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As primas Luísa e Marina, ambas com 22 anos, decidiram passar o domingo longe da correria da cidade. Tinham ouvido falar de um clube com piscina enorme, afastado, meio particular, onde a entrada para mulheres era gratuita.
Combinaram de ir de ônibus, porque Luísa tinha esquecido a chave do carro do pai e não queriam esperar. O ônibus as deixou em uma estrada de terra, cercada de árvores altas.
O portão era discreto, só uma placa pequena dizendo “Clube Recreio”.Na portaria, o segurança olhou as duas de cima a baixo e sorriu.
— Entrada de mulher é liberada, pode entrar. Bem-vindas.Elas se entreolharam, animadas.— Que sorte, né?
— murmurou Marina.
— Nem precisamos pagar.Passaram pelo corredor e chegaram à área da piscina. A água brilhava azul, mas o ambiente era estranho: quase só homens sentados em espreguiçadeiras, bebendo, e algumas mulheres de biquíni minúsculo circulando entre eles, rindo alto demais. Luísa e Marina não prestaram muita atenção. Só queriam tomar banho e sol.Foi aí que apareceu Deise.A gerente tinha 27 anos, corpo firme, cabelo preso num coque alto e um vestido curto preto que marcava tudo. Parou na frente das duas e sorriu de um jeito profissional.
— Vocês são as novas, né? As que chegaram de Minas Gerais. Já estava esperando.Luísa franziu a testa.— Não, senhora. A gente veio pro clube tomar banho e sol só.Deise riu baixo, um riso seco.
— Sim, aqui é um clube… mas esse “clube” faz tempo que não é mais assim. Venham comigo.Elas se entreolharam, confusas, mas seguiram. Deise as levou por um corredor lateral até uma sala pequena, com armários e um sofá. Fechou a porta.
— Tira a roupa. Vão usar o uniforme da casa.Uma funcionária entregou dois conjuntos dobrados. Quando Luísa abriu o tecido, o coração dela apertou. Não era biquíni. Era fio. Um top pequenininho, só dois triângulos de tecido quase transparente e um cordão fino. A parte de baixo era um fio dental ainda mais estreito, com a tira de trás tão fina que parecia um fio de costura.— Tá enganada — disse Marina, a voz falhando.
— A gente só veio tomar banho.
— Calem a boca — cortou Deise, firme, mas sem gritar.
— Usem esses trajes. Agora.Luísa tentou vestir o top. O tecido era tão pequeno que os seios quase inteiros ficavam de fora; os bicos marcavam claramente. Quando puxou a parte de baixo, o fio afundou entre os lábios imediatamente. Ela puxou de um lado, do outro, tentando ajeitar, mas quanto mais puxava, mais o tecido sumia dentro dela.
— Esse número é pequeno, moça… — reclamou, a voz embargada. — Não entra direito… entra na perereca da gente.Marina estava pior. O fio dela tinha entrado tanto que só a parte da frente ainda se via um pouco; o resto tinha sumido entre as nádegas e os lábios. Ela tentava puxar com os dedos, mas cada movimento só fazia o cordão fino se enterrar mais.— Entra nos lábios demais…
— murmurou, vermelha até o pescoço.
— Não dá pra usar assim.Deise cruzou os braços e observou as duas se contorcendo na frente do espelho.
— É pra ser assim mesmo. Aqui as meninas usam esse modelo. Agora param de reclamar e saem. A piscina está cheia de clientes esperando as novinhas de Minas.Luísa olhou para a prima. As duas estavam sem saber o que fazer.
Os corpos delas, que tinham entrado de roupa normal, agora estavam quase nus: seios espremidos no top minúsculo, bunda quase toda descoberta, e o fio fino sumindo entre as pernas, marcando o formato dos lábios de forma obscena.Marina engoliu seco.
— A gente… a gente só queria tomar banho…Deise abriu a porta e apontou o corredor.— Então vão. A água está ótima. E não esqueçam: aqui todo mundo está olhando.As duas saíram da sala lado a lado, caminhando devagar, cada passo fazendo o fio se mover e se enterrar um pouco mais. Os homens na beira da piscina já tinham notado.
Alguns sorriam. Outros só observavam em silêncio.Luísa sentiu o sol quente na pele descoberta e o tecido fino puxando entre as pernas a cada movimento. Marina ao lado dela respirava fundo, tentando não chamar ainda mais atenção.
Elas tinham chegado pensando que era um clube comum. Agora estavam no meio daquilo, vestidas como as outras, e não sabiam mais como sair.
