Adriana era uma garota linda, No trabalho falava só o necessário, andava de cabeça baixa e quase nunca sorria para estranhos. o irmao dela sempre ia com ela pro trabalho e ele era meio dotado
a adriana sentiu a mão dele nela no meio da multidão, sem ninguém perceber direito. Naquela manhã eles ia cedo
— Hoje o ônibus estava lotado — ela murmurou no ouvido dele, ainda na parada.
- esta cheio aqui ne?
— Ele só apertou a mão dela e respondeu baixinho:
- sim e vou fazer algo que estou esperando faz tempo,irma.
- o que é?
- vou fuder voce aqui.
- que isso mano.
— já com o coração batendo mais forte. O ônibus chegou cheio, como sempre. Adriana estava vestindo uma saia plissada preta que batia no meio da coxa e uma calcinha minúscula de renda preta
— daquelas fininhas que ela amava usar porque marcavam o corpo de um jeito que a deixava se sentindo gostosa o dia inteiro. O namorado entrou logo atrás e se posicionou bem colado nela, de frente para a sua nuca.
Em poucos minutos o corredor estava tão apertado que quase não dava para respirar. Adriana ficou de pé, segurando a barra de cima, as pernas levemente abertas por causa do balanço.
Ela sentiu primeiro o volume dele. Duro, quente, pressionando exatamente no meio da bunda. Não era por acaso. Ele se empurrou um pouco mais para frente, encaixando o pau entre as nádegas dela por cima da saia.
Adriana prendeu a respiração e, em vez de se afastar, empinou levemente o quadril para trás, esfregando-se nele. Um sorriso pequeno apareceu no canto da boca. A mão dele desceu devagar pela lateral da saia.
Os dedos entraram por baixo do tecido e subiram pela parte interna da coxa. A pele dela estava quente. Ele acariciou ali, só a parte de dentro, subindo centímetro por centímetro até chegar bem perto da calcinha. Adriana já estava molhada.
A renda fina estava úmida e colada na pele. Quando o dedo dele passou por cima do tecido molhado, ela soltou um suspiro baixo, quase inaudível no barulho do motor.Ele continuou.Os dedos se moveram para trás, subindo até a bunda. Acalmou a mão sob a saia, apertando uma nádega e depois a outra, separando-as um pouco.
O polegar passou bem no meio, pressionando o cuzinho por cima da calcinha. Adriana mordeu o lábio e abriu um pouco mais as pernas, dando espaço. Ele entendeu. O dedo médio deslizou para baixo, encontrou o tecido encharcado da xota e começou a esfregar em círculos lentos, bem no clitóris. A calcinha fina não oferecia quase nenhuma proteção.
Cada movimento fazia o tecido molhado raspar nela de um jeito gostoso demais. Adriana estava com o rosto virado para a janela, fingindo olhar a paisagem, mas os olhos estavam semicerrados.
O corpo já tremia levemente.
Ela empurrou o quadril para trás de novo, pedindo mais.Então ele puxou a calcinha de lado.Dois dedos entraram nela de uma vez, bem fundos, enquanto o polegar continuava pressionando o cuzinho por fora. Adriana soltou um gemido abafado contra o próprio braço. Os dedos dele se moviam devagar, curvando-se para dentro, tocando aquele ponto que a fazia tremer as pernas. De vez em quando o polegar apertava mais o ânus, massageando o anel apertado por cima da pele.Ela estava encharcada.
O barulho úmido dos dedos entrando e saindo era quase inaudível no meio do barulho do ônibus, mas ela sentia tudo com uma clareza absurda. O namorado inclinou a cabeça e falou bem baixinho, colado na orelha dela:
— Tá tão molhada… Você queria isso mesmo, né?
Adriana só conseguiu balançar a cabeça, quase imperceptível. Ele tirou os dedos da xota, molhados, e os levou para o cuzinho. Passou a ponta de um dedo em círculos lentos ali, espalhando a lubrificação dela, e depois empurrou só a ponta. Adriana arqueou as costas e empinou mais, pedindo. O dedo entrou até a primeira falange, depois um pouco mais, enquanto os outros dois voltavam para a xota e a fodia com movimentos curtos e firmes.
