A festa de família estava no auge. O quintal iluminado por luzes coloridas, a música de balada tocando alto, mesas cheias de comida e bebida, e os adultos se misturando entre risadas, fofocas e alguns olhares mais ousados. Algumas famílias ali eram liberais, outras bem mais tradicionais. Ninguém falava abertamente, mas todo mundo sabia que certos limites já tinham sido cruzados em outras ocasiões.
Adriana chegou arrumada como sempre gostava: vestido curto, justo, de um vermelho vivo que terminava bem acima da metade da coxa. O tecido colava no corpo, marcando as curvas. Por baixo, uma calcinha fio dental preta, daquelas que atola tudo, quase sumindo entre as nádegas. Ela sabia o efeito que causava. Andava de um lado para o outro, cumprimentando parentes, rindo alto, se abaixando pra pegar coisas no chão ou pra ajudar a servir. Cada vez que se curvava, o vestido subia e o rabo grande, redondo e firme ficava à mostra, a calcinha afundada no meio, o cuzinho quase visível para quem estivesse atrás.
Tio Alfredo já tinha bebido umas e outras. Ficava sempre alguns passos atrás dela, o olhar colado naquela bunda. Não disfarçava muito. As primas mais novas e as tias mais velhas já tinham notado.
Num canto mais afastado, só mulheres, a tia mais velha puxou Adriana pelo braço.
— Adriana, vem cá. Abaixa um pouco de novo.
Adriana riu, confusa, mas obedeceu, se curvando de leve.
— Assim?
— Mais. Tá dando pra ver até o cuzinho, menina. Você tá sem calcinha?
— Claro que tô de calcinha, tia. É esse modelo. G-string. Atola tudo.
Ela se levantou devagar. As mulheres se aproximaram. A calcinha preta estava completamente engolida pela bunda e pela buceta, o fio fino sumindo no meio, deixando as nádegas quase nuas. Atrás, o cuzinho apertado, brilhante, parecia ter algo enfiado. Uma das primas abriu a boca.
— Parece um plug…
— Esse mundo tá perdido — murmurou a tia mais velha, balançando a cabeça, mas sem desviar o olhar.
As primas mais próximas se aproximaram ainda mais, curiosas, algumas rindo baixo, outras só observando em silêncio. Adriana se virou, o vestido ainda um pouco erguido, e deu de ombros.
— É o modelo, gente. Gosto assim.
De longe, tio Alfredo viu a cena inteira. A roda de mulheres, Adriana se abaixando, o rabo exposto, a conversa. Sentiu o pau endurecer dentro da calça. Continuou bebendo, esperando o momento certo.
A música mudou para algo mais lento, de balada mesmo. Algumas pessoas começaram a dançar no meio do quintal. Adriana estava sozinha, mexendo o corpo, o vestido curto subindo a cada movimento. Alfredo se aproximou por trás, sem pressa, e encaixou o corpo nela. A mão grande desceu pela cintura, puxando-a para trás, encoxando firme. O volume duro pressionou bem no meio daquela bunda.
— Vi um anel no traseiro seu — falou baixo, perto do ouvido dela, a voz rouca de bebida e desejo.
Adriana riu, sem se afastar. Continuou rebolando contra ele.
— É plug, tio.
— Plug?
— Uhum. Coloco às vezes pra… ficar mais apertadinha. Você viu mesmo?
— Vi tudo. Quando você abaixou lá com as tias. A calcinha sumida, o cuzinho piscando… e aquilo brilhando. Achei que era um anel.
Ela empurrou a bunda para trás com mais força, sentindo o pau dele marcar o tecido fino do vestido e a calcinha engolida.
— E gostou do que viu?
Alfredo apertou a cintura dela com as duas mãos, encoxando mais fundo, o movimento cadenciado com a música. O vestido curto subia ainda mais com o atrito.
— Gostei pra caralho. Essa bunda grande… e o plug enfiado. Você tá sem vergonha nenhuma, sobrinha.
Adriana virou o rosto de lado, sorrindo, a respiração um pouco mais ofegante.
— E o senhor tá encoxando a sobrinha no meio da festa de família… as primas tão olhando, tio.
— Deixa olhar. As liberais gostam. As outras fingem que não veem.
Ele deslizou uma mão pela lateral da coxa dela, por baixo do vestido, tocando a pele quente e a beira da calcinha fio dental. Adriana não impediu. Continuou dançando, rebolando devagar, o plug se movendo a cada embalo do corpo dele contra o dela.
A noite ainda era longa. Outras situações iam acontecer pela casa — primos e primas se esbarrando em corredores escuros, um sobrinho mais ousado beijando um tio no banheiro, risadas baixas e portas se fechando. Mas naquela hora, no meio da pista improvisada, só importava o corpo de Adriana colado no de Alfredo, o vestido curto, a calcinha sumida, o plug escondido e o tio bêbado encoxando a sobrinha como se ninguém estivesse vendo.
E assim a festa promete ser boa ate o final da noite
continua