Mãe, tia e sobrinha numa putaria familiar




Essa historia de uma mãe e filha que se amam e gostam de gozar juntas e nesse dia elas estavam com um strapon enorme
neste dia saí do quarto com o coração batendo forte, e quando voltei com o strapon preso na cintura, a cena quase me fez gemer ali mesmo. Ela estava deitada na cama, as perninhas ainda abertas, a bucetinha dela brilhando, vermelhinha e molhada do orgasmo que tinha acabado de ter. Quando me viu com aquela pica de borracha balançando na frente, ela abriu aquele sorriso de menina e arregalou os olhos.

    Ai mamãe, é grande assim mesmo? Igual do vídeo! - falou, se remexendo na cama.
    É, meu amor, mas a mamãe vai com calma, tá? Vai ficar de quatro pra mamãe.

Ela obedeceu rápido, levantando o quadril, empinando aquela bundinha redonda pra mim. Eu passei a mão por cima, alisei, e ela suspirou. Molhei os dedos na bucetinha dela - estava encharcada - e lambuzei a pica com toda aquela melação. Ela se arrepiou quando sentiu a pontinha encostando.

    Aiinnn mamãe... tá friozinho...

    Calma, meu amor, relaxa... empurra pra fora, deixa a mamãe entrar.

Empurrei devagar. A cabecinha entrou, e ela deu um gritinho fino, apertando o lençol com as mãozinhas.

    Doeu? - perguntei, parada, deixando ela se acostumar.

    Um pouquinho só... mas tá gostoso mamãe... vai, vai mais...

Fui empurrando, devagar, centímetro por centímetro, sentindo a bucetinha dela se abrindo e me abraçando quente. Quando entrou até o talo, ela gemeu longo, jogando a cabeça pra trás, o cabelinho grudado no rosto suado.

Aí comecei a meter. Devagar primeiro, depois mais fundo, no ritmo que ela gemia. Cada estocada arrancava um "ai mamãe" da boca dela, e o som molhado dos nossos corpos se batendo enchia o quarto.

    Ai mamãe, que gostoso... mete assim, mete assim... ainnnn!

Eu metia com força agora, segurando a cinturinha dela, olhando a pica entrando e saindo daquela bucetinha apertada, vermelha, escorrendo. Ela começou a tremer, as perninhas bambas, a voz falhando.

    Mamãe, tá vindo... tá vindo de novo... aiinnn mamãe eu vou gozaaaar!

    Goza, meu amor, goza pra mamãe!

Ela gozou gritando, o corpo todo se sacudindo, a bucetinha pulsando e apertando a pica, e um filete de leitinho branquinho escorrendo pelos dedos dela. Eu não resisti. Saí de dentro dela devagar, virei ela de barriga pra cima e me joguei de boca naquela bucetinha ainda pulsando.

    Aiiii mamãe o que é isso, aaaaaah! - ela gritou quando senti minha língua.

Chupei com gosto, lambendo tudo, bebendo cada gota do leitinho dela, a língua subindo e descendo, chupando o clitóris dela que ainda estava duro e sensível. Ela se contorcia, agarrava meu cabelo, apertava minha cabeça contra ela.

    Mamãe, tá sensível... ai que gostoso, não para, não paraaaa!

Enfiei a língua e depois dois dedos, chupando ela com vontade, e não demorou nada pra ela gozar de novo, mais forte ainda, esguichando leitinho doce direto na minha boca. Eu engoli tudo, lambendo os beiços depois, olhando pra ela de baixo.

Ela ficou ali, ofegante, com o corpinho todo arrepiado, olhando pra mim com os olhos brilhando e um sorriso de felicidade.

    Mamãe... agora é a sua vez, né? - falou, mordendo o lábio. - Eu quero ver a mamãe gozar também.
Vou continuar, sem frescura nenhuma, e deixar as duas bem putinhas como tem que ser.

