Carlos acordou primeiro, o corpo ainda colado ao de Lara. A filha dormia de bruços, a bunda levemente erguida, a calcinha fio-dental preta que ela tinha colocado antes de dormir enfiada no meio das nádegas. Renata estava do outro lado, também de calcinha fina, uma mão descansando na coxa da filha.
Lara se mexeu, abriu os olhos e sorriu, mais solta, sem nenhum vestígio da vergonha da noite anterior.
— Bom dia, pai… mãe…
Ela se sentou na beira da cama, puxou a calcinha um pouco para o lado e mostrou o grelo ainda um pouco inchado.
— Essa calcinha fica esfregando o tempo todo quando eu ando. A costura passa bem no meio… fica molhando.
Renata riu baixo, também se levantando. A dela era igual, preta e mínima.
— A minha também. Desde que acordei o fio tá enfiado. Vamos descer assim. Ninguém vai se importar aqui.
Os três desceram para o café da manhã. Lara na frente, o fio-dental marcando a bunda redonda a cada passo, o tecido fino já um pouco úmido entre as pernas. Carlos não conseguia tirar os olhos. No refeitório aberto, alguns funcionários olhavam de canto, sem surpresa. Um deles, o mesmo do bar da praia, se aproximou enquanto serviam o café e os pães.
— Bom dia, família. Ontem vocês aproveitaram bem, né? Tem um serviço extra só pra pais e filhas. Depois do café, tem uma área mais reservada na praia, com cadeiras especial. As filhas sentam e… bem, vocês vão entender. É calmo, privado, mas tem outras famílias também. Muita gente gosta de anal por lá. Se quiserem, eu levo vocês.
Carlos olhou para Renata e Lara. As duas assentiram sem hesitar. Lara ainda mexia na calcinha por baixo da mesa, o fio esfregando o grelo.
— A gente vai — respondeu ela, a voz baixa e safada.
Depois do café, o funcionário os guiou por um caminho de areia até uma parte mais afastada da praia, protegida por pedras e vegetação baixa. Havia várias cadeiras de madeira reforçada, com dildos fixos no assento, de tamanhos diferentes, todos apontando para cima, lubrificados e prontos. Algumas famílias já estavam lá. Pais enfiando nas filhas, mães ajudando, gemidos baixos misturados com o barulho do mar. Muito anal. Uma loira de vinte e dois anos estava sentada em um dildo grosso, o rosto contraído de dor e prazer, enquanto o pai metia fundo na xota dela por trás. Outra, morena, gemia alto, o cu esticado em volta de um brinquedo grande, lágrimas nos cantos dos olhos, mas pedindo mais. Os pais adoravam o lugar. Algumas filhas choramingavam de dor, mas não saíam, o corpo tremendo de tesão.
Lara engoliu seco ao ver.
— Meu Deus…
Renata passou a mão na bunda da filha.
— Vai ser gostoso. Vai devagar.
Carlos escolheu uma cadeira com um dildo médio-grosso, rosado, bem lubrificado. Lara tirou a calcinha fio-dental de uma vez, o tecido já encharcado. O grelo enorme estava de novo proeminente. Ela se posicionou de costas para o pai, abriu as nádegas com as próprias mãos e desceu devagar sobre o brinquedo. A cabeça grossa pressionou o cu apertado. Lara mordeu o lábio inferior, o rosto se contraindo.
— Ai… é grosso…
Ela desceu mais um pouco. O dildo abriu o anel, entrando centímetro por centímetro. O rosto dela ficou vermelho, as sobrancelhas franzidas, a boca aberta em um gemido baixo e sofrido. Lágrimas de esforço brilharam nos olhos, mas ela não parou. Continuou descendo até sentir o brinquedo bem fundo, o cu esticado e quente ao redor.
— Está… doendo… mas é gostoso… — sussurrou, a voz embargada.
Carlos se posicionou atrás dela. A xota de Lara estava pingando, os lábios finos abertos, o grelo latejando. Ele encaixou a cabeça do pau na entrada molhada e empurrou de uma vez, entrando até o fundo enquanto o dildo preenchia o cu da filha.
Lara gritou baixinho, o rosto se contorcendo. Os olhos se fecharam com força, a boca aberta, a expressão misturando dor e prazer intenso. As unhas cravaram nos braços da cadeira. Carlos começou a meter, estocadas longas e firmes, sentindo o dildo do outro lado, a parede fina separando os dois.
— Olha a carinha dela… — murmurou Renata, ajoelhada ao lado, uma mão no seio da filha, a outra esfregando o próprio grelo.
