Uma viajem em família num motorhome se transforma em um bacanal



A família Costa viajava pela estrada que cortava o interior da França em direção à Provença. A van era grande, quase um motorhome compacto: dois bancos na frente, um sofá largo no meio e espaço suficiente para todo mundo se mexer sem se esbarrar o tempo todo. O clima era leve. Riam alto, contavam histórias antigas, a mãe no banco do passageiro de short socado que marcava a bunda redonda, o filho mais velho no sofá de trás com o celular, e a filha, Lila, 22 anos, baixinha, corpo miúdo e rosto de boneca, de saia curta e sem calcinha, como sempre.
Lila tinha os lábios da buceta enormes, grossos, caídos, exatamente do tipo da atriz Alice March. Quando se mexia, às vezes a saia subia um pouco e o irmão, do sofá, acabava vendo o contorno carnudo entre as coxas dela. Ninguém comentava. Naquela família, certas coisas simplesmente existiam.
Nos primeiros quilômetros ainda estavam todos juntos, conversando. Lila, sempre com ideias de “amor familiar”, se levantou do sofá, caminhou até o banco do pai e, sem pedir, simplesmente subiu no colo dele.
— Quero viajar assim — disse, ajeitando a saia sobre as coxas dele. — É mais gostoso.
O pai, Marcos, 48 anos, riu e a acomodou. A mãe nem olhou direito, ocupada em contar uma história de quando eles eram jovens. O filho continuava no celular. A van seguia em velocidade constante pela estrada reta.
Lila começou a se mexer devagar. Primeiro só ajeitando o corpo. Depois esfregando a xoxota nua contra a calça do pai. O tecido grosso logo ficou úmido. Marcos sentiu o calor e a umidade se espalhando. Olhou de lado para a filha. Ela tinha aquela carinha de putinha inocente, os lábios entreabertos, os olhos semi-cerrados, como se não estivesse fazendo nada demais.
Ele engoliu em seco. Com a mão esquerda no volante, a direita desceu discreta entre os corpos. Abriu o zíper, puxou o pau para fora. Grosso, pesado, veias saltadas. Quarenta centímetros de pica que quase ninguém acreditava quando via. Encostou a cabeça quente na entrada molhada da filha, por baixo da saia.
Lila prendeu a respiração. Não esperava que ele fosse realmente enfiar.
Marcos empurrou.
A cabeça grossa abriu os lábios enormes com dificuldade. Lila deu um pulinho pequeno no colo dele, os olhos arregalados por um segundo. O pau continuou entrando, centímetro por centímetro, esticando a buceta carnuda até o limite. Quando ele enfiou até o talo, o saco encostou nela e Lila soltou um gemido baixinho, abafado, a boca aberta, a expressão completamente entregue.
Ninguém notou.
A mãe continuava falando da viagem antiga. O irmão riu de alguma coisa no celular. Marcos manteve o olhar na estrada, o corpo rígido, e começou a socar devagar por baixo da saia. Estocadas curtas, profundas, o pau grosso sumindo inteiro dentro da xoxota apertada da filha. Cada vez que ele subia o quadril um pouco, Lila sentia aqueles quarenta centímetros invadindo tudo, o grelo se esfregando na base, os lábios enormes esticados ao redor do pau.
Ela apoiou as mãos no peito do pai, o rosto colado no pescoço dele, respirando ofegante. A carinha de putinha agora estava vermelha, os olhos revirando de leve a cada estocada mais fundo. O gozo dela escorria pela base do pau e molhava a calça de Marcos por baixo.
— Tá gostoso, pai… — sussurrou tão baixo que só ele ouviu.
Ele não respondeu com palavras. Só apertou a coxa dela com a mão livre e aumentou um pouco o ritmo, ainda sem chamar atenção. A van seguia em linha reta. A família continuava conversando, rindo, despreocupada.
E no colo do pai, escondida sob a saia curta, Lila recebia cada centímetro daquela pica enorme, o corpo tremerando em silêncio, a xoxota engolindo tudo enquanto ninguém suspeitava de nada.
Eles gozaram quase juntos.