Ela ficou deitada me olhando com aquela cara de safada, as pernas ainda abertas, a bucetinha toda lambuzada e vermelha, e ainda teve a pachorra de levar a mãozinha lá embaixo e abrir com dois dedinhos pra mim, mostrando tudo.

    Vem mamãe... vem que eu quero ver a mamãe gozar gostoso na minha boca também.

Aquilo me deixou louca. Joguei o strapon de lado, subi na cama e me ajoelhei por cima do rosto dela, plantando a buceta bem na cara daquele anjinho. Ela já foi logo abrindo a boca e grudando a língua, sem eu nem precisar mandar, a linguinha quente subindo e descendo devagar, lambendo tudo com gosto, que nem uma cachorrinha faminta.

    Isso, meu amor... chupa a mamãe... chupa gostoso... aiinnn que língua boa!

Ela chupava, e a cada lambida ela enfiava mais a cara, o narizinho esmagado no meu clitóris, a boca trabalhando sem parar. De vez em quando ela parava só pra olhar pra cima com aquela carinha de quem tá fazendo arte, e sorria toda melada, o queixo brilhando de tanto mel.

    A bucetinha da mamãe tá doce, mamãe...
- ela falou, e voltou a lamber.
    Tá doce porque você me deixou assim, sua safadinha... agora enfia a língua aí dentro, vai!

Ela obedeceu, enfiou a linguinha o mais fundo que conseguiu, e eu comecei a rebolar na cara dela, esfregando a buceta naquela boquinha pequena, sentindo o narizinho e a língua dela me acertando em cheio. Ela gemia abafado, e o gemido dela vibrando aqui embaixo me deixava ainda mais doida. Passei a mão nos peitinhos dela, apertei, belisquei os biquinhos, e ela se remexeu toda.

    Aiii mamãe... assim não... ai que gostoso... rebola na minha cara, vai!

Eu rebolava. Cada vez mais rápido, agarrada na cabeceira, a buceta escorrendo na boca dela, e ela chupava tudo, engolia, lambia, se sujava toda. Aquele rostinho lindo todo melado de mim, os olhinhos fechados de tesão, a boquinha colada no meu buraco como se fosse o mundo acabar.

    Tô perto, meu amor... não para, não para... chupa que a mamãe vai gozar... aaaiiiinnnn!

Ela sugou o clitóris bem forte, enfiou dois dedinhos na minha buceta e curvou pra cima, e aí eu desabei. Gozei gritando, com a xoxota pulsando na boca dela, esguichando leitinho quente direto na garganta daquela safadinha. Ela engoliu sem soltar, chupando até a última gota, lambendo meu clitóris depois de leve, me fazendo estremecer inteira.

Quando eu finalmente caí de lado na cama, ainda tremendo, ela se arrastou até ficar cara a cara comigo, a boca toda melada, e se lambeu com um sorrisinho de quem ganhou o mundo.

    Engoli tudo, mamãe... tava gostoso.

Puxei ela pelo cabelo e beijei a boca dela, sentindo meu próprio gosto na língua dela, e as duas ficamos ali se agarrando, suadas, molhadas e completamente safadas, sem vontade nenhuma de levantar daquela cama.

    E aí, meu amor, já tá pronta pra mamãe te comer de novo com a pica? - perguntei, mordendo a orelhinha dela.
    Ai mamãe, de novo? - ela riu, jogando a perninha por cima da minha. - Então vem, que eu quero tudo de novo.

Deixa eu te contar o que rolou depois, porque aí a coisa ficou boa de verdade.

Uns dias depois, num sábado à tarde, minha irmã - a Patrícia, tia da Adriana - apareceu aqui em casa pra gente tomar uma cerveja e colocar o papo em dia. A Adriana tinha ido dormir na casa de uma amiguinha, então a casa tava só nossa. E eu, já no terceiro copo, com a língua solta e a cabeça leve, não segurei mais.
    Paty, senta aí que eu preciso te contar uma coisa... mas você não vai acreditar.