Ela estava perdida. As pernas tremiam. O volume duro do irmao continuava esfregando entre as nádegas dela, e a cada balanço do ônibus ele entrava um pouco mais fundo com os dedos. Adriana sentia o orgasmo subindo rápido, apertado no peito. Ela agarrou a barra com mais força e, sem conseguir se controlar, apertou as paredes em volta dos dedos dele, gozando em silêncio, só com a respiração ofegante e o corpo travado.Ele não tirou a mão imediatamente.
Continuou acariciando devagar, deixando ela sentir cada onda até o fim. Só quando ela relaxou um pouco ele ajeitou a calcinha dela de lado, alisou a saia e voltou a ficar colado nela, como se nada tivesse acontecido. Adriana virou o rosto só o suficiente para ele ver o olhar dela
— ela sussurrou — você vai me foder
Ele sorriu
— Pode deixar.
O ônibus continuou andando, lotado, e ninguém ao redor pareceu notar nada. Só os dois sabiam o que estava acontecendo entre as pernas dela naqueles minutos apertados.
Adriana ainda estava com as pernas levemente abertas, a respiração irregular depois do orgasmo silencioso.
O irmão dela continuava colado nas suas costas. A saia plissada preta ainda cobria tudo.Ele desceu a mão devagar, abriu o zíper da calça com cuidado para não fazer barulho e tirou o pau para fora.
Estava duro, quente, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Adriana sentiu o calor daquela carne viva encostar primeiro na parte de trás da coxa, depois subir até a bunda. Ela engoliu em seco. Mesmo tendo pedido, o tamanho dele ainda a deixava um pouco assustada.Ele puxou a calcinha de renda fina para o lado com dois dedos.
A xoxota dela apareceu logo embaixo da saia: inchada, vermelha, completamente molhada. Os lábios estavam abertos e brilhantes, o clitóris latejando, e um fio transparente de lubrificação escorria pela virilha. O cheiro doce e quente dela subiu entre os dois.
— Tá tão aberta…
— ele sussurrou bem baixinho no ouvido dela.Adriana só conseguiu balançar a cabeça, o coração disparado. Ele encaixou a cabeça do pau bem no meio daquela fenda molhada e parou. Só a glande, pressionando a entrada. Ela estava tão escorregadia que o pau quase entrou sozinho, mas ele controlou. Empurrou só um centímetro. Adriana prendeu a respiração.
A xoxota dela agarrou a cabeça dele imediatamente, quente e apertada.Ele ficou assim por alguns segundos, só a ponta dentro, sentindo as paredes dela pulsar.
Depois avançou mais um pouco. Lento. Sem pressa. A cada milímetro a xoxota de Adriana se abria, vermelha e brilhante, engolindo o pau do irmão. Ela sentia cada veia, cada detalhe daquele volume entrando nela.
As pernas tremeram. O medo e o tesão se misturavam: medo de alguém perceber, tesão de estar sendo penetrada bem ali, no meio de tanta gente, com a saia tampando tudo. Quando ele estava pela metade, parou de novo.
O pau latejava dentro dela. Adriana estava encharcada; a cada pequena contração dela, um pouco mais de lubrificação escorria e molhava a base do pau dele. Ele avançou o resto devagar, até as bolas tocarem a bunda dela. Completamente dentro.
A saia preta caía em volta dos quadris dos dois, escondendo perfeitamente onde os corpos se juntavam. Eles não se mexeram.Só ficaram assim: o pau dele enterrado fundo na xoxota molhada e vermelha dela, latejando, e ela apertando em volta, sentindo cada centímetro.
O ônibus balançava levemente nas curvas e cada movimento mínimo fazia o pau dele se mexer dentro dela sem ele precisar empurrar. Adriana mordeu o lábio com força. O tesão tomou conta dos dois de um jeito quase doloroso. Ela sentia o coração batendo entre as pernas, a xoxota latejando ao redor dele, quente, escorregadia, completamente tomada.Ele encostou a boca na orelha dela e falou quase sem voz:
— Não se mexe… só sente.Adriana assentiu, os olhos semicerrados. A saia continuava cobrindo tudo. Ninguém ao redor via que o pau do irmão estava inteiro dentro dela, nem que a xoxota dela estava tão vermelha e molhada que escorria pela base dele. Eles só respiravam juntos, o sexo lento e parado, só a pulsação quente e o aperto dela ao redor dele, enquanto o ônibus seguia viagem.
depois desceram e foram para o serviço sem pressa e com a felicidade de um amor lindo.
fim