Lila tremeu no colo do pai, a xoxota apertando o pau grosso em espasmos fortes, o gozo escorrendo pela base e molhando a calça dele por baixo da saia. Marcos seguiu socando fundo até estocar pela última vez e jorrar grosso dentro dela, enchendo a buceta carnuda. Mesmo depois de gozar, o pau dele continuou duro como pedra, latejando dentro da filha, como se tivesse tomado Viagra. Lila ficou sentada ali, o corpo mole, respirando ofegante, com aqueles quarenta centímetros ainda enterrados até o fundo.
A mãe, no banco da frente, notou.
Viu a filha rebolando devagar, o jeito que os olhos dela reviravam, a boca entreaberta. Sabia exatamente o tamanho do pau do marido. Conhecia cada veia, cada centímetro. E agora via a filha engolindo tudo em silêncio enquanto a estrada passava.
Isabelle passou a língua nos lábios. Levantou-se devagar, como se fosse só trocar de roupa.
— Vou trocar de roupa, filho. Não olhe.
O filho, Rafael, 24 anos, levantou os olhos do celular. A mãe puxou o short socado para baixo bem devagar, virando de lado, a bunda redonda aparecendo primeiro. Depois a xoxota enorme, os lábios grossos e vermelhos, já brilhando de tesão. Rafael engoliu em seco. A mãe daquele jeito, pelada da cintura para baixo, a buceta carnuda exposta na van em movimento.
Lila, ainda enfiada no pau do pai, estendeu a mão e puxou a mãe pela coxa.
— Vem cá, mãe…
Isabelle se aproximou. Lila abriu os lábios enormes da mãe com os dedos, mostrando o grelo inchado e a entrada molhada. Rafael não aguentou. Abriu a calça e tirou o pau para fora. Trinta centímetros grossos, a cabeça grande e rosada latejando.
A mãe olhou e sorriu, a voz baixa:
— Que lindo, filho…
Na frente, Marcos continuava fudendo a filha em silêncio, estocadas lentas e profundas, o pau ainda duro dentro dela. Ninguém precisava falar alto. A van seguia.
Isabelle ajoelhou no espaço entre os bancos, segurou o pau do filho e falou quase no ouvido dele:
— Deixa a mamãe ver essa pica cabecuda…
Envolveu a cabeça grossa com a boca quente e chupou fundo, a língua passando pelas veias, saliva escorrendo. Rafael gemeu baixo, a mão nos cabelos da mãe. Depois ela se levantou, empurrou o filho para o banco do sofá e sentou em cima dele de uma vez, engolindo os trinta centímetros até o fundo. A xoxota enorme esticou ao redor do pau do filho, os lábios grossos se abrindo. Ela rebolou devagar, escondida pelo ângulo da van, gemendo baixinho enquanto a filha, ainda no colo do pai, virava os olhos de prazer a cada estocada.
A viagem se transformou numa putaria familiar completa. O som molhado das duas xoxotas sendo fodidas se misturava ao barulho do motor. Ninguém na estrada fazia ideia do que acontecia dentro daquela van.
À noite, no hotel, os irmãos ficaram no mesmo quarto de duas camas. A porta trancada. Lila e Rafael se olharam em silêncio por um momento.
— Eu vi você com a mãe — ela disse, a voz rouca.
— E eu vi você no colo do pai. Com aquele pau enorme dentro.
O silêncio ficou carregado. O tesão que ainda queimava nos dois não tinha ido embora. Lila se levantou da cama, tirou a saia e ficou só de blusa, a xoxota carnuda e ainda um pouco aberta do pau do pai. Rafael tirou a calça. O pau dele endureceu de novo só de olhar os lábios enormes da irmã.
Eles se entregaram sem falar muito mais.
Lila deitou de costas, abriu as pernas e puxou o irmão para cima dela. Rafael enfiou de uma vez, os trinta centímetros sumindo na buceta molhada da irmã. Foderam com força, safados, o barulho da cama batendo na parede. Lila gemia alto agora, sem precisar esconder, os olhos revirando enquanto o irmão socava fundo. Ele gozou dentro dela. Ela gozou apertando o pau dele. Depois ficaram abraçados, suados, ainda ofegantes.
A viagem tinha virado outra coisa. E nenhum deles queria que terminasse.
fim
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma viajem em família num motorhome se transforma em um bacanal

Codigo do conto:
274931

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/10/2026

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