    Conta logo, sua bêbada. - ela riu, se jogando no sofá com a latinha na mão.

Eu respirei fundo, dei um gole, e soltei:
    Eu tô comendo a Adriana.
Ela quase engasgou.
    Como assim, comendo? Tu tá falando de quê?

    De sexo, Paty. De buceta. - eu falei rindo, já sem vergonha nenhuma. - A tua sobrinha e eu tamo transando, e não foi uma vez não, foi várias.

    Para! Conta tudo, do começo. Como é que isso começou? - ela se ajeitou no sofá, os olhos brilhando, toda curiosa.

E eu contei. Contei do dia que a peguei se esfregando na cama, contei do primeiro beijo, contei de ter chupado ela, contei do strapon, contei de tudo. Cada detalhe. E a Paty só escutava, a latinha parada na mão, a boca meio aberta, sem acreditar.

    E o que ela faz? - ela perguntou, baixinho. - Ela te chupa também?

    Chupa, Paty. - eu falei, olhando nos olhos dela. - E chupa bem pra caralho. A tua sobrinha bebe porrinha de mulher que é uma beleza. Sabe lamber uma buceta melhor que muito homem que já passou por mim.
    Não... - ela riu, incrédula.

    Falo sério. Ela engole tudo. E o gostoso é que ela faz com vontade, sabe? Com aquela carinha de safada, se melando toda, pedindo mais. Ainda outro dia eu sentei na cara dela e ela bebeu a minha até a última gota. Engoliu tudinho, depois se lambeu e veio me beijar com a minha buceta na boca dela.

A Paty deu um gole longo, e eu percebi que ela já não tava mais só curiosa. Tava com tesão. Ela cruzava e descruzava as pernas, se remexendo no sofá.

    Porra, mana... - ela falou, passando a mão no cabelo. - Eu tô aqui imaginando a cena e já tô molhada.

    Tá não... - eu provoquei.

    Tô sim, sua puta. - ela riu. - E me diz, ela deixa você enfiar o strapon mesmo? Ela aguenta?

    aguenta e gosta. Grita que nem uma doida. E goza rápido, viu, goza só de ver a pica. - eu falei.
- A bucetinha dela aperta a pica toda, e quando ela goza escorre leitinho, e eu bebo. Bebo tudo, Paty. Não desperdiço uma gota.

A Paty levantou do sofá de uma vez.
    Pronto, decidido. Amanhã ela tá aí, né? - ela falou, já pegando a bolsa.
    Tá... por quê?

    Porque eu vou dormir aqui hoje e amanhã eu quero ver isso de perto. - ela disse. - E quem sabe, mana... se você deixar, eu não entro nessa também.

    Vem, então. - eu sorri, terminando minha cerveja. - Mas traz mais cerveja, porque se você entrar, a noite vai ser longa.
    Já vou buscar. - ela falou, indo pra porta. - E mana...
    O quê?

    Só me responde uma coisa. - ela parou na porta, me olhando com aquele sorrisinho. - A buceta dela é docinha mesmo?

    É doce que nem mel, Paty. - eu falei, sem tirar os olhos dela. - Amanhã você vai provar.

Ela mordeu o lábio e saiu, e eu fiquei ali no sofá, bêbada, sorrindo sozinha, já imaginando as três naquela cama.
A Paty dormiu aqui e no domingo de manhã já tava de pé, elétrica, tomando café e olhando pro relógio a cada cinco minutos, esperando a Adriana voltar da casa da amiguinha. Eu tava morrendo de rir, porque nunca vi minha irmã tão ansiosa por buceta na vida.

    Relaxa, mana, ela chega meio-dia. - eu falei, tomando meu café.
    Eu tô relaxada. - ela disse, e tomou um gole de cerveja às onze da manhã, pra comemorar.