Elas saíram da sala ainda se ajeitando, o fio fino sumindo cada vez mais entre as pernas a cada passo. O corredor dava direto na área da piscina.O ambiente estava mais cheio do que elas tinham notado antes. Havia alguns casais espalhados, mas a maioria era de homens mais velhos — cinquenta, sessenta anos
— sentados em cadeiras de sol, com drinks nas mãos, conversando baixo e olhando tudo. Alguns já estavam de sunga, outros de bermuda. O sol batia forte na água azul e no concreto quente.Luísa e Marina pararam por um segundo, sem saber para onde ir. O top minúsculo apertava os seios, e a calcinha fio estava tão atolada que elas sentiam o tecido puxando os lábios a cada movimento. Marina deu um passo mais devagar, tentando não abrir muito as pernas.
— Vamos sentar ali — murmurou Luísa, apontando duas cadeiras de sol vazias bem na beira da piscina.Elas se sentaram. O material da cadeira era quente. Assim que encostaram as bundas, o fio se enterrou ainda mais. Luísa se mexeu, tentando puxar um pouco o tecido para o lado com o dedo, mas ele só voltava a sumir. Marina estava com as pernas levemente abertas, olhando para baixo, vermelha.Foi quando Deise apareceu de novo. Ela se aproximou sorrindo, como se tudo fosse a coisa mais natural do mundo, e se abaixou um pouco entre as duas cadeiras.
— Agem como se estivessem na casa de vocês
— falou baixo, mas firme. — Sejam gentis. São amigos meus… clientes de luxo. De luxo mesmo. Não fiquem com essa cara de assustadas.Luísa engoliu seco.
— A gente não…
— Só relaxem — interrompeu Deise, ainda sorrindo. — Daqui a pouco a água esfria o corpo de vocês.Ela se afastou, deixando as duas sozinhas de novo.Marina se inclinou um pouco na direção da prima, falando quase sem mexer a boca:
— Tá ardendo a xota… o fio tá raspando tudo.Luísa respondeu no mesmo tom, a voz baixa:— A sua também?— Demais. Ainda bem que a gente se depilou… se tivesse pelo, ia doer pior.As duas ficaram em silêncio por alguns segundos, o sol queimando a pele descoberta, o tecido fino queimando por dentro. Marina tentou ajeitar o fio de novo com a ponta dos dedos, mas só conseguiu empurrá-lo mais fundo. Luísa olhava para a água, fingindo que não estava notando os olhares.
Foi então que um homem se aproximou.Ele tinha uns 53 anos, cabelo branco bem cortado, óculos escuros, corpo ainda firme para a idade. Usava uma bermuda clara e uma camisa aberta. Parou na frente das cadeiras delas, tirou os óculos e sorriu de um jeito calmo, quase educado.— Nossa… — falou, a voz grave.
— Que garotas lindas. Deise não mentiu quando falou que tinham chegado duas novinhas de Minas.Luísa e Marina se entreolharam rápido. Nenhuma das duas soube o que responder na hora.
O homem continuou, sem pressa, olhando de uma para a outra:— Vocês duas são irmãs? Primas? Porque o corpo de vocês… parece que foram feitas no mesmo molde. Essa pele clara, essa cintura… e esse biquíni quase não segura nada, hein?Ele riu baixo, como se estivesse elogiando mesmo.Marina sentiu o fio arder de novo quando se mexeu na cadeira. Luísa apertou as coxas uma contra a outra, tentando disfarçar o quanto o tecido estava atolado.O homem se agachou um pouco, ficando na altura delas, e continuou falando como se fosse a conversa mais normal do mundo:
— Podem ficar à vontade. Aqui ninguém tem pressa. Se quiserem água, bebida… ou só conversar um pouco… é só falar.
As duas ficaram sem reação, o coração batendo forte, o sol quente, o fio queimando entre as pernas, e aquele homem de cabelo branco sorrindo para elas como se já soubesse exatamente o que estava acontecendo.
Luísa e Marina estavam ainda sentadas, o fio fino queimando entre as pernas, quando o homem de cabelo branco se aproximou mais. Ele abriu a bermuda sem pressa, puxou o pau já semi-duro para fora e começou a alisar com a mão direita, bem na frente delas. O membro era grosso, veias marcadas, a cabeça rosada e úmida.Marina engoliu seco e murmurou baixo para a prima, quase sem mexer a boca:
— E agora, prima… ele ali, alisando o pau pra fora, e a gente aqui… eles achando que somos putas de luxo…O homem sorriu, calmo, e estendeu a mão. Pegou a mão de Luísa com firmeza e a colocou em volta do pau dele. Os dedos dela envolveram o volume quente e pesado. Ele guiou o movimento, fazendo ela deslizar a mão pra cima e pra baixo, lentamente.