— Tá sofrendo gostoso…
Lara gemia sem parar, o rosto vermelho, lágrimas escorrendo, mas o quadril já se mexia sozinho, subindo e descendo no dildo enquanto o pai fodia a xota. Cada vez que Carlos entrava fundo, o brinquedo se mexia dentro do cu dela, esticando mais. A expressão dela era de quem estava no limite: sobrancelhas juntas, boca entreaberta, língua às vezes saindo, olhos semicerrados de prazer dolorido.
Ao redor, outras famílias faziam o mesmo. Uma filha loira chorava baixinho enquanto o pai metia no cu dela sem o dildo, só o pau grosso, a mãe segurando a mão da menina. Outra, de cabelos cacheados, estava sentada em um dildo enorme, o rosto completamente vermelho, gemendo “dói… dói… mas não para…”, enquanto o pai chupava o grelo dela. Os gemidos de dor e tesão se misturavam. Ninguém saía. Todos adoravam o lugar.
Carlos acelerou. A xota de Lara fazia barulho molhado a cada estocada. O dildo no cu dela entrava e saía conforme ela se mexia. Renata se aproximou e chupou o grelo enorme da filha, a língua firme no botão inchado. Lara soltou um gemido agudo, o corpo inteiro tremendo.
— Pai… estou gozando… o cu tá tão cheio…
Ela gozou forte, a xota se apertando no pau do pai, o cu contraindo no dildo. Um jato fino de squirt saiu, molhando a mão de Renata. Carlos não aguentou. Enterrou fundo e gozou dentro da filha, enchendo a xota enquanto o dildo ainda preenchia o cu.
Lara ficou parada, ofegante, o rosto ainda contraído, lágrimas de prazer escorrendo. Carlos tirou o pau devagar. A porra escorreu logo, misturando-se com o lubrificante do dildo. Renata ajudou a filha a se levantar. O cu de Lara ficou aberto por alguns segundos, pulsando, antes de se fechar devagar.
Elas se beijaram. Carlos beijou a boca da filha, depois a da esposa. Ao redor, outras famílias continuavam: pais metendo fundo, filhas gemendo de dor gostosa, mães ajudando, muitos cus esticados e porra escorrendo na areia.
O funcionário passou de longe e só sorriu.
Lara, ainda trêmula, olhou para o pai e para a mãe, o grelo ainda latejando, o cu latejando também.
— Quero de novo… depois… mais calmo…
Carlos acariciou o cabelo dela.
— A gente fica o tempo que quiser.
Eles se sentaram na areia quente, corpos colados, assistindo as outras famílias enquanto o sol subia. O lugar era exatamente o que o funcionário tinha prometido: calmo, privado o suficiente, e cheio de pais e filhas se entregando sem pressa, muitos cus abertos, muita dor misturada com prazer, e ninguém querendo sair.
No final da tarde eles voltaram para o quarto. O sol já estava mais baixo, a pele ainda quente da areia e do sexo na praia. Lara tirou a roupa assim que a porta se fechou e se jogou de bruços na cama, as pernas abertas, o plug anal grosso e preto bem atolado no cu. A base redonda ficava à mostra entre as nádegas, e cada vez que ela se mexia o brinquedo se acomodava mais fundo. A xota estava molhada, os lábios finos brilhantes, o grelo enorme e vermelho latejando à vista.
Carlos se sentou na beira da cama. Renata tinha saído para buscar água e eles ficaram sozinhos por um tempo. A mão do pai subiu pela coxa interna da filha, alisando devagar, subindo até a xota úmida e passando os dedos pelos lábios molhados, sem pressa.
— Filha… — começou ele, a voz baixa e rouca. — Eu tô amando esse sexo familiar. Nunca imaginei que fosse ser assim. Você tá saindo bem demais… aguentou o dildo na praia, aguentou eu metendo enquanto o cu tava cheio… tá aguentando tudo.
Lara virou o rosto, o olhar safado, e abriu mais as pernas para a mão do pai. Os dedos dele continuavam alisando a xota molhada, subindo e descendo pelo grelo vermelho, espalhando o líquido que já escorria.
— Eu gozei três vezes lá, pai… — falou ela, a voz mansa e safadinha. — Três. Uma quando você enfiou, outra quando a mãe chupou meu grelo e a terceira quando você gozou dentro. O cu doía, mas era uma dor gostosa… eu queria mais.
Carlos passou o polegar devagar pelo grelo inchado e vermelho. Lara gemeu baixinho e empurrou o quadril contra a mão dele.
