?
Ela se inclinou, o rosto perto do meu, e falou baixinho, com um sorriso que eu nunca tinha visto nela antes:
— Nada. Se ele acordar, a gente vê o que ele faz.
Baixa o corpo — ela repetiu, agora com a mão na minha lombar, empurrando de leve. — Vai, filha. Baixa esse bumbum. Encosta nele.
— Mãe, é grande demais pra trás.
— Eu sei que é. Ele é grande
Eu obedeci, mas foi aos poucos, com medo. Fui descendo o quadril devagar, o rosto enfiado no travesseiro, os olhos apertados. Quando a ponta dele encostou onde não tinha nada antes, eu travei. Só a cabecinha. Só o toque, e já era outra coisa — outro tipo de pressão, uma pressão redonda, teimosa, que não cede e não desliza.
— Tá na hora — disse a minha mãe. — Respira fundo. Solta o ar e empurra pra trás no mesmo tempo.
— Não vou conseguir.
— Vai. Empurra.
Eu empurrei.
E o meu pai, no mesmo instante, deu uma estocada.
Os dois movimentos se encontraram e a cabeça dele entrou, e o meu corpo inteiro se abriu num sobressalto, e eu gritei contra o travesseiro, um gritinho fino e abafado. Foi um ardor branco. Um anel de fogo. Trinta e seis centímetros já eram enormes na xota, e eu ficava pensando, com a boca aberta, sem ar: imagina atrás. Imagina atrás. E ali estava, ali estava acontecendo, e a metade que tinha entrado parecia que ia me partir em duas.
— Ai, ai, ai — eu choraminguei. — Mãe, tá queimando.
— Tá entrando, né? — ela disse, e a voz dela estava baixa, quase rouca, e eu senti que ela também estava gostando de ver. — Deixa. Não aperta. Deixa ele abrir.
O pai grunhiu. Um som grave, vindo do fundo do peito, e a mão dele apertou a minha cintura com mais força, e ele empurrou de novo, e entrou mais. E mais. Eu senti o meu corpo cedendo por partes, um centímetro de cada vez, e cada centímetro era um incêndio novo, e o meu quadril já estava subindo sozinho, oferecendo, ajudando, mesmo com dor, mesmo sem eu mandar.
— Isso — sussurrou a minha mãe. — Isso, meu bem. Tá indo.
Ele começou a gemer. Não era mais grunhido — era gemido mesmo, comprido, molhado, de homem dormindo que está sentindo um aperto bom e não sabe por quê. Um "ahhh" grave e arrastado, e depois o nome da minha mãe, ou quase isso, um "mô" embolado, e a minha mãe riu baixinho do lado do meu rosto.
— Ele tá achando bom — ela disse. — Ó como ele tá. Tá gemendo.
— Ele tá... ai... ele tá indo fundo...
— Quanto mais fundo, mais rápido ele goza. Relaxa aí atrás, filha. Relaxa pra ele.
Eu tentei. Forcei, com os olhos cheios de água, e o anel de fogo afrouxou um pouco, e ele aproveitou. Empurrou de uma vez, uma estocada longa e contínua, sem parar no meio, e eu senti tudo deslizando para dentro, e o ar da sala sumiu, e a minha visão escureceu nas beiradas.
Entrou até o fim do meu cu mae
E eu senti — senti de verdade, com a bunda toda — a pele dos sacos dele encostar na parte de baixo da minha bunda. Molhados. Pesados. Batendo. Ele estava inteiro dentro de mim, até o talo, e os sacos dele balançavam contra a minha pele a cada sobra de movimento, um tapa úmido e macio, "ploc", "ploc", e o som daquilo me deixou tonta de um jeito que eu não sei explicar.
O pai gemeu alto. Um gemido comprido e quebrado, de prazer quase doloroso, e o corpo dele se curvou sobre o meu, e a respiração dele veio quente na minha nuca, ofegante, irregular. Ele estava acordando. Estava acordando dentro de mim, e eu senti o momento exato em que a consciência voltou — o corpo dele parou, travou, como se tivesse percebido que o encaixe era outro, que o cheiro era outro, que a cintura era mais estreita.
— Mãe... — eu sussurrei, em pânico. — Ele acordou.
Ela não respondeu. Só apertou a minha nuca com mais força, me segurando no lugar, e falou baixinho, colada no meu ouvido:
— Quietinha. Deixa ele entender sozinho.
E assim elas sairam do quarto sem ele saber de nada.

fim

Foto 1 do Conto erotico: A tarde que meu pai me comeu dormindo sem querer

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A tarde que meu pai me comeu dormindo sem querer

Codigo do conto:
275972

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/10/2026

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