— Isso…
— disse ele, voz baixa e carinhosa. — Só alisa, minha princesa. Não precisa ter medo.Marina, ao lado, olhava com o rosto vermelho, o olhar perdido entre choque e confusão. O fio dela estava tão atolado que os lábios inchados se marcavam de fora. O homem virou o rosto para ela e falou no mesmo tom suave:
— Você também. Tira a parte de baixo. Quero ver esses lábios e essa xoxota com essa calcinha minúscula.Marina hesitou um segundo, o coração batendo forte no peito. Depois, com dedos trêmulos, puxou o fio para o lado e depois para baixo. O tecido fino escorregou pelas coxas.
A xoxota depilada apareceu inteira: lábios inchados, um pouco brilhantes de umidade, o clitóris marcado. O homem soltou um som baixo de aprovação.Enquanto Luísa continuava a masturbá-lo, ele passou a mão livre entre as pernas de Marina. Os dedos grossos abriram os lábios dela com calma, acariciaram o clitóris em círculos lentos e depois deslizaram para dentro, entrando com dois dedos de uma vez. Marina soltou um gemido abafado, as coxas tremendo. O homem meteu os dedos fundo, curvando-os, enquanto Luísa acelerava o ritmo na mão.
— Abre a boca — ele falou para Luísa, ainda carinhoso.
— Só coloca a língua, minha princesa.Luísa obedeceu sem saber exatamente o que estava fazendo. Incliniu o corpo, a boca se abriu e a língua tocou a cabeça quente do pau. O gosto era salgado e forte. Ele segurou o cabelo dela com leveza e empurrou um pouco mais fundo, fazendo ela engolir a cabeça inteira. Marina, ao lado, gemia baixinho enquanto os dedos dele entravam e saíam da xoxota molhada dela, o polegar esfregando o clitóris sem parar.O homem tirou os dedos de Marina, puxou Luísa pela cintura e a deitou de costas na espreguiçadeira. Abriu as pernas dela, posicionou o pau grosso entre os lábios molhados e empurrou.
A cabeça abriu caminho com dificuldade no começo; Luísa soltou um gemido agudo quando ele enterrou metade. Depois mais, até estar fundo. Ele começou a trepar devagar, a cada estocada o pau sumindo quase inteiro dentro dela. O som molhado de pele batendo em pele se misturava com os gemidos baixos das duas.Marina ficou ajoelhada ao lado, o fio ainda pendurado num tornozelo.
O homem puxou a cabeça dela para perto e fez ela lamber o saco enquanto ele fodia a prima. Depois tirou o pau de Luísa, enfiou na boca de Marina algumas vezes, molhando-o de saliva, e voltou a meter na xoxota da outra. As estocadas ficaram mais fortes. Luísa segurava nas laterais da cadeira, as pernas abertas, o top minúsculo já descido, os seios saltando a cada movimento.
Ele alternava: algumas estocadas fundo em Luísa, depois puxava e metia a boca de Marina de novo, fazendo ela engolir até quase engasgar. Marina, ainda confusa, sucava como podia, a saliva escorrendo pelo queixo. O homem voltou para dentro de Luísa, agora metendo mais rápido, o pau brilhando de lubrificação.
— Vou gozar
— ele avisou, a voz rouca.Tirou o pau de dentro dela, agarrou o cabelo das duas e puxou os rostos juntos. A mão direita masturbava rápido.
O primeiro jato saiu forte, acertando a língua e o lábio de Luísa. O segundo escorreu pelo queixo dela e caiu no seio. Marina, ao lado, recebeu o terceiro e o quarto jatos na boca aberta e no nariz. Ele ainda espremeu o resto, esfregando a cabeça no lábio inferior de cada uma, deixando o gozo branco e quente escorrendo pelos rostos jovens.As duas ficaram ali, ofegantes, o sêmen brilhando na pele, o fio de Luísa ainda atolado de um lado e o de Marina jogado no chão. O homem sorriu de novo, calmo, e passou o polegar no canto da boca de Luísa, empurrando um pouco do gozo para dentro.— Boas meninas — murmurou.
— Agora limpem direitinho.Luísa e Marina se entreolharam. O sol continuava quente, os olhares dos outros homens ao redor já estavam todos virados para elas, e nenhuma das duas sabia mais como sair daquilo.
continua