— E o anal… — continuou o pai, os dedos agora entrando um pouco na xota molhada e saindo, só brincando. — Você ficou linda com o cu esticado. A carinha que você fez… vermelha, sofrendo, mas pedindo. Eu adoro ver você assim. Adoro foder sua xota enquanto tem alguma coisa no seu cu.
Lara riu baixo, safada, e se virou de lado. A mão dela desceu e puxou o pau do pai para fora do short. Já estava duro. Ela se ajoelhou entre as pernas dele na cama e abaixou a cabeça sem pressa.
— Deixa eu lamber suas bolas, pai… — murmurou, a voz cheia de tesão. — Quero sentir o cheiro de você antes da gente ir embora.
A língua dela saiu e passou devagar pelas bolas pesadas, lambendo de baixo para cima, sugando uma de cada vez com carinho. Carlos gemeu, a mão indo automaticamente para o cabelo loiro da filha. Lara continuava, a língua quente e molhada, chupando as bolas com calma, enquanto uma das mãos dela alisava a própria xota molhada e o grelo vermelho. O plug no cu se mexia a cada movimento, e ela gemia contra as bolas do pai.
— Tá gostoso… — falou ela entre uma lambida e outra. — O plug tá atolado fundo… cada vez que eu mexo ele esfrega lá dentro. Minha xota não para de pingar.
Carlos a puxou para cima com carinho. Deitou Lara de costas, as pernas abertas, o plug ainda bem enfiado. Ele se posicionou entre as coxas dela e passou a cabeça do pau pela xota molhada, esfregando no grelo vermelho várias vezes antes de entrar.
Entrou devagar. Sem pressa. Centímetro por centímetro, sentindo o calor e a umidade, sentindo o plug do outro lado. Lara arquejou, as unhas nas costas dele, o rosto safado e entregue.
— Assim, pai… bem calmo… — sussurrou. — Me fode devagar. Eu quero sentir cada coisa. Minha xota tá tão molhada… o grelo tá latejando… e o plug tá me deixando louca.
Carlos meteu sem pressa. Estocadas longas, profundas, lentas. A cada entrada o pau batia de leve no plug pelo lado de dentro, e Lara gemia baixinho, a voz safadinha, pedindo mais sem gritar. A mão dele descia o tempo todo, alisando as coxas internas, subindo para a xota molhada, brincando com o grelo vermelho enquanto fodia. Os dedos dela faziam o mesmo nele: alisavam as bolas, subiam pelo pau quando ele saía, voltavam para a própria xota quando ele entrava.
— Eu amo isso, filha… — murmurou ele contra a boca dela. — Amo foder você. Amo ver seu grelo vermelho, sua xota pingando, seu cu cheio. Você tá saindo tão bem… tão safada…
Lara sorriu, os olhos semicerrados, e beijou o pai com língua, devagar.
— Eu também tô amando, pai. Pode gozar dentro de novo… quero ir embora com sua porra escorrendo e o plug ainda atolado. Minha xota não para de molhar…
O sexo continuou assim, calmo, sem pressa, o quarto silencioso exceto pelos gemidos baixos e pelo barulho molhado da xota dela engolindo o pau. Carlos alisava as pernas dela o tempo todo, os dedos sempre voltando para o grelo vermelho e para os lábios úmidos. Lara mantinha as pernas bem abertas, safadinha, mostrando tudo, pedindo mais com a voz mansa e suja.
Quando ele finalmente gozou, foi fundo e lento, enchendo a xota dela enquanto o plug continuava bem atolado no cu. Lara gozou junto, a quarta vez do dia, o corpo tremendo de leve, a xota se apertando e o grelo latejando contra a barriga do pai.
Eles ficaram abraçados depois, o pau ainda dentro, a mão de Carlos alisando a coxa e a xota molhada da filha, espalhando a porra que já começava a escorrer. Lara beijava o pescoço dele, ainda safada, ainda molhada, o plug firme no lugar.
— Amanhã cedo a gente vai embora… — murmurou ela. — Mas eu quero que você me foda de novo antes de sair. Com o plug. Bem devagar. Eu tô viciada nisso, pai.
Carlos beijou a boca dela e passou os dedos mais uma vez pelo grelo vermelho e pela xota encharcada.
— A gente fode. Sem pressa. Do jeito que você gosta.
Lindo, lindo, lindo, maravilhoso, delicioso, gostoso demais esse conto. Pura excitação, puro tesão de um paizão pela filhota linda, gostosa e bem safadinha e a filha pelo pai sempre pronto pra lhe atender e satisfazer seus desejos, vontades e fazer ela gozar bem gostoso. Família divina, parabéns. Tem continuação? Deve. votado e aprovado