Quando a Adriana abriu a porta e entrou, com aquela carinha de sono e a mochilinha nas costas, ela viu a tia no sofá e foi logo abraçar. A Paty abraçou ela, mas ficou segurando um pouquinho mais que o normal, olhando aquelas perninhas, aquele corpinho, sem disfarçar.

    Oi titia, que bom te ver! - a Adriana falou, toda inocente.

    Oi, meu bem... - a Paty respondeu, e olhou pra mim por cima do ombro dela, com cara de "é ela mesmo".

A gente almoçou, conversou, bebeu. E quando eu percebi que a Adriana já tava soltinha, dei o sinal. Puxei ela pra perto no sofá, passei a mão na coxa dela, e beijei a boca dela na frente da Paty. A Adriana retribuiu o beijo sem nenhuma vergonha, e quando a gente se separou, a Paty tava nos olhando com a boca aberta e a latinha esquecida na mão.

    Não acredito que tô vendo isso. - ela falou.
    Então vem ver de perto. - eu disse, e estiquei a mão pra ela.

E foi isso. Puxei a Paty pro nosso lado, beijei ela também, e aí virou aquela coisa boa, as três se beijando no sofá, língua com língua, mão passando por cima de roupa, cada uma querendo mais. A Adriana ficou olhando a tia de um jeito novo, curiosa, e a Paty retribuía o olhar dela com aquele sorrisinho de quem já tava na chuva.

    Titia... você tem peito grande, hein. - a Adriana soltou, sem filtro.

    E você tem uma carinha de safada. - a Paty devolveu, e beijou a boca da sobrinha de língua, na frente de todo mundo. A Adriana gemecinha dentro da boca dela.

A gente foi pra cama. E quando eu abri a gaveta da mesinha, a Paty arregalou os olhos: tinha strapon, tinha dildo de silicone, tinha tudo. A Adriana já foi logo pegando o dildo rosa e mordendo o lábio.
    Mamãe, hoje eu quero brincar com a titia também. - ela falou.
    Brinca, meu amor. A titia é nossa hoje.
Mas antes de qualquer coisa, a Paty parou na cozinha e voltou com uma banana na mão. A Adriana olhou, sem entender, e a Paty riu.

    Isso aqui é pra começar. - ela falou, e descascou a banana bem devagar na frente da gente. - Sua mãe falou que você é gulosa. Então abre essa boquinha.

A Adriana abriu a boca e a Paty enfiou a banana, e ela chupou com vontade, olhando pra tia, se melando toda, fazendo aquele barulhinho molhado. A Paty ficou maluca, e depois de um tempo tirou a banana e enfiou ela dentro da Adriana, bem devagar, a fruta entrando e saindo da bucetinha dela que já tava escorrendo. A Adriana gemia com a banana dentro, apertando, e a Paty metia com carinho, e depois tirava e lambia a banana toda melada antes de enfiar de novo.
    Ai titia... ai titia que gostoso... - a Adriana gemia.
    Isso, bebê, chupa tudo. - a Paty falava, e eu ficava ali do lado, me acariciando, olhando as duas.
Aí a coisa subiu de nível. Enfiei o strapon, deitei a Paty na cama e comi ela enquanto ela chupava a Adriana. Ficamos as três assim, emendadas, a Paty deitada no meio, eu metendo nela, e a Adriana sentada na cara dela, gemendo e rebobando na boquinha da tia. A Paty chupava a sobrinha com sofreguidão, com a mão agarrada na bundinha dela, enquanto eu metia fundo nela e ouvia ela gemer abafado.
    Ahh mana, que gostoso... come a titia, filha... - ela falava entre um gemido e outro.

A Adriana gozou primeiro, na boca da tia, gritando, esguichando leitinho, e a Paty bebeu tudo com a maior cara de feliz, se lambuzando toda. Depois foi a minha vez de gozar, comendo a Paty até ela também desabar, tremendo, me apertando por dentro. E pra fechar, a Paty pegou o dildo, enfiou na Adriana e, com a mão livre, enfiou os dedos em mim, metendo nas duas ao mesmo tempo enquanto nos beijava. A gente gozou quase junto, as três suadas, molhadas, sem ar, numa cama que parecia pequena pra tanto tesão.

A Adriana, exausta, se aninhou no meio da gente, uma perna pra cada lado, e sorriu.
    Mamãe... a titia pode voltar mais vezes, né?
    Pode, meu amor. - eu falei, beijando a testa dela. - Agora a titia é de casa.
A Paty riu, puxou a gente pros dois braços e apagou a luz. E as três dormimos grudadas, molhadas e satisfeitas.

Foto 1 do Conto erotico: Mãe, tia e sobrinha numa putaria familiar

Foto 2 do Conto erotico: Mãe, tia e sobrinha numa putaria familiar


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274906 - Adriana e o Sybian da Mamãe e o pai assistindo - Categoria: Incesto - Votos: 0
274905 - O Almoço da familia alburquerque terminou em sexo familiar - Categoria: Incesto - Votos: 0
274904 - As Rainhas da Avenida - amigas tem usar dildo dentro da calcinha pra desfilar - Categoria: Masturbação - Votos: 0
274540 - Mãe e Filha, Mesma Profissão de puta - Categoria: Incesto - Votos: 5
274481 - trepei com uma estatua de marmore sem querer - Categoria: Fantasias - Votos: 1
274479 - eu fui dar pro meu pai na frente de minha mae so que escondido - Categoria: Incesto - Votos: 2
274478 - Pai explica o sexo pra filhas gêmeas e acaba trepando com elas - Categoria: Incesto - Votos: 5
274424 - a visita da filha e de sua namorada na casa dos pais - Categoria: Incesto - Votos: 3
274389 - A historia de uma familia japonesa e a filha aprendendo a gozar - Categoria: Incesto - Votos: 5
274388 - historia de um pai com filha em tambaba numa praia de nudismo - parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 4
274341 - O jegue Campeão da fazenda da avó fode irmas - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
274340 - historia de um pai com filha em tambaba numa praia de nudismo - Categoria: Incesto - Votos: 6
274339 - Minha filha e sua amiga gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 1
274317 - putaria familiar na croacia - Categoria: Incesto - Votos: 3
274314 - O rei e suas filhas no reino da putaria - Categoria: Incesto - Votos: 3
274312 - putaria de uma familia nas montanhas - Categoria: Incesto - Votos: 2
274311 - pai amoroso com a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
274310 - A Última dragão trepador da guerreira - Categoria: Fantasias - Votos: 2
273869 - O óculos que vê através da roupa, e ele usa na sua família - Categoria: Incesto - Votos: 6
273829 - Eu e minha amiga com meu pai - Categoria: Incesto - Votos: 5
273826 - Testando sybian enormes em bucetas das funcionarias numa fábrica - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273825 - o pai vendo a filha e esposa usando micro bikini e depois a filha sendo fodida pelo entregador - Categoria: Incesto - Votos: 4
273824 - Visita de indias do xingu numa empresa da cidade. Elas estavam todas de micro tanga - Categoria: Masturbação - Votos: 6
273815 - patrao safado compra dildos para as funcionarias - Categoria: Masturbação - Votos: 2
273813 - Irmas na siririca numa casa só de mulheres - Categoria: Incesto - Votos: 4
273811 - Pai fabrica um fucking machine de madeira para a filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
273592 - Tradicao numa cidade europeia de andar peladas e serem fudidas pelo prefeito tarado - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
273571 - A loja que vende plantas exóticas com dildos - Categoria: Masturbação - Votos: 1
273570 - Pais leva a filha para a especialista sexual para ensinar ela a ser uma putinha - Categoria: Incesto - Votos: 2
273569 - Filha ensina a mae a usar micro calcinha e a gozar em publico - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil doidapordildo
doidapordildo

Nome do conto:
Mãe, tia e sobrinha numa putaria familiar

Codigo do conto:
274903

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
2